{"id":29301,"date":"2020-07-27T11:35:53","date_gmt":"2020-07-27T15:35:53","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=29301"},"modified":"2020-07-27T11:36:02","modified_gmt":"2020-07-27T15:36:02","slug":"quem-recebera-as-primeiras-vacinas-contra-a-covid-19","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/07\/27\/quem-recebera-as-primeiras-vacinas-contra-a-covid-19\/","title":{"rendered":"Quem receber\u00e1 as primeiras vacinas contra a covid-19?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/C-pAfnipfZfnERgItAFOLPSp-n4=\/1500x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/6GVOEVGA6RAQTAZSIOZ3KGIIIU.aspx\" alt=\"Fotografia cedida pelo Governo de S\u00e3o Paulo mostra a aplica\u00e7\u00e3o, no dia 20, de uma vacina contra o novo coronav\u00edrus desenvolvida pelo\nlaborat\u00f3rio chin\u00eas Sinovac.\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Profissionais de sa\u00fade devem ter prioridade na imuniza\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 diverg\u00eancias sobre quais grupos vir\u00e3o em seguida<\/h4>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>El Pa\u00eds <\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o haver\u00e1 vacina contra\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/coronavirus\/a\/\" target=\"_blank\">a covid-19<\/a>\u00a0para todos desde o come\u00e7o e o processo pode se estender por v\u00e1rios anos. Rafael Vilasanjuan, diretor de An\u00e1lise e Desenvolvimento do Instituto de Sa\u00fade Global de Barcelona (ISGlobal) e membro do conselho de administra\u00e7\u00e3o da Alian\u00e7a Global para Vacinas e Imuniza\u00e7\u00e3o (Gavi), explica que, por enquanto, a capacidade de produ\u00e7\u00e3o mundial \u00e9 de 2 bilh\u00f5es de doses por ano. A popula\u00e7\u00e3o mundial chega a 7,5 bilh\u00f5es de pessoas em \u201cigualdade de risco\u201d, segundo o especialista, embora\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2020\/03\/12\/ciencia\/1584026924_318538.html?rel=friso-portada\" target=\"_blank\">alguns pa\u00edses se vejam mais afetados por sua situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica<\/a>\u00a0e sua log\u00edstica governamental. Na melhor das hip\u00f3teses, poderemos ter 250 milh\u00f5es de doses de vacinas por m\u00eas, se a produ\u00e7\u00e3o for aumentada. <\/p>\n\n\n\n<p> Quando a vacina estiver dispon\u00edvel, cada pa\u00eds receber\u00e1 doses correspondentes a 20% de sua popula\u00e7\u00e3o, se aderir \u00e0 iniciativa internacional Covax Facility, que busca facilitar o acesso mundial \u00e0s doses, at\u00e9 agosto.<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-07-08\/eua-pagam-16-bilhao-de-dolares-a-novavax-para-acelerar-a-producao-de-uma-vacina-contra-a-covid-19.html\" target=\"_blank\">\u00a0O pa\u00eds tem de pagar antecipadamente esses 20%<\/a>, promovendo assim a produ\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o de seus recursos e garantindo sua quantidade de doses. O objetivo principal \u00e9 que o mecanismo seja o mais equitativo poss\u00edvel. <\/p>\n\n\n\n<p>Depois que as primeiras doses estiverem dispon\u00edveis, a quest\u00e3o imediata \u00e9: quais devem ser os primeiros a receb\u00ea-las? Os especialistas ainda t\u00eam d\u00favidas, mas parecem concordar que o primeiro elo da cadeia s\u00e3o os&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2020-05-06\/brasil-ja-perdeu-mais-profissionais-de-enfermagem-para-o-coronavirus-do-que-italia-e-espanha-juntas.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">profissionais de sa\u00fade<\/a>. \u201c\u00c9 como na log\u00edstica militar. Precisamos garantir que nossa primeira linha de ataque esteja protegida para que possa atender os doentes\u201d, compara Vilasanjuan. As diverg\u00eancias surgem&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/ciencia\/2020-07-18\/se-tudo-der-certo-teremos-a-vacina-para-grupos-prioritarios-no-brasil-no-primeiro-trimestre-de-2021.html?rel=mas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">na segunda etapa: os grupos de risco<\/a>. Alguns acreditam que o melhor \u00e9 vacinar as pessoas com mais de 60 anos ou com patologias pr\u00e9vias, como diabetes ou problemas card\u00edacos. Outros apostam nas crian\u00e7as, j\u00e1 que, principalmente no caso de voltarem \u00e0s escolas, sua imuniza\u00e7\u00e3o evitaria o cont\u00e1gio dos mais velhos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTudo depender\u00e1 da vacina que estiver dispon\u00edvel. Talvez algumas tenham maior impacto em popula\u00e7\u00f5es que n\u00e3o sejam de pessoas da terceira idade ou gerem diferentes tipos de imunidade. A\u00ed, as estrat\u00e9gias divergem\u201d, destaca o especialista.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro grupo priorit\u00e1rio \u00e9 o formado pelos empregados que n\u00e3o podem fazer seu trabalho remotamente, de casa,&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/sociedade\/2020-03-18\/a-sao-paulo-que-nao-pode-parar-por-causa-do-coronavirus.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">e prestam servi\u00e7os essenciais<\/a>, como os trabalhadores de supermercados, agricultura, farm\u00e1cias e outras \u00e1reas de bens de primeira necessidade. Tamb\u00e9m ser\u00e1 necess\u00e1rio estabelecer a estrat\u00e9gia de vacina\u00e7\u00e3o de acordo com as regi\u00f5es mais afetadas e com sua densidade populacional, falta de recursos e dificuldades log\u00edsticas. Vilasanjuan aponta&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-06-26\/o-coronavirus-domina-os-estados-unidos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">como exemplos o Brasil e os Estados Unidos<\/a>. Caso se atue com base em uma vis\u00e3o global, faz sentido concentrar-se nos lugares em que a epidemia tem maior incid\u00eancia, j\u00e1 que isso frear\u00e1 a taxa de cont\u00e1gio em n\u00edvel mundial. O especialista da Gavi alerta que \u00e9 importante ter uma reserva de doses para casos de emerg\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Elisa Sicuri, pesquisadora do Instituto de Sa\u00fade Global de Barcelona (ISGlobal) e da Escola de Sa\u00fade P\u00fablica do Imperial College de Londres, apoia os argumentos de Vilasanjuan e assinala que n\u00e3o faz nenhum sentido que um pa\u00eds adote muitas medidas preventivas e outro, muito poucas. \u201cO v\u00edrus atravessar\u00e1 a fronteira\u201d, explica, antes de comparar a covid-19 \u00e0 mal\u00e1ria. \u201cEm todas as doen\u00e7as infecciosas, tomar uma decis\u00e3o coletiva \u00e9 sempre melhor, caso contr\u00e1rio, ser\u00e1 muito dif\u00edcil sair desta\u201d, acrescenta. Mas, como cada pa\u00eds tem seus pr\u00f3prios fatores de risco e sistemas de sa\u00fade, estabelecer um protocolo comum \u00e9 complicado.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/dialog\/share?display=popup&amp;app_id=94039431626&amp;href=https%3A%2F%2Fbrasil.elpais.com%2Finternacional%2F2020-07-26%2Fquem-recebera-as-primeiras-vacinas-contra-a-covid-19.html%3Fssm=FB_CC&amp;quote=Quem%20receber%C3%A1%20as%20primeiras%20vacinas%20contra%20a%20covid-19%3F\" target=\"_blank\"><\/a><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https%3A%2F%2Fbrasil.elpais.com%2Finternacional%2F2020-07-26%2Fquem-recebera-as-primeiras-vacinas-contra-a-covid-19.html%3Fssm=TW_CC&amp;text=Quem%20receber%C3%A1%20as%20primeiras%20vacinas%20contra%20a%20covid-19%3F&amp;via=elpais_brasil&amp;lang=pt-br\" target=\"_blank\"><\/a><a href=\"mailto:?subject=Quem%20receber%C3%A1%20as%20primeiras%20vacinas%20contra%20a%20covid-19%3F&amp;body=https%3A%2F%2Fbrasil.elpais.com%2Finternacional%2F2020-07-26%2Fquem-recebera-as-primeiras-vacinas-contra-a-covid-19.html%3Fprm=enviar_email\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Para a Espanha, um dos pa\u00edses mais afetados do mundo, 47 milh\u00f5es de doses seriam necess\u00e1rias. No entanto, vacinar toda a popula\u00e7\u00e3o de apenas uma na\u00e7\u00e3o n\u00e3o elimina a pandemia em outros pa\u00edses. Isso&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-07-25\/europa-recua-pelo-temor-de-uma-segunda-onda-de-contagios.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">significa que ser\u00e1 necess\u00e1rio manter os controles de sa\u00fade nas fronteiras<\/a>, porque n\u00e3o ser\u00e1 gerada uma imunidade global.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Efic\u00e1cia e dosagem<\/h3>\n\n\n\n<p>O que os testes j\u00e1 demonstraram \u00e9 que os prot\u00f3tipos de vacinas desenvolvidos s\u00e3o seguros. As vacinas que est\u00e3o na fase cl\u00ednica III n\u00e3o t\u00eam efeitos colaterais graves. Mas as incertezas ainda s\u00e3o muito grandes.<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2020-07-22\/cabe-a-nos-ver-se-a-vacina-e-de-oxford-e-eficaz-para-a-populacao-brasileira-nao-sabemos-ainda-a-duracao-da-protecao.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;A vacina de Oxford, uma das mais avan\u00e7adas<\/a>, foi testada em pessoas com idades entre 18 e 55 anos, e sua efic\u00e1cia e seu impacto em popula\u00e7\u00f5es fora dessa faixa ainda n\u00e3o foram medidos. \u201cFalta tempo e \u00e9 preciso reduzir a faixa et\u00e1ria\u201d, explica Vilasanjuan.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro aspecto muito importante \u00e9 que a efic\u00e1cia n\u00e3o ser\u00e1 de 100%. Marie Elena Bottazzi, codiretora do Centro de Desenvolvimento de Vacinas da Universidade Baylor (Estados Unidos), explica que, para que uma vacina funcione e se possa prescindir das estrat\u00e9gias de distanciamento e prote\u00e7\u00e3o, ela precisa ter 70% ou 80% de efic\u00e1cia, segundo um de seus estudos publicado no American Journal of Preventive Medicine. \u201cQuanto mais avan\u00e7armos no tempo, mais informa\u00e7\u00f5es teremos. Quando aumentar o n\u00famero de pessoas usando a vacina, veremos se haver\u00e1 melhoras na efic\u00e1cia e se existir\u00e3o outros problemas que n\u00e3o foram detectados durante as fases cl\u00ednicas. Teremos de equilibrar tudo de novo\u201d, destaca.\u201cN\u00e3o devemos pensar que, quando a vacina chegar, voltaremos \u00e0 vida normal. Ter\u00e3o de ser mantidas as medidas de seguran\u00e7a. Poderemos continuar nos infectando\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>As doses s\u00e3o outro par\u00e2metro que influencia a tomada de decis\u00f5es e a distribui\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 a mesma coisa precisar de apenas uma dose, como o prot\u00f3tipo de Oxford, ou d<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-03-21\/nossa-motivacao-para-obter-uma-vacina-o-mais-rapido-possivel-e-poder-abracar-nossos-pais-outra-vez.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">e duas, como o do laborat\u00f3rio Moderna<\/a>. \u201c\u00c9 prov\u00e1vel que seja necess\u00e1rio receber mais de uma dose. A primeira ser\u00e1 injetada e depois teremos de esperar cerca de duas semanas, talvez um m\u00eas, dependendo do tipo de vacina\u201d, diz Bottazzi. Para a comunidade cient\u00edfica, enquanto n\u00e3o terminarem os estudos da fase III, n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel saber com clareza a capacidade final de gera\u00e7\u00e3o de anticorpos nem quantas inje\u00e7\u00f5es s\u00e3o necess\u00e1rias. Por isso, \u00e9 preciso pensar em diferentes cen\u00e1rios, j\u00e1 que, segundo Bottazzi, o importante \u00e9 iniciar a conversa agora e n\u00e3o esperar que a vacina chegue para estudar como ser\u00e1 distribu\u00edda. \u201cOs pa\u00edses que n\u00e3o se prepararem antecipadamente para a chegada da vacina e as quest\u00f5es de log\u00edstica cometer\u00e3o um grave erro\u201d, alerta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTudo que tem a ver com a covid-19 \u00e9 um aprendizado\u201d, assinala Sicuri. Alguns pa\u00edses j\u00e1 come\u00e7aram. O Reino Unido estabeleceu um marco provis\u00f3rio e fez uma lista de prioridades de vacina\u00e7\u00e3o que est\u00e1 de acordo com o que os especialistas consultados comentam: primeiro, os profissionais de sa\u00fade, para conseguir uma prote\u00e7\u00e3o em n\u00edvel comunit\u00e1rio, e depois, pessoas com circunst\u00e2ncias que as tornem mais vulner\u00e1veis. \u201cA proposta \u00e9 identificar esses fatores de risco em fun\u00e7\u00e3o da idade. Tamb\u00e9m se leva em conta o sexo [os homens s\u00e3o mais suscet\u00edveis do que as mulheres ao coronav\u00edrus], a pobreza e a falta de recursos como potenciais motivos para priorizar alguns grupos\u201d, explica Sicuri.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm suma, n\u00e3o devemos pensar que, quando a vacina chegar, voltaremos \u00e0 vida normal\u201d, diz Bottazzi. Ter\u00e3o de ser mantidas as medidas de seguran\u00e7a, o distanciamento social, o rastreamento, o controle e o uso de m\u00e1scara. \u201cPoderemos continuar nos infectando\u201d, adverte a codiretora do Centro de Desenvolvimento de Vacinas da Universidade Baylor.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">PARA A OMS, SEGURAN\u00c7A VEM EM PRIMEIRO LUGAR<\/h3>\n\n\n\n<p>Na sexta-feira, Soumya Swaminathan, cientista-chefe da&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/oms-organizacion-mundial-salud\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS)<\/a>, elogiou a velocidade com que os especialistas est\u00e3o desenvolvendo vacinas e aprendendo sobre o novo coronav\u00edrus. Mas, ao mesmo tempo, insistiu que n\u00e3o pode haver precipita\u00e7\u00e3o para ter uma vacina para todos, pois a seguran\u00e7a \u00e9 a prioridade. \u201cN\u00e3o vamos nos precipitar em injetar a primeira vacina em milh\u00f5es de pessoas sem saber se ela realmente protege e se \u00e9 suficiente para ser usada em larga escala. Queremos ter certeza de que vai cumprir o que buscamos\u201d, declarou.<\/p>\n\n\n\n<p>Swaminathan lembrou tamb\u00e9m que a efic\u00e1cia necess\u00e1ria \u00e9 de pelo menos 70 %. Quanto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o priorit\u00e1ria, a especialista enfatizou que \u00e9 primordial, antes de qualquer decis\u00e3o, testar as vacinas em idosos, j\u00e1 que eles n\u00e3o t\u00eam a mesma resposta imunol\u00f3gica, e em pessoas com patologias como diabetes e doen\u00e7as cr\u00f4nicas. \u201cTemos de coletar todos esses dados e tamb\u00e9m fazer testes em diferentes regi\u00f5es, em fun\u00e7\u00e3o do movimento e do impacto da epidemia\u201d, acrescentou. Diante da pressa nesta corrida contra o rel\u00f3gio em que o mundo est\u00e1, a especialista confia que os reguladores de cada pa\u00eds e das diferentes regi\u00f5es harmonizar\u00e3o os esfor\u00e7os para acelerar o processo de aprova\u00e7\u00e3o. \u201cEssa quest\u00e3o est\u00e1 sendo discutida neste momento. Estamos estabelecendo os crit\u00e9rios\u201d, assinalou.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez se consiga isso em seis meses, em vez de anos. Quando a vacina estiver pronta, a log\u00edstica ter\u00e1 de estar bem clara, diz a especialista. \u201cIsto \u00e9 incomum e \u00e9 um grande desafio. A vacina est\u00e1 destinada a adultos, quando normalmente \u00e9 para crian\u00e7as. Os pa\u00edses t\u00eam de pensar em um plano de compromisso, em refrigeradores para conservar o material, e tudo isso depende das prioridades que cada pa\u00eds tem. \u00c9 preciso pensar e prever como ser\u00e1 acolhida pela popula\u00e7\u00e3o em geral\u201d, detalha. Em suma, por tudo isso, a institui\u00e7\u00e3o, juntamente com os especialistas consultados, pede comunica\u00e7\u00e3o e colabora\u00e7\u00e3o globais. \u201cTemos de ser otimistas e pacientes, porque precisamos produzir milh\u00f5es de doses, e levar\u00e1 tempo.<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/ciencia\/2020-05-23\/a-china-sera-primeira-a-ter-a-vacina.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;A vacina ser\u00e1 a sa\u00edda para esta pandemia<\/a>, mas temos de continuar adotando as medidas necess\u00e1rias at\u00e9 que isso ocorra\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Profissionais de sa\u00fade devem ter prioridade na imuniza\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 diverg\u00eancias sobre quais grupos vir\u00e3o em seguida<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-29301","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-7CB","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29301","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29301"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29301\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29302,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29301\/revisions\/29302"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29301"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29301"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29301"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}