{"id":28989,"date":"2020-06-28T17:45:40","date_gmt":"2020-06-28T21:45:40","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=28989"},"modified":"2020-06-28T17:45:44","modified_gmt":"2020-06-28T21:45:44","slug":"afa-de-integrar-amazonia-levou-a-desmatamento-e-morte-de-indios","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/06\/28\/afa-de-integrar-amazonia-levou-a-desmatamento-e-morte-de-indios\/","title":{"rendered":"Af\u00e3 de integrar Amaz\u00f4nia levou a desmatamento e morte de \u00edndios"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"240\" data-attachment-id=\"28990\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/06\/28\/afa-de-integrar-amazonia-levou-a-desmatamento-e-morte-de-indios\/image-82-6\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/image-82.jpeg?fit=1024%2C410\" data-orig-size=\"1024,410\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image-82\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/image-82.jpeg?fit=300%2C120\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/image-82.jpeg?fit=600%2C240\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/image-82.jpeg?resize=600%2C240\" alt=\"\" class=\"wp-image-28990\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/image-82.jpeg?w=1024 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/image-82.jpeg?resize=300%2C120 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/image-82.jpeg?resize=768%2C308 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/image-82.jpeg?resize=749%2C300 749w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Regime militar abriu estradas, construiu usinas e estimulou projetos de coloniza\u00e7\u00e3o, mas desempenho socioecon\u00f4mico na regi\u00e3o foi no geral p\u00edfio<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/autores\/fabiano-maisonnave.shtml\">Fabiano Maisonnav<\/a><\/strong>e, na FSP<\/p>\n\n\n\n<p>Sob o lema nacionalista de \u201cintegrar para n\u00e3o entregar\u201d, a ditadura transformou a Amaz\u00f4nia para sempre.<br><br>Rasgou a floresta com milhares de quil\u00f4metros de estrada, construiu hidrel\u00e9tricas e fomentou projetos agropecu\u00e1rios colonizadores.<br><br>No processo, causou a morte de alguns milhares de ind\u00edgenas e abriu caminho para o desmatamento ilegal e desordenado que perdura at\u00e9 hoje.<br><br>Era a \u00e9poca do \u201cBrasil Pot\u00eancia\u201d, e o regime tinha pressa em avan\u00e7ar sobre o que chamava de deserto verde. Em 1970, foi lan\u00e7ado o PIN (Programa de Integra\u00e7\u00e3o Nacional), que previa a constru\u00e7\u00e3o de rodovias e projetos de coloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A rodovia Transamaz\u00f4nica (BR-230) estava no centro do projeto. Em meio a uma forte seca no Nordeste, a geopol\u00edtica militar havia encontrado na obra a solu\u00e7\u00e3o m\u00e1gica: \u201cTerras sem homens para homens sem terra\u201d.<br><br>Quatro anos mais tarde, o presidente Emilio M\u00e9dici inaugurava a estrada, com mais de 4.000 km entre L\u00e1brea (AM) e Cabedelo, no litoral da Para\u00edba. \u201cConquistar a imensa \u00e1rea verde e construir um grande e vigoroso pa\u00eds\u201d, anunciava a placa comemorativa.<br><br>A Amaz\u00f4nia n\u00e3o era desabitada, mas, para o regime, os \u201csilv\u00edcolas\u201d, termo empregado \u00e0 \u00e9poca, eram mero obst\u00e1culo ao progresso. Esse desprezo se traduziu em deslocamentos for\u00e7ados, doen\u00e7as, confrontos e genoc\u00eddio.<br><br>No caminho da Transamaz\u00f4nica, os assurinis, habitantes do M\u00e9dio Xingu, perderam quase metade da popula\u00e7\u00e3o, trag\u00e9dia comum a diversas etnias da Amaz\u00f4nia que at\u00e9 ent\u00e3o viviam em isolamento.<br><br>Essa mistura de coloniza\u00e7\u00e3o desordenada com atropelo aos povos ind\u00edgenas se repetiu na constru\u00e7\u00e3o de outras rodovias. \u00c9 o caso da BR-163 (Cuiab\u00e1-Santar\u00e9m), hoje importante via de escoamento da soja de Mato Grosso, mas tamb\u00e9m foco de desmatamento e garimpo ilegais e que quase levou o povo panar\u00e1 \u00e0 extin\u00e7\u00e3o.<br><br>\u201cAs compensa\u00e7\u00f5es feitas para as comunidades ind\u00edgenas s\u00e3o a\u00e7\u00f5es muito pontuais\u201d, afirma a lideran\u00e7a Zezinho Kaxarari, cujo povo, que vive na divisa entre Rond\u00f4nia, Acre e Amazonas, sofreu com os impactos da BR-364, no trecho entre Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC). \u201cPara os povos ind\u00edgenas, os danos causados ser\u00e3o para o resto da vida.\u201d<br><br>Diversos povos tentaram resistir. Um dos epis\u00f3dios mais violentos ocorreu na constru\u00e7\u00e3o da BR-174, entre Manaus e Boa Vista, atravessando o territ\u00f3rio waimiri-atroari.<br><br>Depoimentos de sobreviventes ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal relatam helic\u00f3pteros sobrevoando aldeias para lan\u00e7ar veneno e bombas, entre outras atrocidades. A Comiss\u00e3o Nacional da Verdade estima em 2.600 mortes no confronto. O Ex\u00e9rcito, por\u00e9m, nega qualquer a\u00e7\u00e3o ilegal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/f.i.uol.com.br\/fotografia\/2020\/06\/21\/15927791525eefe1904471e_1592779152_3x2_md.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"A imagem em preto e branco mostra \u00e1rvores queimadas e derrubadas para a constru\u00e7\u00e3o da rodovia Transamaz\u00f4nica em Manaus, no Amazonas, em 1984\"\/><figcaption>\u00c1rvores queimadas e derrubadas para a constru\u00e7\u00e3o da rodovia Transamaz\u00f4nica em Manaus, no Amazonas, em 1984 &#8211;&nbsp;U.Dettmar\/Folhapress<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cAo contatar povos ind\u00edgenas isolados, na \u00e9poca chamados pejorativamente de \u2018arredios\u2019 ou \u2018hostis\u2019, a fim de liberar o terreno para obras de constru\u00e7\u00e3o civil, os agentes do governo provocaram enorme mortalidade entre os \u00edndios. Essa sequ\u00eancia de mortes deu origem a uma segunda caracter\u00edstica da ditadura: a oculta\u00e7\u00e3o dos dados e dos fatos. Os militares odiavam a palavra \u2018genoc\u00eddio\u2019 e procuravam neg\u00e1-la a qualquer pre\u00e7o\u201d, diz o jornalista Rubens Valente, autor do livro \u201cOs Fuzis e as Flechas\u201d (Companhia das Letras).<br><br>\u201c\u00c9 preciso reconhecer que essa estrat\u00e9gia de nega\u00e7\u00e3o teve sucesso, pois entre muitos brasileiros a no\u00e7\u00e3o de que crimes foram praticados contra ind\u00edgenas nunca foi devidamente introjetada e explicada. A pol\u00edtica do sil\u00eancio se estendeu pelas d\u00e9cadas seguintes, pois at\u00e9 hoje as For\u00e7as Armadas nunca pediram nenhum tipo de desculpa pelas mortes, doen\u00e7as, perda dos territ\u00f3rios e outros crimes cometidos contra os ind\u00edgenas\u201d, diz o colunista do UOL (empresa que tem participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria minorit\u00e1ria e indireta da Folha).<br><br>As estradas abertas pela ditadura na Amaz\u00f4nia abriram caminho para um processo desordenado de ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio por pessoas de outras regi\u00f5es do pa\u00eds, marcado pela prec\u00e1ria regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria, pela grilagem e pelo desmatamento ilegal.<br><br>Esse impulso continua forte. Um levantamento recente do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal mostra que 9 das 10 \u00e1reas da Amaz\u00f4nia com maior incid\u00eancia de desmatamento em 2019 est\u00e3o na zona de influ\u00eancia de rodovias constru\u00eddas durante o regime militar.<br><br>A lista inclui munic\u00edpios \u00e0 beira da Transamaz\u00f4nica, como Anapu (PA) e Apu\u00ed (AM); S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (PA), sob influ\u00eancia da PA-279; \u00e1reas de Rond\u00f4nia, Acre e Amazonas pr\u00f3ximas \u00e0 BR-364; e Novo Progresso (PA), cidade surgida com a constru\u00e7\u00e3o da BR-163.<br><br>Do ponto de vista econ\u00f4mico, o processo de coloniza\u00e7\u00e3o impulsado pela ditadura tem sido desigual entre as regi\u00f5es da Amaz\u00f4nia Legal. Por um lado, a soja gerou riqueza em algumas regi\u00f5es, principalmente em cidades ao norte de Mato Grosso, como Sinop, \u00e0s margens da BR-163.<br><br>Mas a maior parte da floresta derrubada deu mesmo lugar a uma pecu\u00e1ria de baixa produtividade. Segundo levantamento do projeto TerraClass, uma parceria entre o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Especiais) e a Embrapa, a Amaz\u00f4nia Legal possu\u00eda 12 milh\u00f5es de hectares de pasto degradado, compar\u00e1vel ao tamanho de tr\u00eas Estados do Rio de Janeiro. O c\u00e1lculo foi feito em 2014.<br><br>De acordo com o ec\u00f3logo Philip Fearnside, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia), a constru\u00e7\u00e3o das estradas amaz\u00f4nicas tinha mais c\u00e1lculo pol\u00edtico do que econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<figure><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/arte.folha.uol.com.br\/especiais\/2020\/06\/28\/principais-obras-e-iniciativas-da-ditadura-na-amazonia\/?initialWidth=394&amp;childId=infographic-1&amp;parentTitle=Af%C3%A3%20de%20integrar%20Amaz%C3%B4nia%20levou%20a%20desmatamento%20e%20morte%20de%20%C3%ADndios%20-%2027%2F06%2F2020%20-%20Poder%20-%20Folha&amp;parentUrl=https%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fpoder%2F2020%2F06%2Fafa-de-integrar-amazonia-levou-a-desmatamento-e-morte-de-indios.shtml\" width=\"100%\" height=\"1905px\"><\/iframe><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cNo caso da Transamaz\u00f4nica, foram dez dias entre a visita do M\u00e9dici aos flagelados [pela seca] e o an\u00fancio da estrada. N\u00e3o houve tempo para nenhum tipo de an\u00e1lise nem nada\u201d, afirma.<br><br>\u201cA BR-319 [Manaus-Porto Velho] n\u00e3o tinha nenhum racioc\u00ednio econ\u00f4mico. Era tudo paranoia de que a Amaz\u00f4nia seria tomada pela cobi\u00e7a internacional.\u201d<br><br>Ao longo da Transamaz\u00f4nica, onde milhares de colonos se desfizeram dos lotes logo nos primeiros anos, os pastos subutilizados ou abandonados se perdem de vista.<br><br>Centros urbanos sobrevivem de repasses federais e de atividades ilegais, principalmente garimpo, extra\u00e7\u00e3o de madeira e grilagem de terras p\u00fablicas.<br><br>Um deles, Itaituba (PA), se tornou o centro do garimpo ilegal de ouro no Brasil. Essa posi\u00e7\u00e3o j\u00e1 pertenceu a Serra Pelada, que, no final dos anos 1970 e ao longo dos anos 1980, se tornou a maior mina a c\u00e9u aberto do mundo.<br><br>Em ambos os lugares, a riqueza gerou passivos ambientais, como a contamina\u00e7\u00e3o por merc\u00fario, sem benef\u00edcios socioecon\u00f4micos relevantes.<br><br>Curion\u00f3polis (PA), munic\u00edpio onde se localiza Serra Pelada, aparece em 3.378\u00ba lugar no ranking do Atlas do Desenvolvimento Humano, enquanto Itaituba est\u00e1 em 3.291\u00ba, em lista com 5.565 munic\u00edpios.<br><br>Todos os 15 piores munic\u00edpios do ranking, parceria entre o Pnud (Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento) e o Ipea (Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada), est\u00e3o na Amaz\u00f4nia Legal.<br><br>Com desenvolvimento humano t\u00e3o baixo, n\u00e3o \u00e9 surpresa que a import\u00e2ncia econ\u00f4mica da Amaz\u00f4nia seja p\u00edfia.<br><br>Meio s\u00e9culo ap\u00f3s o lan\u00e7amento do PIN, a regi\u00e3o representa 8,7% do PIB de 2017, o ano mais recente dispon\u00edvel. Em compara\u00e7\u00e3o, a cidade-regi\u00e3o de S\u00e3o Paulo responde por 24,6% do PIB brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Regime militar abriu estradas, construiu usinas e estimulou projetos de coloniza\u00e7\u00e3o, mas desempenho socioecon\u00f4mico na regi\u00e3o foi no geral p\u00edfio<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-28989","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-7xz","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28989","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28989"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28989\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28991,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28989\/revisions\/28991"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28989"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28989"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28989"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}