{"id":20718,"date":"2019-03-07T09:16:40","date_gmt":"2019-03-07T13:16:40","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=20718"},"modified":"2019-03-07T09:16:40","modified_gmt":"2019-03-07T13:16:40","slug":"marco-das-mulheres-como-e-ser-uma-mulher-trans-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2019\/03\/07\/marco-das-mulheres-como-e-ser-uma-mulher-trans-no-brasil\/","title":{"rendered":"Mar\u00e7o das Mulheres | Como \u00e9 ser uma mulher trans no Brasil?"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 30px;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"20719\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2019\/03\/07\/marco-das-mulheres-como-e-ser-uma-mulher-trans-no-brasil\/7dd59021-bbf6-4db1-a0f7-87ee2f06ff5a\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A.jpeg?fit=640%2C427\" data-orig-size=\"640,427\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A.jpeg?fit=300%2C200\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A.jpeg?fit=600%2C400\" class=\"alignnone size-full wp-image-20719\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A.jpeg?resize=600%2C400\" alt=\"7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A.jpeg?w=640 640w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A.jpeg?resize=300%2C200 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7DD59021-BBF6-4DB1-A0F7-87EE2F06FF5A.jpeg?resize=450%2C300 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Resistir ao preconceito e \u00e0 viol\u00eancia faz parte do cotidiano de mulheres que lutam para ser respeitadas pelo que s\u00e3o<!--more--><\/p>\n<p>Lu Sudr\u00e9<br \/>\nBrasil de Fato |<\/p>\n<p>\u201cSou a primeira mulher trans na Marinha do Brasil e talvez a primeira mulher trans das For\u00e7as Armadas\u201d, diz, orgulhosa, <b><a style=\"font-style: inherit;\" href=\"https:\/\/www.huffpostbrasil.com\/2018\/06\/07\/bruna-benevides-a-resistencia-da-primeira-mulher-trans-na-ativa-da-marinha-brasileira_a_23453761\/\">Bruna Benevides<\/a><\/b>, de 39 anos. Segundo-Sargento da Marinha, Bruna brigou na Justi\u00e7a pelo direito de trabalhar na carreira na qual escolheu e ingressou h\u00e1 21 anos, e, principalmente, por ser identificada e respeitada pelo que \u00e9: uma mulher.<\/p>\n<p>\u201cSer militar \u00e9 um grande desafio porque o espa\u00e7o ainda \u00e9 dominado por homens. <b><a style=\"font-style: inherit;\" href=\"https:\/\/www.dn.pt\/sociedade\/interior\/a-guerra-das-mulheres-nas-forcas-armadas-5457243.html\">Faz 38 anos que as mulheres entraram nas For\u00e7as Armadas<\/a><\/b>, a primeira foi a Marinha, e somente h\u00e1 dois anos tive o direito de permanecer trabalhando\u201d, conta ela, tamb\u00e9m secret\u00e1ria de articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Travestis e Transexuais (Antra).<\/p>\n<p>Por um tempo, Bruna n\u00e3o pode exercer suas fun\u00e7\u00f5es por ser \u201cdiagnosticada\u201d com \u201ctransexualismo\u201d, nomenclatura que classifica a transexualidade como doen\u00e7a. E, por mais \u00a0dif\u00edcil que seja acreditar, apenas em junho do ano passado a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) <b><a style=\"font-style: inherit;\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/bemestar\/noticia\/oms-retira-a-transexualidade-da-lista-de-doencas-mentais.ghtml\">retirou a transexualidade da Classifica\u00e7\u00e3o Internacional de Doen\u00e7as (CID)<\/a><\/b>.<\/p>\n<p>Para a militar, ser mulher trans \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia ininterrupta.\u00a0\u201cAntes de mais nada, \u00e9 lutar diariamente para ter minha identidade de g\u00eanero reconhecida. Ou seja, \u00e9 ter que lutar diariamente em qualquer espa\u00e7o que eu esteja para ser tratada enquanto uma mulher, para ser respeitada enquanto cidad\u00e3 e para ter os meus direitos garantidos\u201d.<\/p>\n<p>Benevides tamb\u00e9m \u00e9 secret\u00e1ria de articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da<b><a style=\"font-style: inherit;\" href=\"https:\/\/pt-br.facebook.com\/antrabrasil\/\"> Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Travestis e Transexuais (Antra)<\/a><\/b><\/p>\n<p>Bruna, atualmente com 39 anos, enfrentou o ambiente masculinizado da Marinha e, fora do trabalho, enfrenta cotidianamente o preconceito e a discrimina\u00e7\u00e3o no pa\u00eds que mais mata pessoas transexuais no mundo.<\/p>\n<p>Entre 2017 e 2018, segundo a <b><a style=\"font-style: inherit;\" href=\"https:\/\/tgeu.org\/\">ONG Transgender Europe<\/a><\/b> (TGEU), que monitorou a ocorr\u00eancia dos homic\u00eddios em 72 pa\u00edses, 167 transexuais foram assassinadas no Brasil. As mulheres trans s\u00e3o as principais v\u00edtimas de crimes b\u00e1rbaros e possuem expectativa de vida de apenas 35 anos. A m\u00e9dia nacional, segundo dados do <b><a style=\"font-style: inherit;\" href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/\">Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica<\/a><\/b> (IBGE) \u00e9 de 75,5 anos.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia f\u00edsica tamb\u00e9m \u00e9 estrutural. Est\u00e1 presente nas pequenas coisas. Nos olhares preconceituosos, quando impedem que mulheres trans usem o banheiro feminino, quando n\u00e3o respeitam o nome social e as chamam por um nome masculino.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 o n\u00e3o reconhecimento de nossa identidade de g\u00eanero mas tamb\u00e9m o processo de desumaniza\u00e7\u00e3o que acontece. A perpetua\u00e7\u00e3o dos estigmas contra nossa popula\u00e7\u00e3o. Portanto, nossos desafios s\u00e3o, antes de mais nada, vencer o preconceito e a transfobia. Mostrar que somos pessoas capazes, que podemos viver em sociedade e ajudar a construir uma coletividade mais digna\u201d, afirma Benevides.<\/p>\n<p>Gabriela Augusto, 25 anos, que atua em defesa do direito das mulheres trans, relata como \u00e9 o cotidiano de viol\u00eancia verbal e emocional ao qual \u00e9 submetida. \u201c\u00c9 muito frequente, pra mim, chegar em algum lugar e as pessoas darem risadinhas. Chegarem perto de mim e falarem: &#8216;nossa, \u00e9 homem&#8217; e voltam para contar para os amigos. Isso me chateia bastante e tamb\u00e9m chateia as pessoas que est\u00e3o ao meu redor\u201d, desabafa.<\/p>\n<p><b><strong style=\"font-style: inherit;\">Informalidade<\/strong><\/b><\/p>\n<p>Advogada, Gabriela detalha que sempre passou por situa\u00e7\u00f5es transf\u00f3bicas no mercado de trabalho. Segundo ela, muitas empresas n\u00e3o sabem lidar com a diversidade no atendimento ou durante entrevistas de emprego.<\/p>\n<p>Para enfrentar essa realidade hostil, a diretora da\u00a0<b><a style=\"font-style: inherit;\" href=\"https:\/\/transcendemos.com.br\/empresaderespeito\/\">Transcendemos criou a campanha \u201cEmpresa de respeito\u201d<\/a><\/b> que incentiva a diversidade no mercado de trabalho. \u201cA ideia \u00e9 conscientizar empresas e organiza\u00e7\u00f5es de que a diversidade, incluindo pessoas trans, LGBTs, mulheres e pessoas negras, \u00e9 algo que deve ser celebrado e valorizado. \u00c9 preparar as empresas para receberem bem qualquer pessoa, para que principalmente n\u00f3s, trans, consigamos ocupar todos esses espa\u00e7os\u201d, destaca Gabriela.<\/p>\n<p>A campanha disponibiliza forma\u00e7\u00e3o para os demais colaboradores da empresa, a partir de palestras, rodas de conversa e tamb\u00e9m por meio de um manual com orienta\u00e7\u00f5es para a viv\u00eancia coletiva e o desenvolvimento de um ambiente respeitoso e inclusivo no trabalho.<\/p>\n<p>Gabriela Augusto, criadora da\u00a0Transcendemos e idealizadora da campanha &#8220;Empresa de Respeito&#8221;<\/p>\n<p>As etapas fazem parte de um processo de certifica\u00e7\u00e3o das empresas, j\u00e1 que a campanha reconhece, por meio de um selo, aquelas organiza\u00e7\u00f5es que est\u00e3o comprometidas a combater o preconceito, o ass\u00e9dio e a intoler\u00e2ncia. Cerca de 40 empresas de pequeno e m\u00e9dio porte j\u00e1 foram certificadas com o selo da campanha, que pode ser f\u00edsico (em formato de placa e totem) ou digital (para uso no site e rede social da organiza\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 custo para que a empresa que quiser participar. O site descreve ainda quais tipos de a\u00e7\u00e3o a empresa certificada desenvolveu, como por exemplo, a presen\u00e7a de banheiros inclusivos, trabalhadores formados, um departamento de comunica\u00e7\u00e3o que desenvolve campanhas, entre outras a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho e o desenvolvimento profissional \u00e9 uma das principais dificuldades das mulheres trans. De acordo com a ONG Transgender Europe, 90% dessa popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 na prostitui\u00e7\u00e3o, em condi\u00e7\u00f5es de extrema vulnerabilidade.<\/p>\n<p>Lutar contra essa realidade \u00e9 tamb\u00e9m o que incentiva Gabriela Augusto. \u201cAs pessoas trans, geralmente, ainda ocupam cargos bem precarizados, quando ocupam cargos no mercado de trabalho formal, ent\u00e3o \u00e9 na \u00e1rea da limpeza, na seguran\u00e7a fazendo bicos. Dificilmente est\u00e3o em um cargo de gest\u00e3o ou lideran\u00e7a. Ou a pessoa trans est\u00e1 na prostitui\u00e7\u00e3o ou em um cargo muito precarizado, em uma terceirizada que mal paga, n\u00e3o oferece direitos e benef\u00edcios, em um servi\u00e7o \u00e1rduo e tendo pouco reconhecimento\u201d, lamenta.<\/p>\n<p>A advogada acredita que a inclus\u00e3o das pessoas trans \u00e9 um caminho contra essa violenta realidade. \u201cA partir do momento que as pessoas veem pessoas trans em cargos de lideran\u00e7a ou como grandes artistas, quebramos o estigma da prostitui\u00e7\u00e3o que ainda vivemos hoje. Fazendo com que pessoas trans ocupem postos de trabalho de grande import\u00e2ncia. Esse \u00e9 um dos caminhos para desconstruir estigmas e lutar para uma qualidade de vida melhor, um mundo melhor para todos n\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p>Conservadorismo<\/p>\n<p>Durante o \u00faltimo pleito eleitoral, que ocorreu em outubro do ano passado, tr\u00eas transexuais \u00a0foram assassinadas a facadas por eleitores e apoiadores de Jair Bolsonaro. A elei\u00e7\u00e3o do pol\u00edtico do PSL gerou uma grande preocupa\u00e7\u00e3o na comunidade LGBT, j\u00e1 que o atual presidente \u00e9 conhecido por coment\u00e1rios LGBTf\u00f3bicos e machistas.<\/p>\n<p>\u201cMe assustou bastante. Me lembro que por v\u00e1rias vezes deixei de sair, por medo. Medo de sair sozinha, deixei de sair com amigos\u201d, confessa Gabriela.<\/p>\n<p>Para Bruna Benevides, o discurso de \u00f3dio na sociedade, impulsionado por figuras como Bolsonaro, diminui a visibilidade positiva para as pessoas trans.<\/p>\n<p>\u201cA diversidade de g\u00eanero vem sendo criminalizada pela agenda conservadora, fundamentalista, que demonizou as discuss\u00f5es de g\u00eanero. Isso faz com que pessoas como eu, que fazem parte dessa diversidade de g\u00eanero, sejam vistas como menos humanas ou pessoas que querem acabar com a fam\u00edlia, portanto, nos transformando em inimigas do Estado. Inimigas da sociedade\u201d, critica a representante da Antra.<\/p>\n<p>8 de mar\u00e7o<\/p>\n<p>Os atos e manifesta\u00e7\u00f5es do <b><a style=\"font-style: inherit;\" href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Dia_Internacional_da_Mulher\">Dia Internacional de Luta das Mulheres <\/a><\/b>demonstram que h\u00e1 uma resposta coletiva contra a transfobia. Bruna Benevides comemora a inclus\u00e3o das mulheres trans nesses espa\u00e7os.<\/p>\n<p>\u201cEstarmos juntas \u00e9 reconhecer nossa identidade de g\u00eanero, mas tamb\u00e9m reconhecer a luta que nos une. Temos muitas coisas que n\u00e3o s\u00e3o em comum, mas precisamos de movimentos que se pautem a partir daquilo que n\u00f3s todas passamos, queremos e desejamos, para uma transforma\u00e7\u00e3o social\u201d, defende Bruna.<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Pedro Ribeiro Nogueira<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resistir ao preconceito e \u00e0 viol\u00eancia faz parte do cotidiano de mulheres que lutam para ser respeitadas pelo que s\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-20718","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-5oa","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20718","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20718"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20718\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20720,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20718\/revisions\/20720"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20718"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20718"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20718"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}