{"id":23257,"date":"2019-08-12T11:34:58","date_gmt":"2019-08-12T15:34:58","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=23257"},"modified":"2019-08-12T11:34:58","modified_gmt":"2019-08-12T15:34:58","slug":"marcha-das-margaridas-toma-brasilia-em-defesa-da-soberania-e-da-democracia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2019\/08\/12\/marcha-das-margaridas-toma-brasilia-em-defesa-da-soberania-e-da-democracia\/","title":{"rendered":"Marcha das Margaridas toma Bras\u00edlia em defesa da soberania e da democracia"},"content":{"rendered":"<div id=\"viewlet-above-content-title\">\n<h1 class=\"post-title single-post-title entry-title formatacaoTitulo\"><i class=\"fa fa-twitter\"><\/i><i class=\"fa fa-whatsapp\"><\/i><i class=\"fa fa-facebook\"><\/i><strong>\u00a0\u00a0\u00a0<\/strong><\/h1>\n<\/div>\n<div class=\"center-box\"><\/div>\n<div id=\"content-core\">\n<div class=\"tile-rights\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.redebrasilatual.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/margaridas.jpg?w=600&#038;ssl=1\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"newsImageContainer\">\n<h1 class=\"post-title single-post-title entry-title formatacaoTitulo\">Mais de 100 mil trabalhadoras do campo, da floresta e das \u00e1guas devem ocupar a capital federal a partir deste 13 de agosto<\/h1>\n<div class=\"post-box-meta-single espacamentoDaImg\"><\/div>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"post-entry blockquote-style-2\">\n<div class=\"inner-post-entry entry-content textoResponsivo\">\n<div class=\"tile-rights\">Rede Brasil Atual, por ROBERTO PARIZOTTI<\/div>\n<p>S\u00e3o Paulo \u2013\u00a0As dicas que constam do material produzido para a constru\u00e7\u00e3o da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/cidadania\/2019\/07\/marcha-das-margaridas-agosto-brasilia\/\">Marcha das Margaridas<\/a>\u00a02019 dizem\u00a0 muito sobre a origem e a for\u00e7a desse movimento. Sob o lema\u00a0<em>Margaridas na Luta por um Brasil com Soberania Popular, Democracia, Justi\u00e7a, Igualdade e Livre de Viol\u00eancia,<\/em>\u00a0a cartilha sugere a descentraliza\u00e7\u00e3o total das iniciativas do movimento. \u201cN\u00e3o existe uma receita pronta para construir a Marcha das Margaridas\u2026 a criatividade e a ousadia de cada mulher ou grupo \u00e9 o que prevalece\u201d, afirma a publica\u00e7\u00e3o que sugere a\u00e7\u00f5es para ampliar o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/cidadania\/2019\/05\/marcha-das-margaridas-financiamento-coletivo\/\">processo de mobiliza\u00e7\u00e3o.<\/a><\/p>\n<p>Realizada a cada quatro anos desde 2000, em Bras\u00edlia, a Marcha se define como uma a\u00e7\u00e3o ampla e estrat\u00e9gica das\u00a0<a href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/cidadania\/2019\/06\/sete-em-cada-dez-mulheres-do-campo-comecam-a-trabalhar-antes-dos-14-anos\/\">mulheres do campo<\/a>, da floresta e das \u00e1guas com o objetivo de conquistar visibilidade, reconhecimento social, pol\u00edtico e cidadania plena. Elas lutam contra toda forma de explora\u00e7\u00e3o, domina\u00e7\u00e3o, viol\u00eancia e em favor de igualdade, autonomia e liberdade para as mulheres.<\/p>\n<p>Para que seja ampla e representativa, s\u00e3o realizadas<a href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/cidadania\/2019\/07\/sao-paulo-recebe-sarau-das-margaridas-que-prepara-para-a-marcha-de-agosto\/\">\u00a0reuni\u00f5es descentralizadas<\/a>\u00a0e encontros com diversos grupos de mulheres (jovens, idosas, assalariadas, agricultoras familiares, sem-terra, quilombolas, extrativistas, ribeirinhas, pescadoras, etc.). \u201c\u00c9 fundamental que estes encontros sejam bem participativos, estimulando o debate sobre a realidade vivida pelas mulheres do campo, da floresta e das \u00e1guas na atual conjuntura do Pa\u00eds e relacionando estas quest\u00f5es ao car\u00e1ter, aos eixos e aos desafios de constru\u00e7\u00e3o da Marcha\u201d, refor\u00e7a a organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A coordenadora-geral da Marcha 2019, Maria Jos\u00e9 Morais Costa, a Maz\u00e9, conta que milhares de mulheres se envolvem na constru\u00e7\u00e3o desse evento que este ano ocorre nesta ter\u00e7a e quarta (13 e 14). \u201c\u00c9 um processo de forma\u00e7\u00e3o, mobiliza\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o na base. A gente define o lema, o car\u00e1ter e os eixos tem\u00e1ticos que estaremos trabalhando na base\u201d, diz.<\/p>\n<p>\u201cA\u00ed as mulheres passam praticamente dois anos discutindo, fazendo o processo de forma\u00e7\u00e3o na base. Termina uma marcha as mulheres j\u00e1 v\u00e3o pensando (a pr\u00f3xima). Faltando dois anos, j\u00e1 come\u00e7am a intensificar esse processo. Envolve n\u00e3o s\u00f3 as 100 mil que v\u00eam \u00e0 Bras\u00edlia, mas milhares de outras por todo o canto do pa\u00eds e do mundo, que sabem o que \u00e9 a Marcha das Margaridas\u201d, explica a secret\u00e1ria de Mulheres Trabalhadoras Rurais Agricultoras Familiares da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag).<\/p>\n<p>S\u00e3o 27 federa\u00e7\u00f5es e mais de 4 mil os sindicatos filiados \u00e0 Contag, que promove as Marchas com parceria e apoio de movimentos feministas, de mulheres trabalhadoras, centrais sindicais e organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n<h3><strong>Crescimento na democracia<\/strong><\/h3>\n<p>Maz\u00e9 relata que este ano as mulheres est\u00e3o encontrando muitas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/cidadania\/2019\/08\/procuradoria-pede-que-governo-do-distrito-federal-garanta-condicoes-para-marcha-das-margaridas\/\">dificuldades<\/a>\u00a0para a Marcha. \u201cNesse governo que a\u00ed est\u00e1, que s\u00f3 quer retirar os direitos da classe trabalhadora, sobretudo das mulheres, a gente n\u00e3o tem nem como dialogar.\u201d<\/p>\n<p>Assim, os eixos pol\u00edticos da Marcha 2019 tocam em pontos nevr\u00e1lgicos, sob risco no governo Jair Bolsonaro. Tratam da defesa da terra, \u00e1gua e agroecologia; da autodetermina\u00e7\u00e3o dos povos, com soberania alimentar e energ\u00e9tica; pela prote\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o da sociobiodiversidade; por autonomia econ\u00f4mica, trabalho e renda; por previd\u00eancia e assist\u00eancia social p\u00fablica, universal e solid\u00e1ria; por sa\u00fade p\u00fablica e em defesa do SUS; por uma educa\u00e7\u00e3o sexista e antirracista e pelo direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o do campo; pela autonomia e liberdade das mulheres sobre seu corpo e sua sexualidade; por uma vida livre de todas as formas de viol\u00eancia; por democracia com igualdade e fortalecimento da participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das mulheres.<\/p>\n<p>Esta ser\u00e1 a primeira Marcha das Margaridas ap\u00f3s o golpe que em 2016 retirou\u00a0<a href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/politica\/2015\/08\/dilma-para-as-margaridas-tolerancia-zero-com-a-violencia-contra-mulheres-brasileiras-825\/\">Dilma Rousseff<\/a>\u00a0da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. \u201cT\u00ednhamos um di\u00e1logo muito bom nos \u00faltimos anos com os dois governos, de Lula (Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, 2003 a 2010) e Dilma (entre 2011 e 2016)\u201d, lembra a dirigente da Contag. \u201cA gente pode dialogar sobre nossas pautas e conseguimos v\u00e1rias conquistas durante esses governos atrav\u00e9s da Marcha das Margaridas.\u201d<\/p>\n<p>Uma delas foi o t\u00edtulo das terras destinadas \u00e0 reforma agr\u00e1ria em nome tamb\u00e9m das mulheres. Tamb\u00e9m a cria\u00e7\u00e3o do Pronaf Mulher, com a amplia\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o delas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura.<\/p>\n<p>Foi tamb\u00e9m nesse per\u00edodo que se ampliou o combate \u00e0 viol\u00eancia contra as mulheres do campo e da floresta, com uma s\u00e9rie de iniciativas como a cria\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum Nacional de Elabora\u00e7\u00e3o de Pol\u00edticas para o Enfrentamento desse grave problema, al\u00e9m da entrega de 54 unidades m\u00f3veis, inclusive pluviais no Rio Amaz\u00f4nia, para o atendimento \u00e0s mulheres. Esses governos \u201cpopulares e democr\u00e1ticos\u201d, afirma Maz\u00e9, abriram di\u00e1logo com a sociedade, a classe trabalhadora e sobretudo as mulheres. A Marcha da Margaridas, recorda a dirigente, entregava a pauta e tinha oportunidade de debater e dialogar sobre pol\u00edticas e programas direcionados \u00e0s mulheres trabalhadoras rurais.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o tenho d\u00favida que foram os governos que deram mais oportunidades \u00e0s mulheres que est\u00e3o l\u00e1 nas mais diferentes comunidades e munic\u00edpios do Brasil. Foi o momento que fortaleceu a luta das mulheres e nossa mobiliza\u00e7\u00e3o\u201d, refor\u00e7a Maze, destacando que o fato de serem governos de esquerda n\u00e3o esmoreceu a luta dessas trabalhadoras.<\/p>\n<p>\u201cA gente n\u00e3o deixava de pautar e dialogar sobre o que as mulheres desejam, por que estavam marchando. Mesmo sendo um governo da esquerda a gente pautava muito firmemente no sentido de garantir os direitos das trabalhadoras rurais do campo, da floresta e das \u00e1guas.\u201d<\/p>\n<h3><strong>Diversidade nas ruas de Bras\u00edlia<\/strong><\/h3>\n<p>Este ano, a Marcha das Margaridas em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Esplanada dos Minist\u00e9rios ser\u00e1 realizada na manh\u00e3 da quarta-feira 14 de agosto. Mas a mobiliza\u00e7\u00e3o come\u00e7a j\u00e1 na ter\u00e7a, com uma sess\u00e3o solene no plen\u00e1rio da C\u00e2mara dos Deputados, \u00e0s 9h, e a Mostra de Saberes e Sabores das Margaridas, a partir das 14h, no Parque da Cidade. L\u00e1, \u00e0 noite, ser\u00e1 realizado tamb\u00e9m um ato pol\u00edtico cultural.<\/p>\n<p>Desde o ano 2000, assim que acaba uma marcha a pr\u00f3xima j\u00e1 come\u00e7a a ser organizada. Entre uma e outra, as mulheres fazem caravanas, semin\u00e1rios, debates, de forma que todos os documentos produzidos sejam fruto de uma produ\u00e7\u00e3o coletiva. De 20 mil participantes no ano 2000, a Marcha multiplicou-se para 40 mil em 2003, 70 mil em 2007 e 100 mil nos anos de 2011 e 2015.<\/p>\n<p>O segredo do sucesso da marcha, avalia Maz\u00e9, est\u00e1 nesse processo de forma\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o na base. \u201cA marcha envolve profundamente aquelas companheiras que est\u00e3o nas mais diversas comunidades, localidades dos seus munic\u00edpios. Isso faz com que as mulheres fiquem mais fortalecidas, empoderadas e que se envolvam mais para querer participar e realizar marchas estaduais, regionais, marchas municipais, at\u00e9 chegar aqui em Bras\u00edlia.\u201d<\/p>\n<p>S\u00e3o as mulheres trabalhadoras do campo, da floresta e das \u00e1guas, que comungam suas experi\u00eancias de vida e luta, explica a organiza\u00e7\u00e3o. Quando surgiram no espa\u00e7o p\u00fablico, as Margaridas se afirmaram como trabalhadoras rurais. A partir da Marcha de 2007 passaram a se nomear \u201cmulheres do campo e da floresta\u201d.<\/p>\n<p>Em 2015, a denomina\u00e7\u00e3o \u201cmulheres das \u00e1guas\u201d foi inclu\u00edda, para afirmar a diversidade das mulheres rurais, como agricultoras familiares, camponesas, sem-terra, acampadas, assentadas, assalariadas, trabalhadoras rurais, artes\u00e3s, extrativistas, quebradeiras de coco, seringueiras, pescadoras, ribeirinhas, quilombolas, ind\u00edgenas e tantas outras identidades constru\u00eddas no pa\u00eds.<\/p>\n<h3><strong>A primeira Margarida<\/strong><\/h3>\n<p>Margarida Maria Alves \u00e9 a \u201cfor\u00e7a inspiradora\u201d da Marcha. Trabalhadora rural nordestina, conseguiu romper o padr\u00e3o machista e ocupou, por 12 anos, a presid\u00eancia do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Para\u00edba. Aliada \u00e0 trajet\u00f3ria sindical, Margarida lutava e incentivava suas companheiras a lutar pelo direito \u00e0 terra, pela reforma agr\u00e1ria. Tamb\u00e9m queria que as mulheres estudassem e fundou o Centro de Educa\u00e7\u00e3o e Cultura do Trabalhador Rural. Aos 40 anos de idade, em 12 de agosto de 1983, Margarida foi assassinada na porta de casa. Pistoleiros armados de calibre 12 atiraram no seu rosto, na frente de seu filho e de seu marido.<\/p>\n<p>O crime foi uma retalia\u00e7\u00e3o \u00e0s den\u00fancias que a sindicalista fazia contra abusos e desrespeito aos direitos dos trabalhadores nas usinas da regi\u00e3o. \u201cSeu nome se tornou um s\u00edmbolo nacional de for\u00e7a e coragem cultivado pelas mulheres e homens do campo, da floresta e das \u00e1guas\u201d, lembra a cartilha das Margaridas. \u201c\u00c9 em nome dessa luta que a cada quatro anos, no m\u00eas de agosto, milhares de Margaridas de todos os cantos do Pa\u00eds marcham em Bras\u00edlia, num clamor por justi\u00e7a, igualdade e paz no campo e na cidade.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.slideshare.net\/slideshow\/embed_code\/key\/NjlBzPTUM47sgw\" width=\"668\" height=\"714\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<div>\n<p><strong><a title=\"Cartilha Marcha das Margaridas\" href=\"https:\/\/www.slideshare.net\/PauloSouza232\/cartilha-marcha-das-margaridas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cartilha Marcha das Margaridas<\/a><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0 Mais de 100 mil trabalhadoras do campo, da floresta e das \u00e1guas devem ocupar a capital federal a partir deste 13 de agosto<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-23257","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-637","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23257","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23257"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23257\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23258,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23257\/revisions\/23258"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23257"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23257"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23257"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}