{"id":24456,"date":"2019-10-19T08:21:48","date_gmt":"2019-10-19T12:21:48","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=24456"},"modified":"2019-10-19T08:21:48","modified_gmt":"2019-10-19T12:21:48","slug":"por-que-a-bolivia-nao-para-de-crescer-enquanto-vizinhos-enfrentam-recessao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2019\/10\/19\/por-que-a-bolivia-nao-para-de-crescer-enquanto-vizinhos-enfrentam-recessao\/","title":{"rendered":"Por que a Bol\u00edvia n\u00e3o para de crescer enquanto vizinhos enfrentam recess\u00e3o?"},"content":{"rendered":"<div class=\"td-post-featured-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"entry-thumb td-animation-stack-type0-2\" title=\"bolivia-600x413-1.jpg\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/poliarquia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/bolivia-600x413-1-1.jpg?resize=600%2C413\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" srcset=\"http:\/\/poliarquia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/bolivia-600x413-1-1.jpg 600w, http:\/\/poliarquia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/bolivia-600x413-1-1-300x207.jpg 300w, http:\/\/poliarquia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/bolivia-600x413-1-1-100x70.jpg 100w, http:\/\/poliarquia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/bolivia-600x413-1-1-218x150.jpg 218w\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"413\" \/><\/div>\n<h2 class=\"description\">Economia \u00e9 um dos trunfos de Evo Morales em busca da reelei\u00e7\u00e3o no domingo (20); PIB quadruplicou desde que ele assumiu<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"details-bar\">\n<div class=\"author-time\">\n<div class=\"author\">Daniel Giovanaz<\/div>\n<div class=\"place-and-time\">\n<div class=\"place\">\n<p>Brasil de Fato<\/p>\n<p>Um dos pa\u00edses mais pobres da Am\u00e9rica Latina, a Bol\u00edvia quadruplicou seu Produto Interno Bruto (PIB) desde o primeiro governo Evo Morales, iniciado em 2006, e mant\u00e9m uma m\u00e9dia de crescimento superior a 4,5%. O PIB \u00e9 a soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds. O desempenho \u00e9 ainda mais surpreendente se comparado ao de pa\u00edses vizinhos, como Brasil e Argentina, nos quais as economias encolheram nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>O atual presidente, que \u00e9 candidato \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o, costuma valorizar o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2019\/10\/17\/evo-morales-testa-nas-urnas-a-capacidade-de-conciliar-avanco-economico-e-bem-viver\/\">impacto desses n\u00fameros na vida dos trabalhadores<\/a>: a Bol\u00edvia \u00e9 o pa\u00eds que mais cresce na Am\u00e9rica do Sul e reduziu a pobreza extrema de 38,2% para 15,2%. Na \u00faltima quarta-feira (16), no encerramento da campanha em El Alto, pr\u00f3ximo a La Paz, Morales disse que sua prov\u00e1vel vit\u00f3ria nas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/especiais\/eleicoes-bolivia-2019\/\">elei\u00e7\u00f5es de domingo (20)<\/a>\u00a0ser\u00e1 a derrota do imperialismo e do neoliberalismo.<\/p>\n<p>\u00c0s v\u00e9speras das elei\u00e7\u00f5es presidenciais, o<strong>\u00a0Brasil de Fato<\/strong>\u00a0ouviu dois economistas com interpreta\u00e7\u00f5es divergentes e complementares sobre o crescimento e as perspectivas da economia boliviana.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Petr\u00f3leo e g\u00e1s<\/p>\n<p>Marcelo Montenegro, diretor do Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas da Universidad Mayor de San Andr\u00e9s (UMSA), explica que n\u00e3o seria poss\u00edvel sustentar esse n\u00edvel de crescimento\u00a0sem a implementa\u00e7\u00e3o da\u00a0pol\u00edtica de nacionaliza\u00e7\u00e3o dos hidrocarbonetos \u2013 petr\u00f3leo e g\u00e1s \u2013, iniciada\u00a0h\u00e1 14 anos.<\/p>\n<p>Esse processo baseou-se na transfer\u00eancia de empresas privadas para o controle do Estado e, principalmente, na renegocia\u00e7\u00e3o de contratos de transnacionais, que aceitaram pagar mais impostos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/farm66.staticflickr.com\/65535\/48916292098_ed94c90d24_o.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Marcelo Montenegro: &#8220;Se a oposi\u00e7\u00e3o vencer as elei\u00e7\u00f5es, a Bol\u00edvia voltar\u00e1 a bater na porta do FMI&#8221;. (Foto: Daniel Giovanaz)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cFoi fundamental porque, com o decreto\u00a0de nacionaliza\u00e7\u00e3o, se passou a aplicar um imposto adicional de 32% sobre a explora\u00e7\u00e3o de hidrocarbonetos na Bol\u00edvia, possibilitando que o Tesouro geral da na\u00e7\u00e3o tivesse um n\u00edvel de recursos mais amplo\u201d, analisa. Ele acrescenta que isso foi fundamental para ampliar o raio de a\u00e7\u00e3o do governo para fazer obras, transfer\u00eancias e investimentos. \u201cDeu muito mais solv\u00eancia \u00e0 carteira do Estado. Se n\u00e3o fosse aplicada a nacionaliza\u00e7\u00e3o, o tesouro estaria &#8216;de bolsos vazios&#8217;, impedido de aplicar qualquer tipo de pol\u00edtica, porque elas dependem de recursos econ\u00f4micos\u201d, aponta.<\/p>\n<p>Para Carlos Arze, pesquisador do Centro de Estudos para o Desenvolvimento Laboral e Agr\u00e1rio (Cedla), a nacionaliza\u00e7\u00e3o\u00a0n\u00e3o se realizou como o prometido, exceto no setor de energia el\u00e9trica. \u201cEste modelo ainda favorece muito as transnacionais, que controlam 80% da produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s. A participa\u00e7\u00e3o do Estado varia entre 15% e 20%. Isso \u00e9 nacionaliza\u00e7\u00e3o?\u201d, questiona.<\/p>\n<p>A estatal Yacimientos Petrol\u00edferos Fiscales Bolivianos (YPBF) n\u00e3o d\u00e1 conta de extrair todo o petr\u00f3leo porque tem apenas duas operadoras no pa\u00eds: a Chaco, que \u00e9 90% boliviana, e a Andina, que pertence 50% \u00e0 Bol\u00edvia e 50% \u00e0 espanhola Repsol. Tamb\u00e9m atuam no pa\u00eds a brasileira Petrobras, a holandesa Shell, a francesa Total, a russa Gazprom e a venezuelana PDVSA.<\/p>\n<p>\u201cEsse \u2018milagre econ\u00f4mico\u2019 foi mais por obra do contexto internacional de aumento de pre\u00e7os do que por obra\u00a0do atual governo\u201d, pondera o pesquisador do Cedla. Questionado sobre as raz\u00f5es que fizeram a Bol\u00edvia sobreviver \u00e0 crise\u00a0e crescer mais do que os pa\u00edses vizinhos, ele mant\u00e9m uma postura cr\u00edtica ao governo Morales. \u201cNossa economia \u00e9 muito dependente dos hidrocarbonetos. Eles s\u00e3o\u00a0quase um quarto de todo o faturamento do Estado. Desde 2005, se levarmos em conta apenas os n\u00fameros tribut\u00e1rios, eles representam quase 50%. Por isso, a Bol\u00edvia \u00e9 muito suscet\u00edvel \u00e0 varia\u00e7\u00e3o internacional dos pre\u00e7os, mais que os pa\u00edses vizinhos \u2013 que entraram em recess\u00e3o devido ao alto d\u00e9ficit p\u00fablico, que aqui tamb\u00e9m temos.\u201d<\/p>\n<p>Enquanto Arze questiona a falta de diversifica\u00e7\u00e3o da economia boliviana, Montenegro afirma que o pa\u00eds hoje responde a uma demanda mundial por hidrocarbonetos, mas tem condi\u00e7\u00f5es de se adaptar quando o ciclo do petr\u00f3leo for superado. \u201c\u00c0 medida que haja uma substitui\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica no mundo, o l\u00edtio poder\u00e1 um dia ter\u00a0a import\u00e2ncia econ\u00f4mica que o g\u00e1s tem para a Bol\u00edvia.\u201d<\/p>\n<p><strong>::\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/especiais\/eleicoes-bolivia-2019\/\">Leia especial do Brasil de Fato sobre as elei\u00e7\u00f5es na Bol\u00edvia<\/a>::<\/strong><\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Investimento p\u00fablico<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio do governo Morales, em 2006, o Estado se multiplicou por tr\u00eas para tentar atender \u00e0s necessidades materiais dos cidad\u00e3os. Esse investimento p\u00fablico, que fortaleceu o mercado interno, ajudou a impulsionar e a dinamizar a economia, segundo Montenegro.<\/p>\n<p>\u201cO fortalecimento da demanda interna \u00e9 um elemento importante, que j\u00e1 vimos que estabiliza e dinamiza as economias. E, de fato, n\u00e3o \u00e9 um elemento associado aos governos populistas. \u00c9 s\u00f3 olhar o caso da Su\u00ed\u00e7a\u201d, compara, citando a efic\u00e1cia das pol\u00edticas de distribui\u00e7\u00e3o de renda. \u201cEnquanto o Estado seguir investindo no ritmo atual, a taxa de crescimento da economia seguir\u00e1 acima dos 3%.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/farm66.staticflickr.com\/65535\/48916825021_4fdc66cb3b_o.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Carlos Arze alerta para falta de diversifica\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria boliviana. (Foto: Daniel Giovanaz)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com um olhar mais pessimista sobre o mesmo tema, Arze chama aten\u00e7\u00e3o para o que considera um\u00a0r\u00e1pido crescimento da d\u00edvida externa e da d\u00edvida p\u00fablica da Bol\u00edvia. Nesse sentido, ele questiona a utiliza\u00e7\u00e3o do PIB como term\u00f4metro de\u00a0crescimento e diz que o alto investimento p\u00fablico provoca uma distor\u00e7\u00e3o no c\u00e1lculo. \u201cO setor financeiro e o setor estatal pesam significativamente no PIB boliviano, e nenhum dos dois cria riquezas. Esse c\u00e1lculo confunde produ\u00e7\u00e3o com circula\u00e7\u00e3o\u201d, critica.<\/p>\n<p>O pesquisador questiona o crescimento econ\u00f4mico por meio do investimento p\u00fablico.\u00a0\u201cEm termos produtivos, falando em minera\u00e7\u00e3o, desde o ano 2005 n\u00e3o h\u00e1 descobertas ou novas prospec\u00e7\u00f5es. A Bol\u00edvia perdeu reservas de g\u00e1s. S\u00f3 o que segura esse crescimento do PIB \u00e9 o investimento p\u00fablico \u2013 em \u00e1reas que n\u00e3o necessariamente d\u00e3o resultado\u201d, acrescenta Arze, citando como exemplo a aposta de Morales no sistema de telef\u00e9ricos, que revolucionou\u00a0o transporte coletivo em La Paz.<\/p>\n<p>O fortalecimento da demanda interna fez com que o pa\u00eds se tornasse uma terra f\u00e9rtil para a instala\u00e7\u00e3o de multinacionais. O investimento estrangeiro direto no pa\u00eds, que em 2005\u00a0girava em torno dos\u00a0US$ 250 milh\u00f5es, multiplicou-se por sete, segundo dados da\u00a0Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina (Cepal).<\/p>\n<p>Em\u00a0julho de 2019, a d\u00edvida externa p\u00fablica boliviana de m\u00e9dio e longo prazo atingiu US$ 10,6 bilh\u00f5es, o equivalente a 24,6%\u00a0do PIB.\u00a0<a href=\"https:\/\/dialogosdosul.operamundi.uol.com.br\/america-latina\/60657\/entenda-o-mito-da-oposicao-sobre-a-divida-externa-no-cenario-eleitoral-da-bolivia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O indicador \u00e9 considerado sustent\u00e1vel na compara\u00e7\u00e3o com gest\u00f5es anteriores<\/a>, quando chegou a atingir 99%, em 1987.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Perspectivas<\/p>\n<p>Na mesma linha de racioc\u00ednio, o pesquisador do Cedla alerta para o aumento da informalidade na Bol\u00edvia \u2013 que chegou a 70% e impacta negativamente as arrecada\u00e7\u00f5es. Como Arze entende que\u00a0nenhum programa de governo, mesmo os da oposi\u00e7\u00e3o, sugerem mudan\u00e7as de paradigma econ\u00f4mico, ele conclui que o pa\u00eds seguir\u00e1 dependente das exporta\u00e7\u00f5es de hidrocarbonetos, que est\u00e3o em queda.<\/p>\n<p>\u201cO Brasil hoje compra metade do g\u00e1s que um dia comprou da Bol\u00edvia. A Argentina reduziu as importa\u00e7\u00f5es em um ter\u00e7o. A nossa produ\u00e7\u00e3o caiu de 60 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos di\u00e1rios para 43 milh\u00f5es\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Montenegro acredita que \u00e9 poss\u00edvel seguir em\u00a0crescimento\u00a0caso a receita atual seja mantida e aprofundada, como prop\u00f5e Evo Morales. Ele avalia que o mesmo n\u00e3o deve ocorrer em caso de vit\u00f3ria do ex-presidente Carlos Mesa, que est\u00e1 em segundo lugar nas pesquisas, ou do senador \u00d3scar Ortiz, que est\u00e1 em terceiro.<\/p>\n<p>\u201cO programa econ\u00f4mico da Comunidade Cidad\u00e3 [Mesa] tenta se mostrar como continuidade do atual modelo, com certas matizes em algumas vari\u00e1veis macroecon\u00f4micas. O programa do Bol\u00edvia Diz N\u00e3o [Ortiz] \u00e9 claramente um rompimento, baseado no livre mercado, com uma caracter\u00edstica muito mais institucionalista do que econ\u00f4mica \u2013 fala em combater corrup\u00e7\u00e3o, \u2018voltar \u00e0 Rep\u00fablica\u2019. Apesar dos disfarces do primeiro e de sua proposta mais gradual, os dois s\u00e3o programas totalmente de direita\u201d, assegura.<\/p>\n<p>Para ele, os partidos da oposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o levam em conta o contexto externo. &#8220;Hoje em dia, segundo o FMI [Fundo Monet\u00e1rio Internacional], 90 pa\u00edses est\u00e3o em recess\u00e3o econ\u00f4mica. Voltar ao neoliberalismo \u00e9 um erro grave\u201d, acrescenta. \u201cOs gastos n\u00e3o s\u00e3o f\u00e1ceis de conter. E, como nenhum programa da oposi\u00e7\u00e3o prop\u00f5e seguir potencializando a demanda interna, est\u00e1 claro que a gera\u00e7\u00e3o de renda vai cair, as arrecada\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m, e vamos acabar batendo novamente \u00e0 porta do FMI.\u201d<\/p>\n<p>A elei\u00e7\u00e3o para presidente e vice-presidente, deputados e senadores ocorre no pr\u00f3ximo domingo (20). S\u00e3o esperados 6,9 milh\u00f5es de eleitores. Se nenhum dos candidatos \u00e0 Presid\u00eancia superar 50% ou 40%, com dez pontos de vantagem sobre o segundo colocado, haver\u00e1 segundo turno no dia 15 de dezembro.<\/p>\n<p class=\"editor\">Edi\u00e7\u00e3o: Vivian Fernandes<\/p>\n<div class=\"content-footer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Economia \u00e9 um dos trunfos de Evo Morales em busca da reelei\u00e7\u00e3o no domingo (20); PIB quadruplicou desde que ele assumiu<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-24456","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-6ms","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24456","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24456"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24456\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24457,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24456\/revisions\/24457"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24456"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24456"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24456"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}