{"id":25511,"date":"2019-12-11T11:57:49","date_gmt":"2019-12-11T15:57:49","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=25511"},"modified":"2019-12-11T11:58:29","modified_gmt":"2019-12-11T15:58:29","slug":"noel-rosa-as-historias-por-tras-das-3-musicas-mais-ouvidas-do-artista-nascido-ha-109-anos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2019\/12\/11\/noel-rosa-as-historias-por-tras-das-3-musicas-mais-ouvidas-do-artista-nascido-ha-109-anos\/","title":{"rendered":"Noel Rosa: As hist\u00f3rias por tr\u00e1s das 3 m\u00fasicas mais ouvidas do artista nascido h\u00e1 109 anos"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/660\/cpsprodpb\/10373\/production\/_110091466_noel-rosa-reproducao.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Noel Rosa na capa da biografia\"\/><figcaption><br><br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Na BBC &#8211; Considerado um dos mais importantes artistas brasileiros da hist\u00f3ria, o cantor e compositor carioca Noel de Medeiros Rosa morreu cedo em decorr\u00eancia de tuberculose, aos 26 anos. Mas apesar da vida curta, comp\u00f4s quase 250 can\u00e7\u00f5es, a maioria num espa\u00e7o de cinco anos.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>A obra do artista \u00e9 tida como um retrato-s\u00edntese das mudan\u00e7as culturais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas no Rio de Janeiro no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, abordando temas que envolvem as mais diversas classes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em suas 71 can\u00e7\u00f5es gravadas, segundo o Escrit\u00f3rio Central de Arrecada\u00e7\u00e3o e Distribui\u00e7\u00e3o (Ecad), o chamado Poeta da Vila passa por marchinhas carnavalescas, teatro musicado, choro, samba-can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja abaixo a hist\u00f3ria em torno das tr\u00eas m\u00fasicas mais executadas nas plataformas digitais YouTube e Spotify interpretadas pelo pr\u00f3prio Noel Rosa, nascido h\u00e1 109 anos, em 11 de dezembro de 1910. A data foi homeageada nesta quarta-feira (11) no Doodle do Google ilustrado por Olivia Huynh.<br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conversa de Botequim<\/h2>\n\n\n\n<p><em>Seu gar\u00e7om, fa\u00e7a o favor de me trazer depressa \/ Uma boa m\u00e9dia que n\u00e3o seja requentada \/ Um p\u00e3o bem quente com manteiga \u00e0 be\u00e7a<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica mais ouvida \u00e9&nbsp;<em>Conversa de Botequim<\/em>, executada mais de 546 mil vezes na Spotify e 1,3 milh\u00e3o de vezes no Youtube. A can\u00e7\u00e3o registrada em 1935 foi feita com o compositor e arranjador paulista Vadico, considerado o maior parceiro de Noel.<\/p>\n\n\n\n<p>Em&nbsp;<em>Noel Rosa, uma Biografia<\/em>&nbsp;(1990), os autores Jo\u00e3o M\u00e1ximo e Carlos Didier descrevem a can\u00e7\u00e3o como uma &#8220;prodigiosa cr\u00f4nica dos caf\u00e9s cariocas e seus folgados frequentadores&#8221;, cercados de gar\u00e7ons, cinzeiros, palitos, jogo do bicho, futebol e pagamento fiado.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o antrop\u00f3logo Roberto DaMatta, em artigo no jornal O Globo, os &#8220;fa\u00e7a o favor&#8221; espalhados pela letra representam um marcador cultural que torna o pedido algo &#8220;educado&#8221;, mesmo que ele seja um imperativo abusivo e absurdo.<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-50743843#jump-linkhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=in9W6vHyI5k\">Pule YouTube post de Ramss\u00e9s Silva<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure><iframe loading=\"lazy\" width=\"459\" height=\"344\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/in9W6vHyI5k?feature=oembed\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/figure>\n\n\n\n<p>Alerta: Conte\u00fado de terceiros pode conter publicidade<\/p>\n\n\n\n<p>Final de YouTube post de Ramss\u00e9s Silva<\/p>\n\n\n\n<p>Mas segundo os bi\u00f3grafos o principal ponto da m\u00fasica&nbsp;<em>Conversa de Botequim<\/em>, &#8220;escorregadia como um choro&#8221;, \u00e9 a harmonia entre letra e melodia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Em nenhuma outra \u00e9 t\u00e3o harmonioso o casamento da melodia com a letra, pontua\u00e7\u00e3o perfeita, acentua\u00e7\u00e3o irrepreens\u00edvel (nem todos t\u00eam muito cuidado para com esse detalhe t\u00e9cnico de uma letra, a acentua\u00e7\u00e3o da palavra tendo de coincidir com a acentua\u00e7\u00e3o musical, isto \u00e9, a s\u00edlaba mais forte correspondendo \u00e0 nota sobre a qual recai o acento mel\u00f3dico)&#8221;, descrevem.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo os bi\u00f3grafos, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel determinar se Vadico foi o respons\u00e1vel pela melodia inteira e &#8220;Noel criou para ela os mais exatos versos de toda a can\u00e7\u00e3o brasileira&#8221;, ou se ambos trabalharam na constru\u00e7\u00e3o da m\u00fasica, hip\u00f3tese mais prov\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra parceira de Noel, Aracy de Almeida interpretaria uma das mais conhecidas vers\u00f5es de&nbsp;<em>Conversa de Botequim<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Com que Roupa<\/h2>\n\n\n\n<p><em>Com que roupa que eu vou \/ Pro samba que voc\u00ea me convidou?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Noel ri da pr\u00f3pria desgra\u00e7a na can\u00e7\u00e3o Com que Roupa, gravado em 1930, na qual lamenta: &#8220;Mesmo eu sendo um cabra trapaceiro, n\u00e3o consigo nem ter pra gastar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sua vers\u00e3o original, a m\u00fasica, regravada dezenas de vezes por outros artistas, foi executada mais de 410 mil vezes no Spotify e 826 mil no YouTube.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a dupla de bi\u00f3grafos de Noel Rosa, \u00e0 \u00e9poca da composi\u00e7\u00e3o da m\u00fasica coexistiam dois tipos de samba na cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Um deles misturava &#8220;intelectuais e macumbeiros, funcion\u00e1rios p\u00fablicos e bo\u00eamios, pequenos comerciantes bem-sucedidos e oper\u00e1rios modestos, ex-escravos e m\u00fasicos&#8221;, como Sinh\u00f4 e Pixinguinha.<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-50743843#jump-linkhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=rETSGoLBjjk\">Pule YouTube post de Felippe VALENTIM<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure><iframe loading=\"lazy\" width=\"459\" height=\"344\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rETSGoLBjjk?feature=oembed\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/figure>\n\n\n\n<p>Alerta: Conte\u00fado de terceiros pode conter publicidade<\/p>\n\n\n\n<p>Final de YouTube post de Felippe VALENTIM<\/p>\n\n\n\n<p>O outro, menos conhecido naquele momento, se espalhava pelos morros com menos e m\u00fasicos treinados ou instrumentos, letras mais pr\u00f3ximas do cotidiano da regi\u00e3o, com acompanhamento mais improvisado, rudimentar, com tamborins, cu\u00edcas, surdos, pandeiros, cavaquinhos, palmas e batidas na mesa.<\/p>\n\n\n\n<p>Noel parece se aproximar mais da segunda vertente nesta can\u00e7\u00e3o com bandolim e viol\u00f5es, que foi um sucesso estrondoso de p\u00fablico.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo dos anos, o sambista deu diversas vers\u00f5es sobre a origem da m\u00fasica, da qual dizia n\u00e3o gostar. Elas iam do retrato realista das dificuldades econ\u00f4micas do povo \u00e0 alegoria da situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica \u00e0s voltas com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930, golpe que levaria Get\u00falio Vargas ao poder.<\/p>\n\n\n\n<p>Os bi\u00f3grafos tamb\u00e9m exaltam aspectos mais t\u00e9cnicos da can\u00e7\u00e3o, marcada por um &#8220;feliz casamento de m\u00fasica e verso&#8221;. &#8220;H\u00e1 tamb\u00e9m a originalidade do tema, as rimas pouco usuais na can\u00e7\u00e3o popular, a construtura t\u00e9cnica na qual o sexto verso do coro \u00e9 uma esp\u00e9cie de chave. Sempre terminando em palavra que rima com &#8216;roupa&#8217;, o verso funciona como um breque e &#8216;chama&#8217; musicalmente o estribilho. Uma tenta\u00e7\u00e3o para os improvisadores (mais tarde, nas rodas de samba, a maestria do versejador ser\u00e1 medida por esse sexto verso).&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>No livro&nbsp;<em>No Tempo de Noel<\/em>&nbsp;(1963), Almirante, o primeiro bi\u00f3grafo do sambista, aponta que o artista n\u00e3o esperava que a m\u00fasica fizesse tanto sucesso e at\u00e9 a vendeu por 180 cruzeiros para cantores do Teatro Municipal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Feiti\u00e7o da Vila<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>L\u00e1, em Vila Isabel \/ Quem \u00e9 bacharel\/ N\u00e3o tem medo de bamba<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A origem social de Noel Rosa, crescido no bairro de classe m\u00e9dia Vila Isabel, e a condi\u00e7\u00e3o de estudante universit\u00e1rio (abandonaria o curso de medicina por causa da carreira art\u00edstica) &#8220;justificam a originalidade e profundidade de suas formula\u00e7\u00f5es po\u00e9ticas e o apelido que ganha de Fil\u00f3sofo do Samba&#8221;, segundo a Enciclop\u00e9dia do Ita\u00fa Cultural.<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-50743843#jump-linkhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=xLVlIJmYaS8\">Pule YouTube post de uubeatle<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure><iframe loading=\"lazy\" width=\"480\" height=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xLVlIJmYaS8?feature=oembed\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/figure>\n\n\n\n<p>Alerta: Conte\u00fado de terceiros pode conter publicidade<\/p>\n\n\n\n<p>Final de YouTube post de uubeatle<\/p>\n\n\n\n<p>Seu bairro de origem \u00e9 cen\u00e1rio de uma de suas principais m\u00fasicas,&nbsp;<em>Feiti\u00e7o da Vila<\/em>, grava\u00e7\u00e3o de 1934 que se tornou um sucesso ao redor do pa\u00eds. Noel era cobrado a cant\u00e1-la por onde fosse.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Enterneci-me vivamente quando pressenti que o meu samba&nbsp;<em>Feiti\u00e7o da Vila<\/em>&nbsp;batera fundo no esp\u00edrito daquela gente boa. Difundiram-no, popularizaram-no, e numa mostra de curiosidade bem feminina as mo\u00e7as perqueriram as raz\u00f5es que lhe inspiraram o t\u00edtulo. Traduzi-o por Feiti\u00e7o de Minha P\u00e1tria, pois, como j\u00e1 disse C\u00edcero, &#8216;a p\u00e1tria \u00e9 onde se est\u00e1 bem&#8217;, e nunca me senti melhor do que no recanto calmo e bonan\u00e7oso de Vila Isabel&#8221;, afirmou Noel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/13055\/production\/_110090977_estatua-de-bronze-noel-rosa-vila-isabel-rio-de-janeiro-foto-alexandre-macieira-riotur201408060001.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Est\u00e1tua em homenagem a Noel Rosa na Vila Isabel\"\/><figcaption>Image captionEst\u00e1tua em homenagem a Noel Rosa na Vila Isabel<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Era tamb\u00e9m uma homenagem a L\u00eala Casatle, uma jovem da Vila Isabel que fora eleita Rainha da Primavera.<\/p>\n\n\n\n<p>A can\u00e7\u00e3o fruto de parceria com Vadico, executada 417 mil vezes no YouTube e outras 73 mil vezes no Spotify, teve tanto sucesso que suscitou inclusive uma provoca\u00e7\u00e3o do sambista rival Wilson Batista, batizada de&nbsp;<em>Conversa Fiada<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 conversa fiada \/ Dizerem que o samba \/ Na Vila tem feiti\u00e7o \/ Eu fui ver para crer \/ E n\u00e3o vi nada disso.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A disputa rendeu uma tr\u00e9plica de Noel, chamada&nbsp;<em>Palpite Infeliz.<\/em>&nbsp;&#8220;Meu Deus do c\u00e9u, que palpite infeliz! \/ (&#8230;) Voc\u00ea n\u00e3o viu porque n\u00e3o quis \/ Quem \u00e9 voc\u00ea que n\u00e3o sabe o que diz?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>D\u00e9cadas depois, Martinho da Vila, artista oriundo do mesmo bairro que regravou&nbsp;<em>Feiti\u00e7o da Vila<\/em>, comporia&nbsp;<em>Noel: A Presen\u00e7a do Poeta da Vila<\/em>. &#8220;Seus sambas muito curti \/ Com a cabe\u00e7a ao l\u00e9u \/ Sua presen\u00e7a senti \/ No ar de Vila Isabel.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na BBC &#8211; Considerado um dos mais importantes artistas brasileiros da hist\u00f3ria, o cantor e compositor carioca Noel de Medeiros Rosa morreu cedo em decorr\u00eancia de tuberculose, aos 26 anos. Mas apesar da vida curta, comp\u00f4s quase 250 can\u00e7\u00f5es, a maioria num espa\u00e7o de cinco anos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-25511","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-6Dt","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25511","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25511"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25511\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25512,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25511\/revisions\/25512"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25511"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25511"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25511"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}