{"id":26442,"date":"2020-02-09T06:56:43","date_gmt":"2020-02-09T10:56:43","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=26442"},"modified":"2020-02-09T06:56:50","modified_gmt":"2020-02-09T10:56:50","slug":"morte-do-barao-do-rio-branco-fez-brasil-ter-dois-carnavais-em-1912","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/02\/09\/morte-do-barao-do-rio-branco-fez-brasil-ter-dois-carnavais-em-1912\/","title":{"rendered":"Morte do Bar\u00e3o do Rio Branco fez Brasil ter dois Carnavais em 1912"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"644\" data-attachment-id=\"26443\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/02\/09\/morte-do-barao-do-rio-branco-fez-brasil-ter-dois-carnavais-em-1912\/image-28-4\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image-28.jpeg?fit=500%2C644\" data-orig-size=\"500,644\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image-28\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image-28.jpeg?fit=233%2C300\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image-28.jpeg?fit=500%2C644\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image-28.jpeg?resize=500%2C644\" alt=\"\" class=\"wp-image-26443\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image-28.jpeg?w=500 500w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image-28.jpeg?resize=233%2C300 233w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O primeiro foi em fevereiro<\/p>\n\n\n\n<p>E o segundo em abril<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>No Poder 360 &#8211; Os foli\u00f5es nunca se esbaldaram tanto quanto em 1912. Naquele ano, o Brasil teve dois Carnavais. O primeiro foi em fevereiro, seguindo o calend\u00e1rio regulamentar. A festan\u00e7a se repetiria em abril, na P\u00e1scoa, com outros cinco dias de fantasia, confete e serpentina.<\/p>\n\n\n\n<p>Paradoxalmente, o Carnaval em dobro teve origem na morte de um her\u00f3i nacional: o Bar\u00e3o do Rio Branco, ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores havia quase uma d\u00e9cada. V\u00edtima de insufici\u00eancia renal, ele morreu aos 66 anos em 10 de fevereiro, um s\u00e1bado, quando faltava exatamente uma semana para os festejos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval1.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Revista O Malho noticia morte do Bar\u00e3o do Rio Branco e exalta seus feitos diplom\u00e1ticos&nbsp;Reprodu\u00e7\u00e3o\/Biblioteca Nacional<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil caiu em luto. No Rio de Janeiro, a capital da Rep\u00fablica, uma multid\u00e3o chorosa fez fila no Pal\u00e1cio do Itamaraty para ver o cad\u00e1ver de Rio Branco e acompanhou o caix\u00e3o at\u00e9 o Cemit\u00e9rio do Caju, onde o ministro foi enterrado com honras de chefe de Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Dada a como\u00e7\u00e3o generalizada, os clubes do pa\u00eds que organizavam bailes \u00e0 fantasia, em especial os do Rio, acharam que seria desrespeitoso promover a esb\u00f3rnia em pleno per\u00edodo de luto. Por isso, decidiram cancelar os bailes em cima da hora e remarc\u00e1-los para a semana da P\u00e1scoa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval2.png?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em sinal de luto pela morte de Rio Branco, clubes do Rio adiam bailes de Carnaval de fevereiro para abril&nbsp;Reprodu\u00e7\u00e3o\/O Paiz\/Biblioteca Nacional<\/p>\n\n\n\n<p>O problema \u00e9 que, para os foli\u00f5es mais afoitos, um m\u00eas e meio seria uma espera longa e torturante demais. Quando chegou o s\u00e1bado de Carnaval, eles conclu\u00edram que uma semana de luto por Rio Branco j\u00e1 tinha sido mais do que suficiente. Vestiram a fantasia e foram para as ruas munidos de confete, serpentina e lan\u00e7a-perfume (que s\u00f3 seria proibido em 1961, pelo presidente J\u00e2nio Quadros).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval3.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Charge de 1912 critica brasileiros que ca\u00edram na folia apenas uma semana depois da morte do Bar\u00e3o do Rio Branco&nbsp;Reprodu\u00e7\u00e3o\/O Malho\/Biblioteca Nacional<\/p>\n\n\n\n<p>Passada a Quaresma, veio a segunda rodada de festejos. No Carnaval b\u00f4nus, a gandaia foi mais diversificada do que no primeiro Carnaval. Os foli\u00f5es puderam se divertir tanto nas guerras de confetes nas ruas quanto nos bailes de m\u00e1scaras nos clubes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval4.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Cariocas fantasiados se divertem no segundo Carnaval de 1912&nbsp;Reprodu\u00e7\u00e3o\/O Malho\/Biblioteca Nacional<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de n\u00e3o ter funcionado, a ideia de adiar o Carnaval por causa da morte de Rio Branco n\u00e3o chegava a ser descabida. Documentos hist\u00f3ricos guardados no Arquivo do Senado mostram que, de fato, o Bar\u00e3o do Rio Branco tinha status de her\u00f3i.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1904, quando ele j\u00e1 era ministro, os senadores e deputados aprovaram um projeto de lei que lhe concedeu uma pens\u00e3o vital\u00edcia de 2 contos de r\u00e9is mensais pelo&nbsp;<em>\u201creconhecimento aos inolvid\u00e1veis servi\u00e7os prestados ao pa\u00eds\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O senador Arthur de Souza Lemos (PA), num relat\u00f3rio de 1910 a respeito de um tratado entre o Brasil e o Uruguai negociado por Rio Branco, classificou o ministro de&nbsp;<em>\u201clegend\u00e1rio\u201d<\/em>&nbsp;e destacou o seu&nbsp;<em>\u201ctato delicad\u00edssimo\u201d<\/em>&nbsp;nas negocia\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>O grande feito de Rio Branco foi ter conclu\u00eddo o tra\u00e7ado das fronteiras do Brasil, que na virada do s\u00e9culo passado ainda tinha linhas nebulosas e pendentes. Antes de ser ministro, apenas como diplomata, ele atuara nas arbitragens internacionais que garantiram ao pa\u00eds o oeste de Santa Catarina (disputado com a Argentina), em 1895, e a \u00e1rea que compreende o Amap\u00e1, Roraima e o norte do Par\u00e1 e do Amazonas (disputada com a Fran\u00e7a), em 1900.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval5.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>O Bar\u00e3o do Rio Branco se tornou o patrono da diplomacia brasileira por ter alargado as fronteiras do pa\u00eds&nbsp;Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores<\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as ao sucesso nas duas miss\u00f5es, Rio Branco se tornou ministros das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores em 1902. Logo veio outro \u00eaxito: em 1903, ap\u00f3s intensas negocia\u00e7\u00f5es, assinou com a Bol\u00edvia o Tratado de Petr\u00f3polis, que incorporou o Acre ao territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o historiador e diplomata Lu\u00eds Cl\u00e1udio Villafa\u00f1e G. Santos, autor da biografia Juca Paranhos, o Bar\u00e3o do Rio Branco (editora Companhia das Letras), n\u00e3o \u00e9 exagero consider\u00e1-lo her\u00f3i:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Se juntarmos todas as \u00e1reas que Rio Branco ganhou para o Brasil, teremos um territ\u00f3rio equivalente a toda a Regi\u00e3o Sul mais o estado de Pernambuco. Isso n\u00e3o \u00e9 pouca coisa. Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso lembrar que, na disputa com os franceses, o pleito deles era chegar at\u00e9 o Rio Amazonas. Foi gra\u00e7as a Rio Branco que isso n\u00e3o aconteceu.<\/p>\n\n\n\n<p>Dado o seu prest\u00edgio, ele foi convidado pelos caciques pol\u00edticos de S\u00e3o Paulo para concorrer \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica em 1910, mas n\u00e3o aceitou. Em seu lugar, entrou Ruy Barbosa, que foi derrotado pelo marechal Hermes da Fonseca.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval6.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Jornal O Paiz d\u00e1 destaque ao enterro de Rio Branco&nbsp;Reprodu\u00e7\u00e3o\/Biblioteca Nacional<\/p>\n\n\n\n<p>O Bar\u00e3o do Rio Branco vinha de uma fam\u00edlia influente na pol\u00edtica do Imp\u00e9rio. Seu pai era o Visconde do Rio Branco, o primeiro-ministro de dom Pedro II que coordenou a aprova\u00e7\u00e3o da Lei do Ventre Livre (1871).<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com documentos do Arquivo do Senado, o senador Quintino Bocayuva (RJ) fez um discurso em maio de 1912 homenageando o rec\u00e9m-finado ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Rio Branco foi durante sua vida e depois de sua morte a mais alta e a mais gloriosa representa\u00e7\u00e3o da nacionalidade brasileira e um s\u00edmbolo venerado do mais puro acendrado patriotismo. Seu nome ficou indelevelmente gravado no bronze de nossa hist\u00f3ria p\u00e1tria.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval7.png?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Telegramas de condol\u00eancias que o Senado recebeu do exterior pela morte de Rio Branco&nbsp;Reprodu\u00e7\u00e3o\/Arquivo do Senado<\/p>\n\n\n\n<p>Na Mensagem Presidencial que enviou ao Congresso na abertura do ano legislativo de 1912, tamb\u00e9m em maio, o marechal Hermes da Fonseca lamentou a perda.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cTodas as homenagens s\u00e3o devidas \u00e0 mem\u00f3ria do integrador do territ\u00f3rio p\u00e1trio. O meu governo a ele prestou, no momento dos seus funerais, toda as honras que podia, certo de que, por maiores que elas fossem, ainda seriam poucas em compara\u00e7\u00e3o aos excelsos servi\u00e7os prestados ao pa\u00eds pelo incompar\u00e1vel extinto\u201d<\/em>, escreveu o presidente.<\/p>\n\n\n\n<p>Meses depois, em dezembro, o Senado e a C\u00e2mara autorizaram o governo federal a gastar at\u00e9 1,5 mil contos de r\u00e9is na constru\u00e7\u00e3o de um monumento em homenagem ao ministro.<\/p>\n\n\n\n<p>No Rio, o grande ponto de concentra\u00e7\u00e3o do primeiro Carnaval de 1912 foi a Avenida Central. No segundo Carnaval daquele ano inesquec\u00edvel, a multid\u00e3o voltou a se reunir na mesma via, agora rebatizada pela prefeitura de Avenida Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval8.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Quatro dias ap\u00f3s a morte do ministro, decreto da prefeitura do Rio muda o nome da Avenida Central para Avenida Rio Branco&nbsp;Reprodu\u00e7\u00e3o\/O Paiz\/Biblioteca Nacional<\/p>\n\n\n\n<p>Nos festejos derradeiros de 1912, um grupo de cariocas gaiatos saiu com a seguinte marchinha zombeteira:&nbsp;<em>\u201cCom a morte do bar\u00e3o, \/ tivemos dois Carnav\u00e1. \/ Ai, que bom, \/ ai, que gostoso \/ se morresse o marech\u00e1\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O racioc\u00ednio era bem simples: na hip\u00f3tese do presidente morrer, 1912 teria tr\u00eas Carnavais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.poder360.com.br\/2020\/02\/carnaval9.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Foli\u00f5es aproveitam o Carnaval extra de 1912 no Rio de Janeiro&nbsp;Reprodu\u00e7\u00e3o\/O Malho\/Biblioteca Nacional<\/p>\n\n\n\n<p>Reportagem e edi\u00e7\u00e3o:&nbsp;Ricardo WestinPesquisa: Arquivo do SenadoCoordena\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o de multim\u00eddia: C\u00e1ssio CostaEdi\u00e7\u00e3o de fotografia:&nbsp;Pillar PedreiraFonte: Ag\u00eancia Senado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O primeiro foi em fevereiro E o segundo em abril<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-26442","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-6Su","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26442","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26442"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26442\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26444,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26442\/revisions\/26444"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26442"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26442"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26442"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}