{"id":21066,"date":"2019-03-30T10:09:20","date_gmt":"2019-03-30T14:09:20","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=21066"},"modified":"2019-03-30T10:09:20","modified_gmt":"2019-03-30T14:09:20","slug":"a-regra-de-sangue-da-operacao-condor-a-alianca-mortifera-das-ditaduras-do-cone-sul","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2019\/03\/30\/a-regra-de-sangue-da-operacao-condor-a-alianca-mortifera-das-ditaduras-do-cone-sul\/","title":{"rendered":"A regra de sangue da Opera\u00e7\u00e3o Condor, a alian\u00e7a mort\u00edfera das ditaduras do Cone Sul"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"21067\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2019\/03\/30\/a-regra-de-sangue-da-operacao-condor-a-alianca-mortifera-das-ditaduras-do-cone-sul\/ali-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?fit=1960%2C1191\" data-orig-size=\"1960,1191\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"ali\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?fit=300%2C182\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?fit=600%2C364\" class=\"alignnone size-full wp-image-21067\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?resize=600%2C365\" alt=\"ali\" width=\"600\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?w=1960 1960w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?resize=300%2C182 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?resize=768%2C467 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?resize=1024%2C622 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?resize=494%2C300 494w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?w=1200 1200w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/ali.jpg?w=1800 1800w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<div class=\"articulo-encabezado-texto\">\n<div id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">\n<div class=\"articulo-subtitulos\">\n<h2 class=\"articulo-subtitulo\">A Opera\u00e7\u00e3o Condor, alian\u00e7a entre Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e Bol\u00edvia, permitiu a troca de informa\u00e7\u00f5es e livre tr\u00e2nsito para perseguir, torturar e matar opositores da ditadura no continente<\/h2>\n<div class=\"articulo-apertura \">\n<div id=\"articulo-introduccion\" class=\"articulo-introduccion\">\n<p>Era novembro de 1978, quando o casal uruguaio de ativistas Lili\u00e1n Celiberti e Universindo Rodr\u00edguez D\u00edaz e seus dois filhos, Camilo, 8 anos, e Francesca, 3 anos, foram sequestrados em Porto Alegre. A fam\u00edlia fora raptada em uma opera\u00e7\u00e3o conjunta entre militares brasileiros e uruguaios que perseguiam os opositores das\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/dictadura_brasilena\" target=\"_blank\">ditaduras<\/a>\u00a0para tortur\u00e1-los e mat\u00e1-los. Mas acabou fracassada ap\u00f3s ser descoberta por dois jornalistas. O\u00a0<em>sequestro dos uruguaios<\/em>, como o caso ficou conhecido, tornou-se, anos mais tarde, o exemplo mais emblem\u00e1tico de como ocorreu, na pr\u00e1tica, a<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2015\/09\/10\/internacional\/1441836066_190161.html\" target=\"_blank\">\u00a0Opera\u00e7\u00e3o Condor<\/a>.<!--more--><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"roba_principal\" class=\"envoltorio_publi\">Na \u00e9poca do sequestro, a Condor era uma alian\u00e7a secreta formada entre os governos militares do Brasil, Argentina, Bol\u00edvia, Paraguai, Chile e Uruguai para perseguir os ativistas contra os regimes militares nesses pa\u00edses. Embora formalizada somente em 25 de novembro de 1975, em Santiago do Chile, essa conex\u00e3o repressiva j\u00e1 existia desde o in\u00edcio daquela d\u00e9cada no continente. O jornalista Luiz Cl\u00e1udio Cunha, que juntamente com o fot\u00f3grafo J.B. Scalco, descobriu o sequestro da fam\u00edlia, conta que o caso foi a primeira a\u00e7\u00e3o da Condor em territ\u00f3rio brasileiro. \u201cAt\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o havia nenhuma informa\u00e7\u00e3o sobre a Condor ter entrado no Brasil\u201d, conta ele, que tamb\u00e9m \u00e9 autor do livro\u00a0<em>Opera\u00e7\u00e3o Condor: Sequestro dos Uruguaios<\/em>\u00a0(L&amp;PM, 2008). \u201cO sequestro foi a \u00fanica a\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o flagrada enquanto acontecia\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cunha narra que chegou ao flagrante por meio de um telefonema an\u00f4nimo que recebeu na reda\u00e7\u00e3o da revista\u00a0<em>Veja<\/em>\u00a0em Porto Alegre, onde era diretor. \u201cEra uma sexta-feira, 17 de novembro de 78, e eu recebi um telefonema de S\u00e3o Paulo, de uma pessoa que n\u00e3o se identificou, dizendo o nome de quatro pessoas e um endere\u00e7o\u201d, conta o jornalista. \u201cEu perguntei se eles estavam desaparecidos e me disseram \u201c\u2018n\u00e3o, est\u00e3o\u00a0<em>detenidos<\/em>\u00a0[detidos, em espanhol]\u201d. Cunha afirma que chegou ao endere\u00e7o e fora recebido por Lili\u00e1n Celiberti, com quem come\u00e7ou a falar em espanhol, e logo duas pistolas apareceram apontadas para sua cabe\u00e7a. \u201cMe mandaram entrar, e como eu falei em espanhol, acharam que eu era do Uruguai\u201d, afirma. Os militares buscavam por Hugo Cores, um dos principais ativistas uruguaios e alvo da Opera\u00e7\u00e3o Condor. Ao se identificar como jornalista, e mostrar suas credenciais, Cunha acabou liberado pelos militares e logo se p\u00f4s a escrever tudo o que tinha visto.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Embora o jornalista tenha ido ao apartamento da fam\u00edlia no dia 17 de novembro, j\u00e1 fazia uma semana que Lili\u00e1n havia sido sequestrada. E como o caso acabou tornando-se p\u00fablico ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o da reportagem, L\u00edlian e Universindo foram torturados e presos, mas n\u00e3o foram mortos. \u201cA regra de sangue da Condor era identificar o inimigo, localizar, mandar o comando para pegar, sequestrar, torturar, extrair as informa\u00e7\u00f5es, matar e desaparecer com o corpo\u201d, diz Cunha. \u201cNo caso de Porto Alegre, como aparecem jornalistas no meio da opera\u00e7\u00e3o tiveram que abort\u00e1-la e n\u00e3o puderam matar os sequestrados. Dali em diante, eles n\u00e3o puderam matar a L\u00edlian e o Universindo, porque virou um esc\u00e2ndalo internacional\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para que a Condor pudesse alcan\u00e7ar seus objetivos, um dos acordos era o de livre tr\u00e2nsito dos militares, que podiam atravessar as fronteiras sem mandado judicial ou ordem da Justi\u00e7a, e com anu\u00eancia dos pa\u00edses que faziam parte do pacto. Al\u00e9m disso, a opera\u00e7\u00e3o contava com apoio e suporte dos Estados Unidos que, embora n\u00e3o tivessem participa\u00e7\u00e3o direta nas a\u00e7\u00f5es, sabiam que elas existiam. \u201cOs\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/estados_unidos\" target=\"_blank\">Estados Unidos<\/a>\u00a0tamb\u00e9m forneceram, atrav\u00e9s da CIA, um sistema de comunica\u00e7\u00e3o sofisticado que era utilizado entre todos os pa\u00edses chamado Condortel\u201d, conta Cunha.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A revela\u00e7\u00e3o do sequestro e da a\u00e7\u00e3o de militares uruguaios em solo brasileiro feita por Cunha e Scalco n\u00e3o jogaram luz, por\u00e9m, na Opera\u00e7\u00e3o Condor naquele momento. \u201cNunca ningu\u00e9m soube da exist\u00eancia da Condor, que foi uma organiza\u00e7\u00e3o que s\u00f3 apareceu\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/12\/13\/internacional\/1481657626_461766.html\">a partir da libera\u00e7\u00e3o dos documentos da CIA durante o Governo Clinton nos Estados Unidos [1993-2001]<\/a>\u201d, explica Cunha. Os documentos liberados pelos Estados Unidos atestando a exist\u00eancia da Condor s\u00e3o mais uma pe\u00e7a que se soma \u00e0 hist\u00f3ria das ditaduras tanto no Brasil, como em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul. E esse quebra-cabe\u00e7a contraria, obviamente, a tese proferida pelo presidente Jair Bolsonaro de que n\u00e3o houve ditadura no Brasil.<\/p>\n<section id=\"sumario_1|html\" class=\"sumario_html derecha\">\n<div class=\"sumario__interior\">\n<h3 dir=\"ltr\">O fim da Condor<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">A Opera\u00e7\u00e3o Condor, cujo nome rememora a ave presente no bras\u00e3o oficial do Chile, terminou no in\u00edcio dos anos 80, juntamente com o arrefecimento das ditaduras no continente. Antes disso, por\u00e9m, deu um de seus suspiros finais no aeroporto do Gale\u00e3o, no Rio de Janeiro. Era mar\u00e7o de 1980 quando os ativistas Horacio Domingo Campiglia e Monica Susana, do Movimento Peronista Montoneros, que mantinha resist\u00eancia armada contra a ditadura militar argentina, aterrissaram no Rio para participar de uma conven\u00e7\u00e3o. Ao descerem do avi\u00e3o, j\u00e1 havia um corredor polon\u00eas de oficiais \u00e0 espera dos do casal. \u201cQuando eles desceram da escada do avi\u00e3o, perceberam que seriam presos e logo come\u00e7aram a gritar seus nomes e de onde eram\u201d, conta o jornalista Luiz Cunha.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O desfecho dessa a\u00e7\u00e3o realizada por militares argentinos em solo brasileiro \u00e9 mais amargo do que o\u00a0<em>sequestro dos uruguaios<\/em>: Monica e Horacio foram levados naquele mesmo dia para a Argentina onde foram torturados e mortos. Seus corpos nunca foram encontrados. \u201cNa v\u00e9spera, havia descido um avi\u00e3o no Gale\u00e3o, modelo H\u00e9rcules, com uma tropa armada, uniformizada, do ex\u00e9rcito argentino, que s\u00f3 poderia descer com autoriza\u00e7\u00e3o da aeron\u00e1utica\u201d, diz Cunha. \u201cOu seja, aquela a\u00e7\u00e3o era no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o repressiva da Condor\u201d.<\/p>\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p dir=\"ltr\">Foi a pr\u00f3pria Argentina que, anos mais tarde, seria o primeiro pa\u00eds a\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/05\/27\/internacional\/1464377638_258435.html\" target=\"_blank\">condenar formalmente os chefes da Opera\u00e7\u00e3o Condor.<\/a>\u00a0O longu\u00edssimo julgamento com 105 v\u00edtimas e 18 r\u00e9us teve in\u00edcio em 1999 com cinco casos e foi crescendo gradualmente, durando mais de uma d\u00e9cada. Em 2016, um tribunal federal condenou por \u201cassocia\u00e7\u00e3o il\u00edcita no \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o Condor\u201d alguns dos principais acusados a penas entre 12 e 25 anos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Aqui no Brasil, o Estado do Rio Grande do Sul reconheceu oficialmente, em 1991, o sequestro dos uruguaios e os indenizou. Um ano depois, o ent\u00e3o presidente do Uruguai, Luis Alberto Lacalle fez o mesmo. L\u00edli\u00e1n Celiberti ainda hoje \u00e9 ativista pol\u00edtica no Uruguai. Universindo D\u00edaz faleceu de c\u00e2ncer em 2012, aos 60 anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"articulo-trust\"><\/div>\n<div class=\"teads-inread\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"CMrjj9WEquECFY7G4wcd0h4NBA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/politica\/intext_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Opera\u00e7\u00e3o Condor, alian\u00e7a entre Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e Bol\u00edvia, permitiu a troca de informa\u00e7\u00f5es e livre tr\u00e2nsito para perseguir, torturar e matar opositores da ditadura no continente Era novembro de 1978, quando o casal uruguaio de ativistas Lili\u00e1n Celiberti e Universindo Rodr\u00edguez D\u00edaz e seus dois filhos, Camilo, 8 anos, e Francesca,&#8230;<a class=\"more-link\" href=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2019\/03\/30\/a-regra-de-sangue-da-operacao-condor-a-alianca-mortifera-das-ditaduras-do-cone-sul\/\">Continue a leitura <span class=\"meta-nav\">&raquo;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-21066","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-5tM","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21066","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21066"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21066\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21068,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21066\/revisions\/21068"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21066"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21066"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21066"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}