{"id":12506,"date":"2017-07-27T09:42:04","date_gmt":"2017-07-27T13:42:04","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=12506"},"modified":"2017-07-27T09:47:52","modified_gmt":"2017-07-27T13:47:52","slug":"quem-sao-e-o-que-dizem-os-238-deputados-e-senadores-investigados-no-stf","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/07\/27\/quem-sao-e-o-que-dizem-os-238-deputados-e-senadores-investigados-no-stf\/","title":{"rendered":"Quem s\u00e3o e o que dizem os 238 deputados e senadores investigados no STF"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"12507\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/07\/27\/quem-sao-e-o-que-dizem-os-238-deputados-e-senadores-investigados-no-stf\/vacos\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/vacos.jpg?fit=332%2C152\" data-orig-size=\"332,152\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"vacos\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/vacos.jpg?fit=300%2C137\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/vacos.jpg?fit=332%2C152\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/vacos.jpg?resize=332%2C152\" alt=\"vacos\" width=\"332\" height=\"152\" class=\"alignnone size-full wp-image-12507\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/vacos.jpg?w=332 332w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/vacos.jpg?resize=300%2C137 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 332px) 100vw, 332px\" \/><\/p>\n<p>No Congresso Em Foco, por Isabella Macedo<\/p>\n<p>O levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco mostrou que cerca de metade dos deputados e senadores da atual legislatura (2015-2018) responde a algum procedimento investigat\u00f3rio no Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, s\u00e3o 238 parlamentares \u00e0s voltas com a Justi\u00e7a no \u00e2mbito do STF (leia abaixo quem s\u00e3o os investigados e as respostas enviadas \u00e0 reportagem). Antes da publica\u00e7\u00e3o deste material, o site procurou cada um dos alvos de inqu\u00e9rito ou a\u00e7\u00e3o penal, para veicula\u00e7\u00e3o das respectivas manifesta\u00e7\u00f5es na \u00edntegra. O espa\u00e7o est\u00e1 aberto para as explica\u00e7\u00f5es dos congressistas a qualquer tempo.<!--more--><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dias, o levantamento mostrou que o n\u00famero de senadores com pend\u00eancias no STF bateu recorde;  que cinco partidos concentram o maior n\u00famero de investigados; que as acusa\u00e7\u00f5es criminais contra esses parlamentares tiveram um salto de 68%; e que os crimes de corrup\u00e7\u00e3o s\u00e3o os principais entre as investiga\u00e7\u00f5es em curso no Supremo.<\/p>\n<p>A atualiza\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o criminal dos parlamentares no Supremo \u00e9 um dos principais assuntos da nova edi\u00e7\u00e3o da Revista Congresso em Foco. A mais recente reportagem desta s\u00e9rie, publicada nesta ter\u00e7a-feira (25), mostra que o os crimes de corrup\u00e7\u00e3o s\u00e3o os principais motivos de processos contra parlamentares. <\/p>\n<p>Confira a \u00edntegra da lista, com as respostas enviadas ao site:<\/p>\n<p>DEPUTADOS:<\/p>\n<p>Acre<\/p>\n<p>C\u00e9sar Messias (PSB): A\u00e7\u00e3o Penal 1006 \u2013 Crimes contra a legisla\u00e7\u00e3o extravagante.<\/p>\n<p>Flaviano Melo (PMDB): A\u00e7\u00e3o Penal 435 \u2013 Peculato, crimes contra o sistema financeiro.<\/p>\n<p>Leia a nota enviada pelo deputado:<\/p>\n<p>\u201cEm resposta \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o feita por reportagem do Congresso em Foco acerca da A\u00e7\u00e3o Penal n\u00b0 435(peculato e crimes contra o sistema financeiro) que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) cumpre esclarecer: O inqu\u00e9rito foi movido contra secret\u00e1rios de meu governo \u00e0 \u00e9poca (1986\/1990). N\u00e3o fui arrolado no citado inqu\u00e9rito e nunca fui sequer ouvido no mesmo, sendo certo que o processo j\u00e1 chegou ao seu final.<\/p>\n<p>Posteriormente, por raz\u00f5es pol\u00edticas, posto ser ano eleitoral, houve uma den\u00fancia contra mim pelos mesmos fatos, que est\u00e1 sendo apurada pelo Supremo Tribunal Federal, que, certamente, dar\u00e1 pela improced\u00eancia de dita den\u00fancia, por sua total impertin\u00eancia, por raz\u00f5es de inteira Justi\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>Rocha (PSDB): A\u00e7\u00e3o Penal 954 \u2013 Crimes contra autoridade ou disciplina militar, motim e revolta.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado enviou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cSobre a A\u00e7\u00e3o Penal 954, que tramita no STF tenho a informar o seguinte:<\/p>\n<p>Em maio de 2011 ocorreu um movimento contra os baixos sal\u00e1rios e as p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de trabalho dos policiais militares do Estado do Acre. \u00c0 \u00e9poca eu era Deputado Estadual oriundo dos quadros daquela corpora\u00e7\u00e3o o que me fez acompanhar os protestos e garantir a incolumidade dos familiares dos Policiais que acampavam em frente ao quartel.<\/p>\n<p>Em face disso fui denunciado por Motim no Tribunal de Justi\u00e7a do Estado do Acre. Todos os demais envolvidos j\u00e1 receberam senten\u00e7a absolut\u00f3ria e, em face de ter sido eleito Deputado Federal, o meu processo veio para o STF.<\/p>\n<p>Neste momento, o Procurador-Geral constatou que o Governo do Estado do Acre n\u00e3o encaminhou os documentos que embasavam a den\u00fancia. Por outro lado, a conduta a mim imputada, que compreendo ser a desejada de um Deputado Estadual, conforme defesas j\u00e1 apresentadas, foi anistiada por lei aprovada no Congresso Nacional<\/p>\n<p>Certo de ter dirimido qualquer d\u00favida sobre o assunto, subscrevo-me<\/p>\n<p>Atenciosamente<\/p>\n<p>Rocha<\/p>\n<p>Deputado Federal (PSDB\/AC)\u201d<\/p>\n<p>Alagoas<\/p>\n<p>Arthur Lira (PP): O l\u00edder do PP responde a cinco inqu\u00e9ritos (3989, 3980, 3996, 3515 e 3911) por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e peculato. Ele e o pai, senador Arthur de Lira (PP-AL), foram denunciados pela PGR, acusados de receber recursos desviados da Petrobras. O STF ainda n\u00e3o examinou a den\u00fancia. O deputado alega que as acusa\u00e7\u00f5es s\u00e3o \u201cnarrativas infundadas\u201d de delatores inimigos. \u201cN\u00e3o h\u00e1 elementos que corroborem os fatos.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a assessoria do deputado enviou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cO Deputado Federal Arthur Lira \u00e9 o novo l\u00edder da bancada do Partido Progressista (PP) na C\u00e2mara dos Deputados. Ele foi eleito por aclama\u00e7\u00e3o para liderar os 46 deputados que comp\u00f5em a quarta maior bancada da Casa. O l\u00edder esclarece que os inqu\u00e9ritos no Supremo Tribunal Federal (STF) n\u00e3o t\u00eam elementos que corroborem os fatos. Trata-se de narrativas infundadas de delatores com inimizade patente com o parlamentar. Arthur Lira est\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a para esclarecer o que for necess\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>C\u00edcero Almeida (PMDB): Alvo dos inqu\u00e9ritos 4228, 3620 e 3959 e da a\u00e7\u00e3o penal 956, pelos crimes de corrup\u00e7\u00e3o, contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, de responsabilidade, quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro<\/p>\n<p>Maur\u00edcio Quintella Lessa (PR) \u2013 Licenciado: O ministro dos Transportes \u00e9 investigado no inqu\u00e9rito 2893, por peculato, desde 2009. \u201cQuintella reitera que sua postura pautada pela \u00e9tica ser\u00e1 comprovada sempre que o Judici\u00e1rio assim o requerer\u201d, diz a assessoria.<\/p>\n<p>Paul\u00e3o (PT): Inqu\u00e9rito 3620, por forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro.<\/p>\n<p>Ronaldo Lessa (PDT): R\u00e9u nas a\u00e7\u00f5es penais 929, 975 e 1000 por crimes eleitorais, cal\u00fania, crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es, quadrilha, inj\u00faria, amea\u00e7a e peculato.<\/p>\n<p>Amazonas<\/p>\n<p>Alfredo Nascimento (PR): Responde ao inqu\u00e9rito 4443, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht. \u00c9 suspeito de ter recebido R$ 200 mil, via caixa dois, para a campanha de 2006, quando era ministro dos Transportes. \u201cN\u00e3o tenho e n\u00e3o tive qualquer rela\u00e7\u00e3o com empresas, executivos e estatais envolvidos\u201d, diz o deputado.<\/p>\n<p>Pauderney Avelino (DEM): Investigado no inqu\u00e9rito 4499. \u201cTrata-se de um levantamento feito pela procuradoria eleitoral referente \u00e0s elei\u00e7\u00f5es 2014. Algumas d\u00favidas permaneceram quanto \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de contas, mas que ainda aguardam o julgamento de recurso no TSE\u201d, diz.<\/p>\n<p>Silas C\u00e2mara (PRB): Responde aos inqu\u00e9ritos 3340 e 4478, por crimes contra a liberdade pessoal e amea\u00e7a, e \u00e0 a\u00e7\u00e3o penal 864, por improbidade administrativa e crimes praticados por funcion\u00e1rios p\u00fablicos contra a administra\u00e7\u00e3o geral.<\/p>\n<p>Amap\u00e1<\/p>\n<p>Cabu\u00e7u Borges (PMDB): Responde ao inqu\u00e9rito 4488, por crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Janete Capiberibe (PSB): Investigada no inqu\u00e9rito 4113, por crimes eleitorais.<\/p>\n<p>Jozi Ara\u00fajo (Podemos): \u00c9 investigada nos inqu\u00e9ritos 4235, por crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es e peculato, e 4500, por les\u00e3o corporal e amea\u00e7a. Segundo a acusa\u00e7\u00e3o, Noel dos Santos Almeida emprestou R$ 35 mil \u00e0 deputada durante a campanha eleitoral de 2014 e recebeu tr\u00eas cheques sem fundos como garantia. Ele alega que, em 2015, encontrou Jozi e outras duas pessoas no aeroporto de Macap\u00e1 e, ao cobrar o pagamento, foi amea\u00e7ado. Noel relatou ter sido torturado por homens encapuzados que, acredita, agiram a mando da deputada. Jozi afirma ser ela a v\u00edtima e acusa Noel de amea\u00e7\u00e1-la de morte por mensagens de celular.<\/p>\n<p>Marcos Reategui (PSD): R\u00e9u em tr\u00eas a\u00e7\u00f5es penais (942, 945 e 914), por crimes contra a administra\u00e7\u00e3o em geral e viola\u00e7\u00e3o do sigilo funcional, crimes contra o sistema financeiro nacional e peculato, e investigado no inqu\u00e9rito 4237, por crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, falso testemunho ou per\u00edcia e falsidade ideol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Roberto G\u00f3es (PDT): O deputado mais votado do Amap\u00e1 e ex-prefeito de Macap\u00e1 \u00e9 o atual campe\u00e3o em processos no STF, com 18 acusa\u00e7\u00f5es criminais. Ele \u00e9 r\u00e9u em dez a\u00e7\u00f5es penais (916, 924, 928, 936, 949, 970, 984, 986, 992 e 994) e investigado em oito inqu\u00e9ritos (4295, 4255, 4254, 4253, 3950, 4049, 4067 e 4485). Responde por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e les\u00e3o corporal, entre outros crimes. Em dezembro de 2010, foi preso na Opera\u00e7\u00e3o M\u00e3os Limpas, acusado de participar de um esquema de desvio de verbas federais por servidores p\u00fablicos e pol\u00edticos do estado. Solto dois meses depois, reassumiu a prefeitura. Em maio de 2016, foi condenado a dois anos e oito meses de pris\u00e3o por peculato, crime atribu\u00eddo a ele no \u00faltimo ano como prefeito de Macap\u00e1. A senten\u00e7a foi convertida em uma hora de trabalho volunt\u00e1rio por dia por igual per\u00edodo. Tamb\u00e9m foi fixada multa equivalente a 20 sal\u00e1rios m\u00ednimos em g\u00eaneros aliment\u00edcios, medicamentos ou material escolar. Ele recorreu da decis\u00e3o, e o processo continua em andamento no Supremo. A reportagem procurou o deputado, mas n\u00e3o houve retorno.<\/p>\n<p>Vinicius Gurgel (PR): Inqu\u00e9ritos 3529, 3697, 3944 e 4037, por crimes contra a ordem tribut\u00e1ria e eleitorais.<\/p>\n<p>Bahia<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Brito (PSD): Alvo do inqu\u00e9rito 4455, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. A investiga\u00e7\u00e3o foi aberta para apurar se o deputado recebeu da Odebrecht R$ 100 mil para sua campanha, em 2010, conforme denunciaram delatores da Lava Jato.<\/p>\n<p>Arthur Oliveira Maia (PPS): O relator da reforma da Previd\u00eancia na C\u00e2mara responde ao inqu\u00e9rito 4405, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. \u00c9 suspeito de ter recebido R$ 200 mil da Odebrecht, via caixa dois, para sua campanha em 2010.<\/p>\n<p>Cac\u00e1 Le\u00e3o (PP): Inqu\u00e9rito 4421, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. A investiga\u00e7\u00e3o foi aberta para apurar se o deputado recebeu da Odebrecht R$ 30 mil para sua campanha, em 2014, conforme denunciaram delatores da Lava Jato.<\/p>\n<p>Caetano (PT): Responde ao inqu\u00e9rito 4143 por crimes de responsabilidade.<\/p>\n<p>Daniel Almeida (PCdoB): Inqu\u00e9rito 4390, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. Na Lava Jato, \u00e9 suspeito de ter pedido R$ 300 mil, n\u00e3o declarados, para um candidato a prefeito de Juazeiro (BA) em troca de favorecimento \u00e0 Odebrecht, segundo delatores. Tamb\u00e9m citam repasse de R$ 100 mil ao deputado em outra ocasi\u00e3o. \u201cOs baianos e os brasileiros conhecem minha trajet\u00f3ria de mais de 30 anos de atividade p\u00fablica. Tenho total convic\u00e7\u00e3o que o destino ser\u00e1 o arquivamento\u201d, diz<\/p>\n<p>Fernando Torres (PSD) \u2013 Licenciado: inqu\u00e9ritos 4230 e 3787 por crimes contra a ordem econ\u00f4mica e lavagem ou oculta\u00e7\u00e3o de bens.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Carlos Bacelar (PR): Investigado em seis inqu\u00e9ritos (3701, 3704, 4026, 4430, 4450 e 4475) por falsidade ideol\u00f3gica, peculato, corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, viola\u00e7\u00e3o de sigilo funcional e crimes eleitorais. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que o deputado recebeu R$ 200 mil da empreiteira, como doa\u00e7\u00e3o oficial, para atender a interesses do grupo em uma medida provis\u00f3ria no Congresso. Em 2006, segundo a dela\u00e7\u00e3o, foram repassados outros R$ 50 mil. A empreiteira alega que Bacelar pediu dinheiro nas elei\u00e7\u00f5es de 2006, 2010 e 2014.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Carlos Aleluia (DEM): Inqu\u00e9rito 4388, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. Segundo delatores da Odebrecht, o deputado recebeu R$ 300 mil da empreiteira como caixa dois na elei\u00e7\u00e3o de 2010. De acordo com a dela\u00e7\u00e3o, a empreiteira doou oficialmente R$ 280 mil \u00e0 campanha dele, em 2014, em troca da defesa de interesses do grupo no Congresso. \u201cO ministro Fachin [relator da Lava Jato] autorizou investigar todos, sem distin\u00e7\u00e3o, e fez bem. Todo homem p\u00fablico tem de estar pronto para ser investigado\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Jutahy J\u00fanior (PSDB): Responde ao inqu\u00e9rito 4397, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral, aberto ap\u00f3s as dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht. \u00c9 suspeito de receber R$ 850 mil da empreiteira, como caixa dois, nas elei\u00e7\u00f5es de 2010 e 2014. O grupo diz, ainda, que doou oficialmente R$ 610 mil \u00e0s campanhas do deputado. \u201cN\u00e3o tenho nada a ver com a Lava Jato\u201d, diz o ex-l\u00edder do PSDB na C\u00e2mara.<\/p>\n<p>Lucio Vieira Lima (PMDB): Irm\u00e3o do ex-ministro Geddel Vieira Lima, \u00e9 investigado no inqu\u00e9rito 4437, por corrup\u00e7\u00e3o ativa e passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com a dela\u00e7\u00e3o da Odebrecht, o deputado recebeu R$ 1 milh\u00e3o da empreiteira para ajudar aprovar legisla\u00e7\u00e3o de interesse do grupo no Congresso.<\/p>\n<p>M\u00e1rio Negromonte Jr. (PP): Responde aos inqu\u00e9ritos 3989, 3980 e 4394, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, lavagem de dinheiro e falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. Na Lava Jato, \u00e9 acusado por delatores da Odebrecht de ter recebido R$ 110 mil da empreiteira como caixa dois. \u00c9 suspeito de ter recebido ilegalmente R$ 500 mil de outra empresa acusada de participar do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras.<\/p>\n<p>Nelson Pellegrino (PT): Responde ao inqu\u00e9rito 4395, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. De acordo com delatores da Odebrecht na Lava Jato, o deputado recebeu R$ 1,5 milh\u00e3o da empreiteira para a campanha eleitoral de 2012. Desse total, segundo as dela\u00e7\u00f5es, apenas R$ 200 mil foram declarados oficialmente pelo ent\u00e3o candidato.<\/p>\n<p>Paulo Magalh\u00e3es (PSD): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 896, por crimes eleitorais, acusado de apresentar declara\u00e7\u00e3o de doa\u00e7\u00e3o falsa \u00e0 Justi\u00e7a eleitoral na campanha de 2010.<\/p>\n<p>Roberto Britto (PP): nvestigado nos inqu\u00e9ritos 3876, 3989 e 3980, por apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita previdenci\u00e1ria, sonega\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria, corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Citado pelo doleiro Alberto Yousseff como um dos deputados do PP que recebiam mesada de R$ 30 mil a R$ 150 mil do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras.<\/p>\n<p>Ronaldo Carletto (PP): Inqu\u00e9rito 4063, por crimes contra o sistema financeiro nacional.<\/p>\n<p>Valmir Assun\u00e7\u00e3o (PT): inqu\u00e9rito 3945, por crimes eleitorais.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 ind\u00edcio ou processo contra o deputado Valmir Assun\u00e7\u00e3o no STF. O que h\u00e1 \u00e9 uma investiga\u00e7\u00e3o sobre uma suposta irregularidade nas contas de campanha, fato que j\u00e1 est\u00e1 sendo elucidado com os documentos que foram enviados para a Justi\u00e7a.  O Inqu\u00e9rito 3945 trata da presta\u00e7\u00e3o de contas de um valor de R$ 4 mil, referentes \u00e0 cess\u00e3o de um ve\u00edculo automotivo durante a campanha eleitoral, cujo custo total foi de R$ 797.796 mil.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de n\u00e3o ter nenhum crime citado, a quantia \u00e9 irris\u00f3ria no universo de uma campanha eleitoral. Por isso mesmo, o TRE aprovou as contas por unanimidade. Essa investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 remanescente e cumpre um processo burocr\u00e1tico da Justi\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>Cear\u00e1<\/p>\n<p>Adail Carneiro (PT): inqu\u00e9rito 4033, por lavagem de dinheiro.<\/p>\n<p>Antonio Balhmann (PDT) \u2013 Licenciado: Assessor para Assuntos Internacionais do Governo do Cear\u00e1, responde aos inqu\u00e9ritos 4042 e 4503, por crimes contra o sistema financeiro nacional.<\/p>\n<p>An\u00edbal Gomes (PMDB): Acumula seis inqu\u00e9ritos (4371, 4327, 4216, 4215, 4172 e 3989) e uma a\u00e7\u00e3o penal (1002). \u00c9 r\u00e9u na Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato e responde por corrup\u00e7\u00e3o, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra a administra\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Na a\u00e7\u00e3o penal, \u00e9 acusado de receber R$ 3 milh\u00f5es oriundos de um acordo entre a Petrobras e um sindicato. A assessoria diz que ele n\u00e3o tem qualquer rela\u00e7\u00e3o com a Lava Jato e que jamais praticou ilegalidade.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a assessoria do deputado encaminhou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 A\u00e7\u00e3o Penal n\u00ba 1002, a defesa do Deputado j\u00e1 demonstrou que o caso em julgamento n\u00e3o possui correla\u00e7\u00e3o com a denominada opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato, tratando-se de um acordo celebrado de forma muito vantajosa para a Petrobras, isto porque existia uma a\u00e7\u00e3o judicial para cobran\u00e7a da Petrobras de servi\u00e7os j\u00e1 prestados pela categoria dos pr\u00e1ticos no valor de 132 milh\u00f5es de reais, e a Petrobras celebrou acordo onde pagou aproximadamente 60 milh\u00f5es de reais pondo fim ao processo judicial de cobran\u00e7a.<\/p>\n<p>Quanto ao Inqu\u00e9rito n\u00ba 4216, o MPF apresentou den\u00fancia e o Deputado Federal ofereceu sua defesa, n\u00e3o existindo ainda a\u00e7\u00e3o penal recebida pelo STF contra o Deputado.<\/p>\n<p>Quanto aos Inqu\u00e9ritos n\u00ba 4327, 4172, 3989 e 4215, o que existe \u00e9 um procedimento administrativo (inqu\u00e9rito) que visa apurar as alega\u00e7\u00f5es do senhor Paulo Roberto Costa quanto \u00e0 denominada \u201cOpera\u00e7\u00e3o Lava Jato\u201d, e nada al\u00e9m disso. Em rela\u00e7\u00e3o aos mesmos inqu\u00e9ritos, o Deputado An\u00edbal Gomes sempre se colocou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para ser ouvido perante a Pol\u00edcia Federal, e, assim, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma acusa\u00e7\u00e3o formal contra o Deputado An\u00edbal Gomes e quando for convidado para prestar sua vers\u00e3o, ele demonstrar\u00e1 de forma cabal que jamais praticou qualquer ato ilegal.\u201d<\/p>\n<p>Ariosto Holanda (PDT): responde ao inqu\u00e9rito 4378, por crimes contra a administra\u00e7\u00e3o em geral, peculato.<\/p>\n<p>Danilo Forte (PSB): Alvo do inqu\u00e9rito 3317, que apura a suspeita de irregularidades em conv\u00eanio entre a Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Sa\u00fade (Funasa), \u00e0 \u00e9poca presidida por ele, e o munic\u00edpio de Porto Nacional (TO) para execu\u00e7\u00e3o de obras de saneamento b\u00e1sico. Danilo diz que assinou o documento com base em parecer t\u00e9cnico do \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado encaminhou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cConforme j\u00e1 respondido ao Congresso em Foco no ano de 2014, informamos que nos autos do Inqu\u00e9rito 3317 est\u00e3o sendo apuradas eventuais irregularidades ocorridas em conv\u00eanio firmado entre a Funasa e o Munic\u00edpio de Porto Nacional, o qual tinha por objeto a execu\u00e7\u00e3o de obras de saneamento b\u00e1sico em alguns bairros da referida municipalidade.<\/p>\n<p>Ressaltamos que o processo ainda est\u00e1 em fase de investiga\u00e7\u00f5es e sua exist\u00eancia n\u00e3o indica a ocorr\u00eancia de irregularidades praticadas por este parlamentar, que inclusive j\u00e1 teve a oportunidade de se manifestar nesse inqu\u00e9rito, oportunidade em que deixei claro n\u00e3o ter incorrido em qualquer ato ilegal.<\/p>\n<p>A FUNASA gere em m\u00e9dia mais de dez mil conv\u00eanios ativos com diversas entidades, sendo que anualmente s\u00e3o firmados mais de tr\u00eas mil novos, os quais atendem um infind\u00e1vel n\u00famero de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de necessidade. O trabalho do Presidente da FUNASA deve, portanto, ser baseado em pareceres e opini\u00f5es dos t\u00e9cnicos do \u00f3rg\u00e3o, sendo humanamente imposs\u00edvel a gest\u00e3o minuciosa por uma s\u00f3 pessoa de tantos atos. Agir em contr\u00e1rio inviabilizaria o objeto principal da FUNASA.<\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico, a contrata\u00e7\u00e3o foi precedida da an\u00e1lise de toda a documenta\u00e7\u00e3o encaminhada pelo Munic\u00edpio de Porto Nacional, o que foi analisado por t\u00e9cnicos da FUNASA que n\u00e3o identificaram a suposta pend\u00eancia do munic\u00edpio em quest\u00e3o. A responsabilidade do t\u00e9cnico emissor do referido parecer autorizativo j\u00e1 est\u00e1 sendo verificada. Ainda na minha gest\u00e3o como presidente da FUNASA, o t\u00e9cnico parecerista citado foi devidamente investigado e afastado de suas fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ademais, este parlamentar permanece \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o das autoridades com o objetivo de solucionar a presente quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Atenciosamente,<\/p>\n<p>Dep. Danilo Forte \u2013 PSB-CE<\/p>\n<p>Genecias Noronha (SD): inqu\u00e9rito 4482 \u2013 crimes previstos na legisla\u00e7\u00e3o extravagante, crimes eleitorais, crimes previstos na legisla\u00e7\u00e3o extravagante, crimes eleitorais, falsifica\u00e7\u00e3o de documento p\u00fablico para fins eleitorais.<\/p>\n<p>Gorete Pereira (PR): Responde ao inqu\u00e9rito 3922, por corrup\u00e7\u00e3o passiva e crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es. A deputado afirma que o inqu\u00e9rito est\u00e1 em fase de arquivamento.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Guimar\u00e3es (PT): O l\u00edder da oposi\u00e7\u00e3o responde aos inqu\u00e9ritos 4259 e 2994, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. O primeiro caso, da Lava Jato, foi aberto com base na dela\u00e7\u00e3o do ex-vereador Alexandre Romano, que disse ter pagado propina de R$ 97 mil ao deputado em troca de interven\u00e7\u00e3o no Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para a libera\u00e7\u00e3o de financiamento, no valor de R$ 260 milh\u00f5es, para empresas envolvidas na constru\u00e7\u00e3o de usinas e\u00f3licas na Bahia.<\/p>\n<p>Luizianne Lins (PT): A ex-prefeita de Fortaleza \u00e9 r\u00e9 na a\u00e7\u00e3o penal 997, por crime de responsabilidade. \u00c9 acusada de fraude por ter atrasado a entrega de dados das contas da prefeitura, em 2011. Segundo ela, os dados foram enviados 24 dias ap\u00f3s o prazo previsto devido \u00e0 necessidade de adequa\u00e7\u00e3o do sistema de informa\u00e7\u00f5es municipais. \u201cAcredita-se no arquivamento do feito, ante a regularidade e aprova\u00e7\u00e3o das contas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra da nota enviada pela deputada:<\/p>\n<p>A\u00e7\u00e3o Penal 997<\/p>\n<p>O processo se refere a uma Tomada de Contas Especial instaurada no Tribunal de Contas dos Munic\u00edpios (TCM\/CE) para apurar \u00fanica e exclusivamente o atraso na entrega de dados ao SIM (sistema de informa\u00e7\u00f5es municipais) em janeiro de 2011. Naquela oportunidade, o sistema havia sido implantado recentemente pelo TCM e demandou uma adequa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica por parte da Prefeitura, bem como treinamento de pessoal para a alimenta\u00e7\u00e3o dos dados no novo formato. Na ocasi\u00e3o, os dados deveriam ter sido enviados em 31\/01\/11, mas foram enviados em 24\/02\/11. Ou seja, apenas 24 dias ap\u00f3s o fim do prazo. O atraso foi ocasionado pela necessidade de adequa\u00e7\u00e3o ao sistema. Acredita-se no arquivamento do feito, ante a regularidade e aprova\u00e7\u00e3o das contas.\u201d<\/p>\n<p>Macedo (PP): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 980, por crimes contra o meio ambiente e o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico.<\/p>\n<p>Paulo Lustosa (PP): Inqu\u00e9ritos 4409 e 4508, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral e peculato. O \u00faltimo procedimento foi aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. \u00c9 suspeito de receber R$ 100 mil da empreiteira, via caixa dois, para a campanha eleitoral de 2010.<\/p>\n<p>Distrito Federal<\/p>\n<p>Alberto Fraga (DEM): R\u00e9u em quatro a\u00e7\u00f5es penais (907, 911, 930 e 966), por crimes contra o sistema nacional de armas, a administra\u00e7\u00e3o em geral, a f\u00e9 p\u00fablica, concuss\u00e3o (exigir vantagem indevida), peculato e falsidade ideol\u00f3gica. Em 2013, o deputado foi condenado em segunda inst\u00e2ncia por porte ilegal de arma de fogo e muni\u00e7\u00f5es de uso restrito. O caso foi parar no STF porque ele recorre da pena de quatro anos de pris\u00e3o, convertida em presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>\u00c9rika Kokay (PT): Investigada nos inqu\u00e9ritos 3098, 3699 e 3129, por crimes contra a ordem tribut\u00e1ria, corrup\u00e7\u00e3o, quadrilha e lavagem de dinheiro. No \u00faltimo caso, a PGR ofereceu den\u00fancia contra a deputada, mas o STF ainda n\u00e3o se manifestou. Foi denunciada por desvio de recursos p\u00fablicos do Sindicato dos Banc\u00e1rios do Distrito Federal, que presidiu entre 1992 e 1998. \u201cFui inocentada em todas as investiga\u00e7\u00f5es, que apontaram que n\u00e3o existiu nenhum tipo de financiamento via \u2018caixa dois\u2019 do sindicato para a minha campanha.\u201d<\/p>\n<p>Izalci Lucas (PSDB): Alvo dos inqu\u00e9ritos 4162, 4163 e 3671 e da a\u00e7\u00e3o penal 883. Responde por peculato, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha ou bando, crimes contra a f\u00e9 p\u00fablica eleitoral e falsidade ideol\u00f3gica. Na a\u00e7\u00e3o, \u00e9 acusado de omitir R$ 300 mil na presta\u00e7\u00e3o de contas entregue \u00e0 Justi\u00e7a eleitoral em 2006.<\/p>\n<p>Laerte Bessa (PR): Inqu\u00e9rito 4348, por crimes contra a honra, cal\u00fania e inj\u00faria. Em discurso no plen\u00e1rio da C\u00e2mara, em outubro de 2016, Bessa usou termos como \u201csafado\u201d, \u201cbandido maconheiro\u201d, \u201cfrouxo\u201d e \u201ccag\u00e3o\u201d para se referir ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Em abril, em outro processo semelhante, a Justi\u00e7a do DF condenou o deputado a pagar indeniza\u00e7\u00e3o de R$ 30 mil por danos morais ao governador. Cabe recurso. \u201cRatificarei tudo que falei. Estou sendo processado pelo governador por ter falado a verdade sobre ele. Talvez eu n\u00e3o tenha usado os adjetivos corretos. Fui v\u00edtima de uma agress\u00e3o tamb\u00e9m por parte dele.\u201d<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado Laerte Bessa prestou os seguintes esclarecimentos:<\/p>\n<p>\u201cRatificarei tudo que eu falei. Estou sendo processado pelo governador Rodrigo Rollemberg por ter falado a verdade sobre ele. O que eu falei dele \u00e9 tudo verdade. Talvez eu n\u00e3o tenha usado os adjetivos corretos. Fui v\u00edtima de uma agress\u00e3o tamb\u00e9m por parte dele.<\/p>\n<p>Ele me agrediu no gabinete dele e eu apenas revidei no Congresso. A forma como revidei, com discurso na tribuna, talvez n\u00e3o tenha sido a mais adequada, mas apenas repeti o que o povo pensa dele e comenta nas ruas\u201d.<\/p>\n<p>Rog\u00e9rio Rosso (PSD): Inqu\u00e9rito 4277, por peculato e corrup\u00e7\u00e3o eleitoral. \u00c9 suspeito de ter colocado, quando era governador, servidores nomeados pelo governo do Distrito Federal para trabalhar na campanha da deputada distrital Liliane Roriz. Os dois negam as acusa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra do posicionamento do deputado sobre o processo:<\/p>\n<p>\u201cEssa quest\u00e3o diz respeito \u00e0 a\u00e7\u00e3o penal eleitoral, em curso no Tribunal Regional Eleitoral do DF, para apura\u00e7\u00e3o de infra\u00e7\u00e3o eleitoral por parte de uma deputada distrital nas elei\u00e7\u00f5es de 2010.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 qualquer vincula\u00e7\u00e3o direta ou indireta com o deputado Rog\u00e9rio Rosso, que n\u00e3o foi candidato nas elei\u00e7\u00f5es daquele ano. Portanto, n\u00e3o lhe pode ser imputada suposta pr\u00e1tica de qualquer infra\u00e7\u00e3o eleitoral.<\/p>\n<p>Nesses seis anos de apura\u00e7\u00e3o de suposto il\u00edcito da deputada distrital, nenhuma decis\u00e3o judicial foi perpetrada contra o deputado Rog\u00e9rio Rosso. O deputado n\u00e3o responde a nenhuma a\u00e7\u00e3o criminal ou eleitoral. N\u00e3o \u00e9 r\u00e9u em a\u00e7\u00e3o penal e eleitoral. E mais: contra ele, n\u00e3o existe sequer den\u00fancia.<\/p>\n<p>Pelo contr\u00e1rio, o Minist\u00e9rio P\u00fablico j\u00e1 se manifestou no sentido de que n\u00e3o foram obtidos elementos probat\u00f3rios suficientes para ensejar oferecimento de den\u00fancia contra o deputado.<\/p>\n<p>Pelo fato de ocupar cadeira na C\u00e2mara dos Deputados, a decis\u00e3o de arquivamento tomada pela Justi\u00e7a Eleitoral n\u00e3o compete mais \u00e0quele \u00d3rg\u00e3o Judicante, e sim ao Supremo Tribunal Federal.\u201d<\/p>\n<p>R\u00f4ney Nemer (PP): Alvo de tr\u00eas inqu\u00e9ritos (4051, 4080 e 3962) e da a\u00e7\u00e3o penal 923, por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, lavagem de dinheiro e corrup\u00e7\u00e3o passiva. A a\u00e7\u00e3o apura a participa\u00e7\u00e3o do deputado no esquema de corrup\u00e7\u00e3o descoberto pela Opera\u00e7\u00e3o Caixa de Pandora, tamb\u00e9m conhecido como \u201cmensal\u00e3o do Arruda\u201d, em refer\u00eancia ao ex-governador Jos\u00e9 Roberto Arruda.<\/p>\n<p>Esp\u00edrito Santo:<\/p>\n<p>Helder Salom\u00e3o (PT): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 1004, por crimes contra a f\u00e9 p\u00fablica e contra a administra\u00e7\u00e3o em geral.<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Vidigal (PDT): Inqu\u00e9ritos 4045 e 4480, por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e eleitorais. O primeiro caso decorre da \u201cOpera\u00e7\u00e3o Em nome do pai\u201d, deflagrada pela Justi\u00e7a eleitoral capixaba em 2010, para apurar desvio de verbas da prefeitura de Serra (ES) para o financiamento eleitoral. O deputado alega que as provas que embasaram o inqu\u00e9rito foram consideradas il\u00edcitas e, por isso, a investiga\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser arquivada em breve.<\/p>\n<p>O que diz o deputado sobre o inqu\u00e9rito 4045:<\/p>\n<p>\u201cO inqu\u00e9rito 4045 \u00e9 resultado do desmembramento da Opera\u00e7\u00e3o Policial \u201cEm nome do pai\u201d deflagrada em 2010 pela Justi\u00e7a Eleitoral Capixaba, que busca apurar suposto desvio de verbas da prefeitura de Serra\/ES ao financiamento de campanhas eleitorais.<\/p>\n<p>Em 16\/03\/2016, o Ministro Relator Dias Toffoli proferiu decis\u00e3o determinando o desentranhamento de todas as provas colhidas no inqu\u00e9rito, com a consequente inutiliza\u00e7\u00e3o, por considerar todas elas il\u00edcitas. Em decorr\u00eancia dessa decis\u00e3o, a defesa do Deputado requereu o arquivamento do inqu\u00e9rito policial por aus\u00eancia de justa causa, ou seja, aus\u00eancia de provas aptas para dar continuidade \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es, em virtude da inutiliza\u00e7\u00e3o de todas as provas j\u00e1 colhidas.<\/p>\n<p>Em decis\u00e3o monocr\u00e1tica, o Ministro Relator indeferiu o pedido de arquivamento e, em face dessa decis\u00e3o, foi interposto, em 25\/11\/2016, agravo regimental pela defesa, recurso que visa a aprecia\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o pelo colegiado. Os autos est\u00e3o conclusos desde o dia 07\/02\/2016, aguardando que o Ministro Relator leve o recurso para julgamento.\u201d<\/p>\n<p>Goi\u00e1s<\/p>\n<p>C\u00e9lio Silveira (PSDB): Alvo dos inqu\u00e9ritos 4370 e 4486, por crimes de responsabilidade, contra a administra\u00e7\u00e3o em geral e corrup\u00e7\u00e3o passiva.<\/p>\n<p>Daniel Vilela (PMDB): Inqu\u00e9rito 4441, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. Delatores da Odebrecht afirmam que Daniel recebeu R$ 1 milh\u00e3o para financiar sua campanha, em 2014. O montante, segundo a dela\u00e7\u00e3o, foi pedido pelo ent\u00e3o prefeito de Aparecida de Goi\u00e2nia, Maguito Vilela, pai do deputado, para manter contratos da empreiteira em obras de saneamento na cidade. Os dois alegam que \u201cnunca estiveram, nunca falaram, e sequer conhecem os delatores\u201d.<\/p>\n<p>Giuseppe Vecci (PSDB): Responde ao inqu\u00e9rito 4491, por corrup\u00e7\u00e3o eleitoral.<\/p>\n<p>Magda Mofatto (PR): Inqu\u00e9rito 4368, por crimes eleitorais e contra a f\u00e9 p\u00fablica e falsidade ideol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Roberto Balestra (PP): Alvo do inqu\u00e9rito 3989, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, na Lava Jato. Apontado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos parlamentares do PP que recebiam mesada do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras.<\/p>\n<p>Rubens Otoni (PT): Inqu\u00e9ritos 3726 e 4350, por lavagem de dinheiro.<\/p>\n<p>Sandes J\u00fanior (PP) \u2013 Licenciado: Inqu\u00e9ritos 3989 e 3444, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. O primeiro caso est\u00e1 ligado \u00e0 Lava Jato. Apontado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos parlamentares do PP que recebiam mesada a partir de desvios na Petrobras. O deputado nega as irregularidades.<\/p>\n<p>Thiago Peixoto (PSD): Inqu\u00e9ritos 4343 e 4497, por crimes contra a f\u00e9 p\u00fablica eleitoral, falsidade ideol\u00f3gica e corrup\u00e7\u00e3o eleitoral.<\/p>\n<p>Maranh\u00e3o:<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Reinaldo (PSB): Inqu\u00e9rito 4412, por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro e evas\u00e3o de divisas. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que Reinaldo era conivente, quando governador, com propina recebida pelo ent\u00e3o procurador-geral do estado, Ulisses C\u00e9sar Martins. Os dois negam ter conhecimento das ilegalidades.<\/p>\n<p>Pedro Fernandes (PTB): Inqu\u00e9rito 3728, por peculato e abuso de poder.<\/p>\n<p>Waldir Maranh\u00e3o (PP): O ex-vice-presidente da C\u00e2mara \u00e9 alvo de tr\u00eas inqu\u00e9ritos (3989, 3787 e 3784), por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. De acordo com o doleiro Alberto Youssef, delator da Lava Jato, o deputado era um dos pol\u00edticos do PP que recebiam dinheiro desviado de contratos da Petrobras.<\/p>\n<p>Weverton Rocha (PDT): Inqu\u00e9ritos 3621 e 3394, por crimes contra Lei de Licita\u00e7\u00f5es, peculato e corrup\u00e7\u00e3o. O primeiro caso investiga a suspeita de irregularidades na contrata\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia para obras de um gin\u00e1sio quando o deputado era secret\u00e1rio estadual de Esporte, no Maranh\u00e3o. A segunda investiga\u00e7\u00e3o apura se Weverton participou de desvios de verbas no Minist\u00e9rio do Trabalho, quando era assessor especial do ministro Carlos Lupi, por meio da contrata\u00e7\u00e3o irregular de ONGs. \u201cFicar\u00e1 provado que ele nunca cometeu nenhum il\u00edcito, pois todos os seus atos no Executivo foram respaldados por orienta\u00e7\u00e3o correta e competente de assessoria jur\u00eddica\u201d, diz a assessoria.<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra da nota enviada pela assessoria de imprensa do deputado:<\/p>\n<p>\u201cNo inqu\u00e9rito 3.621, que \u00e9 apenas investiga\u00e7\u00e3o, a den\u00fancia do Minist\u00e9rio P\u00fablico n\u00e3o aponta vantagem indevida do deputado na contrata\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia para obras de um gin\u00e1sio de esporte, nem ind\u00edcios de superfaturamento ou preju\u00edzo aos cofres p\u00fablicos, raz\u00e3o pela qual o deputado tem confian\u00e7a que a den\u00fancia ser\u00e1 rejeitada ou ele ser\u00e1 absolvido sumariamente.<\/p>\n<p>Por fim o inqu\u00e9rito 3.394 foi instaurado a pedido do ent\u00e3o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para provar a inexist\u00eancia de contrata\u00e7\u00e3o irregular de Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o-governamentais pelo Minist\u00e9rio, numa resposta a uma falsa publica\u00e7\u00e3o feita pela revista Veja. O Minist\u00e9rio P\u00fablico ainda n\u00e3o formulou opini\u00e3o formal e o deputado aguarda o pedido de arquivamento por parte da PGR. Weverton apresentou a\u00e7\u00e3o indenizat\u00f3ria contra a revista.<\/p>\n<p>Nos dois casos o deputado est\u00e1 muito tranquilo na confian\u00e7a de que ficar\u00e1 provado que ele nunca cometeu nenhum ato il\u00edcito, pois todos os seus atos no Executivo foram respaldados por orienta\u00e7\u00e3o correta e competente de assessoria jur\u00eddica.\u201d<\/p>\n<p>Mato Grosso:<\/p>\n<p>Adilton Sachetti (PSB): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 947 e investigado nos inqu\u00e9ritos 4210 e 4310, por crimes de responsabilidade.<\/p>\n<p>Carlos Bezerra (PMDB): Responde \u00e0 a\u00e7\u00e3o penal 520 por crimes contra a administra\u00e7\u00e3o geral, contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e peculato. Acusado de participar de um esquema que, segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico, desviou mais de R$ 100 milh\u00f5es do INSS, quando ele presidia o \u00f3rg\u00e3o, em 2004.<\/p>\n<p>Ezequiel Fonseca (PP): Inqu\u00e9ritos 4249 e 4297 e a\u00e7\u00e3o penal 941, por corrup\u00e7\u00e3o eleitoral, lavagem de dinheiro, peculato e crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es. O deputado alega que a PGR j\u00e1 se manifestou pela absolvi\u00e7\u00e3o dele no processo. Diz que aguarda para ser ouvido nos dois inqu\u00e9ritos<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra da resposta do deputado<\/p>\n<p>\u201cA a\u00e7\u00e3o penal est\u00e1 em fase de conclus\u00e3o. O relator do processo era o ministro Teori Zavascki e o ministro Celso de Mello o revisor. A Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica j\u00e1 tinha se manifestado pela absolvi\u00e7\u00e3o do deputado. Com esse parecer do procurador, o deputado espera que seja absolvido.<\/p>\n<p>J\u00e1 nos outros dois inqu\u00e9ritos, foi citado o nome dele e o deputado ainda aguarda ser intimado para ser ouvido.<\/p>\n<p>No inqu\u00e9rito 4249, o ministro relator e o Marco Aur\u00e9lio. Neste caso, o deputado foi notificado sobre esclarecimentos de uma den\u00fancia an\u00f4nima que diz que o deputado teria feito promessa em troca de voto. O inqu\u00e9rito j\u00e1 havia sido opinado pelo delegado da Pol\u00edcia Federal no sentido de que fosse arquivado. No entanto, nesse meio tempo, foi deslocado para o STF.  A defesa encaminhou uma manifesta\u00e7\u00e3o e aguarda os tramites seguintes\u201d.<\/p>\n<p>Nilson Leit\u00e3o (PSDB): Coordenador da bancada ruralista, \u00e9 alvo de seis inqu\u00e9ritos (3711, 3632, 3631, 3630, 3629 e 3492), por corrup\u00e7\u00e3o passiva e crimes contra Lei de Licita\u00e7\u00f5es. O primeiro caso est\u00e1 relacionado \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o Navalha, que revelou esquema de corrup\u00e7\u00e3o entre a empreiteira Gautama e administradores p\u00fablicos. Na \u00e9poca, era prefeito de Sinop e chegou a ser preso preventivamente por tr\u00eas dias.<\/p>\n<p>Valtenir Pereira (PMDB): Inqu\u00e9rito 3653, por crime contra Lei de Licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Mato Grosso do Sul<\/p>\n<p>Carlos Marun (PMDB): Inqu\u00e9rito 4247, por inj\u00faria, difama\u00e7\u00e3o e cal\u00fania, movido pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n<p>Geraldo Resende (PSDB): Inqu\u00e9rito 3352, por corrup\u00e7\u00e3o passiva.<\/p>\n<p>Mandetta (DEM): Inqu\u00e9rito 3949, por tr\u00e1fico de influ\u00eancia e crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Vander Loubet (PT): \u00c9 investigado em quatro inqu\u00e9ritos (3990, 3423, 2863 e 4417), por corrup\u00e7\u00e3o passiva e lavagem de dinheiro, peculato, crimes contra a ordem tribut\u00e1ria e falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. No primeiro caso, em mar\u00e7o, o STF aceitou den\u00fancia contra o deputado por forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, acusado de receber R$ 1 milh\u00e3o do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na BR Distribuidora, entre 2012 e 2014. Na dela\u00e7\u00e3o da Odebrecht, ele \u00e9 citado como benefici\u00e1rio de R$ 50 mil em recursos n\u00e3o contabilizados na campanha de 2010.<\/p>\n<p>Zeca Do PT (PT): Tio de Vander Loubet, o ex-governador responde aos inqu\u00e9ritos 4182 e 4447, por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro e peculato. O segundo caso foi aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. \u00c9 suspeito de ter recebido R$ 400 mil da empreiteira para a campanha petista ao governo de 2006. De acordo com a dela\u00e7\u00e3o, os valores foram repassados ao ex-senador Delc\u00eddio do Amaral, candidato do partido ao governo estadual, ap\u00f3s Zeca desistir de disputar a elei\u00e7\u00e3o. O deputado alega que h\u00e1 um erro crasso na acusa\u00e7\u00e3o: \u201cFui eleito governador em 1998 e reeleito em 2002. Portanto, em 2006, estava impedido de ser candidato a governador e n\u00e3o disputei nenhum cargo naquela elei\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Minas Gerais<\/p>\n<p>Aelton Freitas (PR): inqu\u00e9rito 3844, por lavagem de dinheiro.<\/p>\n<p>Bonif\u00e1cio de Andrada (PSDB): Inqu\u00e9rito 2757, por sonega\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria e apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita. \u201cO deputado nada deve \u00e0 Previd\u00eania, como comprovam certid\u00f5es do Minist\u00e9rio da Fazenda, nem sonegou\u201d, diz a assessoria.<\/p>\n<p>D\u00e2mina Pereira (PSL): Responde ao inqu\u00e9rito 4086 e \u00e0 a\u00e7\u00e3o penal 1005, por crimes contra o meio ambiente e o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico, falsidade ideol\u00f3gica, peculato, corrup\u00e7\u00e3o, advocacia administrativa e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha.<\/p>\n<p>Delegado Edson Moreira (PR): Inqu\u00e9rito 4016, por peculato. Diz que a investiga\u00e7\u00e3o foi motivada por \u201cmera persegui\u00e7\u00e3o de um antigo desafeto\u201d com o objetivo de \u201cdeixar mais um parlamentar sob suspeita perante a opini\u00e3o p\u00fablica.\u201d<\/p>\n<p>Dimas Fabiano (PP): Alvo do Inqu\u00e9rito 4423, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro, aberto com base em dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. Foi apontado na dela\u00e7\u00e3o como um dos benefici\u00e1rios de vantagens indevidas repassadas em 2014, a pretexto de cobrir gastos de campanha eleitoral de A\u00e9cio Neves e outros parlamentares. Dimas nega ter mantido rela\u00e7\u00e3o com executivos da empreiteira e diz que a eventual utiliza\u00e7\u00e3o de seu nome por terceiros \u00e9 \u201cpr\u00e1tica absolutamente irrespons\u00e1vel e criminosa\u201d.<\/p>\n<p>Eduardo Barbosa (PSDB): Inqu\u00e9rito 3650, por peculato. \u201cTrata-se de den\u00fancia an\u00f4nima, infundada e caluniosa, surgida a partir de meus posicionamentos em defesa da Escola Especial, ideias condizentes com quem represento no Congresso.\u201d<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a assessoria do deputado encaminhou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cTrata-se de den\u00fancia an\u00f4nima, infundada e caluniosa, surgida a partir de meus posicionamentos em defesa da Escola Especial, ideias condizentes com quem represento no Congresso Nacional. O Minist\u00e9rio P\u00fablico \u00e9 a institui\u00e7\u00e3o que pode analisar esta den\u00fancia an\u00f4nima, podendo dar um basta \u00e0 injusti\u00e7a. Continuo fiel \u00e0s minhas ideias e pauto o meu trabalho na constru\u00e7\u00e3o de cidadania para pessoas com vulnerabilidade, motivo do meu mandato e de minha legitimidade.\u201d<\/p>\n<p>Luis Tib\u00e9 (PTdoB): \u00c9 investigado nos inqu\u00e9ritos 4522, 3744 e 3500, por concuss\u00e3o, peculato e falsifica\u00e7\u00e3o de documento p\u00fablico para fins eleitorais. Diz que j\u00e1 prestou esclarecimentos ao STF e est\u00e1 convicto de que as investiga\u00e7\u00f5es ser\u00e3o arquivadas. \u201cO Deputado informa que todos os esclarecimentos, j\u00e1 foram encaminhados ao STF, e que tem a convic\u00e7\u00e3o de que ambos os inqu\u00e9ritos ser\u00e3o arquivados.\u201d<\/p>\n<p>Luiz Fernando Faria (PP): Responde aos inqu\u00e9ritos 3980, 3989 e 3991, por corrup\u00e7\u00e3o, quadrilha e lavagem de dinheiro. Em sua dela\u00e7\u00e3o na Lava Jato, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que recebeu, a mando do deputado, uma sacola com R$ 200 mil ap\u00f3s a empresa Fidens, inclu\u00edda por ele a pedido do parlamentar nos processos licitat\u00f3rios da estatal, ganhar uma concorr\u00eancia.<\/p>\n<p>Newton Cardoso Jr. (PMDB): Investigado em tr\u00eas inqu\u00e9ritos (3479, 3097 e 3480) e r\u00e9u nas a\u00e7\u00f5es penais 983 e 987, por falsidade ideol\u00f3gica e lavagem de dinheiro, crimes contra a ordem tribut\u00e1ria, o meio ambiente, o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico e a flora. \u201cTrata-se de assuntos relacionados \u00e0 iniciativa privada, sem qualquer rela\u00e7\u00e3o com sua atividade parlamentar. Todas as defesas j\u00e1 foram apresentadas\u201d, diz a assessoria.<\/p>\n<p>Raquel Muniz (PSD): Inqu\u00e9ritos 4212 e 4203, por crimes contra a f\u00e9 p\u00fablica e eleitorais. No primeiro caso, \u00e9 suspeita de ter falsificado certificados de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o para duas alunas. Os documentos foram emitidos pelo Instituto Superior de Educa\u00e7\u00e3o de Montes Claros (Isemoc), do qual Raquel era diretora administrativa.<\/p>\n<p>Subtenente Gonzaga (PDT): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 944, por crimes contra o sistema financeiro nacional. \u201cA acusa\u00e7\u00e3o recai sobre uma cooperativa da qual fui diretor. O Banco Central nos alertou que uma cooperativa n\u00e3o poderia ter outras, ent\u00e3o as fechamos. N\u00e3o h\u00e1 comprova\u00e7\u00e3o de benef\u00edcio financeiro pr\u00f3prio. N\u00e3o obtive nenhuma vantagem\u201d, diz o deputado.<\/p>\n<p>Toninho Pinheiro (PP): Alvo dos inqu\u00e9ritos 4209 e 4272, por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e peculato.<\/p>\n<p>Par\u00e1<\/p>\n<p>Beto Faro (PT): Inqu\u00e9rito 3889, por tr\u00e1fico de influ\u00eancia.<\/p>\n<p>Delegado \u00c9der Mauro (PSD): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 989 e investigado no inqu\u00e9rito 4313, por falsidade ideol\u00f3gica e crimes de tortura e les\u00e3o corporal. Integrante da chamada \u201cbancada da bala\u201d, foi o deputado mais votado do Par\u00e1 em 2014. A a\u00e7\u00e3o tem como origem um processo que tramitou na Vara de Inf\u00e2ncia de Bel\u00e9m devido \u00e0 pris\u00e3o de um traficante que alegou ter sido torturado junto com a filha, que tinha dez anos na \u00e9poca. Embora a acusa\u00e7\u00e3o referente \u00e0 garota tenha sido declarada prescrita, o processo continua em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 den\u00fancia de tortura contra o pai.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Priante (PMDB): Inqu\u00e9rito 4514, por crimes contra a administra\u00e7\u00e3o em geral, viola\u00e7\u00e3o do sigilo funcional, corrup\u00e7\u00e3o passiva e advocacia administrativa.<\/p>\n<p>Wladimir Costa (SD): Investigado nos inqu\u00e9ritos 3884 e 3010 e r\u00e9u nas a\u00e7\u00f5es penais 528 e 964, por peculato, tr\u00e1fico de influ\u00eancia, crime contra a liberdade pessoal e amea\u00e7a.<\/p>\n<p>Para\u00edba<\/p>\n<p>Aguinaldo Ribeiro (PP): L\u00edder do governo na C\u00e2mara, responde ao inqu\u00e9rito 3989 por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e quadrilha, na Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato. De acordo com o doleiro Alberto Youssef, Aguinaldo se beneficiava de pagamento mensal de propina feito ao PP, a partir de desvios em contratos da Petrobras.<\/p>\n<p>Benjamin Maranh\u00e3o (SD): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 676, por forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es. Os crimes imputados ao deputado est\u00e3o relacionados \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o Sanguessuga, que desarticulou um esquema de superfaturamento na compra de ambul\u00e2ncias em 2006.<\/p>\n<p>R\u00f4mulo Gouveia (PSD): Alvo do inqu\u00e9rito 3736 e r\u00e9u da a\u00e7\u00e3o penal 952, por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es. O deputado \u00e9 acusado de ter dispensado licita\u00e7\u00e3o duas vezes fora das hip\u00f3teses legais quando era presidente da Assembleia Legislativa da Para\u00edba. Alega que n\u00e3o agiu por m\u00e1-f\u00e9 e que seus atos n\u00e3o implicaram preju\u00edzo aos cofres p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado explicou que as contas relativas \u00e0 sua gest\u00e3o quando no Poder Legislativo Estadual foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado da Para\u00edba.<\/p>\n<p>\u201cEm resposta ao questionamento realizado pelo Congresso em Foco, em vista da A\u00e7\u00e3o Penal n\u00b0 952, em tr\u00e2mite no STF, te\u00e7o as seguintes considera\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>1- a a\u00e7\u00e3o diz respeito a ato de gest\u00e3o praticado quando eu era presidente da Assembleia Legislativa do Estado da Para\u00edba:<\/p>\n<p>2 \u2013 a conduta investigada, como se demonstrar\u00e1 ao final da a\u00e7\u00e3o penal, n\u00e3o se traduziu em dolo ou m\u00e1-f\u00e9, tampouco implicou dano ao er\u00e1rio;<\/p>\n<p>3 \u2013 ressalto que todas as contas relativas a minha gest\u00e3o \u00e0 frente do Poder Legislativo Estadual foram aprovadas, por unanimidade, pelo Tribunal de Contas do Estado da Para\u00edba;<\/p>\n<p>Portanto, aguardo confiante o pronunciamento definitivo do Supremo Tribunal Federal.\u201d<\/p>\n<p>Veneziano Vital do R\u00eago (PMDB): Responde a nove inqu\u00e9ritos (4085, 3976, 4122, 4229, 4222, 4179, 4029, 4017 e 4012), por corrup\u00e7\u00e3o passiva, crimes de responsabilidade e contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e lavagem de dinheiro, relativos aos seus dois mandatos de prefeito de Campina Grande. \u00c9 investigado, em um dos casos, pelo desvio de R$ 10,3 milh\u00f5es da prefeitura por servi\u00e7os pagos a uma empreiteira que n\u00e3o executou os trabalhos. O deputado afirma que, dos 28 processos abertos contra ele no STF, 19 foram arquivados e que tem convic\u00e7\u00e3o de que isso ocorrer\u00e1 com as investiga\u00e7\u00f5es em andamento. Atribui as acusa\u00e7\u00f5es a disputas pol\u00edticas locais.<\/p>\n<p>\u201cOs inqu\u00e9ritos que respondo perante o Supremo Tribunal Federal s\u00e3o provenientes de investiga\u00e7\u00f5es movidas pela Procuradoria do Munic\u00edpio de Campina Grande\/PB, em raz\u00e3o da contesta\u00e7\u00e3o de atos administrativos praticados no per\u00edodo de 2005 a 2012, ocasi\u00e3o em que exerci o cargo de prefeito do Munic\u00edpio de Campina Grande. Dos 28 processos abertos no \u00e2mbito do STF, 19 foram arquivados ap\u00f3s extensas investiga\u00e7\u00f5es realizadas pelas autoridades competentes, sem a comprova\u00e7\u00e3o, sequer indici\u00e1ria, de minha participa\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica de qualquer ato lesivo ou il\u00edcito durante minhas gest\u00f5es. Tenho plena convic\u00e7\u00e3o de que os 9 inqu\u00e9ritos remanescentes, ser\u00e3o arquivados pela mesma motiva\u00e7\u00e3o. Ressalta-se que os referidos procedimentos tiveram origem a partir de den\u00fancias feitas pela Procuradoria Municipal, haja vista a disputa pol\u00edtica local.\u201d<\/p>\n<p>Deputado Federal Veneziano Vital do R\u00eago (PMDB\/PB)<\/p>\n<p>Paran\u00e1<\/p>\n<p>Alfredo Kaefer (PSL): Responde a seis inqu\u00e9ritos (3809, 3678, 4298, 4304, 4347 e 4504) e \u00e0 a\u00e7\u00e3o penal 892, por crimes falimentares, contra o sistema financeiro, a ordem tribut\u00e1ria, o patrim\u00f4nio e a administra\u00e7\u00e3o em geral, e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Em 2014, era o deputado com o maior patrim\u00f4nio declarado entre os 513 eleitos com uma fortuna de R$ 108,5 milh\u00f5es. Kaefer \u00e9 suspeito de dar calote em credores e fazer manobras cont\u00e1beis no patrim\u00f4nio familiar com o objetivo de salvar bens empenhados em execu\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\n<p>Dilceu Sper\u00e1fico (PP): Inqu\u00e9ritos 3989 e 4010, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e tr\u00e1fico de influ\u00eancia. No primeiro caso, \u00e9 investigado na Lava Jato com base na dela\u00e7\u00e3o do doleiro Alberto Youssef, que o apontou como um dos benefici\u00e1rios do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras. Dilceu alega que nunca esteve na empresa nem falou com Youssef e o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, considerado o operador do partido na companhia.<\/p>\n<p>Luiz Nishimori (PR): Inqu\u00e9ritos 3850 e 3508, por forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, estelionato majorado e crimes contra a f\u00e9 p\u00fablica.<\/p>\n<p>Nelson Meurer (PP): Alvo dos inqu\u00e9ritos 3014 e 3989 e da a\u00e7\u00e3o penal 996, por tr\u00e1fico de influ\u00eancia, corrup\u00e7\u00e3o, crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. O STF aceitou den\u00fancia contra o deputado e o tornou r\u00e9u na Lava Jato, acusado de receber R$ 4 milh\u00f5es desviados da Petrobras para a campanha de 2010. Segundo o doleiro Alberto Youssef, ele recebeu R$ 29,7 milh\u00f5es do esquema, em 99 repasses de R$ 300 mil.<\/p>\n<p>Rossoni (PSDB) \u2013 Licenciado: Inqu\u00e9ritos 4156 e 4477, por crimes praticados por funcion\u00e1rios p\u00fablicos contra a administra\u00e7\u00e3o em geral, prevarica\u00e7\u00e3o e crimes contra o meio ambiente e o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico. Atual chefe da Casa Civil do governo do Paran\u00e1, \u00e9 investigado por levar tr\u00eas anos e dez dias para enviar \u00e0 Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a da Assembleia Legislativa, quando presidia a Casa, pedido do Superior Tribunal de Justi\u00e7a para processar o hoje governador Beto Richa (PSDB).<\/p>\n<p>Takayama (PSC): Inqu\u00e9rito 2771 e a\u00e7\u00e3o penal 647, por crimes contra a ordem tribut\u00e1ria e peculato.<\/p>\n<p>Zeca Dirceu (PT): Responde aos inqu\u00e9ritos 4322 e 4445, por lavagem de dinheiro e corrup\u00e7\u00e3o. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que ele recebeu R$ 250 mil, em 2010, e outros R$ 250 mil, em 2014, para financiar suas campanhas eleitorais, via caixa dois, a pedido do pai, o ex-ministro Jos\u00e9 Dirceu. Zeca alega que nunca teve contato com a empresa e que todas as suas contas foram julgadas regulares pela Justi\u00e7a eleitoral.<\/p>\n<p>Pernambuco<\/p>\n<p>Adalberto Cavalcanti (PTB): A\u00e7\u00e3o penal 976, por crimes praticados contra a administra\u00e7\u00e3o em geral.<\/p>\n<p>Augusto Coutinho (SD): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 978, por crimes contra o meio ambiente e o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico. Acusado de construir uma casa em \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o ambiental em Pernambuco. Segundo a PGR, laudos comprovam eros\u00e3o causada por muro de alvenaria constru\u00eddo para conter o avan\u00e7o do mar no local. Coutinho alega que o muro foi substitu\u00eddo por uma barreira de conten\u00e7\u00e3o feita por coqueiros, o que, segundo ele, n\u00e3o causa dano ao meio ambiente.<\/p>\n<p>Betinho Gomes (PSDB): Inqu\u00e9ritos 4125 e 4446, por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro e crimes eleitorais. Segundo delatores da Odebrecht na Lava Jato, ele recebeu R$ 75 mil em 2012, quando concorreu \u00e0 prefeitura de Cabo de Santo Agostinho (PE), e R$ 100 mil, em 2014, em troca de favorecimento em empreendimento imobili\u00e1rio na cidade. Betinho alega que todas as suas contas de campanha foram declaradas e aprovadas pela Justi\u00e7a eleitoral e que \u201cjamais defendeu interesses privados em detrimento do interesse p\u00fablico\u201d.<\/p>\n<p>Bruno Ara\u00fajo (PSDB) \u2013 Licenciado: O ministro das Cidades \u00e9 investigado no inqu\u00e9rito 4391, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht. \u00c9 suspeito de receber R$ 600 mil da empreiteira, entre 2010 e 2012, para campanha eleitoral. \u201cO sistema democr\u00e1tico vigente estabelecia a participa\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es privadas por meio de doa\u00e7\u00f5es. Mantive uma rela\u00e7\u00e3o institucional com todas essas empresas. Em todo o meu mandato, sempre atuei em prol de interesses coletivos\u201d, diz.<\/p>\n<p>Eduardo da Fonte (PP): Responde a tr\u00eas inqu\u00e9ritos (4118, 3998 e 3989), por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que se reuniu com o deputado e o ent\u00e3o senador S\u00e9rgio Guerra (PSDB-PE), em 2010, para tratar de propina para encerrar a CPI da Petrobras. Segundo o doleiro Alberto Youssef, o deputado recebia mesada do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na estatal. O parlamentar alega que n\u00e3o h\u00e1 condena\u00e7\u00e3o contra ele e que confia na Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Jarbas Vasconcelos (PMDB): Inqu\u00e9rito 4402, a partir das dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. \u00c9 suspeito de ter recebido R$ 700 mil da empreiteira, por meio de caixa dois, para a campanha de 2010. O relator do inqu\u00e9rito, Edson Fachin, solicitou \u00e0 PGR que se manifeste sobre a eventual prescri\u00e7\u00e3o dos crimes atribu\u00eddos ao deputado.<\/p>\n<p>Jorge C\u00f4rte Real (PDT): Inqu\u00e9rito 4347, por crimes praticados por particular contra a administra\u00e7\u00e3o em geral.<\/p>\n<p>Marinaldo Rosendo (PSB): Investigado em tr\u00eas inqu\u00e9ritos (4262, 4288, 4299 e 4515) e r\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 998, por crimes de responsabilidade, eleitorais e contra a ordem tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>Ricardo Teobaldo (Podemos): Inqu\u00e9ritos 4251 e 4510, por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e de responsabilidade.<\/p>\n<p>Zeca Cavalcanti (PTB): Segundo deputado com mais pend\u00eancias no STF, atr\u00e1s apenas de Roberto G\u00f3es (PDT-AP), responde a 11 inqu\u00e9ritos (4240, 4236, 4120, 4257, 4095, 4094, 4084, 4083, 4082, 4044 e 4490). Desses, sete s\u00e3o por crime de responsabilidade relativos \u00e0 gest\u00e3o dele como prefeito de Arcoverde (PE), entre 2005 e 2012. O deputado, que n\u00e3o \u00e9 r\u00e9u at\u00e9 o momento, diz estar \u201cabsolutamente tranquilo\u201d em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado prestou os seguintes esclarecimentos:<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 nenhuma a\u00e7\u00e3o penal em tr\u00e2mite em desfavor do deputado junto ao Supremo Tribunal Federal. O parlamentar n\u00e3o foi indiciado em nenhum inqu\u00e9rito; Os apontamentos constantes da solicita\u00e7\u00e3o formulada por V. Senhoria se referem apenas a investiga\u00e7\u00f5es de quest\u00f5es ocorridas na \u00e9poca na qual o Deputado foi Prefeito da cidade de Arcoverde \u2013 Pernambuco, entre os anos de 2005 e 2012;<\/p>\n<p>O parlamentar encontra-se absolutamente tranquilo em rela\u00e7\u00e3o aos pontos que est\u00e3o sendo averiguados pelo Supremo Tribunal Federal, e a todo momento tem colaborado para o esclarecimento dos fatos;<\/p>\n<p>Por fim, em dois procedimentos \u2013 Inqu\u00e9ritos 4068 e 4109 \u2013 j\u00e1 houve pedidos de arquivamento formulado pelo Procurador Geral da Rep\u00fablica, Dr. Rodrigo Janot, pelo fato do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal ter reconhecido a aus\u00eancia de demonstra\u00e7\u00e3o de qualquer conduta il\u00edcita por parte do Deputado, pedidos esses acolhidos pelo Ministro Marco Aur\u00e9lio Mello.\u201d<\/p>\n<p>Piau\u00ed<\/p>\n<p>Assis Carvalho (PT): Responde aos inqu\u00e9ritos 3103, por apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita previdenci\u00e1ria.<\/p>\n<p>Her\u00e1clito Fortes (PSB): Investigado no inqu\u00e9rito 4453, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que o deputado recebeu R$ 200 mil da empreiteira, via caixa dois, para sua campanha ao Senado em 2010, quando n\u00e3o conseguiu se reeleger.<\/p>\n<p>Iracema Portella (PP): Investigada no inqu\u00e9rito 3910, por forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, lavagem de dinheiro e tr\u00e1fico de influ\u00eancia.<\/p>\n<p>Maia Filho (PP): Responde ao inqu\u00e9rito 4239, por lavagem de dinheiro. O deputado alega que a Pol\u00edcia Federal do Piau\u00ed concluiu que n\u00e3o houve crime, mas o Minist\u00e9rio P\u00fablico pediu novas dilig\u00eancias, o que levou a investiga\u00e7\u00e3o para o STF, em raz\u00e3o do foro privilegiado.<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra do posicionamento do parlamentar sobre a investiga\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>\u201cEm resposta \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o de manifesta\u00e7\u00e3o a cerca do Inqu\u00e9rito n\u00ba 4.239 que tramita no Supremo Tribunal Federal \u2013 STF, venho informar que esse j\u00e1 havia sido conclu\u00eddo pelo departamento de Pol\u00edcia Federal do Piau\u00ed, deixando consignado que n\u00e3o restou demonstrada a ocorr\u00eancia das ilicitudes por parte dos investigados, n\u00e3o havendo clara indica\u00e7\u00e3o de de ilicitude (fl. 28 dos autos). Contudo, ao assumir o mandato de Deputado Federal, com a mudan\u00e7a de inst\u00e2ncia, devido ao Foro Privilegiado, o autos foram remetidos ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal que entendeu por solicitar novas dilig\u00eancias, manifestando-se de forma contr\u00e1ria ao relat\u00f3rio da autoridade policial.\u201d<\/p>\n<p>Paes Landim (PTB): Inqu\u00e9rito 4439, solicitado pela PGR com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht. O deputado \u00e9 suspeito de receber R$ 100 mil, em caixa dois, para a campanha de 2010. O relator, Edson Fachin, pediu \u00e0 PGR que se manifeste sobre a eventual prescri\u00e7\u00e3o dos crimes atribu\u00eddos ao deputado. A Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica n\u00e3o havia se pronunciado at\u00e9 o fechamento desta edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Rio de Janeiro<\/p>\n<p>Altineu C\u00f4rtes (PMDB): Inqu\u00e9ritos 4327 e 3189, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e peculato. O primeiro procedimento apura se Altineu e outros 13 parlamentares atuaram com o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na altera\u00e7\u00e3o de medidas provis\u00f3rias de interesse de empreiteiras investigadas na Lava Jato ou para pressionar empres\u00e1rios por meio de requerimentos. Ele nega a irregularidade e diz que era advers\u00e1rio pol\u00edtico de Cunha.<\/p>\n<p>Cabo Daciolo (PTdoB): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 927, por crimes contra a seguran\u00e7a nacional e a ordem pol\u00edtica e social.<\/p>\n<p>Celso Jacob (PMDB): Atualmente preso, o deputado foi condenado em caso de dispensa indevida de licita\u00e7\u00e3o. O caso ocorreu em 2003, quando era prefeito do munic\u00edpio de Tr\u00eas Rios (RJ), para a obra de uma creche, considerada direcionada para uma empreiteira de pessoas pr\u00f3ximas a ele. O STF confirmou a pena de sete anos e dois meses em 23 de maio deste ano. Foi preso no aeroporto de Bras\u00edlia em 6 de junho. Exerce o mandato durante o dia e dorme na Penitenci\u00e1ria da Papuda.<\/p>\n<p>Jair Bolsonaro (PSC): Deputado mais votado no Rio de Janeiro, o capit\u00e3o reformado do Ex\u00e9rcito \u00e9 r\u00e9u em duas a\u00e7\u00f5es penais (1007 e 1008), por inj\u00faria e incita\u00e7\u00e3o e apologia ao crime de estupro. Os processos foram motivados pela declara\u00e7\u00e3o do parlamentar, em 2014, de que n\u00e3o estupraria a deputada Maria do Ros\u00e1rio (PT-RS), porque ela \u201cn\u00e3o merecia\u201d por ser \u201cmuito feia\u201d. Uma das a\u00e7\u00f5es foi proposta pela Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica e a outra pela pr\u00f3pria petista.<\/p>\n<p>Jandira Feghali (PCdoB): Inqu\u00e9rito 4366, por crimes eleitorais, contra o servi\u00e7o da Justi\u00e7a eleitoral e a administra\u00e7\u00e3o em geral. Apura se a deputada atuou para impedir o cumprimento de uma ordem da Justi\u00e7a eleitoral que pretendia verificar se o p\u00fablico de uma casa de show era formado por filiados do partido, o que poderia caracterizar propaganda eleitoral antecipada. \u201cO inqu\u00e9rito trata de uma conven\u00e7\u00e3o do PCdoB, de 2014, que foi devidamente registrada e acompanhada pelo TRE-RJ. Contudo, fiscais, sem autoriza\u00e7\u00e3o para impedir o evento, invadiram o local com viol\u00eancia e fizeram uso de spray de pimenta em idosos, mulheres e crian\u00e7as \u2013 o que \u00e9 inaceit\u00e1vel\u201d, diz. \u00c9 citada no inqu\u00e9rito 4215 como suspeita de ter recebido doa\u00e7\u00f5es il\u00edcitas de construtoras. Ela diz que todas as contribui\u00e7\u00f5es recebidas foram legais.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a deputada enviou os seguintes esclarecimentos:<\/p>\n<p>\u201cO inqu\u00e9rito diz sobre uma conven\u00e7\u00e3o do PCdoB de 2014 que foi devidamente registrada e acompanhada pelo TRE do Rio de Janeiro. Contudo, fiscais, sem autoriza\u00e7\u00e3o para impedir o evento, invadiram o local com viol\u00eancia e fizeram uso de spray de pimenta em idosos, mulheres e crian\u00e7as \u2013 o que \u00e9 inaceit\u00e1vel. Nos causou estranhamento que atos de outros partidos naquele mesmo dia, como o do PMDB, n\u00e3o tenham tido a mesma aten\u00e7\u00e3o do tribunal, o que demonstra a arbitrariedade da justi\u00e7a eleitoral neste epis\u00f3dio. Vamos acompanhar sua tramita\u00e7\u00e3o e provar que n\u00e3o houve nenhuma irregularidade por nossa parte.<\/p>\n<p>Jandira Feghali<\/p>\n<p>Dep. Federal (PCdoB\/RJ)\u201d<\/p>\n<p>Julio Lopes (PP): Responde aos inqu\u00e9ritos 4451 e 3414, por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro e apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita previdenci\u00e1ria. O segundo caso est\u00e1 suspenso por um ano, diante da regularidade do parcelamento e pagamento do d\u00e9bito fiscal. J\u00e1 a primeira investiga\u00e7\u00e3o, aberta com base em dela\u00e7\u00e3o premiada da Odebrecth na Lava Jato, apura a den\u00fancia de que o deputado recebeu R$ 15,6 milh\u00f5es da empreiteira, em 91 pagamentos, entre 2008 e 2014. Em nota, J\u00falio negou ter recebido recursos ilegais da empresa: \u201cEstou surpreso e indignado com o que me foi atribu\u00eddo por essa organiza\u00e7\u00e3o criminosa de nome Odebrecht e seus bandidos transformados em delatores\u201d.<\/p>\n<p>Laura Carneiro (PMDB): R\u00e9 na a\u00e7\u00e3o penal 1014 por crimes contra a administra\u00e7\u00e3o e corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Luiz S\u00e9rgio (PT): \u00c9 suspeito de ter recebido R$ 400 mil por diferentes construtoras, de maneira il\u00edcita, segundo o ex-presidente Transpetro S\u00e9rgio Machado, delator da Lava Jato. O deputado nega ter praticado crime.<\/p>\n<p>Miro Teixeira (Rede): Inqu\u00e9rito 4377, por crimes previstos na legisla\u00e7\u00e3o extravagante. Decano da C\u00e2mara (est\u00e1 no 11\u00ba mandato), Miro diz que a investiga\u00e7\u00e3o foi motivada por sua luta pelas garantias da liberdade de imprensa. \u201cNo site Lei dos Homens, divulguei a \u00edntegra da Opera\u00e7\u00e3o Monte Carlo, como amplamente divulgado \u00e0 \u00e9poca. A suspeita \u00e9 que os computadores da Pol\u00edcia Federal foram hackeados. Se foram, n\u00e3o sei. S\u00f3 sei que n\u00e3o vou revelar a fonte que me entregou os dados\u201d, diz.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado enviou os seguintes esclarecimentos:<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma luta pelas garantias da liberdade de imprensa. No site Lei dos Homens divulguei a \u00edntegra da Opera\u00e7\u00e3o Monte Carlo, como amplamente divulgado \u00e0 \u00e9poca. A suspeita \u00e9 que os computadores da Pol\u00edcia Federal foram raqueados. Se foram, n\u00e3o sei. S\u00f3 sei que n\u00e3o vou revelar a fonte que me entregou os dados. Miro Teixeira\u201d.<\/p>\n<p>Paulo Feij\u00f3 (PR): Condenado pelo STF, em 2 de maio, a 12 anos e 6 meses de pris\u00e3o, em regime inicial fechado, al\u00e9m da perda do mandato, por corrup\u00e7\u00e3o passiva e lavagem de dinheiro. Cabe recurso na pr\u00f3pria corte. A a\u00e7\u00e3o penal 694 foi aberta como desmembramento da Opera\u00e7\u00e3o Sanguessuga. \u00c9 acusado de receber propina em troca da apresenta\u00e7\u00e3o de emenda parlamentar em favor da compra de ve\u00edculos superfaturados da chamada m\u00e1fia das ambul\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Pedro Paulo (PMDB): Inqu\u00e9rito 4435, por corrup\u00e7\u00e3o ativa e passiva e lavagem de dinheiro. Segundo delatores da Odebrecht na Lava Jato, o peemedebista recebeu R$ 3 milh\u00f5es da construtora, via caixa dois, para sua campanha a deputado em 2010. Ele diz que n\u00e3o recebeu dinheiro nem teve rela\u00e7\u00e3o com dirigente da empreiteira.<\/p>\n<p>Rodrigo Maia (DEM): O presidente da C\u00e2mara responde a dois inqu\u00e9ritos (4431 e 4437), por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro, decorrentes da Lava Jato. Nos dois casos, h\u00e1 suspeitas tamb\u00e9m contra o seu pai, o ex-prefeito do Rio C\u00e9sar Maia. Uma das investiga\u00e7\u00f5es apura repasses il\u00edcitos da Odebrecht para os dois em tr\u00eas anos eleitorais diferentes, em valores de R$ 350 mil a R$ 600 mil. No outro inqu\u00e9rito, o deputado e o ex-prefeito, ao lado dos senadores Eun\u00edcio Oliveira, Renan Calheiros e Romero Juc\u00e1, s\u00e3o acusados de receber vantagens indevidas em troca da aprova\u00e7\u00e3o de tr\u00eas medidas provis\u00f3rias (470\/2009, 472\/2010 e 613\/2013) de interesse da Odebrecht. Apelidado nas planilhas da empreiteira como \u201cBotafogo\u201d, Maia \u00e9 suspeito de receber R$ 100 mil nesse caso.<\/p>\n<p>Sim\u00e3o Sessim (PP): Inqu\u00e9rito 3989, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. A investiga\u00e7\u00e3o faz parte da Lava Jato e envolve 39 pessoas.<\/p>\n<p>Rio Grande do Norte<\/p>\n<p>Fabio Faria (PSD): Investigado no inqu\u00e9rito 4452, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. Delatores da Odebrecht afirmam que repassaram R$ 100 mil ao deputado, por meio de caixa dois, em sua campanha eleitoral de 2010.<\/p>\n<p>Felipe Maia (DEM): Inqu\u00e9rito 4399, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato tamb\u00e9m contra seu pai, o senador Jos\u00e9 Agripino Maia. \u00c9 suspeito de receber da empreiteira, via caixa dois, R$ 50 mil. O relator do inqu\u00e9rito, Edson Fachin, pediu \u00e0 PGR que se manifeste sobre a eventual prescri\u00e7\u00e3o dos crimes. A Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica n\u00e3o havia se pronunciado at\u00e9 o fechamento desta edi\u00e7\u00e3o. \u201cRatifico minha disposi\u00e7\u00e3o em colaborar com a Justi\u00e7a\u201d, diz Felipe Maia.<\/p>\n<p>Rog\u00e9rio Marinho (PSDB): O relator da reforma trabalhista responde a cinco inqu\u00e9ritos (3386, 3026, 4168, 4474 e 4484), por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, crimes contra a ordem tribut\u00e1ria, peculato e falsidade ideol\u00f3gica. O primeiro procedimento apura ind\u00edcios de envolvimento do deputado com uma empresa terceirizada, em Natal, acusada pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho de coagir funcion\u00e1rios demitidos a renunciar \u00e0s verbas rescis\u00f3rias e a devolver a multa do FGTS.<\/p>\n<p>Rio Grande do Sul<\/p>\n<p>Afonso Hamm (PP): Inqu\u00e9rito 3989, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Apontado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos parlamentares do PP que recebiam mesada de R$ 30 mil a R$ 150 mil do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras, desbaratado pela Lava Jato<\/p>\n<p>Alceu Moreira (PMDB): Inqu\u00e9rito 3076, por crimes contra Lei de Licita\u00e7\u00f5es e corrup\u00e7\u00e3o passiva.<\/p>\n<p>Assis Melo (PCdoB): Responde \u00e0 a\u00e7\u00e3o penal 1009, acusado de invadir estabelecimento industrial, comercial ou agr\u00edcola e sabotagem.<\/p>\n<p>Giovani Batista Feltes (PMDB) \u2013 Licenciado: O secret\u00e1rio da Fazenda do Rio Grande do Sul \u00e9 r\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 921, por crimes de responsabilidade.<\/p>\n<p>Jer\u00f4nimo Goergen (PP): Investigado no inqu\u00e9rito 3989, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Apontado em dela\u00e7\u00e3o da Lava Jato como um dos deputados do PP que receberam recursos desviados da Petrobras. \u201cSou o maior interessado em que tudo se esclare\u00e7a. Que os envolvidos sejam culpados; e os inocentes, inocentados\u201d, diz.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ot\u00e1vio Germano (PP): Investigado nos inqu\u00e9ritos 3980, 3989 e 3991, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e lavagem de dinheiro. \u00c9 alvo de duas den\u00fancias da PGR relacionadas \u00e0 Lava Jato. Em abril deste ano, foi denunciado, com o deputado Luiz Fernando Faria (PP-MG). Eles s\u00e3o acusados de pagar propina de R$ 200 mil ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para retribuir a inclus\u00e3o da Fidens Engenharia na lista de empresas aptas a participar de grandes contratos com a Petrobras. Em mar\u00e7o do ano passado, ele j\u00e1 havia sido denunciado sob a acusa\u00e7\u00e3o de receber uma mesada com recursos desviados da estatal.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 St\u00e9dile (PSB): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 599, por crimes contra o sistema financeiro, e investigado no inqu\u00e9rito 3825. O deputado alega que, quando era prefeito de Cachoeirinha (RS), assinou documento referente a uma aplica\u00e7\u00e3o financeira n\u00e3o proveniente de licita\u00e7\u00e3o. \u201cO Fundo de Previd\u00eancia Municipal foi composto por t\u00e9cnicos da prefeitura e pessoas eleitas pela categoria dos funcion\u00e1rios p\u00fablicos municipais. Jamais tive qualquer inger\u00eancia nas decis\u00f5es desse fundo, o que est\u00e1 comprovado em todas as atas que o conselho realizou\u201d, diz.<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra da nota enviada pelo deputado:<\/p>\n<p>\u201cTrata-se de um apontamento que recebi no per\u00edodo em que fui prefeito do munic\u00edpio de Cachoeirinha\/RS. O Fundo de Previd\u00eancia Municipal foi composto por t\u00e9cnicos da prefeitura e pessoas eleitas pela categoria dos funcion\u00e1rios p\u00fablicos municipais. Jamais tive qualquer inger\u00eancia nas decis\u00f5es deste Fundo o que est\u00e1 comprovado em todas as atas que este Conselho realizou.<\/p>\n<p>Fui apontado pelo Tribunas de Contas do Rio Grande do Sul em duas oportunidades em fun\u00e7\u00e3o de investimentos que este Fundo fez no per\u00edodo e que n\u00e3o tiveram nenhuma participa\u00e7\u00e3o minha. Cabe ressaltar, que os investimentos eram assegurados pelo Banco do Brasil e que os apontamentos se deram em fun\u00e7\u00e3o de n\u00e3o haver tido um processo licitat\u00f3rio. Os investimentos foram lucrativos e n\u00e3o geraram preju\u00edzos ao munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Um dos processos que est\u00e1 adiantado j\u00e1 tem parecer do Supremo me isentando de qualquer responsabilidade. Espero que o outro tamb\u00e9m tenha o mesmo parecer em breve.\u201d<\/p>\n<p>Luis Carlos Heinze (PP): Deputado mais votado do Rio Grande do Sul em 2014, responde ao inqu\u00e9rito 3989, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Apontado como um dos parlamentares do PP que recebiam mesada de R$ 30 mil a R$ 150 mil do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras, desmontado pela Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato. \u201cDesafio o doleiro Alberto Youssef ou qualquer l\u00edder do meu partido a dizer quanto me deu, onde me deu e quem me deu. Estou enrolado nessa situa\u00e7\u00e3o como se tivesse recebido recurso\u201d, contesta.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado Luis Carlos Heinze prestou os seguintes esclarecimentos:<\/p>\n<p>\u201cEu n\u00e3o estou indiciado, eu fui citado. Fiz um pronunciamento na Casa me colocando \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para prestar todos os esclarecimentos que julgarem necess\u00e1rio. Sem advogado sem nada, protocolei um documento com o procurador-geral, Rodrigo Janot, e procurei o Leandro Daiello na Pol\u00edcia Federal. Coloquei meus sigilos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o. Desafio o doleiro Alberto Yousseff ou qualquer l\u00edder do meu partido a dizer quanto me deu, onde me deu e quem me deu.<\/p>\n<p>Estou enrolado nessa situa\u00e7\u00e3o como se estivesse recebido recurso. Prestei depoimento na PGR e fiz tudo que tinha que fazer. Estou tranquilo. Coloquei todo o meu patrim\u00f4nio \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o. Nada foi adquirido por minha condi\u00e7\u00e3o de pol\u00edtico e ilegalmente\u201d.<\/p>\n<p>Marco Maia (PT): Ex-presidente da C\u00e2mara, responde a quatro inqu\u00e9ritos (4261, 4332, 4385 e 4434), por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral, corrup\u00e7\u00e3o passiva e lavagem de dinheiro. Os dois \u00faltimos foram abertos com base em dela\u00e7\u00f5es da Lava Jato. O deputado \u00e9 suspeito de ter recebido R$ 1,35 milh\u00e3o da Odebrecht, na forma de caixa dois, para sua campanha em 2014. Tamb\u00e9m \u00e9 invetigado por ter sido acusado pelo ex-senador Delc\u00eddio do Amaral de receber propina para impedir a convoca\u00e7\u00e3o de empreiteiros na CPI da Petrobras, da qual foi relator. O parlamentar alega ser v\u00edtima de \u201cmentira deslavada\u201d e que nunca fez pedidos \u00e0 Odebrecht.<\/p>\n<p>Maria do Ros\u00e1rio (PT): Inqu\u00e9rito 4398, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. Delator da Lava Jato acusa a deputada de pedir e receber R$ 150 mil da Odebrecht, via caixa dois, para sua campanha eleitoral de 2010. A assessoria dela afirma que a men\u00e7\u00e3o ao seu nome \u00e9 \u201ctotalmente inver\u00eddica\u201d e que as contas de suas campanhas foram aprovadas pela Justi\u00e7a eleitoral. \u201cJamais houve qualquer d\u00favida quanto ao trabalho da parlamentar. Ela segue atuando com a dignidade que a caracteriza, defendendo causas justas\u201d, diz.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a assessoria da deputada encaminhou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cO depoimento em que \u00e9 feito men\u00e7\u00e3o ao nome da deputada federal Maria do Ros\u00e1rio \u00e9 totalmente inver\u00eddico.<\/p>\n<p>As campanhas da deputada foram integralmente registradas e aprovadas na presta\u00e7\u00e3o de contas na Justi\u00e7a Eleitoral.<\/p>\n<p>Maria do Ros\u00e1rio disponibilizou todas as informa\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias, fiscais e telef\u00f4nicas e considera descabida a cita\u00e7\u00e3o de seu nome. Jamais houve qualquer d\u00favida contra o trabalho da parlamentar. Ela segue atuando com a dignidade que a caracteriza, com dedica\u00e7\u00e3o e combatividade, defendendo causas justas.<\/p>\n<p>Assessoria de imprensa deputada federal Maria do Ros\u00e1rio (PT-RS)\u201d<\/p>\n<p>\u00d4nix Lorenzoni (DEM): Inqu\u00e9rito 4400, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. Delator da Odebrecht na Lava Jato diz que o deputado recebeu R$ 175 mil, via caixa dois, para sua campanha de 2006. \u201cN\u00e3o recebi dinheiro da Odebrecht. \u00c9 uma tentativa de arma\u00e7\u00e3o e intimida\u00e7\u00e3o\u201d, diz. Em maio, Onyx foi o primeiro parlamentar a admitir que recebeu ilegalmente R$ 100 mil doados pelo grupo JBS. Ele pediu desculpas e disse que relataria tudo ao Minist\u00e9rio P\u00fablico. \u201cTive o cuidado de perguntar se o dinheiro era l\u00edcito, de origem limpa\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Paulo Pimenta (PT): Inqu\u00e9rito 3499, por lavagem de dinheiro. \u201cTrata-se de um inqu\u00e9rito relativo a fatos em que fui, indevidamente, envolvido, e que portanto n\u00e3o me dizem respeito\u201d, diz.<\/p>\n<p>Leia a \u00edntegra da nota enviada pelo deputado:<\/p>\n<p>\u201cTrata-se de um inqu\u00e9rito relativo a fatos em que fui, indevidamente, envolvido, e que portanto n\u00e3o me dizem respeito. S\u00e3o fatos j\u00e1 denunciados por mim \u00e0 Pol\u00edcia Federal e, tenho a convic\u00e7\u00e3o, que levar\u00e3o ao arquivamento do inqu\u00e9rito\u201d.<\/p>\n<p>Renato Molling (PP): Alvo do inqu\u00e9rito 3989, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Apontado na Lava Jato pelo doleiro Alberto Youssef como um dos parlamentares do PP que recebiam mesada de R$ 30 mil a R$ 150 mil desviados da Petrobras. Molling nega conhecer o doleiro e alega que seu nome foi usado indevidamente por algu\u00e9m que queria receber a propina.<\/p>\n<p>Yeda Crusius (PSDB): A ex-governadora ga\u00facha \u00e9 investigada no inqu\u00e9rito 4406, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro, com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. Delatores afirmam que Yeda recebeu R$ 1,75 milh\u00e3o, ao todo, da empreiteira para suas campanhas eleitorais de 2006 e 2010. Parte desses valores, segundo a acusa\u00e7\u00e3o, foi repassada como caixa dois.<\/p>\n<p>Rond\u00f4nia<\/p>\n<p>Expedito Netto (PSD): Inqu\u00e9rito 4307, por peculato. Investigado pelo uso da verba da C\u00e2mara para o exerc\u00edcio da atividade parlamentar com a loca\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos que, segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico, eram de sua propriedade ou de familiares. Ele nega: \u201cTemos o pleno controle das verbas utilizadas pelo meu gabinete e de estarmos agindo dentro da lei\u201d.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado enviou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cSobre o inqu\u00e9rito de n\u00ba4307, instaurado ap\u00f3s den\u00fancia an\u00f4nima ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal, esclare\u00e7o que ainda n\u00e3o fui oficialmente notificado.<\/p>\n<p>Temos o pleno controle das verbas utilizadas pelo meu gabinete e de estarmos agindo dentro da lei. Estarei sempre \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a para prestar os esclarecimentos necess\u00e1rios.\u201d<\/p>\n<p>Lindomar Gar\u00e7on (PRB): Inqu\u00e9rito 4020 e a\u00e7\u00e3o penal 925, por crimes eleitorais.<\/p>\n<p>Lucio Mosquini (PMDB): inqu\u00e9rito 4006, por crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Luiz Cl\u00e1udio (PR): inqu\u00e9rito 4057, por corrup\u00e7\u00e3o passiva.<\/p>\n<p>Nilton Balbino Capixaba (PTB): R\u00e9u nas a\u00e7\u00f5es penais 958 e 644, por crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es, corrup\u00e7\u00e3o passiva, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e lavagem de dinheiro. Os dois processos est\u00e3o relacionados \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o Sanguessuga, de 2006, que desarticulou a chamada m\u00e1fia das ambul\u00e2ncias, acusada de pagar propina a deputados em troca de emendas parlamentares direcionadas para a compra desse tipo de equipamento.<\/p>\n<p>Roraima<\/p>\n<p>\u00c9dio Lopes (PR): R\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 940, por crimes eleitorais.<\/p>\n<p>Sh\u00e9ridan (PSDB): A ex-primeira-dama de Roraima \u00e9 investigada no inqu\u00e9rito 3975, por crimes eleitorais. A investiga\u00e7\u00e3o se refere a atos de 2010, quando era secret\u00e1ria de Promo\u00e7\u00e3o Humana e Desenvolvimento na gest\u00e3o do ent\u00e3o governador Jos\u00e9 de Anchieta, seu marido na \u00e9poca. \u201cA deputada ressalta sua plena confian\u00e7a na Justi\u00e7a brasileira, ciente de sua inoc\u00eancia\u201d, diz.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a deputada, por meio de sua assessoria, prestou os seguintes esclarecimentos:<\/p>\n<p>\u201cA assessoria jur\u00eddica da deputada Sh\u00e9ridan esclarece que este \u00e9 um inqu\u00e9rito antigo, do ano de 2010, quando ainda n\u00e3o exercia mandato de parlamentar. Em 2014, eleita deputada federal, o Ju\u00edzo da 5\u00aa Zona Eleitoral de Boa Vista\/RR declinou da compet\u00eancia em favor do Supremo Tribunal Federal. A Deputada Sh\u00e9ridan esclareceu os fatos \u00e0 justi\u00e7a, por\u00e9m o processo ainda n\u00e3o foi conclu\u00eddo. At\u00e9 o presente momento n\u00e3o foi oferecida den\u00fancia contra a parlamentar. A deputada ressalta sua plena confian\u00e7a na justi\u00e7a brasileira, ciente de sua inoc\u00eancia.<\/p>\n<p>Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>Santa Catarina<\/p>\n<p>D\u00e9cio Lima (PT): Investigado nos inqu\u00e9ritos 2851 e 4457, por improbidade administrativa, crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que o deputado pediu R$ 500 mil para abastecer o caixa dois de sua esposa, a deputada estadual Ana Paula Lima, na disputa \u00e0 prefeitura de Blumenau, em 2012. D\u00e9cio afirma que a verdade prevalecer\u00e1 e a Justi\u00e7a ser\u00e1 feita.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Paulo Kleinubing (PSD): Inqu\u00e9ritos 4106, 4103, 4101 e 4275, por crimes de responsabilidade, contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, contra a ordem tribut\u00e1ria e de responsabilidade.<\/p>\n<p>Marco Tebaldi (PSDB): O ex-prefeito de Joinville responde aos inqu\u00e9ritos 3904 e 3073, por desacato e crimes de responsabilidade. O deputado afirmou ao Congresso em Foco que \u201dest\u00e1 se defendendo conforme a lei, tendo a convic\u00e7\u00e3o de sua inoc\u00eancia e consequente absolvi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Ronaldo Benedet (PMDB): Alvo dos inqu\u00e9ritos 3939 e 4214, por crimes eleitorais.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Alex Manente (PPS): Inqu\u00e9ritos 4520, 4468 e 4007, investigado por crimes eleitorais.<\/p>\n<p>Andres Sanchez (PT): O ex-presidente do Corinthians \u00e9 alvo de sete inqu\u00e9ritos (4341, 4077, 4070, 4069, 4276, 4032 e 4357), por corrup\u00e7\u00e3o passiva, sonega\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria, apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita previdenci\u00e1ria, crimes contra a ordem tribut\u00e1ria e eleitorais. Na Lava Jato, \u00e9 suspeito de receber R$ 500 mil em propina da Odebrecht para a constru\u00e7\u00e3o da Arena Corinthians. O deputado nega ter recebido dinheiro da empreiteira e diz que tr\u00eas inqu\u00e9ritos tratam de d\u00edvidas tribut\u00e1rias que est\u00e3o sendo pagas pelo Corinthians<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a assessoria do deputado Andres Sanches prestou os seguintes esclarecimentos:<\/p>\n<p>\u201cO inqu\u00e9rito 4276 \u00e9 referente a uma empresa chamada Quiron Distribuidora de Embalagens. A empresa n\u00e3o \u00e9 do Andres. Quando o processo foi aberto ele j\u00e1 n\u00e3o era mais propriet\u00e1rio dessa empresa. No inqu\u00e9rito ele j\u00e1 respondeu questionamentos com documentos anexos para comprovar que ele n\u00e3o era propriet\u00e1rio.<\/p>\n<p>J\u00e1 os inqu\u00e9ritos 4069, 4070 e 4077 s\u00e3o tr\u00eas processos do time de futebol Corinthians. Esses processos est\u00e3o parados porque s\u00e3o d\u00edvidas tribut\u00e1rias e o Corinthians j\u00e1 est\u00e1 pagando. Todos eles s\u00f3 est\u00e3o no STF porque citou o nome do deputado. Como ele tem foro privilegiado o caso subiu para o STF. S\u00e3o divididas tribut\u00e1rias e juridicamente est\u00e3o sendo resolvidas\u201d.<\/p>\n<p>Arlindo Chinaglia (PT): O ex-presidente da C\u00e2mara responde aos inqu\u00e9ritos 4461 e 4479, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. Citado na dela\u00e7\u00e3o da Odebrecht como benefici\u00e1rio de R$ 10 milh\u00f5es. Segundo os delatores, Chinaglia e outros tr\u00eas parlamentares receberam R$ 50 milh\u00f5es para que um cons\u00f3rcio de empreiteiras ganhasse a licita\u00e7\u00e3o da Usina Hidrel\u00e9trica de Santo Ant\u00f4nio e aparassem arestas com o governo.<\/p>\n<p>Arnaldo Faria De S\u00e1 (PTB): Responde ao inqu\u00e9rito 4327, por corrup\u00e7\u00e3o passiva, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha na Lava Jato. \u00c9 suspeito de integrar um grupo de parlamentares ligados ao ex-deputado Eduardo Cunha acusado de intimidar empres\u00e1rios no Congresso, para pressionar pelo pagamento de propina. O petebista nega ter rela\u00e7\u00e3o com Cunha e diz que foi envolvido no caso por ter convocado, quando era sub-relator da CPI da Petrobras, dirigentes do grupo Schain, tamb\u00e9m alvos da opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco o parlamentar disse<\/p>\n<p>\u201cA acusa\u00e7\u00e3o do MPF \u00e9 que, como sub-relator da CPI da Petrobr\u00e1s, a que apurava o superfaturamento e a gest\u00e3o temer\u00e1ria na constru\u00e7\u00e3o e afretamento de navios de transportes, navios plataforma e navios sonda; convoquei os dirigentes da Schain para esclarecer a respeito do navio-sonda Vit\u00f3ria 10.000, operado pela empresa ao custo de 1,6 Bilh\u00e3o de d\u00f3lares, como tamb\u00e9m sobre o empr\u00e9stimo do Banco Schain ao Senhor Jos\u00e9 Carlos Bumlai no valor de 12 milh\u00f5es de reais, que nunca foi quitado; que, em raz\u00e3o dos fatos, o Juiz Moro da Lava Jato condenou dirigentes da Schain e Bumlai a 9 anos e 10 meses de pris\u00e3o. Esses dados j\u00e1 foram apresentados ao STF e os autos foram redistribu\u00eddos ao Ministro Gilmar Mendes.\u201d<\/p>\n<p>Arnaldo Jardim (PPS) \u2013 Licenciado: Secret\u00e1rio estadual de Agricultura e Abastecimento de S\u00e3o Paulo, \u00e9 citado na dela\u00e7\u00e3o da Odebrecht na Lava Jato como benefici\u00e1rio de R$ 50 mil via caixa dois para sua campanha a deputado federal em 2010. Ele afirma que nunca autorizou doa\u00e7\u00f5es n\u00e3o contabilizadas.<\/p>\n<p>Beto Mansur (PRB): Alvo do inqu\u00e9rito 4454, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. \u00c9 suspeito de receber R$ 550 mil da empreiteira em contrapartida por favorecimento em obras em Santos, cidade da qual foi prefeito entre 1997 e 2004. \u201cN\u00e3o h\u00e1 nada de errado e tudo foi feito com transpar\u00eancia e rigorosamente dentro da lei\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Carlos Zarattini (PT): O l\u00edder do PT na C\u00e2mara \u00e9 investigado nos inqu\u00e9ritos 4425 e 4430, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. Delatores da Lava Jato sustentam que o deputado recebeu, via caixa dois, R$ 50 mil para a campanha de 2010 e outros R$ 5 milh\u00f5es em 2012. Esse montante, segundo as dela\u00e7\u00f5es, faziam parte de um cr\u00e9dito de R$ 27 milh\u00f5es destinado ao PT. \u201cTodas as minhas doa\u00e7\u00f5es de campanha foram legais e declaradas nos \u00f3rg\u00e3os competentes e aprovadas pelo TRE. N\u00e3o h\u00e1 provas contra qualquer deputado e senador do PT citados. Acreditamos que todos ser\u00e3o inocentados\u201d, diz.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a assessoria do deputado encaminhou a seguinte note:<\/p>\n<p>\u201cTodas as respostas pertinentes \u00e0 cita\u00e7\u00e3o de meu nome ser\u00e3o dadas no inqu\u00e9rito. Contudo, reitero que todas as minhas doa\u00e7\u00f5es de campanha foram legais e declaradas nos \u00f3rg\u00e3os competentes e aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral. Destaco, ainda, que n\u00e3o h\u00e1 nas dela\u00e7\u00f5es provas contra nenhum dos deputados e senadores do PT citados e acreditamos que todos ser\u00e3o inocentados ao longo das investiga\u00e7\u00f5es\u201d, deputado Carlos Zarattini (PT\/SP).<\/p>\n<p>Celso Russomano (PRB): O deputado mais votado da atual legislatura, com 1,5 milh\u00e3o de votos, responde ao inqu\u00e9rito 4422, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que ele recebeu da empreiteira R$ 50 mil, por caixa dois, para sua campanha de 2010, quando concorreu ao governo de S\u00e3o Paulo. Russomanno nega o recebimento do dinheiro.<\/p>\n<p>Eli Corr\u00eaa Filho (DEM): Inqu\u00e9rito 4363, por crimes eleitorais. Alega que foi acusado por um advers\u00e1rio na disputa \u00e0 prefeitura de Guarulhos, em 2016, de fazer propaganda negativa contra ele nas redes sociais. \u201cUma das representa\u00e7\u00f5es j\u00e1 foi indeferida e arquivada. Esse ser\u00e1 o mesmo destino do inqu\u00e9rito\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado encaminhou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cSirvo-me do presente para apresentar os seguintes esclarecimentos.<\/p>\n<p>O inqu\u00e9rito 4363, em tramita\u00e7\u00e3o no STF, tem como objetivo apurar a pr\u00e1tica de propaganda eleitoral irregular \u2013 propaganda eleitoral negativa nas redes sociais.<\/p>\n<p>Em 2016 fui candidato a prefeito de Guarulhos\/SP   e um dos meus advers\u00e1rios ingressou com 2 representa\u00e7\u00f5es eleitorais, alegando em uma delas a \u201cpr\u00e1tica\u201d (mensagem  whatsapp) de crime eleitoral.<\/p>\n<p>Como sou deputado federal, em exerc\u00edcio de mandato e tenho foro privilegiado, o juiz da zona eleitoral (ZE 279) de Guarulhos\/SP encaminhou as 2 representa\u00e7\u00f5es para o  STF.<\/p>\n<p>Importante ressaltar, uma das representa\u00e7\u00f5es j\u00e1 foi indeferida e arquivada. Esse ser\u00e1 o mesmo destino do inqu\u00e9rito 4363.\u201d<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Paulo Papa (PSDB): Inqu\u00e9rito 4416, por crime eleitoral. Segundo delatores da Odebrecht na Lava Jato, Papa recebeu dois repasses, no valor de R$ 300 mil cada, feitos nas elei\u00e7\u00f5es de 2012 e 2014. \u201cN\u00e3o pratiquei qualquer irregularidade. Todos os recursos captados foram declarados conforme as leis vigentes. Todas as minhas contas foram aprovadas pela Justi\u00e7a eleitoral\u201d, diz.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, o deputado encaminhou a seguinte nota:<\/p>\n<p>\u201cPossuo mais de 30 anos de uma vida p\u00fablica marcada por muito trabalho e absoluto respeito \u00e0s leis em todos os cargos que exerci. Participei, como candidato, de tr\u00eas elei\u00e7\u00f5es em 2004, 2008 e 2014, e sempre pautei minhas a\u00e7\u00f5es com transpar\u00eancia e lisura.<\/p>\n<p>Prestarei todos os esclarecimentos necess\u00e1rios. Tenho plena confian\u00e7a de que a Justi\u00e7a vai dirimir d\u00favidas que existam e evidenciar a verdade, pois n\u00e3o pratiquei qualquer irregularidade. Todos os recursos captados foram declarados conforme as leis vigentes; todas as minhas contas foram aprovadas pela Justi\u00e7a Eleitoral, sem ressalvas\u201d.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Mentor (PT): Inqu\u00e9ritos 3994, 3995 e 4218, por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e crimes contra a administra\u00e7\u00e3o em geral e contra o meio ambiente e o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico. O deputado foi denunciado pela PGR, em maio, por corrup\u00e7\u00e3o passiva e lavagem em inqu\u00e9rito da Lava Jato. \u00c9 acusado de receber R$ 380 mil para viabilizar a contrata\u00e7\u00e3o de uma empresa pela Caixa Econ\u00f4mica Federal. Mentor diz que jamais favoreceu quem quer que seja em troca de vantagem indevida.<\/p>\n<p>M\u00e1rcio Alvino (PR): Inqu\u00e9rito 3952, por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Miguel Haddad (PSDB): Responde ao inqu\u00e9rito 4496, por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e prevarica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Milton Monti (PR): Responde aos inqu\u00e9ritos 4443 e 4456, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro, aberto ap\u00f3s dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. Juntamente com o ex-deputado Valdemar Costa Neto, \u00e9 acusado de receber propina da empreiteira na execu\u00e7\u00e3o da Ferrovia Norte-Sul, em 2008 e 2009. O deputado diz que todas as doa\u00e7\u00f5es recebidas foram legais: \u201c\u00c9 bom que se apure porque assim a inoc\u00eancia ser\u00e1 comprovada\u201d.<\/p>\n<p>Mission\u00e1rio Jos\u00e9 Olimpio (DEM): Inqu\u00e9rito 3989, por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro e quadrilha. Apontado por delatores como um dos parlamentares do PP (seu partido anterior) que recebiam mesada do esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras.<\/p>\n<p>Nelson Marquezelli (PTB): Inqu\u00e9rito 4144 (sem especifica\u00e7\u00e3o do tipo penal).<\/p>\n<p>Paulo Pereira da Silva (SD): Presidente do Solidariedade e da For\u00e7a Sindical, \u00e9 investigado em quatro inqu\u00e9ritos (3901, 2905, 4410 e 4387) e r\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 965, por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. Os dois \u00faltimos inqu\u00e9ritos foram abertos com base em dela\u00e7\u00f5es da Lava Jato. Delatores da Odebrecht afirmam que repassaram R$ 200 mil, em 2010, e R$ 1 milh\u00e3o, em 2014, a pretexto de campanha eleitoral. Parte dessa quantia foi dada, conforme a acusa\u00e7\u00e3o, em contrapartida para segurar greves no Complexo Hidrel\u00e9trico do Rio Madeira. Na a\u00e7\u00e3o penal \u00e9 acusado de ser benefici\u00e1rio de um esquema que desviou recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), desarticulado pela Opera\u00e7\u00e3o Santa Tereza, em 2008. O deputado nega as irregularidades.<\/p>\n<p>Paulo Salim Maluf (PP): O ex-prefeito de S\u00e3o Paulo \u00e9 r\u00e9u em duas a\u00e7\u00f5es penais (863 e 968), por lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro e eleitorais. Em 23 de maio, foi condenado, no primeiro processo, a sete anos de pris\u00e3o em regime fechado, \u00e0 perda do mandato e ao pagamento de R$ 1,3 milh\u00e3o, por lavagem de dinheiro. Os ministros conclu\u00edram que houve superfaturamento e desvio de dinheiro da prefeitura nas obras da Avenida \u00c1gua Espraiada (hoje Jornalista Roberto Marinho), constru\u00edda por um cons\u00f3rcio de empreiteiras na gest\u00e3o dele, entre 1993 e 1997. O crime de corrup\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m atribu\u00eddo ao deputado, prescreveu. A defesa de Maluf contesta o julgamento e vai recorrer para evitar a pris\u00e3o dele. Em 2012, a Justi\u00e7a da Ilha de Jersey, para\u00edso fiscal brit\u00e2nico, o condenou a devolver R$ 45,8 milh\u00f5es \u00e0 prefeitura de S\u00e3o Paulo por desvios de dinheiro na mesma obra. J\u00e1 em junho deste ano, a Justi\u00e7a francesa condenou o brasileiro a tr\u00eas anos de pris\u00e3o por lavagem de dinheiro. Maluf \u00e9 acusado de ter depositado o equivalente a R$ 6,6 milh\u00f5es, entre 1996 e 2003, em duas contas banc\u00e1rias na Fran\u00e7a em nome da mulher. O dinheiro, conforme a acusa\u00e7\u00e3o, \u00e9 fruto de corrup\u00e7\u00e3o. H\u00e1 um mandado de pris\u00e3o contra ele, a esposa e o filho no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Pr. Marco Feliciano (PSC): Investigado no Inqu\u00e9rito 4312 pela acusa\u00e7\u00e3o de estupro feita por uma estudante de Jornalismo de Bras\u00edlia. O caso \u00e9 controverso. A jovem de 22 anos tamb\u00e9m virou alvo da Justi\u00e7a ap\u00f3s cair em contradi\u00e7\u00f5es e passou a responder por extors\u00e3o e denuncia\u00e7\u00e3o caluniosa por ter dito que havia sido sequestrada por um assessor do deputado em um hotel em S\u00e3o Paulo. A pol\u00edcia chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que ela mentiu em rela\u00e7\u00e3o a esse ponto e que estava tentando levar vantagem financeira. As apura\u00e7\u00f5es envolvendo os dois, por\u00e9m, ainda seguem. Feliciano nega qualquer rela\u00e7\u00e3o com a jovem.<\/p>\n<p>Roberto Alves (PRB): inqu\u00e9rito 4127, por estelionato.<\/p>\n<p>Roberto Freire (PPS): Inqu\u00e9rito 4459, com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. O presidente do PPS e ex-ministro da Cultura \u00e9 suspeito de receber da empreiteira, via caixa dois, R$ 200 mil para a campanha eleitoral de 2010. O relator, ministro Edson Fachin, pediu \u00e0 PGR que examine se as acusa\u00e7\u00f5es contra o deputado prescreveram em raz\u00e3o da idade dele. Freire diz que tem trajet\u00f3ria pol\u00edtica marcada pela idoneidade.<\/p>\n<p>Rodrigo Garcia (DEM) \u2013 Licenciado: Inqu\u00e9rito 4420, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. O atual secret\u00e1rio estadual de Habita\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo \u00e9 suspeito de ter recebido dinheiro via caixa dois da Odebrecht para a campanha eleitoral de 2012.<\/p>\n<p>Vicente C\u00e2ndido (PT): O relator da reforma pol\u00edtica na C\u00e2mara responde aos inqu\u00e9ritos 4138 e 4448, por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro e crimes praticados contra a administra\u00e7\u00e3o geral. O \u00faltimo procedimento foi aberto com base em dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. \u00c9 suspeito de ter recebido R$ 50 mil da empreiteira, em 2010, em troca de apoio parlamentar para o financiamento da Arena Corinthians.<\/p>\n<p>Vicentinho (PT): O ex-presidente da Central \u00danica dos Trabalhadores (CUT) \u00e9 alvo do inqu\u00e9rito 4403, por falsidade ideol\u00f3gica eleitoral. De acordo com dela\u00e7\u00e3o da Odebrecht, o deputado recebeu R$ 30 mil, em caixa dois, para sua campanha eleitoral de 2010.<\/p>\n<p>Sergipe<\/p>\n<p>Adelson Barreto (PR): inqu\u00e9rito 4204 \u2013 crimes de lavagem ou oculta\u00e7\u00e3o de bens, direitos ou valores e peculato.<\/p>\n<p>Andr\u00e9 Moura (PSC): O l\u00edder do governo no Congresso \u00e9 alvo de sete investiga\u00e7\u00f5es no STF: quatro inqu\u00e9ritos (4327, 3905, 3594, 3224) e tr\u00eas a\u00e7\u00f5es penais (974, 973 e 969). Entre as acusa\u00e7\u00f5es, tentativa de homic\u00eddio, crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, peculato, lavagem de dinheiro, corrup\u00e7\u00e3o, crime de responsabilidade, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e improbidade administrativa. Duas dessas apura\u00e7\u00f5es fazem parte da Lava Jato. \u00c9 suspeito de atuar em conjunto com aliados do ex-deputado Eduardo Cunha para chantagear empresas na C\u00e2mara. Nos demais casos, \u00e9 acusado de se apropriar ou desviar bens p\u00fablicos, durante e ap\u00f3s o seu mandato de prefeito de Pirambu, como g\u00eaneros aliment\u00edcios e ve\u00edculos da frota municipal; de receber ilicitamente mesada de R$ 30 mil a R$ 50 mil e de indicar funcion\u00e1rios fantasmas, entre eles sua esposa, para trabalhar na prefeitura. As acusa\u00e7\u00f5es foram feitas por um ex-prefeito da cidade, ex-aliado do deputado, que diz ter sido amea\u00e7ado de morte por Moura. Ele suspeita que o parlamentar esteja por tr\u00e1s dos disparos que atingiram de rasp\u00e3o o vigilante de sua casa em 2007.<\/p>\n<p>Tocantins<\/p>\n<p>C\u00e9sar Halum (PP): O 2\u00ba suplente da Mesa Diretora responde ao inqu\u00e9rito 3611, por peculato, falsidade ideol\u00f3gica e corrup\u00e7\u00e3o passiva.<\/p>\n<p>Iraj\u00e1 Abreu (PSD): Responde ao Inqu\u00e9rito 4495, que apura a declara\u00e7\u00e3o de um dos delatores da Odebrecht na Lava Jato de que a empreiteira repassou R$ 100 mil para sua campanha em 2014. Essa doa\u00e7\u00e3o, segundo o delator, era legal. Mas o Minist\u00e9rio P\u00fablico pediu a abertura de investiga\u00e7\u00e3o ap\u00f3s n\u00e3o identificar o registro da contribui\u00e7\u00e3o no sistema do TSE. Iraj\u00e1 alega que todas as suas campanhas foram feitas dentro da lei e suas contas, aprovadas pela Justi\u00e7a eleitoral.<\/p>\n<p>L\u00e1zaro Botelho (PP): Inqu\u00e9rito 3989, por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Citado pelo doleiro Alberto Youssef, delator da Lava Jato, como um dos benefici\u00e1rios da cota destinada ao PP no esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras. O deputado alega que a men\u00e7\u00e3o ao seu nome \u00e9 infundada.<\/p>\n<p>Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM): Responde ao inqu\u00e9rito 3789 e \u00e0s a\u00e7\u00f5es penais 962, 946 e 915, por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e a administra\u00e7\u00e3o em geral e peculato. Em agosto de 2016, a deputada foi condenada pelo STF a cinco anos e quatro meses de pris\u00e3o por dispensar irregularmente licita\u00e7\u00e3o e superfaturar pre\u00e7os na compra de livros did\u00e1ticos quando comandava a Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o do Tocantins, entre 2002 e 2004. \u201cA defesa se funda, basicamente, no fato de que as supostas irregularidades teriam sido praticadas, mas todas elas sem qualquer participa\u00e7\u00e3o, direta ou indireta, da deputada Dorinha, n\u00e3o tendo ela, portanto, agido com culpa ou dolo em tais casos\u201d, diz a assessoria da deputada.<\/p>\n<p>Ao Congresso em Foco, a deputada respondeu:<\/p>\n<p>\u201cAs a\u00e7\u00f5es em andamento, todas tratando basicamente da mesma quest\u00e3o, se referem \u00e0 suposta responsabilidade da Deputado Dorinha, ex-Secret\u00e1ria de Educa\u00e7\u00e3o do Tocantins, por atos alegadamente irregulares ocorridos na \u00e9poca em que era a parlamentar titular daquela pasta, o que evidencia a chamada \u201cresponsabilidade objetiva do gestor\u201d, tese essa, no entanto, peremptoriamente inaplic\u00e1vel no \u00e2mbito penal.<\/p>\n<p>No bojo dessas a\u00e7\u00f5es, a Deputada Dorinha est\u00e1 tendo a oportunidade de demonstrar \u2013 com \u00eaxito \u2013 a sua total aus\u00eancia de responsabilidade penal pelos atos supostamente praticados.<\/p>\n<p>A defesa se funda, basicamente, no fato de que as supostas irregularidades teriam sido praticadas, mas todas elas sem qualquer participa\u00e7\u00e3o, direta ou indireta, da Deputada Dorinha, n\u00e3o tendo ela, portanto, agido com culpa ou dolo em tais casos.<\/p>\n<p>O acerto da tese da defesa da Dep. Dorinha, ali\u00e1s, j\u00e1 vem sido reconhecida pela Justi\u00e7a Federal do Tocantins, que verificou n\u00e3o haver qualquer conduta criminosa. A mesma decis\u00e3o foi tomada pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, que n\u00e3o identificou qualquer irregularidade.\u201d<\/p>\n<p>SENADORES<\/p>\n<p>ACRE<\/p>\n<p>Gladson Cameli (PP)<\/p>\n<p>O segundo-secret\u00e1rio da Mesa Diretora do Senado responde ao inqu\u00e9rito 3989, da Lava Jato, pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrup\u00e7\u00e3o passiva e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. Segundo o doleiro Alberto Youssef, o senador fazia parte do grupo do PP que recebia repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil da cota da legenda no esquema na Petrobras. Gladson diz que as doa\u00e7\u00f5es no per\u00edodo eleitoral de 2014 foram obtidas de maneira l\u00edcita pelo seu comit\u00ea e aprovadas pela Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cO senador Gladson Cameli (PP-AC) considera que os atos do Poder Judici\u00e1rio fazem parte do processo regular de investiga\u00e7\u00e3o e reafirma sua confian\u00e7a na apura\u00e7\u00e3o para que a verdade prevale\u00e7a\u201d, disse a assessoria do parlamentar.<\/p>\n<p>Jorge Viana (PT)<\/p>\n<p>O inqu\u00e9rito 4393 apura se o senador e seu irm\u00e3o, o governador Ti\u00e3o Viana (PT), receberam R$ 2 milh\u00f5es da Odebrecht para a campanha ao governo do Acre em 2010, conforme dela\u00e7\u00e3o premiada de ex-executivos da empreiteira. Desse total, segundo delatores, R$ 1,5 milh\u00e3o em caixa dois. Os dois negam qualquer irregularidade. Abaixo, a manifesta\u00e7\u00e3o do senador.<\/p>\n<p>\u201cA crise pol\u00edtica vai se aprofundar, a partir de agora, com risco de paralisia institucional, porque todo o sistema pol\u00edtico brasileiro est\u00e1 em xeque. Todas as legendas e expoentes partid\u00e1rios est\u00e3o citados na lista do ministro Lu\u00eds Edson Fachin, do STF, o que nos obriga, neste momento, a nos explicarmos. Do PMDB ao PSDB, passando pelo meu partido, o PT, mas tamb\u00e9m o DEM, PSD, PSB, PRB e PP, todos os representados no Congresso est\u00e3o envolvidos nesta crise. Muitos s\u00e3o acusados de corrup\u00e7\u00e3o, outros t\u00eam de se explicar sobre suas campanhas. Sobre o envolvimento do meu nome e do governador Ti\u00e3o Viana, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma den\u00fancia de corrup\u00e7\u00e3o contra n\u00f3s, mas questionamentos sobre a arrecada\u00e7\u00e3o da campanha em 2010. Vamos provar na Justi\u00e7a o que dissemos antes: nossas campanhas foram dentro da lei e feitas com dinheiro limpo. Nada devemos e nada tememos. Confiamos na Justi\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Petec\u00e3o (PSD)<\/p>\n<p>Responde a dois inqu\u00e9ritos (3598 e 3851) por crimes eleitorais e peculato. No primeiro, \u00e9 acusado de ter se apropriado de recursos de passagens a\u00e9reas e de correspond\u00eancia, entre 1995 e 1998, quando era deputado estadual. No segundo, \u00e9 investigado por compra de votos em Rio Branco, nas elei\u00e7\u00f5es de 2006.  Tamb\u00e9m \u00e9 r\u00e9u em duas a\u00e7\u00f5es penais (542 e 870) por crimes eleitorais e peculato. A assessoria dele atribui as den\u00fancias a disputas pol\u00edticas locais.<\/p>\n<p>\u201cO senador S\u00e9rgio Petec\u00e3o (PSD) tem a informar que, por ser parlamentar que se op\u00f5e ao governo do Acre, vem enfrentando persegui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas as mais desarrazoadas, e por isso se torna alvo de den\u00fancias que possuem o claro intuito de manchar a sua reputa\u00e7\u00e3o e de intimidar a sua pessoa. Se bem analisar, outros parlamentares acreanos, que sofreram o mesmo tipo de iniciativa persecut\u00f3ria, desnecessariamente responderam a processos e foram absolvidos em todas as inst\u00e2ncias. Essa estrat\u00e9gia atinge constantemente aqueles que se op\u00f5em aos ideais do atual governo do Acre.\u201d<\/p>\n<p>ALAGOAS<\/p>\n<p>Benedito de Lira (PP)<\/p>\n<p>L\u00edder do PP no Senado, responde a tr\u00eas inqu\u00e9ritos da Lava Jato no STF. A PF encontrou anota\u00e7\u00f5es na agenda do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa com valores que remetem a \u201cBL\u201d, iniciais de Benedito de Lira. H\u00e1 registro de repasse de at\u00e9 R$ 1 milh\u00e3o. Devido \u00e0s suspeitas, \u00e9 investigado nos inqu\u00e9ritos 3989, 3994 e 3996, pelos crimes de lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e corrup\u00e7\u00e3o passiva. A PGR o denunciou por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. Na den\u00fancia, ainda n\u00e3o examinada pelo Supremo, pede-se a perda do mandato do senador, que alega inoc\u00eancia.<\/p>\n<p>Fernando Collor (PTC)<\/p>\n<p>O ex-presidente da Rep\u00fablica \u00e9 investigado na Lava Jato em seis inqu\u00e9ritos (3883, 4112, 4162, 4166, 4167 e 4250) por lavagem de dinheiro, peculato e corrup\u00e7\u00e3o. A PGR o denunciou e pediu perda do mandato em caso de condena\u00e7\u00e3o, por entender que h\u00e1 elementos suficientes para a abertura de a\u00e7\u00e3o penal. A investiga\u00e7\u00e3o foi aberta para apurar as rela\u00e7\u00f5es de Collor com o doleiro Alberto Youssef. Policiais federais apreenderam no escrit\u00f3rio do doleiro oito comprovantes de dep\u00f3sitos banc\u00e1rios na conta de Collor, somando R$ 50 mil. Em dela\u00e7\u00e3o premiada, o empres\u00e1rio Ricardo Pessoa, da UTC, diz que repassou R$ 26 milh\u00f5es a pessoas ligadas ao senador como comiss\u00e3o por um contrato fechado com uma subsidi\u00e1ria da Petrobras.<\/p>\n<p>Collor nega envolvimento com as den\u00fancias e atribui as investiga\u00e7\u00f5es a persegui\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n<p>Renan Calheiros (PMDB)<\/p>\n<p>Ex-presidente do Senado, acumula 13 investiga\u00e7\u00f5es (2593, 3993, 3989, 4171, 4172, 4202, 4211, 4213, 4215, 4216, 4267, 4326 e 4354) no STF por crimes como corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, desvio de dinheiro p\u00fablico e falsidade ideol\u00f3gica. Dez deles est\u00e3o relacionados ao esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras, apurado pela Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, e um decorre da Opera\u00e7\u00e3o Zelotes, que investiga fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), \u00f3rg\u00e3o de controle vinculado ao Minist\u00e9rio da Fazenda, e a venda de medidas provis\u00f3rias. O mais antigo deles, por\u00e9m, remonta \u00e0 acusa\u00e7\u00e3o de que o senador teve despesas pagas por um lobista de empreiteira, caso que o levou a renunciar \u00e0 presid\u00eancia da Casa e quase lhe custou o mandato de senador em 2007. Por esse caso (2593), o senador virou r\u00e9u por destinar parte da verba de gabinete para uma locadora de ve\u00edculos que n\u00e3o prestou o servi\u00e7o, segundo a PGR. Entre as acusa\u00e7\u00f5es da Lava Jato, o lobista Fernando Baiano, operador do PMDB no esquema de corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras, e o ex-diretor da \u00e1rea internacional da estatal Nestor Cerver\u00f3 acusam Renan de receber mais de US$ 6 milh\u00f5es em propina por um contrato de afretamento do navio-sonda Petrobras 10.000. Tamb\u00e9m \u00e9 suspeito de receber R$ 2 milh\u00f5es do doleiro Alberto Youssef para evitar a instala\u00e7\u00e3o da CPI da Petrobras. \u00c9 investigado, ainda, por irregularidades em contrata\u00e7\u00f5es na Transpetro.<\/p>\n<p>Procurado pela reportagem, Renan n\u00e3o quis se manifestar sobre as investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>AMAZONAS<\/p>\n<p>Eduardo Braga (PMDB)<\/p>\n<p>Delator da Odebrecht na Lava Jato acusa o ex-governador de ter recebido R$ 1 milh\u00e3o em propina da construtora Camargo Corr\u00eaa, para a qual o executivo tamb\u00e9m trabalhou, pela obra da Ponte Rio Negro. A suspeita \u00e9 apurada no inqu\u00e9rito 4429.<\/p>\n<p>Omar Aziz (PSD)<\/p>\n<p>O ex-governador \u00e9 alvo do inqu\u00e9rito 4264, por crimes eleitorais e corrup\u00e7\u00e3o passiva, e do 4429, derivado da Lava Jato. De acordo com delator da Odebrecht, um empres\u00e1rio ligado a Aziz cobrava propina em troca de favorecimento \u00e0 empreiteira em contratos com o governo estadual na gest\u00e3o dele.<\/p>\n<p>Vanessa Grazziotin (PCdoB)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 4418, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. \u00c9 suspeita de ter recebido doa\u00e7\u00e3o via caixa dois da empreiteira para sua campanha eleitoral em 2012. \u201cA senadora esclarece que as doa\u00e7\u00f5es feitas para suas campanhas foram oficiais, declaradas e posteriormente aprovadas pela Justi\u00e7a eleitoral\u201d, disse sua assessoria.<\/p>\n<p>AMAP\u00c1<\/p>\n<p>Davi Alcolumbre (DEM)<\/p>\n<p>Responde ao inqu\u00e9rito 4353, por crimes eleitorais. Nem o senador nem o seu gabinete se manifestaram sobre o assunto.<\/p>\n<p>BAHIA<\/p>\n<p>L\u00eddice da Mata (PSB)<\/p>\n<p>O inqu\u00e9rito 4396 apura a dela\u00e7\u00e3o de um ex-funcion\u00e1rio da Odebrecht que sustenta que a senadora recebeu R$ 200 mil da empreiteira para sua campanha eleitoral ao Senado em 2010. O valor, segundo ele, n\u00e3o foi declarado \u00e0 Justi\u00e7a eleitoral.<\/p>\n<p>\u201cAcho muito importante essa autoriza\u00e7\u00e3o do Supremo para a devida abertura dos inqu\u00e9ritos. Espero que agora haja a quebra do sigilo de todo o processo, como j\u00e1 havia solicitado. Tenho a consci\u00eancia tranquila e a confian\u00e7a de que tudo ser\u00e1 esclarecido. A seriedade da minha vida p\u00fablica fala por mim. Quem n\u00e3o deve n\u00e3o teme. Espero que as investiga\u00e7\u00f5es avancem, com transpar\u00eancia e agilidade. Que as responsabilidades sejam devidamente apuradas, para que separemos o joio do trigo\u201d, afirmou a senadora.<\/p>\n<p>CEAR\u00c1<\/p>\n<p>Eun\u00edcio Oliveira (PMDB)<\/p>\n<p>O presidente do Senado responde ao inqu\u00e9rito 4437, que tamb\u00e9m investiga os senadores peemedebistas Romero Juc\u00e1 (RR) e Renan Calheiros (AL) e os deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ) e L\u00facio Vieira Lima (PMDB-BA). \u00c9 suspeito de receber R$ 2 milh\u00f5es em propina da Odebrecht. Na planilha da empreiteira, \u00e9 identificado como \u201c\u00cdndio\u201d. De acordo com os delatores, os repasses eram contrapartida \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o de tr\u00eas medidas provis\u00f3rias que interessavam \u00e0 Odebrecht e \u00e0 Braskem, empresa do grupo.<\/p>\n<p>\u201cO Estado Democr\u00e1tico de Direito prev\u00ea, no curso dos inqu\u00e9ritos, o amplo direito de defesa. Vamos exerc\u00ea-lo. A verdade prevalecer\u00e1. A Justi\u00e7a brasileira tem maturidade e firmeza para apurar e distinguir a verdade das mentiras e das vers\u00f5es alternativas.\u201d<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Pimentel (PT)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 4346, por prevarica\u00e7\u00e3o e corrup\u00e7\u00e3o passiva. \u00c9 suspeito de ter atuado para blindar o grupo Gerdau, investigado na Opera\u00e7\u00e3o Zelotes, que apura um esquema bilion\u00e1rio de fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), em uma CPI instalada em 2015 no Senado.<\/p>\n<p>\u201cConfio que o inqu\u00e9rito ser\u00e1 arquivado pois nunca pratiquei ato ilegal, nem recebi qualquer vantagem indevida no exerc\u00edcio da atividade parlamentar.\u201d<\/p>\n<p>Senador Jos\u00e9 Pimentel<\/p>\n<p>ESP\u00cdRITO SANTO<\/p>\n<p>Ricardo Ferra\u00e7o (PSDB)<\/p>\n<p>Responde ao Inqu\u00e9rito 4442, derivado das dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. Delatores afirmam que o senador recebeu da empreiteira, por caixa dois, R$ 400 mil para a campanha ao Senado em 2010. Sua defesa:<\/p>\n<p>\u201cFoi com absoluta perplexidade e indigna\u00e7\u00e3o que eu recebi a informa\u00e7\u00e3o de que meu nome est\u00e1 inclu\u00eddo na chamada lista do Fachin. Toda minha campanha foi declarada e como poder\u00e3o constatar na presta\u00e7\u00e3o de contas no TSE, esta empresa n\u00e3o foi doadora. Nunca tratei qualquer assunto com essas pessoas e tampouco autorizei que algu\u00e9m tratasse. Acionarei esses mentirosos judicialmente para que provem as acusa\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>GOI\u00c1S<\/p>\n<p>Ronaldo Caiado (DEM)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 4502, por crimes eleitorais, difama\u00e7\u00e3o e les\u00e3o corporal. O senador \u00e9 acusado por um ex-prefeito de Turv\u00e2nia (GO) de ordenar que seguran\u00e7as o agredissem em 2010, quando ainda era deputado federal.<\/p>\n<p>A assessoria do senador diz que, \u201csegundo testemunhas, o ex-prefeito procurou confus\u00e3o com as pessoas presentes. O ex-prefeito tentou agredir homens e mulheres que assistiam ao com\u00edcio, que revidaram as agress\u00f5es. O hoje senador n\u00e3o viu ou sequer participou de qualquer a\u00e7\u00e3o. A investiga\u00e7\u00e3o mostrou isso. Mas o MP recorreu ao STF e a a\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ir adiante.\u201d<\/p>\n<p>MARANH\u00c3O<\/p>\n<p>Edison Lob\u00e3o (PMDB)<\/p>\n<p>O ex-ministro de Minas e Energia \u00e9 investigado em cinco inqu\u00e9ritos, tr\u00eas deles (3989, 4267 e 4326) na Lava Jato. No inqu\u00e9rito 3989, \u00e9 investigado com base na dela\u00e7\u00e3o de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras. De acordo com o delator, Lob\u00e3o pediu que ele mandasse R$ 2 milh\u00f5es \u00e0 ex-governadora do Maranh\u00e3o Roseana Sarney para a campanha de 2010. Ainda na Lava Jato, tamb\u00e9m foi citado na dela\u00e7\u00e3o premiada de S\u00e9rgio Machado, ex-presidente da Transpetro, indicado ao cargo por Renan Calheiros (PMDB-AL) com aval de Lob\u00e3o e seus colegas Romero Juc\u00e1 (PMDB-RR) e Jader Barbalho (PMDB-PA). Todos eles foram beneficiados com o esquema de propina, de acordo com Machado. As acusa\u00e7\u00f5es resultaram na abertura dos inqu\u00e9ritos 4267 e 4326, por lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e corrup\u00e7\u00e3o. Ainda \u00e9 investigado por corrup\u00e7\u00e3o passiva e lavagem de dinheiro no inqu\u00e9rito 4260, do chamado eletrol\u00e3o, que investiga esquema de pagamento de propina na Eletronuclear, desmembrado da Lava Jato. Tamb\u00e9m responde ao inqu\u00e9rito 4516 (crimes de lavagem ou oculta\u00e7\u00e3o de bens, direitos ou valores).<\/p>\n<p>Lob\u00e3o n\u00e3o atendeu aos pedidos de explica\u00e7\u00f5es sobre as acusa\u00e7\u00f5es dirigidas contra ele.<\/p>\n<p>MATO GROSSO<\/p>\n<p>Cidinho Santos (PR)<\/p>\n<p>\u00c9 r\u00e9u na a\u00e7\u00e3o penal 991, por crime de responsabilidade.<\/p>\n<p>Blairo Maggi (PP) \u2013 Licenciado<\/p>\n<p>O atual ministro da Agricultura \u00e9 alvo do inqu\u00e9rito 4447, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es premiadas de executivos da Odebrecht. \u00c9 suspeito de receber ilicitamente R$ 12 milh\u00f5es em sua campanha ao governo de Mato Grosso, em 2006. Blairo nega ter recebido doa\u00e7\u00f5es da Odebrecht para campanhas eleitorais. Eis a \u00edntegra da nota por ele encaminhada:<\/p>\n<p>\u201cCom rela\u00e7\u00e3o ao inqu\u00e9rito em tramita\u00e7\u00e3o no STF (Supremo Tribunal Federal), resultado da dela\u00e7\u00e3o de diretores da Construtora Odebrecht, mais precisamente do senhor Pedro Le\u00e3o, reitero tudo que venho afirmando desde que meu nome foi citado nessa investiga\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>1. N\u00e3o recebi doa\u00e7\u00f5es da Odebrecht para minhas campanhas eleitorais.<\/p>\n<p>2. N\u00e3o tenho ou tive qualquer rela\u00e7\u00e3o com a empresa ou os seus dirigentes e nem autorizei quem quer que seja a fazer qualquer tipo de pedido em meu nome.<\/p>\n<p>3. Estou aguardando com serenidade o andamento das investiga\u00e7\u00f5es, tendo plena convic\u00e7\u00e3o de que minha inoc\u00eancia ser\u00e1 demonstrada ainda durante o inqu\u00e9rito.<\/p>\n<p>4. Tenho minha consci\u00eancia tranquila de que nada fiz de errado.\u201d<\/p>\n<p>Wellington Fagundes (PR)<\/p>\n<p>Responde ao inqu\u00e9rito 2340, que tramita no STF desde julho de 2006. Diz que aguarda o arquivamento da investiga\u00e7\u00e3o. Seguem as explica\u00e7\u00f5es de sua assessoria:<\/p>\n<p>\u201cEm aten\u00e7\u00e3o \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o desse ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o, informo que o senador Wellington Fagundes, l\u00edder do Partido da Rep\u00fablica no Senado, aguarda a decis\u00e3o pelo arquivamento do citado procedimento apurat\u00f3rio, visto que n\u00e3o se confirmou \u2013 como j\u00e1 era esperado desde o in\u00edcio \u2013 qualquer envolvimento de sua parte na quest\u00e3o investigada. Como integrante da Frente Parlamentar pelo Aperfei\u00e7oamento do Judici\u00e1rio, lamenta que situa\u00e7\u00f5es como essa \u2013 em que n\u00e3o h\u00e1 absolutamente qualquer suposta pr\u00e1tica criminosa \u2013 perdurem tanto tempo para um desfecho, causando preju\u00edzos \u00e0 imagem parlamentar.\u201d<\/p>\n<p>MINAS GERAIS<\/p>\n<p>A\u00e9cio Neves (PSDB)<\/p>\n<p>\u00c9 alvo de nove inqu\u00e9ritos (4246, 4244, 4444, 4414, 4423, 4436, 4392, 4506 e 4519), investigado por corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, evas\u00e3o de divisas, obstru\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a e crimes eleitorais. Todas as suspeitas tiveram origem em dela\u00e7\u00f5es da Lava Jato. Inicialmente, foi acusado pelo ex-senador Delc\u00eddio do Amaral (MS) de receber propina de empresa contratada pela estatal Furnas Centrais El\u00e9tricas e de agir para falsificar documentos enviados \u00e0 CPI mista dos Correios, em 2005, para ocultar o mensal\u00e3o mineiro. Em abril de 2017, virou alvo de cinco investiga\u00e7\u00f5es de uma s\u00f3 vez com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht. O senador \u00e9 suspeito de ter recebido propina e repasses ilegais para campanhas em troca de vantagens para a empreiteira em obras como a Cidade Administrativa, em Minas, e as usinas do Rio Madeira, Santo Ant\u00f4nio e Jirau. Em maio, foi tragado pelas dela\u00e7\u00f5es da JBS, que resultaram nas pris\u00f5es tempor\u00e1rias de sua irm\u00e3 e de um primo. Esteve afastado do mandato por mais de 40 dias por determina\u00e7\u00e3o do STF. \u00c9 acusado, entre outras coisas, de receber mais de R$ 80 milh\u00f5es em propina e doa\u00e7\u00f5es eleitorais para atuar em favor de interesses do grupo. \u00c9 investigado, ainda, pelo recebimento de R$ 2 milh\u00f5es da JBS, solicitados por ele em conversa gravada com o empres\u00e1rio Joesley Batista. O dinheiro foi transportado por um primo dele para o escrit\u00f3rio do senador Zez\u00e9 Perrella (PMDB-MG). A PGR pediu a pris\u00e3o do senador, mas o pedido foi negado pelo ministro Marco Aur\u00e9lio que determinou, ainda, sua volta ao mandato. Abaixo, nota enviada por sua assessoria.<\/p>\n<p>\u201cSobre as cita\u00e7\u00f5es do ex-senador Delc\u00eddio Amaral, s\u00e3o declara\u00e7\u00f5es feitas sem qualquer tipo de prova. Segundo o pr\u00f3prio delator, de \u201couvir dizer\u201d de terceiros. O ex-senador do PT repetiu acusa\u00e7\u00f5es que vem sendo feitas por petistas contra A\u00e9cio Neves. O senador A\u00e9cio jamais interferiu ou influenciou nos trabalhos de qualquer CPI, sendo absurda e caluniosa a acusa\u00e7\u00e3o de falsifica\u00e7\u00e3o de documentos.<\/p>\n<p>Sobre a Cidade Administrativa de Minas Gerais, o senador A\u00e9cio Neves n\u00e3o participou de ato il\u00edcito envolvendo o processo de licita\u00e7\u00e3o ou execu\u00e7\u00e3o das obras. A licita\u00e7\u00e3o do complexo j\u00e1 foi objeto de ampla investiga\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual (Inqu\u00e9rito Civil P\u00fablico 0024.07.000.185-4) que concluiu pelo arquivamento ap\u00f3s constatar a regularidade dos procedimentos.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s obras das usinas hidrel\u00e9tricas do rio Madeira, elas foram licitadas pelo governo federal, \u00e0 \u00e9poca sob gest\u00e3o do PT, n\u00e3o havendo, portanto, nenhuma participa\u00e7\u00e3o do governo de Minas nos processos. N\u00e3o existe sequer um \u00fanico ind\u00edcio de atua\u00e7\u00e3o do senador A\u00e9cio no setor de energia em favor de qualquer empresa.<\/p>\n<p>Sobre as declara\u00e7\u00f5es feitas pelo r\u00e9u confesso dono da JBS, s\u00e3o afirma\u00e7\u00f5es falsas forjadas por Joesley Batista para incriminar o senador com objetivo de obter o benef\u00edcio da impunidade penal.<\/p>\n<p>O senador jamais recebeu 80 milh\u00f5es em propina da JBS, n\u00e3o tendo oferecido nunca benef\u00edcios \u00e0 empresa como o pr\u00f3prio delator Ricardo Saud afirmou em seu depoimento: \u201cEle (A\u00e9cio) nunca fez nada por n\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p>Um total R$ 50,2 milh\u00f5es foram doados pela JBS ao comit\u00ea financeiro nacional e \u00e0 Dire\u00e7\u00e3o Nacional do PSDB em 2014. Desse total, R$ 30,44 milh\u00f5es foram repassados para a campanha presidencial. Outros R$ 6,3 milh\u00f5es foram doa\u00e7\u00f5es feitas a diret\u00f3rios regionais e candidatos estaduais e R$ 4 milh\u00f5es doados no per\u00edodo pr\u00e9-eleitoral, totalizando R$ 60,5 milh\u00f5es em doa\u00e7\u00f5es integralmente declaradas ao TSE.<\/p>\n<p>A defesa do senador A\u00e9cio Neves trabalha para provar tamb\u00e9m \u00e0 Justi\u00e7a que o empr\u00e9stimo de R$ 2 milh\u00f5es oferecido por Joesley Batista ao senador n\u00e3o envolveu recursos p\u00fablicos nem qualquer contrapartida ou propina, como as pr\u00f3prias conversas gravadas apontam.<\/p>\n<p>Assessoria do senador A\u00e9cio Neves.\u201d<\/p>\n<p>Antonio Anastasia (PSDB)<\/p>\n<p>Responde aos inqu\u00e9ritos 4414 e 4423, abertos com base em dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato. \u00c9 suspeito de receber vantagens indevidas em forma de doa\u00e7\u00f5es de campanha eleitoral. Segundo delatores, a empreiteira doou R$ 1,8 milh\u00e3o em 2009 para a campanha do tucano ao governo de Minas Gerais a pedido de A\u00e9cio. Em 2010, ano da elei\u00e7\u00e3o, os colaboradores informaram que os repasses chegaram a R$ 5,47 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O ex-governador de Minas Gerais disse que, em toda sua trajet\u00f3ria pol\u00edtica, \u201cnunca tratou de qualquer assunto il\u00edcito com ningu\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p>Zez\u00e9 Perrella (PMDB)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 3281, por lavagem de dinheiro. N\u00e3o deu retorno aos pedidos de esclarecimentos feitos pela reportagem.<\/p>\n<p>PAR\u00c1<\/p>\n<p>Jader Barbalho (PMDB)<\/p>\n<p>O ex-presidente do Senado est\u00e1 na mira da Lava Jato desde 2015. O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerver\u00f3 afirmou em dela\u00e7\u00e3o premiada que pagou propina de US$ 6 milh\u00f5es a ele e ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL), em 2006. A suspeita resultou na abertura de inqu\u00e9ritos contra o ex-governador paraense. Responde a seis inqu\u00e9ritos (2909, 3993, 4171, 4172, 4267 e 4326) no Supremo Tribunal Federal. As acusa\u00e7\u00f5es v\u00e3o de crime contra a ordem tribut\u00e1ria a corrup\u00e7\u00e3o passiva, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e lavagem de dinheiro.<\/p>\n<p>N\u00e3o respondeu \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es da reportagem para apresentar sua defesa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s acusa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Paulo Rocha (PT)<\/p>\n<p>Alvo do inqu\u00e9rito 4449, que apura os crimes de corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro, \u00e9 suspeito de ter pedido doa\u00e7\u00f5es eleitorais na forma de caixa dois para a campanha de Helder Barbalho, hoje ministro da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, ao governo do Par\u00e1, em 2014. Na \u00e9poca, os dois integravam a mesma chapa.<\/p>\n<p>\u201cA utiliza\u00e7\u00e3o desses recursos obedeceu estritamente \u00e0s normas da legisla\u00e7\u00e3o eleitoral \u201c, disse o senador.<\/p>\n<p>PARA\u00cdBA<\/p>\n<p>C\u00e1ssio Cunha Lima (PSDB)<\/p>\n<p>O primeiro-vice-presidente do Senado responde ao inqu\u00e9rito 4386, baseado na dela\u00e7\u00e3o da Odebrecht na Lava Jato. \u00c9 suspeito de receber R$ 800 mil em vantagens indevidas em troca da promessa de favorecer a empreiteira. Tamb\u00e9m \u00e9 alvo do inqu\u00e9rito 3404, por crimes contra a ordem tribut\u00e1ria e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, instaurado a partir de informa\u00e7\u00f5es do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), que apontaram movimenta\u00e7\u00f5es financeiras at\u00edpicas, de cerca de R$ 1,5 milh\u00e3o, entre agosto de 2006 e mar\u00e7o de 2009. \u00c0 \u00e9poca, ele era governador da Para\u00edba. Veja abaixo suas explica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cRecebi uma doa\u00e7\u00e3o da Braskem, que \u00e9 do grupo Odebrecht, na campanha de 2014. Essa doa\u00e7\u00e3o foi devidamente declarada na minha presta\u00e7\u00e3o de contas.  Trata-se de inqu\u00e9rito e n\u00e3o de a\u00e7\u00e3o. Ningu\u00e9m est\u00e1 imune a investiga\u00e7\u00f5es, sobretudo os que exercem fun\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. O inqu\u00e9rito \u00e9 o ambiente pr\u00f3prio para que tudo seja esclarecido.\u201d<\/p>\n<p>PARAN\u00c1<\/p>\n<p>Gleisi Hoffmann (PT)<\/p>\n<p>A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores \u00e9 r\u00e9 no STF por lavagem de dinheiro e corrup\u00e7\u00e3o passiva, em a\u00e7\u00e3o penal derivada do inqu\u00e9rito 3979, da Lava Jato. O doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa declararam que a senadora recebeu R$ 1 milh\u00e3o do esquema para sua campanha ao Senado em 2010. Ela ainda \u00e9 alvo dos inqu\u00e9ritos 4130 e 4342, por corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cRecebo a not\u00edcia desta investiga\u00e7\u00e3o com tristeza e ao mesmo tempo com tranquilidade. Tristeza por ter meu nome envolvido em caso de corrup\u00e7\u00e3o. O maior patrim\u00f4nio que eu tenho, constru\u00eddo ao longo destes anos, \u00e9 o meu nome e a minha trajet\u00f3ria p\u00fablica em defesa do direito das pessoas e de uma sociedade com justi\u00e7a social. E tranquilidade, porque eu n\u00e3o temo a investiga\u00e7\u00e3o e terei condi\u00e7\u00f5es de provar que nada tenho com este esquema que atacou a Petrobras. A investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 oportunidade de esclarecimento dos fatos e espero que seja a forma de acabar com o julgamento antecipado.<\/p>\n<p>N\u00e3o conhe\u00e7o e jamais mantive contato com Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef. Reafirmo minha disposi\u00e7\u00e3o de colaborar com todo o processo investigat\u00f3rio.\u201d<\/p>\n<p>PERNAMBUCO<\/p>\n<p>Fernando Bezerra Coelho (PSB)<\/p>\n<p>Ex-ministro da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, \u00e9 investigado pela Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato no inqu\u00e9rito 4005, pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrup\u00e7\u00e3o passiva. Em dela\u00e7\u00e3o premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que o senador pediu ao doleiro Alberto Youssef R$ 20 milh\u00f5es para a campanha de Eduardo Campos (PSB) a governador, em 2010. Na \u00e9poca, Fernando Bezerra Coelho era secret\u00e1rio estadual de Campos. \u201cN\u00e3o foi apresentada nenhuma prova ou den\u00fancia contra o senador. H\u00e1 in\u00fameras inconsist\u00eancias nos depoimentos dos delatores\u201d, alega a assessoria do parlamentar. Ele \u00e9 investigado em outros cinco inqu\u00e9ritos (3958, 4064, 3090, 3707 e 3710), por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, peculato, corrup\u00e7\u00e3o, crimes de responsabilidade e lavagem de dinheiro. Abaixo, a \u00edntegra da manifesta\u00e7\u00e3o encaminhada pelo gabinete do senador.<\/p>\n<p>\u201cNestes quase 40 anos de vida p\u00fablica de Fernando Bezerra Coelho n\u00e3o h\u00e1 qualquer condena\u00e7\u00e3o em desfavor do parlamentar, que, entre as principais fun\u00e7\u00f5es administrativas que ocupou, foi prefeito de Petrolina (PE) por tr\u00eas vezes; secret\u00e1rio da Casa Civil do Governo do Estado de Pernambuco, de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e de Agricultura; presidente do Complexo Industrial Portu\u00e1rio de Suape e ministro da Integra\u00e7\u00e3o Nacional. Na trajet\u00f3ria pol\u00edtica, Fernando Bezerra elegeu-se deputado federal por duas vezes, deputado estadual e senador.<\/p>\n<p>Sobre as investiga\u00e7\u00f5es em curso: o 4005: encontra-se em tramita\u00e7\u00e3o no Supremo Tribunal Federal (STF). O referido inqu\u00e9rito \u00e9 baseado em ila\u00e7\u00f5es\/colabora\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias, absolutamente infundadas e sem qualquer lastro de prova. O 3707: apura supostas falhas na presta\u00e7\u00e3o de contas de conv\u00eanios firmados pela Prefeitura de Petrolina nos anos de 2001 e de 2005 (amplia\u00e7\u00e3o da rede municipal de saneamento e constru\u00e7\u00e3o de cisternas). A defesa de Fernando Bezerra j\u00e1 apresentou todas as presta\u00e7\u00f5es de contas aos \u00f3rg\u00e3os de controle competentes e permanece \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para quais outros eventuais questionamentos.<\/p>\n<p>O 3958: apura suposto crime de peculato, encontra-se em fase de dilig\u00eancias complementares e, at\u00e9 este momento, nada vincula a participa\u00e7\u00e3o de Fernando Bezerra Coelho.<\/p>\n<p>O 3090: apura suposta irregularidades na execu\u00e7\u00e3o de conv\u00eanio celebrado, em julho de 2004, entre a 3\u00aa Superintend\u00eancia Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do S\u00e3o Francisco e do Parna\u00edba (Codevasf) e o Munic\u00edpio de Petrolina\/PE;o   3710: apura supostas irregularidades praticadas em licita\u00e7\u00f5es, no \u00e2mbito do munic\u00edpio de Petrolina\/PE. O suposto denunciante retratou-se integralmente dos fatos imputados por ele ao senador perante o ju\u00edzo da 2\u00aa Vara Criminal de Petrolina, onde respondeu a uma queixa-crime, e, em 29 de maio de 2014, novamente se retratou integralmente perante a Pol\u00edcia Federal de Juazeiro. A defesa do senador Fernando Bezerra Coelho protocolizou pedido de arquivamento e, em 05\/01\/2017, o inqu\u00e9rito foi remetido \u00e0 Procuradoria Geral da Rep\u00fablica (PGR), aguardando manifesta\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>O 4064: inqu\u00e9rito instaurado h\u00e1 mais de dez anos. A defesa do senador Fernando Bezerra formalizou quest\u00e3o de ordem demonstrando que fora autorizada, em 2007, uma intercepta\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica por juiz absolutamente incompetente. A quest\u00e3o est\u00e1 sob a aprecia\u00e7\u00e3o do ministro relator no STF, Roberto Barroso.<\/p>\n<p>Importante ressaltar que, assim como ocorreu com inqu\u00e9rito recentemente arquivado pelo referido ministro relator Marco Aur\u00e9lio Mello (Inqu\u00e9rito 4139\/STF), a defesa do senador Fernando Bezerra Coelho est\u00e1 segura que, uma vez esclarecidos os fatos nos inqu\u00e9ritos acima, eles tamb\u00e9m ser\u00e3o igualmente arquivados. O senador refor\u00e7a que continua, como sempre esteve, \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para prestar todo e qualquer esclarecimento \u00e0s autoridades respons\u00e1veis pelas referidas investiga\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>Humberto Costa (PT)<\/p>\n<p>\u00c9 investigado no inqu\u00e9rito 3985, por lavagem de dinheiro e corrup\u00e7\u00e3o passiva, em raz\u00e3o de fatos apurados pela Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato. De acordo com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, o senador recebeu de maneira il\u00edcita R$ 1 milh\u00e3o para a campanha ao Senado em 2010.<\/p>\n<p>\u201cO senador Humberto Costa tem a responder que o referido inqu\u00e9rito foi aberto h\u00e1 mais de dois anos e, desde o primeiro momento, ele disponibilizou todos os seus sigilos \u00e0s autoridades competentes, com as quais sempre tem cooperado. Nesses quase 30 meses, foram feitos sucessivos pedidos de prorroga\u00e7\u00e3o sem que, at\u00e9 hoje, o procedimento tenha chegado a qualquer comprova\u00e7\u00e3o de irregularidade. A pr\u00f3pria Pol\u00edcia Federal j\u00e1 pediu o arquivamento do caso. O senador Humberto Costa aguarda que as autoridades respons\u00e1veis concluam, com a brevidade poss\u00edvel, a apura\u00e7\u00e3o dos fatos, que v\u00e3o comprovar a absoluta improced\u00eancia do que lhe foi imputado.\u201d<\/p>\n<p>PIAU\u00cd<\/p>\n<p>Ciro Nogueira (PP)<\/p>\n<p>Presidente nacional do PP, responde ao inqu\u00e9rito 3989, da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, pelos crimes de lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e corrup\u00e7\u00e3o passiva. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa citou Ciro como respons\u00e1vel pela indica\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o dos repasses a pol\u00edticos do PP ap\u00f3s a morte do ex-deputado Jos\u00e9 Janene. Ainda \u00e9 investigado nos inqu\u00e9ritos 3910 e 4074 por lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e tr\u00e1fico de influ\u00eancia. No primeiro caso, Ciro e sua esposa, a deputada Iracema Portella (PP-PI), s\u00e3o suspeitos de usar notas frias no aluguel de ve\u00edculos de uma locadora pertencente a um deputado estadual, de quem o casal \u00e9 amigo.<\/p>\n<p>Nem o senador nem a sua assessoria atenderam aos pedidos de esclarecimentos feitos pela reportagem.<\/p>\n<p>RIO DE JANEIRO<\/p>\n<p>Lindbergh Farias (PT)<\/p>\n<p>O l\u00edder do PT responde a quatro inqu\u00e9ritos (3124, 3595, 3616 e 4415) por crimes de responsabilidade e contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, improbidade administrativa e corrup\u00e7\u00e3o passiva. A investiga\u00e7\u00e3o mais recente foi desencadeada pela dela\u00e7\u00e3o de ex-executivos da Odebrecht. Segundo os delatores, Lindbergh recebeu R$ 4,5 milh\u00f5es n\u00e3o declarados para suas campanhas de 2008 e 2010. Em contrapartida, dizem eles, a empreiteira foi beneficiada com contratos administrativos relacionados ao programa Pr\u00f3-Moradia, quando Lindbergh era prefeito de Nova Igua\u00e7u. Em fevereiro, o Supremo havia arquivado outro inqu\u00e9rito da Lava Jato contra Lindbergh com base em dela\u00e7\u00e3o do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. A PGR concluiu naquele caso que n\u00e3o havia elementos que incriminassem o senador. Veja o que diz o senador, por meio da sua assessoria.<\/p>\n<p>\u201cTodos os questionamentos relacionados \u00e0 gest\u00e3o do ent\u00e3o prefeito Lindbergh Farias j\u00e1 analisados no Supremo Tribunal Federal (STF) foram rejeitados.<\/p>\n<p>Enfatizamos que as investiga\u00e7\u00f5es ainda em andamento na Suprema Corte s\u00e3o preliminares e que o senador Lindbergh Farias n\u00e3o \u00e9 r\u00e9u, n\u00e3o responde a qualquer processo e nunca teve contra si qualquer condena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao inqu\u00e9rito 3988, reiteramos que todas as doa\u00e7\u00f5es da campanha foram oficiais, devidamente registradas na forma da lei, auditadas e aprovadas por unanimidade pela Justi\u00e7a Eleitoral.<\/p>\n<p>O senador Lindbergh Farias reafirma a confian\u00e7a na Justi\u00e7a e a certeza de que o STF arquivar\u00e1 os casos.\u201d<\/p>\n<p>Rom\u00e1rio (Podemos)<\/p>\n<p>\u00c9 investigado no inqu\u00e9rito 4303, por crimes contra o meio ambiente. O Minist\u00e9rio P\u00fablico acusa o ex-jogador de futebol de ter cometido danos ambientais na constru\u00e7\u00e3o de uma quadra de futebol e de futev\u00f4lei \u00e0s margens do Lago Parano\u00e1, em Bras\u00edlia. Ele nega.<\/p>\n<p>RIO GRANDE DO NORTE<\/p>\n<p>Garibaldi Alves Filho (PMDB)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 4440. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que a empreiteira repassou, na forma de caixa dois, R$ 200 mil para a elei\u00e7\u00e3o do senador em 2010.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Agripino (DEM)<\/p>\n<p>Presidente nacional do DEM, \u00e9 acusado por um delator de receber R$ 1 milh\u00e3o de um esquema de fraudes no Detran-RN (inqu\u00e9rito 4011). Ainda \u00e9 alvo dos inqu\u00e9ritos 4141 e 4184, por corrup\u00e7\u00e3o, e 4399. No primeiro, \u00e9 suspeito de ter recebido propina de executivos da OAS em troca de favores na constru\u00e7\u00e3o do est\u00e1dio Arena das Dunas, em Natal. No segundo procedimento, responde por peculato pela contrata\u00e7\u00e3o de um funcion\u00e1rio fantasma em seu gabinete. J\u00e1 no \u00faltimo inqu\u00e9rito, baseado nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht na Lava Jato, \u00e9 suspeito de ter recebido da empreiteira R$ 100 mil para sua campanha eleitoral. O caso tamb\u00e9m envolve seu filho, o deputado Felipe Maia (DEM-RN). O relator do inqu\u00e9rito, Edson Fachin, pediu \u00e0 Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica que se manifeste sobre a eventual prescri\u00e7\u00e3o dos crimes atribu\u00eddos ao senador.<\/p>\n<p>A assessoria do senador disse que ele n\u00e3o faria, a respeito do tema, nenhuma manifesta\u00e7\u00e3o nova. O senador tem negado todas as acusa\u00e7\u00f5es lan\u00e7adas contra ele.<\/p>\n<p>Especificamente sobre a quest\u00e3o envolvendo o Detran-RN, em nota \u00e0 imprensa, Agripino afirmou n\u00e3o entender as raz\u00f5es que levaram \u00e0 \u201creabertura deste assunto\u201d no STF. Ele diz que o pr\u00f3prio acusador j\u00e1 o havia isentado de participa\u00e7\u00e3o no esquema. A fraude, de acordo com dela\u00e7\u00e3o de empres\u00e1rio, envolvia o pagamento de propina a integrantes do governo do Rio Grande do Norte entre 2008 e 2011.<\/p>\n<p>RIO GRANDE DO SUL<\/p>\n<p>Lasier Martins (PSD)<\/p>\n<p>\u00c9 investigado por agress\u00e3o \u00e0 ex-mulher. Ele nega ter praticado ato de viol\u00eancia, mas diz que n\u00e3o comenta o caso por estar em segredo de Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>ROND\u00d4NIA<\/p>\n<p>Acir Gurgacz (PDT)<\/p>\n<p>O l\u00edder do PDT responde aos inqu\u00e9ritos 3011 e 3025, pelos crimes de dano ao er\u00e1rio e contra a ordem tribut\u00e1ria, e \u00e0 a\u00e7\u00e3o penal 935, por lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro. No processo, \u00e9 acusado, na condi\u00e7\u00e3o de diretor da empresa de \u00f4nibus Eucatur, de ter cometido fraude para obter financiamento junto ao Banco da Amaz\u00f4nia SA (Basa), em 2002, e de ter aplicado os recursos recebidos de maneira diversa da contratada.<\/p>\n<p>Ivo Cassol (PP)<\/p>\n<p>Primeiro senador condenado pelo Supremo, em agosto de 2013, foi sentenciado a quatro anos e oito meses de pris\u00e3o, em regime semiaberto, e multa de R$ 201 mil. Quatro anos depois, o ex-governador de Rond\u00f4nia ainda recorre da condena\u00e7\u00e3o, em liberdade e no pleno exerc\u00edcio do mandato. O parlamentar, inclusive, preside a poderosa Comiss\u00e3o de Agricultura do Senado. Sua condena\u00e7\u00e3o vem da a\u00e7\u00e3o penal 565, por crime contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es. Segundo os ministros do Supremo, ele direcionou licita\u00e7\u00f5es a cinco empresas de conhecidos na d\u00e9cada de 1990, quando era prefeito de Rolim de Moura. A Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica (PGR) j\u00e1 pediu a perda do mandato e a pris\u00e3o do senador. O STF interrompeu o julgamento do \u00faltimo recurso de Cassol em 2016.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m \u00e9 r\u00e9u em outras duas a\u00e7\u00f5es penais (562 e 891), por cal\u00fania e corrup\u00e7\u00e3o eleitoral, e \u00e9 alvo de cinco inqu\u00e9ritos (3158, 2828, 3614, 3820 e 4411), por peculato, improbidade administrativa, falsidade ideol\u00f3gica, lavagem de dinheiro, corrup\u00e7\u00e3o passiva e crimes contra o sistema financeiro e contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Questionado pela reportagem, o senador assim reagiu: \u201cResponderei apenas na Justi\u00e7a o que devo a ela\u201d.<\/p>\n<p>Valdir Raupp (PMDB)<\/p>\n<p>O ex-governador de Rond\u00f4nia \u00e9 alvo de 11 acusa\u00e7\u00f5es criminais, seis delas (inqu\u00e9ritos 3982, 3989, 4267, 4319, 4323 e 4326) s\u00e3o derivadas da Lava Jato. Ele responde por lavagem de dinheiro, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e corrup\u00e7\u00e3o passiva. Tamb\u00e9m responde ao inqu\u00e9rito 4129, por peculato e forma\u00e7\u00e3o de quadrilha. \u00c9 r\u00e9u nas a\u00e7\u00f5es penais 358, 383, 577 e 1015 por crimes eleitorais e uso de documentos falsos, crimes contra o sistema financeiro, peculato e corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nem Raupp nem sua assessoria retornaram os pedidos de explica\u00e7\u00f5es feitos pela reportagem.<\/p>\n<p>RORAIMA<\/p>\n<p>Romero Juc\u00e1 (PMDB)<\/p>\n<p>O atual l\u00edder do governo no Senado e presidente do PMDB \u00e9 alvo de nove investiga\u00e7\u00f5es (3989, 3297, 2116, 2963, 4211, 4267, 4326, 4347 e 4501), por crimes como corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, contra a ordem tribut\u00e1ria, apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita previdenci\u00e1ria, falsidade ideol\u00f3gica, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha, crimes eleitorais e de responsabilidade. O senador, flagrado em \u00e1udio defendendo a sa\u00edda da ex-presidente Dilma para \u201cestancar a sangria\u201d da Lava Jato, \u00e9 investigado em cinco inqu\u00e9ritos abertos ap\u00f3s as dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht, acusado de cobrar propinas milion\u00e1rias para atender a interesses do grupo no Congresso.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 investigado na Opera\u00e7\u00e3o Zelotes, suspeito de interceder para beneficiar empresas com d\u00edvidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Um dos procedimentos apura a origem e o destino de R$ 100 mil jogados para fora de um carro por um de seus auxiliares momentos antes de ser abordado pela pol\u00edcia durante a campanha eleitoral de 2010. A investiga\u00e7\u00e3o mais recente apura se o senador recebeu propina em troca de contrato firmado entre os Correios e a Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de T\u00eanis (CBT).<\/p>\n<p>Juc\u00e1 foi um dos senadores que optaram por n\u00e3o se manifestar sobre as acusa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Telm\u00e1rio Mota (PTB)<\/p>\n<p>Responde ao inqu\u00e9rito 4296 por viol\u00eancia dom\u00e9stica. A den\u00fancia de agress\u00e3o foi feita por uma jovem de 19 anos que denunciou ter sido agredida at\u00e9 desmaiar por Telm\u00e1rio. Exame de corpo de delito verificou a exist\u00eancia de les\u00f5es na cabe\u00e7a, boca, orelha, dorso, bra\u00e7o e joelho. Em depoimento \u00e0 pol\u00edcia, ela disse que mantinha relacionamento com o senador havia tr\u00eas anos e que as agress\u00f5es f\u00edsicas e amea\u00e7as eram recorrentes. Por\u00e9m, pouco tempo depois ela se retratou e negou a viol\u00eancia.<\/p>\n<p>O senador diz ser v\u00edtima de arma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cAcerca do Inq 4296 que tramita perante o Supremo Tribunal Federal, o Senador Telm\u00e1rio Mota informa que n\u00e3o s\u00e3o verdadeiros os fatos narrados pela Sra Maria Aparecida, no final do ano de 2015. Esclarece que jamais houve qualquer tipo de viol\u00eancia por parte do Senador Telm\u00e1rio Mota, sendo certo que a suposta v\u00edtima j\u00e1 desmentiu, por diversas vezes, as supostas agress\u00f5es. Seus familiares, ouvidos perante a autoridade policial, tamb\u00e9m desmentiram as acusa\u00e7\u00f5es. Cumpre alertar, que est\u00e3o se utilizando desse embuste para lan\u00e7ar cortina de fuma\u00e7a sobre os casos de corrup\u00e7\u00e3o que assolam as biografias de seus advers\u00e1rios pol\u00edticos. Assim, o Senador est\u00e1 tranquilo de sua inoc\u00eancia e acredita sempre na justi\u00e7a brasileira.<\/p>\n<p>SANTA CATARINA<\/p>\n<p>Dal\u00edrio Beber (PSDB)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 4408. Na dela\u00e7\u00e3o da Odebrecht, aparece como suspeito de intermediar um pagamento de R$ 500 mil em 2012 \u00e0 campanha a prefeito do tamb\u00e9m tucano Napole\u00e3o Bernardes. Suas explica\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>\u201cRecebo com surpresa a inser\u00e7\u00e3o do meu nome no rol dos investigados. N\u00e3o tive, at\u00e9 o presente momento, qualquer acesso ao processo para conhecer o conte\u00fado do que me \u00e9 atribu\u00eddo. Recha\u00e7o com veem\u00eancia toda e qualquer den\u00fancia de pr\u00e1tica de il\u00edcitos. Estou indignado, mas absolutamente tranquilo, pois minha consci\u00eancia em nada me acusa. Digo \u00e0 sociedade brasileira, em especial, aos catarinenses, que sempre confiaram em mim, que espero que rapidamente a verdade seja restabelecida. Neste momento, coloco-me inteiramente \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>D\u00e1rio Berger (PMDB)<\/p>\n<p>Responde a um inqu\u00e9rito e cinco a\u00e7\u00f5es penais. No inqu\u00e9rito 3927, \u00e9 investigado por crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, suspeito de ter burlado a legisla\u00e7\u00e3o ao contratar sem concorr\u00eancia p\u00fablica empresa para instalar e operar radares quando era prefeito de Florian\u00f3polis. Tamb\u00e9m \u00e9 alvo das a\u00e7\u00f5es penais 938, 943, 1010, 1011 e 1012 por crimes de responsabilidade e contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es, forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e crimes contra a paz p\u00fablica.<\/p>\n<p>\u201cEm ambos os casos o senador est\u00e1 convicto de que os inqu\u00e9ritos n\u00e3o ultrapassar\u00e3o esta fase. J\u00e1 apresentou suas explica\u00e7\u00f5es a respeito das investiga\u00e7\u00f5es e aguarda com tranquilidade o arquivamento dos mesmos\u201d, afirma sua assessoria.<\/p>\n<p>SERGIPE<\/p>\n<p>Eduardo Amorim (PSDB)<\/p>\n<p>Primeiro suplente da Mesa Diretora do Senado, \u00e9 investigado no inqu\u00e9rito 2867, que apura a pr\u00e1tica de crimes contra a Lei de Licita\u00e7\u00f5es e improbidade administrativa. De acordo com o senador, a investiga\u00e7\u00e3o recai sobre uma licita\u00e7\u00e3o para compra de medicamentos para hospital p\u00fablico de Sergipe quando ele comandava a Secretaria Estadual de Sa\u00fade. Conforme o senador, tanto o Minist\u00e9rio P\u00fablico quanto o Tribunal de Contas do Estado defendem o arquivamento do processo.<\/p>\n<p>\u201cComo m\u00e9dico, tive de escolher entre fazer as licita\u00e7\u00f5es com urg\u00eancia ou deixar os pacientes morrerem. Optei pela vida\u201d, declarou.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 investigado no inqu\u00e9rito 4438, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht. A suspeita \u00e9 de que recebeu, junto com a tamb\u00e9m senadora Maria do Carmo (DEM-SE), doa\u00e7\u00f5es il\u00edcitas da empreiteira. O relator do inqu\u00e9rito, Edson Fachin, solicitou \u00e0 PGR que se manifeste sobre a eventual prescri\u00e7\u00e3o dos crimes.<\/p>\n<p>\u201cESCLARECIMENTO DO SENADOR EDUARDO AMORIM<\/p>\n<p>Em resposta \u00e0 mat\u00e9ria publicada no site Congresso em Foco, no dia 18 de julho de 2017, com o t\u00edtulo \u201cOs senadores sob suspeita e o que eles dizem sobre as acusa\u00e7\u00f5es em an\u00e1lise no STF\u201d, o senador Eduardo Amorim (PSDB) esclarece o que se segue:<\/p>\n<p>\u201cAfirmo que respondo a um inqu\u00e9rito iniciado h\u00e1 cerca de 15 anos, mas que em Sergipe a an\u00e1lise j\u00e1 foi finalizada. Tanto o Minist\u00e9rio P\u00fablico quanto o Tribunal de Contas do Estado (TCE) defendem o arquivamento do processo. J\u00e1 houve inspe\u00e7\u00e3o realizada pelo TCE, que julgou regular os dois procedimentos licitat\u00f3rios desde 13 de maio de 2004.<\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca, o procurador da Rep\u00fablica, Paulo Gustavo Guedes Fontes, entendeu que os agentes p\u00fablicos n\u00e3o cometeram qualquer crime.  Depois de analisarem vasta documenta\u00e7\u00e3o, os procuradores do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal e os conselheiros do TCE\/SE decidiram que os gestores da Sa\u00fade n\u00e3o haviam cometido nenhuma irregularidade. Muito pelo contr\u00e1rio: foi tomada uma atitude para o bem da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Optei pela compra dos medicamentos por ter consci\u00eancia em salvar vidas. Qualquer homem de bem, no meu lugar como gestor, teria feito o que fiz \u00e0 \u00e9poca: comprado os rem\u00e9dios depois da recomenda\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas do Estado. Se n\u00e3o o tivesse feito, pessoas morreriam, sofreriam. Preservei, valorizei e respeitei a coisa p\u00fablica e a vida.<\/p>\n<p>Em abril deste ano, houve um relato de dois delatores da Odebrecht afirmando que o ex-prefeito Jo\u00e3o Alves (DEM) teria pedido contribui\u00e7\u00f5es para a campanha de 2014. Eu n\u00e3o conhe\u00e7o e nunca vi os empres\u00e1rios citados. Se algu\u00e9m entrou em contato com eles, fez isso sem meu conhecimento. Nem eu, nem o meu vice autorizamos quem quer que seja a pedir ou falar em nossos nomes. Refuto veementemente essas acusa\u00e7\u00f5es. Quem pediu e pegou o que n\u00e3o deveria que pague pelas atitudes. Tenho a consci\u00eancia muito tranquila. Todas as doa\u00e7\u00f5es da minha campanha foram oficiais, declaradas e encontram-se \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o no site do TSE. No mais, estou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a para poss\u00edveis esclarecimentos.\u201d, afirma Eduardo Amorim.\u201d<\/p>\n<p>Maria do Carmo Alves (DEM)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 4438, aberto com base nas dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht. A suspeita \u00e9 de que o marido dela, o ex-governador Jo\u00e3o Alves, pediu \u00e0 empreiteira doa\u00e7\u00e3o, via caixa dois, para ela e o senador Eduardo Amorim (PSDB-SE). O relator do inqu\u00e9rito, Edson Fachin, solicitou \u00e0 PGR que se manifeste sobre a eventual prescri\u00e7\u00e3o dos crimes atribu\u00eddos \u00e0 senadora.<\/p>\n<p>S\u00c3O PAULO<\/p>\n<p>Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) \u2013 Licenciado<\/p>\n<p>O atual ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores \u00e9 alvo de investiga\u00e7\u00e3o baseada em depoimento do presidente da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, delator da Lava Jato. Ele citou o nome de Aloysio entre os 18 candidatos que, segundo ele, receberam doa\u00e7\u00f5es il\u00edcitas. O tucano reconheceu ter recebido R$ 200 mil da UTC para sua campanha eleitoral ao Senado, em 2010, mas ressaltou que o dinheiro foi legalmente declarado \u00e0 Justi\u00e7a eleitoral. Desde abril, responde ao Inqu\u00e9rito 4428, em que \u00e9 suspeito de receber ilegalmente R$ 500 mil do grupo Odebrecht para financiar sua campanha para o Senado em troca de favores pol\u00edticos.<\/p>\n<p>\u201cEm nenhum momento a Odebrecht afirma que pagou propina a Aloysio Nunes Ferreira, conforme relato do delator tornado p\u00fablico pelo STF. O que a empreiteira diz \u00e9 que repassou ao ent\u00e3o candidato recursos n\u00e3o contabilizados para sua campanha ao Senado, em 2010, o que ele nega ter recebido.<\/p>\n<p>Assessoria de imprensa do ministro Aloysio Nunes Ferreira\u201d<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Serra (PSDB)<\/p>\n<p>O ex-governador paulista responde ao inqu\u00e9rito 4428, que apura o repasse de R$ 23 milh\u00f5es pela Odebrecht via caixa dois para a campanha presidencial de 2010. Segundo delator, o pagamento foi feito durante a execu\u00e7\u00e3o das obras do Rodoanel e parte do dinheiro foi entregue no Brasil e outra parte, no exterior.<\/p>\n<p>\u201cO senador Jos\u00e9 Serra reitera que n\u00e3o cometeu nenhuma irregularidade e que suas campanhas foram conduzidas pelo partido, na forma da lei. A abertura do inqu\u00e9rito pelo Supremo Tribunal Federal servir\u00e1 como oportunidade de demonstrar essas afirma\u00e7\u00f5es e a lisura de sua conduta\u201d, disse sua assessoria.<\/p>\n<p>Marta Suplicy (PMDB)<\/p>\n<p>A ex-prefeita de S\u00e3o Paulo responde aos inqu\u00e9ritos 3544, por estelionato, quadrilha e falsidade ideol\u00f3gica, e 4404, derivado da Lava Jato. Delatores da Odebrecht afirmam que ela recebeu da empreteira, via caixa dois, R$ 550 mil em 2008, quando concorreu \u00e0 prefeitura de S\u00e3o Paulo, e R$ 500 mil na campanha para o Senado, em 2010, por meio do marido, M\u00e1rcio Toledo, tamb\u00e9m investigado. O casal alega que declarou \u00e0 Justi\u00e7a eleitoral todos os recursos recebidos e que a acusa\u00e7\u00e3o \u00e9 \u201cleviana\u201d e \u201cmentirosa\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO inqu\u00e9rito 3544 est\u00e1 sendo devidamente acompanhado pelo escrit\u00f3rio do advogado Dr. David Rechulski, que representa a senadora Marta Suplicy. O escrit\u00f3rio tem prestado todas as informa\u00e7\u00f5es solicitadas nestes autos, sendo certo que n\u00e3o pairam quaisquer irregularidades envolvendo a senadora Marta Suplicy no que tange a esta investiga\u00e7\u00e3o\u201d, diz a assessoria de Marta.<\/p>\n<p>TOCANTINS<\/p>\n<p>K\u00e1tia Abreu (PMDB)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 4419. Delatores da Odebrecht afirmam que a ex-ministra da Agricultura recebeu da empreiteira, na forma de caixa dois, R$ 500 mil para sua campanha eleitoral em 2014. O repasse do dinheiro, segundo as dela\u00e7\u00f5es, foi intermediado pelo engenheiro agr\u00f4nomo Mois\u00e9s Pinto Gomes, marido da senadora, tamb\u00e9m investigado. Sua manifesta\u00e7\u00e3o sobre o assunto:<\/p>\n<p>\u201cA respeito da decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal, que autorizou abertura de inqu\u00e9rito para investigar nove ministros, 29 senadores e 42 deputados federais, na qual o meu nome \u00e9 citado, declaro que: Lamentavelmente, por desconhecer o conte\u00fado da decis\u00e3o do ministro Edson Fachin, n\u00e3o tenho, neste momento, elementos suficientes que me permitam rebater as supostas acusa\u00e7\u00f5es feitas contra mim e o meu marido, mas afirmo categoricamente que, em toda a minha vida p\u00fablica, nunca participei corrup\u00e7\u00e3o e nunca aceitei participar de qualquer movimento de grupos fora da lei. Estarei \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para prestar todos os esclarecimentos necess\u00e1rios de maneira a eliminar qualquer d\u00favida sobre a nossa conduta.<\/p>\n<p>Sigo trabalhando no Senado pelo Brasil e pelo Tocantins. Minha hist\u00f3ria e minha corre\u00e7\u00e3o s\u00e3o a base fundamental da minha defesa.\u201d<\/p>\n<p>Vicentinho Alves (PR)<\/p>\n<p>Inqu\u00e9rito 3807, por crimes da Lei de Licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Congresso Em Foco, por Isabella Macedo O levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco mostrou que cerca de metade dos deputados e senadores da atual legislatura (2015-2018) responde a algum procedimento investigat\u00f3rio no Supremo Tribunal Federal (STF). 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