{"id":17917,"date":"2018-05-08T12:17:03","date_gmt":"2018-05-08T16:17:03","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=17917"},"modified":"2018-05-08T12:17:03","modified_gmt":"2018-05-08T16:17:03","slug":"uma-outra-historia-a-iconografia-de-um-pais-nada-cordial","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2018\/05\/08\/uma-outra-historia-a-iconografia-de-um-pais-nada-cordial\/","title":{"rendered":"Uma outra hist\u00f3ria: a iconografia de um pa\u00eds nada cordial"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"17918\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2018\/05\/08\/uma-outra-historia-a-iconografia-de-um-pais-nada-cordial\/ico\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?fit=1960%2C1173\" data-orig-size=\"1960,1173\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"ico\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?fit=300%2C180\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?fit=600%2C359\" class=\"alignnone size-full wp-image-17918\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?resize=600%2C359\" alt=\"ico\" width=\"600\" height=\"359\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?w=1960 1960w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?resize=300%2C180 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?resize=768%2C460 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?resize=1024%2C613 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?resize=501%2C300 501w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?w=1200 1200w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/ico.jpg?w=1800 1800w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<div class=\"articulo-subtitulos\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\">Exposi\u00e7\u00e3o em cartaz no IMS, em SP, abrange 75 anos de conflitos mostra pa\u00eds longe de ideia conciliadora<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<aside id=\"compartir_superior\" class=\"compartir\">\n<div class=\"compartir__interior\">\u00a0No El Pa\u00eds<\/div>\n<\/aside>\n<p dir=\"ltr\">Quando olha para as disputas, conflitos e\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/violencia\/a\">viol\u00eancias<\/a>\u00a0atuais, o Brasil tem muitas vezes dificuldade em entender de onde partiu a centelha do conflito, exatamente. Afinal, o retrato do brasileiro como um povo cordial, pac\u00edfico e conciliador abunda tanto na historiografia, quanto na iconografia. As grandes imagens do Brasil falam, muitas vezes, de um pa\u00eds ic\u00f4nico: jangadas ao mar,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/02\/19\/cultura\/1455888899_047091.html\">religi\u00f5es afro-brasileiras<\/a>, novas cidades sendo erigidas em meio ao cerrado. Oferecer uma outra representa\u00e7\u00e3o, que ilustre os conflitos e viol\u00eancias constantes que fizeram e fazem parte da hist\u00f3ria do pa\u00eds, \u00e9 o que pretende a exposi\u00e7\u00e3o\u00a0<em>Conflitos: Fotografia e Viol\u00eancia Pol\u00edtica no Brasil 1889-1964<\/em>, que, depois de uma temporada no Rio de Janeiro, chega ao Instituto Moreira Salles (IMS) de S\u00e3o Paulo nesta ter\u00e7a-feira, dia 8.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"COnSnKTB9toCFYTC4QodM0oPGw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/cultura\/intext_0__container__\"><iframe id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/cultura\/intext_0\" title=\"3rd party ad content\" name=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/cultura\/intext_0\" width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p dir=\"ltr\">Cobrindo um per\u00edodo de 75 anos, as cerca de 400 imagens que comp\u00f5em a exposi\u00e7\u00e3o fazem um percurso atrav\u00e9s de revoltas populares, rebeli\u00f5es, guerras civis, golpes de Estado e tentativas de revolu\u00e7\u00e3o que se deram a partir da proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, em 1889, at\u00e9 o golpe militar de 1964. O grande per\u00edodo abarcado pela mostra e as especificidades de cada evento \u2013 s\u00e3o 19 ao todo \u2013 t\u00eam em comum o fato de que todos os conflitos retratados tiveram, de alguma forma, o envolvimento do Estado e foram parte de um processo maior de disputa pol\u00edtica.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Na exposi\u00e7\u00e3o, cap\u00edtulos menos e mais conhecidos da hist\u00f3ria brasileira ganham, atrav\u00e9s das imagens, uma materialidade que permite uma compreens\u00e3o maior de suas reais dimens\u00f5es e reverbera\u00e7\u00f5es, como a Guerra de Canudos (1896-1897) e o Tenentismo, que durou boa parte da d\u00e9cada de 1920. A primeira foto que abre o percurso de eventos retratos, por exemplo, mostra um homem sendo degolado durante a Revolu\u00e7\u00e3o Federalista (1893-1895), conflito pela disputa do poder do\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/rio_grande_do_sul\/a\">Rio Grande do Sul<\/a>. Na \u00e9poca, a cruel degola era um evento corriqueiro desde, pelo menos, a Guerra do Paraguai (1864-1870), por motivos t\u00e3o f\u00fateis quanto a economia de muni\u00e7\u00e3o e afirma\u00e7\u00e3o de superioridade. Chocante, contudo, a imagem \u00e9 simb\u00f3lica de uma pr\u00e1tica disseminada n\u00e3o s\u00f3 naquele Brasil, mas tamb\u00e9m neste \u2013 quando se lembra das atuais rebeli\u00f5es e disputas de fac\u00e7\u00f5es em pres\u00eddios.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Outras fotos, como a de duas crian\u00e7as em meio aos escombros de uma casa bombardeada em plena Vila Mariana, bairro de classe m\u00e9dia de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/sao_paulo\/a\">S\u00e3o Paulo<\/a>, durante a Revolu\u00e7\u00e3o de 1924, fazem refletir sobre o tamanho que determinados eventos tiveram e a imagem que se t\u00eam deles hoje. Em 1924, a revolta de tenentes descontentes com o Governo Federal de Arthur Bernardes foi um dos passos que resultaram na Revolu\u00e7\u00e3o de 1930, em que Get\u00falio Vargas assumiu o poder. Do conflito, que sitiou a capital paulista por cerca de 20 dias, sa\u00edram milhares de feridos e mortos. Apesar da hist\u00f3ria ser conhecida, a fotografia d\u00e1 contornos reais para o drama da popula\u00e7\u00e3o civil, bombardeada pelo pr\u00f3prio Governo, e faz pensar na real dimens\u00e3o de acontecimentos que \u00e0s vezes s\u00e3o tratados como cap\u00edtulos protocolares nos bancos escolares.<\/p>\n<section id=\"sumario_2|foto\" class=\"sumario_foto centro\"><a name=\"sumario_2\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w980\"><a class=\"enlace\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/05\/08\/album\/1525730428_678887.html\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/05\/07\/cultura\/1525729238_420546_1525731419_sumario_normal.jpg?resize=600%2C437&#038;ssl=1\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/05\/07\/cultura\/1525729238_420546_1525731419_sumario_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/05\/07\/cultura\/1525729238_420546_1525731419_sumario_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/05\/07\/cultura\/1525729238_420546_1525731419_sumario_normal.jpg 980w\" alt=\"Uma outra hist\u00f3ria: a iconografia de um pa\u00eds nada cordial\" width=\"600\" height=\"437\" \/><span class=\"boton_fotogaleria\">ver fotogaler\u00eda<\/span><\/a><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\">\n<h3><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/05\/08\/album\/1525730428_678887.html\">Fotogaleria | As imagens da exposi\u00e7\u00e3o<\/a><\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\">Em conversa com o EL PA\u00cdS, a curadora da exposi\u00e7\u00e3o, Helo\u00edsa Espada, ressalta o fato de que, se por um lado, a mostra \u00e9 um resgate de acontecimentos marcantes da vida nacional, tamb\u00e9m serve como uma pequena hist\u00f3ria da fotografia documental e do fotojornalismo no Brasil. \u201cNo s\u00e9culo XIX, por exemplo, o lugar da fotografia ainda era muito distante da den\u00fancia do fotojornalismo, ent\u00e3o, muito do que h\u00e1 dispon\u00edvel \u00e9 material oficial, que mostra uma determinada narrativa\u201d, diz. Muito do que era produzido tinha a inten\u00e7\u00e3o apenas de revelar o lado vitorioso do Governo, mesmo em ocasi\u00f5es dram\u00e1ticas, como a Guerra de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/02\/04\/politica\/1486239968_195098.html\">Canudos<\/a>, que resultou na morte de 20 mil pessoas, entre soldados e a popula\u00e7\u00e3o do local que foi dizimada. Os relatos das grandes mazelas s\u00f3 vinha por texto e \u00e0 imagem era reservado um car\u00e1ter de hist\u00f3ria oficial.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A evolu\u00e7\u00e3o das tecnologias fotogr\u00e1ficas fazem com que as narrativas tamb\u00e9m mudem. Se antes as fotos eram est\u00e1ticas, a partir dos anos 1930 elas come\u00e7am a mostrar a\u00e7\u00e3o e pontos de vista diferentes e n\u00e3o oficiais \u2013 ainda que, como lembra Espada, toda produ\u00e7\u00e3o iconogr\u00e1fica seja carregada de inten\u00e7\u00f5es. Impressionantes, por exemplo, s\u00e3o as imagens do dia do suic\u00eddio de Get\u00falio Vargas, em 1954: a praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, ent\u00e3o capital federal, completamente tomada por um cortejo de pessoas que levava seu corpo at\u00e9 o aeroporto; os caminh\u00f5es de grande parte da imprensa, identificada pela popula\u00e7\u00e3o por fazer uma campanha anti-getulista, depredados. A\u00ed, o fotojornalismo j\u00e1 era uma realidade e as revistas ilustradas, como a\u00a0<em>Cruzeiro<\/em>, tinham alta vendagem. As inten\u00e7\u00f5es por tr\u00e1s de quem tira a foto e a edita, contudo, nunca deixaram de ser uma quest\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cToda imagem realizada num conflito \u00e9 interessada e abord\u00e1-la \u00e9 abordar tamb\u00e9m os fatores que moldam seus significados\u201d, diz Espada na abertura do livro cat\u00e1logo\u00a0\u2013 que pode ser lido e comprado separadamente. Por isso, segundo ela, o material serve ainda como um registro de como e por quem foi contada a hist\u00f3ria das viol\u00eancias brasileiras. Na elabora\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>Conflitos: Fotografia e Viol\u00eancia Pol\u00edtica no Brasil 1889-1964<\/em>, foram gastos cerca de quatro anos, entre pesquisa e confec\u00e7\u00e3o do material, em que a curadora contou com o apoio de uma equipe de pesquisadores. A soci\u00f3loga Angela Alonso, que participou do processo, escreve tamb\u00e9m no livro: \u201cSe voc\u00ea aprendeu na escola que este \u00e9 um pa\u00eds pac\u00edfico e conciliador, vai desaprender. Aqui se descortina uma sociedade de faca, tiro e bomba. N\u00e3o pense que se fala de um mundo \u00e0 parte, o dos &#8216;marginais&#8217;. \u00c9 do cora\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica que se trata\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00e3o em cartaz no IMS, em SP, abrange 75 anos de conflitos mostra pa\u00eds longe de ideia conciliadora<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-17917","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-4EZ","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17917","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17917"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17917\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17919,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17917\/revisions\/17919"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17917"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17917"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17917"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}