{"id":17692,"date":"2018-04-21T10:21:12","date_gmt":"2018-04-21T14:21:12","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=17692"},"modified":"2018-04-21T10:21:12","modified_gmt":"2018-04-21T14:21:12","slug":"a-guerra-gera-pobreza-mas-a-pobreza-gera-guerra-afirma-francisco","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2018\/04\/21\/a-guerra-gera-pobreza-mas-a-pobreza-gera-guerra-afirma-francisco\/","title":{"rendered":"\u201cA guerra gera pobreza, mas a pobreza gera guerra\u201d, afirma Francisco"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"17693\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2018\/04\/21\/a-guerra-gera-pobreza-mas-a-pobreza-gera-guerra-afirma-francisco\/o-4\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/o.jpg?fit=275%2C183\" data-orig-size=\"275,183\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"o\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/o.jpg?fit=275%2C183\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/o.jpg?fit=275%2C183\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/o.jpg?resize=275%2C183\" alt=\"o\" width=\"275\" height=\"183\" class=\"alignnone size-full wp-image-17693\" \/><\/p>\n<p>Humanitas Unisinos &#8211; Em p\u00e9, com a cabe\u00e7a inclinada e um ramo de flores brancas e amarelas na m\u00e3o, Francisco se apresenta como um \u201cperegrino\u201d no cemit\u00e9rio de Alessano, onde est\u00e1 sepultado, h\u00e1 25 anos, Tonino Bello, o bispo de Molfetta e presidente da Pax Christi. Durante uns cinco minutos, Bergoglio ficou em sil\u00eancio para o recordar, rezando diante da l\u00e1pide de m\u00e1rmore que cont\u00e9m seus restos e na qual se l\u00ea: \u201cDom Tonino Bello, terci\u00e1rio franciscano\u201d. Ao seu lado, h\u00e1 uma oliveira, sinal dessa paz que para dom Tonino era a primeira urg\u00eancia neste mundo fraturado. Em seus ramos se agitam bandeirinhas com as cores do arco-\u00edris e as palavras \u201cPaz. Pace. Peace\u201d.<!--more--><\/p>\n<p>A reportagem \u00e9 de Salvatore Cernuzio, publicada por Vatican Insider, 20-04-2018. A tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 do Cepat.<\/p>\n<p>Francisco chegou em prociss\u00e3o, com o bispo de Ugento-Santa Maria de Leuca, dom Vito Angiuli, e com o substituto da Secretaria de Estado, Angelo Becciu. Tamb\u00e9m os acompanhava a prefeita Francesca Torsello. Ap\u00f3s ter rezado na sepultura do Servo de Deus, o Papa se sentou por alguns instantes em frente \u00e0 sepultura da m\u00e3e Maria, que se encontra a poucos passos, segundo expressou dom Bello, que queria \u201cestar perto da m\u00e3e\u201d.<\/p>\n<p>No mesmo cemit\u00e9rio, foi realizada a sauda\u00e7\u00e3o a um grupo de parentes de dom Tonino, que lhe entregaram uma estola que pertenceu ao religioso, presente durante uma de suas viagens a El Salvador, que visitou no d\u00e9cimo anivers\u00e1rio do assassinato de dom \u00d3scar Arnulfo Romero. Francisco beijou as crian\u00e7as e trocou com elas algumas palavras, rompendo o sil\u00eancio com o qual havia iniciado esta visita pastoral a Puglia, onde retornou a menos de um m\u00eas de sua viagem aos lugares do Padre Pio.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o abra\u00e7o com a fam\u00edlia biol\u00f3gica, seguiu o abra\u00e7o \u00e0 \u201cfam\u00edlia ampliada\u201d de Bello, a popula\u00e7\u00e3o de Alessano, que esperava o Pont\u00edfice na pequena pra\u00e7a que fica em frente ao cemit\u00e9rio. Havia cerca de 20.000 pessoas. O Papa Francisco compartilhou com todas elas a emo\u00e7\u00e3o pela ora\u00e7\u00e3o na sepultura de Bello, que, observou, \u201cn\u00e3o se eleva monumentalmente para o alto, ao contr\u00e1rio, est\u00e1 bem plantada na terra: dom Tonino, semeado em sua terra, parece querer nos dizer o quanto amava este territ\u00f3rio\u201d.<\/p>\n<p>\u201cObrigado, terra minha, pequena e pobre, que me fez nascer pobre como voc\u00ea, mas que, precisamente por isso, me deu a riqueza incompar\u00e1vel de compreender os pobres e de poder me dispor agora a servir\u201d, eram as palavras do bispo.<\/p>\n<p>Para ele, os pobres eram a \u201cverdadeira riqueza\u201d. E \u201ctinha raz\u00e3o\u201d, comentou o Papa, \u201cporque os pobres s\u00e3o verdadeiramente a riqueza da Igreja\u201d. Francisco se dirigiu diretamente ao Servo de Deus: \u201cRecorde-nos agora, dom Tonino, frente \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o recorrente de ir atr\u00e1s dos poderosos de turno, de buscar privil\u00e9gios, de nos acostumar a uma vida c\u00f4moda\u201d. Ao contr\u00e1rio, o pr\u00f3prio Evangelho convida \u201ca uma vida muitas vezes inc\u00f4moda\u201d.<\/p>\n<p>\u201cUma Igreja que se importa com os pobres sempre permanece sintonizada no canal de Deus, jamais perde a frequ\u00eancia do Evangelho e sente que deve voltar ao essencial para professar com coer\u00eancia que o Senhor \u00e9 o \u00fanico verdadeiro bem\u201d, afirmou o Papa.<\/p>\n<p>Dom Tonino convida, pois, a \u201cn\u00e3o teorizar a proximidade aos pobres, mas, sim, estar perto deles\u201d. Ele agiu assim, \u201cenvolvendo-se pessoalmente at\u00e9 se despojar de si\u201d. \u201cN\u00e3o se incomodava com os pedidos, o que o feria era a indiferen\u00e7a. N\u00e3o temia a falta de dinheiro, mas se preocupava com a incerteza do trabalho, problema hoje ainda t\u00e3o atual. N\u00e3o perdia a oportunidade para afirmar que, em primeiro lugar, est\u00e1 o trabalhador com sua dignidade, n\u00e3o o lucro com sua avidez. N\u00e3o ficava com os bra\u00e7os cruzados: atuava localmente para semear a paz globalmente, com a convic\u00e7\u00e3o de que a melhor maneira para prevenir a viol\u00eancia e qualquer tipo de guerra \u00e9 cuidar dos necessitados e promover a justi\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Efetivamente, observou o Pont\u00edfice, \u201cse a guerra gera pobreza, tamb\u00e9m a pobreza gera guerra. A paz, por isso, se constr\u00f3i come\u00e7ando pelas casas, pelas ruas, pelas bodegas, ali onde artesanalmente se plasma a comunh\u00e3o\u201d. Dom Tonino dizia \u201ccom muita esperan\u00e7a\u201d: \u201cDa oficina, como um dia da bodega de Nazar\u00e9, vir\u00e1 o verbo de paz que dirigir\u00e1 a humanidade, sedenta de justi\u00e7a, para novos destinos\u201d.<\/p>\n<p>Esta voca\u00e7\u00e3o de paz pertence \u00e0 terra de Alessano, \u201cmaravilhosa terra de fronteira (finis terrae) que dom Tonino chamava \u201cterra-janela\u201d, porque do sul da It\u00e1lia se abrem as portas de par em par a tantos outros do mundo, onde os pobres s\u00e3o cada vez mais numerosos e os ricos s\u00e3o cada vez menos e mais ricos\u201d, disse Francisco. Por isso, acrescentou, \u201cSejam sobretudo uma janela de esperan\u00e7a para que o Mediterr\u00e2neo, hist\u00f3rico ber\u00e7o da civiliza\u00e7\u00e3o, jamais seja um arco estendido de guerra, mas, ao contr\u00e1rio, uma arca de paz acolhedora\u201d.<\/p>\n<p>Em p\u00e9, com a cabe\u00e7a inclinada e um ramo de flores brancas e amarelas na m\u00e3o, Francisco se apresenta como um \u201cperegrino\u201d no cemit\u00e9rio de Alessano, onde est\u00e1 sepultado, h\u00e1 25 anos, Tonino Bello, o bispo de Molfetta e presidente da Pax Christi. Durante uns cinco minutos, Bergoglio ficou em sil\u00eancio para o recordar, rezando diante da l\u00e1pide de m\u00e1rmore que cont\u00e9m seus restos e na qual se l\u00ea: \u201cDom Tonino Bello, terci\u00e1rio franciscano\u201d. Ao seu lado, h\u00e1 uma oliveira, sinal dessa paz que para dom Tonino era a primeira urg\u00eancia neste mundo fraturado. Em seus ramos se agitam bandeirinhas com as cores do arco-\u00edris e as palavras \u201cPaz. Pace. Peace\u201d.<\/p>\n<p>A reportagem \u00e9 de Salvatore Cernuzio, publicada por Vatican Insider, 20-04-2018. A tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 do Cepat.<\/p>\n<p>Francisco chegou em prociss\u00e3o, com o bispo de Ugento-Santa Maria de Leuca, dom Vito Angiuli, e com o substituto da Secretaria de Estado, Angelo Becciu. Tamb\u00e9m os acompanhava a prefeita Francesca Torsello. Ap\u00f3s ter rezado na sepultura do Servo de Deus, o Papa se sentou por alguns instantes em frente \u00e0 sepultura da m\u00e3e Maria, que se encontra a poucos passos, segundo expressou dom Bello, que queria \u201cestar perto da m\u00e3e\u201d.<\/p>\n<p>No mesmo cemit\u00e9rio, foi realizada a sauda\u00e7\u00e3o a um grupo de parentes de dom Tonino, que lhe entregaram uma estola que pertenceu ao religioso, presente durante uma de suas viagens a El Salvador, que visitou no d\u00e9cimo anivers\u00e1rio do assassinato de dom \u00d3scar Arnulfo Romero. Francisco beijou as crian\u00e7as e trocou com elas algumas palavras, rompendo o sil\u00eancio com o qual havia iniciado esta visita pastoral a Puglia, onde retornou a menos de um m\u00eas de sua viagem aos lugares do Padre Pio.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o abra\u00e7o com a fam\u00edlia biol\u00f3gica, seguiu o abra\u00e7o \u00e0 \u201cfam\u00edlia ampliada\u201d de Bello, a popula\u00e7\u00e3o de Alessano, que esperava o Pont\u00edfice na pequena pra\u00e7a que fica em frente ao cemit\u00e9rio. Havia cerca de 20.000 pessoas. O Papa Francisco compartilhou com todas elas a emo\u00e7\u00e3o pela ora\u00e7\u00e3o na sepultura de Bello, que, observou, \u201cn\u00e3o se eleva monumentalmente para o alto, ao contr\u00e1rio, est\u00e1 bem plantada na terra: dom Tonino, semeado em sua terra, parece querer nos dizer o quanto amava este territ\u00f3rio\u201d.<\/p>\n<p>\u201cObrigado, terra minha, pequena e pobre, que me fez nascer pobre como voc\u00ea, mas que, precisamente por isso, me deu a riqueza incompar\u00e1vel de compreender os pobres e de poder me dispor agora a servir\u201d, eram as palavras do bispo.<\/p>\n<p>Para ele, os pobres eram a \u201cverdadeira riqueza\u201d. E \u201ctinha raz\u00e3o\u201d, comentou o Papa, \u201cporque os pobres s\u00e3o verdadeiramente a riqueza da Igreja\u201d. Francisco se dirigiu diretamente ao Servo de Deus: \u201cRecorde-nos agora, dom Tonino, frente \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o recorrente de ir atr\u00e1s dos poderosos de turno, de buscar privil\u00e9gios, de nos acostumar a uma vida c\u00f4moda\u201d. Ao contr\u00e1rio, o pr\u00f3prio Evangelho convida \u201ca uma vida muitas vezes inc\u00f4moda\u201d.<\/p>\n<p>\u201cUma Igreja que se importa com os pobres sempre permanece sintonizada no canal de Deus, jamais perde a frequ\u00eancia do Evangelho e sente que deve voltar ao essencial para professar com coer\u00eancia que o Senhor \u00e9 o \u00fanico verdadeiro bem\u201d, afirmou o Papa.<\/p>\n<p>Dom Tonino convida, pois, a \u201cn\u00e3o teorizar a proximidade aos pobres, mas, sim, estar perto deles\u201d. Ele agiu assim, \u201cenvolvendo-se pessoalmente at\u00e9 se despojar de si\u201d. \u201cN\u00e3o se incomodava com os pedidos, o que o feria era a indiferen\u00e7a. N\u00e3o temia a falta de dinheiro, mas se preocupava com a incerteza do trabalho, problema hoje ainda t\u00e3o atual. N\u00e3o perdia a oportunidade para afirmar que, em primeiro lugar, est\u00e1 o trabalhador com sua dignidade, n\u00e3o o lucro com sua avidez. N\u00e3o ficava com os bra\u00e7os cruzados: atuava localmente para semear a paz globalmente, com a convic\u00e7\u00e3o de que a melhor maneira para prevenir a viol\u00eancia e qualquer tipo de guerra \u00e9 cuidar dos necessitados e promover a justi\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Efetivamente, observou o Pont\u00edfice, \u201cse a guerra gera pobreza, tamb\u00e9m a pobreza gera guerra. A paz, por isso, se constr\u00f3i come\u00e7ando pelas casas, pelas ruas, pelas bodegas, ali onde artesanalmente se plasma a comunh\u00e3o\u201d. Dom Tonino dizia \u201ccom muita esperan\u00e7a\u201d: \u201cDa oficina, como um dia da bodega de Nazar\u00e9, vir\u00e1 o verbo de paz que dirigir\u00e1 a humanidade, sedenta de justi\u00e7a, para novos destinos\u201d.<\/p>\n<p>Esta voca\u00e7\u00e3o de paz pertence \u00e0 terra de Alessano, \u201cmaravilhosa terra de fronteira (finis terrae) que dom Tonino chamava \u201cterra-janela\u201d, porque do sul da It\u00e1lia se abrem as portas de par em par a tantos outros do mundo, onde os pobres s\u00e3o cada vez mais numerosos e os ricos s\u00e3o cada vez menos e mais ricos\u201d, disse Francisco. Por isso, acrescentou, \u201cSejam sobretudo uma janela de esperan\u00e7a para que o Mediterr\u00e2neo, hist\u00f3rico ber\u00e7o da civiliza\u00e7\u00e3o, jamais seja um arco estendido de guerra, mas, ao contr\u00e1rio, uma arca de paz acolhedora\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Humanitas Unisinos &#8211; Em p\u00e9, com a cabe\u00e7a inclinada e um ramo de flores brancas e amarelas na m\u00e3o, Francisco se apresenta como um \u201cperegrino\u201d no cemit\u00e9rio de Alessano, onde est\u00e1 sepultado, h\u00e1 25 anos, Tonino Bello, o bispo de Molfetta e presidente da Pax Christi. 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