{"id":10601,"date":"2017-05-14T11:35:00","date_gmt":"2017-05-14T15:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=10601"},"modified":"2017-05-14T11:44:14","modified_gmt":"2017-05-14T15:44:14","slug":"la-llorona","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/05\/14\/la-llorona\/","title":{"rendered":"A lenda La Llorona"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"10605\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/05\/14\/la-llorona\/img_7445\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMG_7445.jpg?fit=768%2C512\" data-orig-size=\"768,512\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG_7445\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMG_7445.jpg?fit=300%2C200\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMG_7445.jpg?fit=600%2C400\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMG_7445.jpg?resize=600%2C400\" alt=\"IMG_7445\" width=\"600\" height=\"400\" class=\"alignnone size-full wp-image-10605\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMG_7445.jpg?w=768 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMG_7445.jpg?resize=300%2C200 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMG_7445.jpg?resize=450%2C300 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Se h\u00e1 uma lenda que \u00e9 destaque na cultura do povo mexicano, com certeza essa \u00e9 a lenda de La Llorona (A Chorona), a hist\u00f3ria de uma mulher que aparece em noites de lua cheia chorando amargamente por algo ou algu\u00e9m que perdeu no passado.<\/p>\n<p>A for\u00e7a dessa lenda \u00e9 t\u00e3o forte que mesmo outros pa\u00edses possuem uma vers\u00e3o derivada dela em seu folclore local, at\u00e9 mesmo aqui no Brasil.<\/p>\n<p>Como toda lenda popular, La Llorona deu origem a diversas variantes, misturando simples est\u00f3rias e relatos de pessoas que afirmam ter visto a mulher com os pr\u00f3prios olhos, mas o relato mais conhecido remonta ao s\u00e9culo XVI. Esse relato espec\u00edfico conta que quando chegava a noite e os moradores da Cidade do M\u00e9xico se acolhiam em seuas lares para dormir, eram sempre acordados no meio da noite pelo choro de uma mulher que andava sob a luz da lua cheia. Da\u00ed o nome \u201cA Chorona\u201d.<\/p>\n<p>Poucos tiveram a coragem de ir at\u00e9 l\u00e1 fora e ver o motivo do choro da mulher, e os que o fizeram dizem que apenas conseguiam ver uma neblina espessa sobre o solo e no meio estava a mulher, vestida de branco e com um v\u00e9u cobrindo seu rosto \u2013 o que a tornava quase indistinta em meio \u00e0 neblina. Ela percorria a cidade em todas as dire\u00e7\u00f5es e desaparecia quando chegava \u00e0s margens do lago Texcoco.<\/p>\n<p>Contam os relatos que aqueles que se arriscaram a chegar mais perto da Chorona morreram ou passaram o resto da vida perturbados com as vis\u00f5es chocantes que ela lhes fazia ver.<\/p>\n<p>Mas, voc\u00ea deve estar se perguntando, quem \u00e9 essa mulher misteriosa e porqu\u00ea ela chora?<\/p>\n<div class=\"fb-video\" data-allowfullscreen=\"true\" data-href=\"https:\/\/www.facebook.com\/RadioSaudade\/videos\/10154692770894452\/\"><\/div>\n<p>Bem, como mencionado no in\u00edcio existem v\u00e1rias vers\u00f5es da lenda, algumas mais difundidas e conhecidas que outras. Por isso vamos contar a voc\u00ea uma das mais famosas vers\u00f5es.<\/p>\n<p>Diz a lenda que h\u00e1 muitos anos atr\u00e1s ela veio para Xochimilco com seus dois filhos. Ollin e Tonatiuh. Era m\u00e3e solteira, trabalhava duro vendendo as flores que ela cultivava em sua chinampa. Gra\u00e7as a sua generosidade e camaradagem ela ganhou a simpatia de todo o povoado e sua chinampa logo come\u00e7ou a dar frutos. At\u00e9 que em uma m\u00e1 noite tudo mudou. Por um descuido, a casa de Yoltzin pegou fogo quando ela voltava de um dia de trabalho. Desesperada, Yoltzin tentou apagar o fogo mas ela n\u00e3o reparou que a balsa onde estavam seus filhos ficou a deriva. Quando notou a sua aus\u00eancia j\u00e1 era tarde demais. Eles sumiram sem deixar rastros. Yoltzin e todo o povoado os procuraram durante v\u00e1rios dias. No fim algu\u00e9m achou as crian\u00e7as do lado do canal. Yoltzin enlouqueceu de dor. Ela n\u00e3o conseguiu aceitar a morte de seus filhos. Com o cora\u00e7\u00e3o destro\u00e7ado e cheio de dor, Yoltzin n\u00e3o conseguiu resistir  e foi se apagando lentamente entre choros e lamentos. Durante muitos anos o povoado estava triste e sofrendo. Mas quando a hist\u00f3ria de Yoltzin estava ficando esquecida come\u00e7aram a se ouvir lamentos no meio da noite. Dizem que la Llorona \u00e9 a bela Yoltzin que vagueia pela vila a procura de sues filhos. Elabusca vingan\u00e7a pegando crian\u00e7as que n\u00e3o s\u00e3o suas. Nunca encontrar\u00e1 a paz que tanto anseia a menos que encontre seus filhos a muito perdidos.<\/p>\n<p>Fonte: publicado por Felipo Bellini<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se h\u00e1 uma lenda que \u00e9 destaque na cultura do povo mexicano, com certeza essa \u00e9 a lenda de La Llorona (A Chorona), a hist\u00f3ria de uma mulher que aparece em noites de lua cheia chorando amargamente por algo ou algu\u00e9m que perdeu no passado. 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