{"id":14511,"date":"2017-10-24T10:45:41","date_gmt":"2017-10-24T14:45:41","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=14511"},"modified":"2017-10-24T10:45:41","modified_gmt":"2017-10-24T14:45:41","slug":"apos-uma-decada-para-concluir-erro-de-projeto-limita-a-geracao-de-usinas-do-madeira-que-custaram-r-40-bilhoes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/10\/24\/apos-uma-decada-para-concluir-erro-de-projeto-limita-a-geracao-de-usinas-do-madeira-que-custaram-r-40-bilhoes\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s uma d\u00e9cada para concluir, erro de projeto limita a gera\u00e7\u00e3o de usinas do Madeira, que custaram R$ 40 bilh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"14512\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/10\/24\/apos-uma-decada-para-concluir-erro-de-projeto-limita-a-geracao-de-usinas-do-madeira-que-custaram-r-40-bilhoes\/9aad5008-f702-4f33-8d05-f4cb4f4ac7d9\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9.jpeg?fit=768%2C432\" data-orig-size=\"768,432\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9.jpeg?fit=300%2C169\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9.jpeg?fit=600%2C338\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9.jpeg?resize=600%2C338\" alt=\"9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9\" width=\"600\" height=\"338\" class=\"alignnone size-full wp-image-14512\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9.jpeg?w=768 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9.jpeg?resize=300%2C169 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/9AAD5008-F702-4F33-8D05-F4CB4F4AC7D9.jpeg?resize=533%2C300 533w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Com informa\u00e7\u00f5es do Estad\u00e3o &#8211;\u00a0S\u00edmbolos da retomada das grandes obras de infraestrutura no Pa\u00eds, as hidrel\u00e9tricas de Jirau e de Santo Ant\u00f4nio levaram quase uma d\u00e9cada para ficarem prontas. Em meio a atrasos, pol\u00eamicas e brigas judiciais, foram quase R$ 40 bilh\u00f5es investidos nas duas usinas \u2013 que s\u00e3o, respectivamente, a quarta e a quinta maiores do Brasil. Mas, agora que est\u00e3o finalmente conclu\u00eddas, com suas 100 turbinas em opera\u00e7\u00e3o, descobriu-se que uma falha t\u00e9cnica pode limitar boa parte da gera\u00e7\u00e3o de energia das hidrel\u00e9tricas pelos pr\u00f3ximos dois anos.<!--more--><\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico foi conclu\u00eddo somente no m\u00eas passado pelo Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS), que determinou uma redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 1.600 megawatts do potencial total das usinas \u2013 o suficiente para atender cerca de 5 milh\u00f5es de pessoas \u2013 sob risco de causar um blecaute nas regi\u00f5es Sul e Sudeste do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>A origem do problema est\u00e1 em uma estrutura chamada \u201celetrodo de terra\u201d, um aterramento de dezenas de barras de a\u00e7o que tem a fun\u00e7\u00e3o de manter o equil\u00edbrio das linhas de transmiss\u00e3o das duas usinas do Rio Madeira, redes que carregam energia por 2,4 mil km de dist\u00e2ncia, de Porto Velho (RO) at\u00e9 Araraquara (SP).<\/p>\n<p>Em testes recentes, o ONS percebeu que o aterramento simplesmente foi constru\u00eddo em cima de um grande bloco de granito, situa\u00e7\u00e3o que compromete totalmente o funcionamento, porque eleva a intensidade de energia, em vez de reduzi-la. O resultado disso pode ser a queima de transformadores, por exemplo.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"14513\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/10\/24\/apos-uma-decada-para-concluir-erro-de-projeto-limita-a-geracao-de-usinas-do-madeira-que-custaram-r-40-bilhoes\/c654a22c-fc99-463b-8cbe-f3d73610a03f\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/C654A22C-FC99-463B-8CBE-F3D73610A03F.jpeg?fit=480%2C270\" data-orig-size=\"480,270\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"C654A22C-FC99-463B-8CBE-F3D73610A03F\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/C654A22C-FC99-463B-8CBE-F3D73610A03F.jpeg?fit=300%2C169\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/C654A22C-FC99-463B-8CBE-F3D73610A03F.jpeg?fit=480%2C270\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/C654A22C-FC99-463B-8CBE-F3D73610A03F.jpeg?resize=480%2C270\" alt=\"C654A22C-FC99-463B-8CBE-F3D73610A03F\" width=\"480\" height=\"270\" class=\"alignnone size-full wp-image-14513\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/C654A22C-FC99-463B-8CBE-F3D73610A03F.jpeg?w=480 480w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/C654A22C-FC99-463B-8CBE-F3D73610A03F.jpeg?resize=300%2C169 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/p>\n<p>Essa estrutura de seguran\u00e7a entra em opera\u00e7\u00e3o quando h\u00e1 paralisa\u00e7\u00f5es em um dos linh\u00f5es de transmiss\u00e3o. Por conta do problema, o ONS concluiu que poderia haver riscos de blecautes em situa\u00e7\u00f5es que exigissem o desligamento de um dos bipolos (dispositivo com dois terminais acess\u00edveis, por meio do qual flui a corrente el\u00e9trica) que transportam energia do Rio Madeira.<\/p>\n<p>\u201cRealmente, isso foi uma surpresa para n\u00f3s. \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o in\u00e9dita no sistema\u201d, disse ao Estado o diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata. \u201cO local foi aprovado por n\u00f3s. A concession\u00e1ria IE Madeira (dona do projeto) usou os mesmos procedimentos para instalar seu outro eletrodo em Araraquara e n\u00e3o teve problemas. Mas encontrou essa situa\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica no terreno de Porto Velho. O solo tem granito e apresenta alta resist\u00eancia. Ent\u00e3o, \u00e9 preciso buscar outro local.\u201d<\/p>\n<p>Em vez dos 6.300 megawatts (MW) de pot\u00eancia planejados para sair de Rond\u00f4nia e chegar ao interior de S\u00e3o Paulo, o ONS determinou que a carga m\u00e1xima n\u00e3o poder\u00e1 ultrapassar 4.700 MW. A Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) confirmou que o problema, associado aos crit\u00e9rios de seguran\u00e7a adotados pelo ONS, \u201cpode causar limita\u00e7\u00e3o no escoamento de energia do complexo do Madeira\u201d e que convocou a concession\u00e1ria IE Madeira e o ONS para apresentarem explica\u00e7\u00f5es e alternativas para resolver o problema.<\/p>\n<p>A concession\u00e1ria ter\u00e1 de procurar outro terreno em Porto Velho, comprar a \u00e1rea e refazer o projeto. A estrutura pode custar at\u00e9 R$ 60 milh\u00f5es. O ONS j\u00e1 determinou que, at\u00e9 dezembro de 2019, as limita\u00e7\u00f5es de entrega de energia de Jirau e Santo Ant\u00f4nio continuar\u00e3o. Segundo a Aneel, \u201co projeto e sua execu\u00e7\u00e3o s\u00e3o de total responsabilidade da concession\u00e1ria, que deve disponibilizar as instala\u00e7\u00f5es de transmiss\u00e3o em plena capacidade, conforme estabelecido no contrato de concess\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A concession\u00e1ria IE Madeira, controlada pela empresa ISA Cteep, est\u00e1 em busca de outra \u00e1rea em Porto Velho para construir seu novo eletrodo de terra. A estimativa \u00e9 de que a constru\u00e7\u00e3o do novo aterramento vai custar entre R$ 45 milh\u00f5es e R$ 60 milh\u00f5es. O tempo de obra leva cerca de seis meses, mas \u00e9 preciso incluir nesse cronograma etapas como desapropria\u00e7\u00e3o, aquisi\u00e7\u00e3o da terra, licenciamento ambiental e testes.<\/p>\n<p>Seis \u00e1reas j\u00e1 est\u00e3o sendo estudadas para receber a nova estrutura. O objetivo \u00e9 que o terreno, que tem a dimens\u00e3o aproximada de um campo de futebol, fique fora da \u201cmesa\u201d de granito que, conforme se descobriu depois dos problemas ocorridos com o eletrodo, est\u00e1 presente em boa parte do subsolo de Porto Velho.<\/p>\n<p>Uma empresa de geologia foi contratada para encontrar o melhor local e, segundo o diretor t\u00e9cnico da IE Madeira, Jairo Kalife, a empresa est\u00e1 em busca de alguma falha geol\u00f3gica no solo, onde o granito esteja quebrado.<\/p>\n<p>\u201cFoi uma surpresa e tanto. Essa mesa de granito est\u00e1 a alguns quil\u00f4metros de profundidade. \u00c9 uma composi\u00e7\u00e3o rochosa enorme. Prospectamos toda a regi\u00e3o e constatamos que 90% da \u00e1rea em volta de Porto Velho \u00e9 impr\u00f3pria para essas estruturas\u201d, disse. \u201cS\u00f3 descobrimos essa fragilidade agora, quando fomos fazer os testes com toda a pot\u00eancia das usinas.\u201d<\/p>\n<p>A companhia nega qualquer responsabilidade sobre as restri\u00e7\u00f5es de transmiss\u00e3o determinadas pelo ONS. Apesar dos problemas com o eletrodo, Kalife disse que as limita\u00e7\u00f5es para a gera\u00e7\u00e3o das duas usinas n\u00e3o t\u00eam nenhuma rela\u00e7\u00e3o com a quest\u00e3o no aterramento, mas sim com outras estruturas do sistema que ainda n\u00e3o foram conclu\u00eddas em Araraquara, al\u00e9m de crit\u00e9rios de seguran\u00e7a impostos pelo Operador.<\/p>\n<p>\u201cNossos bipolos podem transmitir toda a energia, sem falhas. Existem outras limita\u00e7\u00f5es em Araraquara que fazem com que o ONS n\u00e3o queira assumir riscos maiores\u201d, disse Kalife, destacando que o linh\u00e3o j\u00e1 chegou a operar em mar\u00e7o a plena carga, mesmo ap\u00f3s o ONS ter identificado a falha na estrutura.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com informa\u00e7\u00f5es do Estad\u00e3o &#8211;\u00a0S\u00edmbolos da retomada das grandes obras de infraestrutura no Pa\u00eds, as hidrel\u00e9tricas de Jirau e de Santo Ant\u00f4nio levaram quase uma d\u00e9cada para ficarem prontas. 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