{"id":19732,"date":"2018-12-05T12:32:53","date_gmt":"2018-12-05T16:32:53","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=19732"},"modified":"2018-12-05T12:32:53","modified_gmt":"2018-12-05T16:32:53","slug":"atendi-uma-idosa-que-nunca-tinha-visto-um-medico-e-um-choque-de-realidade-diz-substituto-de-cubano","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2018\/12\/05\/atendi-uma-idosa-que-nunca-tinha-visto-um-medico-e-um-choque-de-realidade-diz-substituto-de-cubano\/","title":{"rendered":"\u201cAtendi uma idosa que nunca tinha visto um m\u00e9dico. \u00c9 um choque de realidade\u201d, diz substituto de cubano"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"19733\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2018\/12\/05\/atendi-uma-idosa-que-nunca-tinha-visto-um-medico-e-um-choque-de-realidade-diz-substituto-de-cubano\/eii\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/eii.jpg?fit=360%2C257\" data-orig-size=\"360,257\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"eii\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/eii.jpg?fit=300%2C214\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/eii.jpg?fit=360%2C257\" class=\"alignnone size-full wp-image-19733\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/eii.jpg?resize=360%2C257\" alt=\"eii\" width=\"360\" height=\"257\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/eii.jpg?w=360 360w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/eii.jpg?resize=300%2C214 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/><\/p>\n<div class=\"articulo-encabezado-texto\">\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<div class=\"articulo-subtitulos\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\">Luan Lima \u00e9 um dos 211 profissionais que se voluntariaram no Cear\u00e1 para minimizar a desassist\u00eancia \u00e0 popula\u00e7\u00e3o enquanto as vagas do Mais M\u00e9dicos n\u00e3o s\u00e3o preenchidas<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<aside id=\"compartir_superior\" class=\"compartir\">\n<div class=\"compartir__interior\">\u00a0No El Pa\u00eds<\/p>\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p>Uma semana depois de ter colado grau, o m\u00e9dico cearense Luan Victor Almeida Lima, de 25 anos, saiu da capital Fortaleza e percorreu 166 quil\u00f4metros at\u00e9 Itai\u00e7aba, cidade natal de seu pai. Seu plano era atuar como m\u00e9dico volunt\u00e1rio no munic\u00edpio, considerado vulner\u00e1vel pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/ms_ministerio_saude_brasil\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/a>, com 60% da popula\u00e7\u00e3o em risco de pobreza, segundo dados do \u00faltimo Censo do IBGE. A vaga que ele passou a ocupar era uma das ocupadas por m\u00e9dicos cubanos pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/mais_medicos\" target=\"_blank\">programa Mais M\u00e9dicos<\/a>. A jornada fazia parte de uma promessa que ele havia feito para ele pr\u00f3prio no in\u00edcio da faculdade: a de prestar um servi\u00e7o de atendimento que via faltar sempre que visitava a fam\u00edlia, nas f\u00e9rias.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"CLrr35uOid8CFUFTwQodGPsGHw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/politica\/intext_0__container__\"><iframe id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/politica\/intext_0\" title=\"3rd party ad content\" name=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/politica\/intext_0\" width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" data-google-container-id=\"5\" data-load-complete=\"true\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p dir=\"ltr\">Luan \u00e9 um dos 211 m\u00e9dicos que se inscreveram na a\u00e7\u00e3o M\u00e9dicos com Amor, apoiada pelo Sindicato dos M\u00e9dicos do Cear\u00e1 para minimizar a desassist\u00eancia em sa\u00fade de milhares de fam\u00edlias pela\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/11\/14\/politica\/1542212032_463199.html\">sa\u00edda de 441 profissionais cubanos<\/a>\u00a0do Programa Mais M\u00e9dicos no Estado. No programa, os m\u00e9dicos podem ficar por at\u00e9 30 dias no munic\u00edpio, que lhes oferece hospedagem e alimenta\u00e7\u00e3o. Em uma semana de voluntariado, atendendo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o que vive em distritos afastados da sede do munic\u00edpio, Luan descobriu uma nova Itai\u00e7aba, ainda mais carente. Conheceu pessoas que nunca haviam tido contato com um m\u00e9dico. Atendeu comunidades sem energia nem \u00e1gua encanada, onde emprego \u00e9 palavra rara e plantar ou receber uma ajuda dos programas sociais s\u00e3o as \u00fanicas formas de sobreviver. Nos lugarejos onde falta o b\u00e1sico, Luan conta que viu doen\u00e7as de f\u00e1cil diagn\u00f3stico em est\u00e1gios t\u00e3o avan\u00e7ados que enviava imagens aos professores da universidade. &#8220;Choque de realidade \u00e9 a palavra&#8221;, repetiu algumas vezes no depoimento que o EL PA\u00cdS reproduz a seguir.<\/p>\n<p class=\"separador_poesia\" dir=\"ltr\">\n<section id=\"sumario_2|foto\" class=\"sumario_foto izquierda\"><a name=\"sumario_2\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/12\/03\/politica\/1543844736_401570_1543850012_sumario_normal.jpg?resize=360%2C481&#038;ssl=1\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/12\/03\/politica\/1543844736_401570_1543850012_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/12\/03\/politica\/1543844736_401570_1543850012_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"M\u00e9dico Luan Victor Almeida realiza trabalho volunt\u00e1rio em Itai\u00e7aba\" width=\"360\" height=\"481\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">M\u00e9dico Luan Victor Almeida realiza trabalho volunt\u00e1rio em Itai\u00e7aba<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">ACERVO PESSOAL<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\">Quando eu entrei na faculdade de Medicina, fiz uma promessa de que faria um trabalho volunt\u00e1rio na cidade do meu pai, em Itai\u00e7aba, depois que me formasse. Sempre morei em\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/fortaleza\">Fortaleza<\/a>, mas todos os anos passava as f\u00e9rias no interior. L\u00e1, m\u00e9dico foi algo que sempre faltou nos postos de sa\u00fade e nos hospitais. Quando meus av\u00f3s adoeciam, a gente tinha que lev\u00e1-los \u00e0 capital. Eu sempre vi que a popula\u00e7\u00e3o de l\u00e1 era desassistida. Sou o primeiro m\u00e9dico da minha fam\u00edlia, e essa decis\u00e3o foi porque admirava aquelas pessoas de jaleco que atendiam aos meus av\u00f3s, que viviam em hospitais.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A medicina foi muito presente na minha vida durante a inf\u00e2ncia por isso e virou um sonho. Mas quando cresci, achei que n\u00e3o teria capacidade porque era um curso muito dif\u00edcil e acabei indo fazer Engenharia Civil, s\u00f3 que eu n\u00e3o gostava. Estudei medicina em uma universidade particular. Colei grau h\u00e1 menos de 15 dias e soube de uma campanha do Sindicato dos M\u00e9dicos do Cear\u00e1 para\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/11\/28\/politica\/1543418616_641873.html\">substituir os cubanos que estavam deixando o Brasil<\/a>. Eu vi a oportunidade de cumprir a minha promessa. S\u00f3 precisaria dizer os hor\u00e1rios de disponibilidade e a cidade para onde eu queria ir. O sindicato ligou para saber se Itai\u00e7aba tinha interesse, e eles estavam h\u00e1 seis meses com uma vaga porque o m\u00e9dico cubano que trabalhava l\u00e1 adoeceu e retornou \u00e0 Cuba.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cheguei em Itai\u00e7aba no s\u00e1bado, tive o domingo para me instalar e segunda j\u00e1 comecei a trabalhar. A Prefeitura me ofereceu uma pousada que custa R$ 40 a di\u00e1ria e mais ajuda de custo para alimenta\u00e7\u00e3o. No primeiro dia, quando j\u00e1 estava encerrando o atendimento, um rapaz de 37 anos chegou no posto com fortes dores no peito, suando muito. Demos a medica\u00e7\u00e3o oral que t\u00ednhamos dispon\u00edvel, pedimos uma ambul\u00e2ncia e levamos ele para a cidade vizinha, Aracati, que tem mais estrutura. Foi bem impactante. Ele estava infartando e, se n\u00e3o tivesse um m\u00e9dico naquele momento, talvez n\u00e3o tivesse sobrevivido.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Eu tenho um v\u00ednculo afetivo forte com Itai\u00e7aba, mas com a sede. No trabalho volunt\u00e1rio, passei a trabalhar nos distritos, em lugares que eu nunca havia estado mesmo frequentando o munic\u00edpio todas as f\u00e9rias desde os meus quatro anos de idade. S\u00e3o lugarejos que eu nem sabia que existiam. Tive a oportunidade de conhecer uma nova cidade dentro da Itai\u00e7aba do meu pai. \u00c9 uma realidade que, da capital, eu n\u00e3o sabia que existia. A palavra \u00e9 choque de realidade, porque nesses distritos n\u00e3o h\u00e1 estrutura do b\u00e1sico pra viver. A minha cidade \u00e9 conhecida dentro do Cear\u00e1 por ser pequena, com menos de 8.000 habitantes. \u00c9 muito pobre e humilde. Mas a zona urbana que eu achava humilde nem se compara aos distritos. H\u00e1 pessoas que n\u00e3o t\u00eam acesso a energia, telefone, \u00e1gua encanada. \u00c9 viver afastado do que a gente, que tem uma vida confort\u00e1vel, considera o m\u00ednimo pra viver.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Eles vivem uma adversidade grande que eu n\u00e3o conhecia. Frequentava a cidade e n\u00e3o conhecia como era. As doen\u00e7as que diagnostiquei s\u00e3o muito b\u00e1sicas e podem ser resolvidas no pr\u00f3prio posto, sem a necessidade de exames. A experi\u00eancia volunt\u00e1ria me mostrou como as pessoas s\u00e3o carentes por um m\u00ednimo de aten\u00e7\u00e3o. Um m\u00e9dico, com apenas caneta e papel ali, j\u00e1 pode mudar a vida dessas pessoas que vivem em um\u00a0<em>interiorzinho<\/em>\u00a0sem internet, telefone nem nada. \u00c9 gratificante fazer parte disso.<\/p>\n<section id=\"sumario_3|foto\" class=\"sumario_foto centro\"><a name=\"sumario_3\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w980\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/12\/03\/politica\/1543844736_401570_1543850148_sumario_normal.jpg?resize=600%2C396&#038;ssl=1\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/12\/03\/politica\/1543844736_401570_1543850148_sumario_normal_recorte1.jpg 1960w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/12\/03\/politica\/1543844736_401570_1543850148_sumario_normal_recorte2.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/12\/03\/politica\/1543844736_401570_1543850148_sumario_normal.jpg 980w\" alt=\"Luan Victor Almeida (\u00e0 direita), em um dos distritos onde trabalha, em Itai\u00e7aba\" width=\"600\" height=\"396\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Luan Victor Almeida (\u00e0 direita), em um dos distritos onde trabalha, em Itai\u00e7aba<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\">Um dia, a Prefeitura improvisou uma casinha pra gente fazer o atendimento no\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/mst_movimiento_sin_tierra\">assentamento sem-terra<\/a>\u00a0Tom\u00e9 Afonso, porque se a gente fosse de casa em casa, conseguir\u00edamos fazer poucos atendimentos porque as casas eram distantes. L\u00e1 eu tive contato com uma senhora de 60 anos, mas apar\u00eancia bastante envelhecida, que nunca havia tido contato com um m\u00e9dico. Ela tinha muita vergonha, mal conseguia falar nem olhar nos meus olhos. A\u00ed ela me disse: \u201cDoutor, \u00e9 que falar com homem, ainda mais com dor nas partes de baixo&#8230;\u201d. Expliquei que era normal falar dessas coisas com um m\u00e9dico, mas vi que precisava conduzir a consulta e ir perguntando o que ela sentia. Tinha infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria h\u00e1 meses. Tentava se tratar com ch\u00e1s, mas n\u00e3o conseguia resolver.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Claro que eu sabia que havia realidades dif\u00edceis em interiores distantes, mas n\u00e3o que existia esse n\u00edvel de povoado dentro da minha cidade. Pessoas sem trabalho, vivendo s\u00f3 do que planta ou de programas do Governo como o\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/pbf_programa_bolsa_familia\">Bolsa Fam\u00edlia<\/a>. Foi um tapa de realidade. S\u00f3 estando ali pra saber o que elas passam. Trabalhei uma semana como volunt\u00e1rio e havia uma vaga no munic\u00edpio. A Prefeitura me contratou, e agora vou ficar l\u00e1 definitivamente. Eu fiz medicina para ajudar a pessoas que l\u00e1 atr\u00e1s eu cruzava na cidade e agora vejo que minha faculdade valeu a pena, que estou fazendo a diferen\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"articulo-trust\"><\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luan Lima \u00e9 um dos 211 profissionais que se voluntariaram no Cear\u00e1 para minimizar a desassist\u00eancia \u00e0 popula\u00e7\u00e3o enquanto as vagas do Mais M\u00e9dicos n\u00e3o s\u00e3o preenchidas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-19732","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-58g","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19732","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19732"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19732\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19734,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19732\/revisions\/19734"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19732"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19732"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19732"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}