{"id":29390,"date":"2020-08-04T10:04:59","date_gmt":"2020-08-04T14:04:59","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=29390"},"modified":"2020-08-04T10:05:03","modified_gmt":"2020-08-04T14:05:03","slug":"71-das-queimadas-em-imoveis-rurais-neste-ano-na-amazonia-ocorreram-para-manejo-agropecuario-diz-ipam","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/08\/04\/71-das-queimadas-em-imoveis-rurais-neste-ano-na-amazonia-ocorreram-para-manejo-agropecuario-diz-ipam\/","title":{"rendered":"71% das queimadas em im\u00f3veis rurais neste ano na Amaz\u00f4nia ocorreram para manejo agropecu\u00e1rio, diz IPAM"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s2.glbimg.com\/oEZilAsLTCjIAfKIgBvh12NhHvc%3D\/1080x608\/top\/smart\/https%3A\/\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/r\/s\/UDbavtRTCCrluspEtFHw\/2020-07-28t154511z-661335423-rc2f2i9wehqw-rtrmadp-3-brazil-jbs-nordea.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Amaz\u00f4nia - \u00daltimas not\u00edcias sobre a Floresta Amaz\u00f4nica - G1 Natureza\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Dados s\u00e3o referentes ao primeiro semestre de 2020. Inc\u00eandios florestais (24%) e desmatamento recente (5%) s\u00e3o as outras causas do fogo neste tipo de propriedade na regi\u00e3o amaz\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>No G1<\/p>\n\n\n\n<p>Em novo relat\u00f3rio com base na plataforma Modis, da ag\u00eancia especial americana (<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/nasa\/\">Nasa<\/a>), o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/ipam\/\">Ipam<\/a>) informa que 71% das queimadas em im\u00f3veis rurais entre janeiro e junho de 2020 ocorreram para manejo agropecu\u00e1rio. Outros 24% foram inc\u00eandios florestais e 5% decorrentes de desmatamento recente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tipos de fogo na Amaz\u00f4nia<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Para manejo agropecu\u00e1rio<\/strong>&nbsp;&#8211; tipo mais comum na regi\u00e3o, ele serve para fazer a limpeza do pasto e reaproveitar o terreno para agricultura e\/ou pecu\u00e1ria;<\/li><li><strong>Inc\u00eandios florestais<\/strong>&nbsp;&#8211; fogo que atinge a floresta em p\u00e9 ou vegeta\u00e7\u00e3o nativa n\u00e3o-florestal; normalmente, escapa de \u00e1reas pr\u00f3ximas j\u00e1 atingidas pelas queimadas, como desmatamento e manejo agropecu\u00e1rio;<\/li><li><strong>Desmatamento recente&nbsp;<\/strong>&#8211; queima de \u00e1rvores derrubadas ap\u00f3s desmatamento, uma t\u00e9cnica barata e r\u00e1pida para limpeza do terreno.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, metade dos focos de calor detectados no primeiro semestre deste ano ocorreram em im\u00f3veis rurais de m\u00e9dio e grande porte &#8211; nesta categoria, o fogo para manejo agropecu\u00e1rio tamb\u00e9m foi o tipo mais comum.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esses n\u00fameros demonstram como o fogo \u00e9 ainda amplamente utilizado no manejo de pastos e \u00e1reas agr\u00edcolas, independentemente do tamanho do im\u00f3vel, do lote e do neg\u00f3cio, e a despeito da exist\u00eancia de t\u00e9cnicas mais modernas que o substituem&#8221;, apresenta o relat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dados entre 2016 e 2019<\/h2>\n\n\n\n<p>Considerando os dados entre 2016 e 2019, 64% dos focos de calor foram detectados em \u00e1reas rec\u00e9m-desmatadas (22%) ou convertidas para uso da agropecu\u00e1ria (42%). Outros 36% estavam relacionados aos inc\u00eandios florestais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;Em 2019, o fogo na Amaz\u00f4nia se distribuiu de forma relativamente equilibrada entre os tr\u00eas tipos mais comuns. As queimadas associadas ao manejo agropecu\u00e1rio e o fogo ligado ao desmatamento recente responderam por 36% e 34%, respectivamente, enquanto os inc\u00eandios florestais responderam por 30% dos registros&#8221;, explicou o Ipam, com um recorte mais espec\u00edfico para o ano passado.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Os focos de calor detectados pela Nasa s\u00e3o do sat\u00e9lite Aqua &#8211; o mesmo usado como refer\u00eancia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) &#8211; e capturam registros de fogo de no m\u00ednimo 30 metros de extens\u00e3o ocorrendo em uma \u00e1rea de 1 km\u00b2. Por isso, independente de serem pequenos focos de fogo ou um grande inc\u00eandio florestal, ser\u00e1 contabilizado como apenas uma queimada neste espa\u00e7o delimitado.<\/p>\n\n\n\n<p>O Ipam ressalta que 90% do fogo da Amaz\u00f4nia \u00e9 contabilizado historicamente entre julho e outubro, com o pico em setembro. A regi\u00e3o passa pelo in\u00edcio da temporada de queimadas. O Pantanal, no entanto,&nbsp;<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/natureza\/noticia\/2020\/08\/03\/pantanal-teve-3-vezes-mais-focos-de-incendio-em-julho-do-que-no-mesmo-mes-em-2019-mostram-dados-do-inpe.ghtml\">teve o m\u00eas de julho com mais focos de inc\u00eandio desde in\u00edcio das medi\u00e7\u00f5es&nbsp;<\/a>feitas pelo Inpe, em 1998. Foram 1.684 pontos no bioma.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dados do Inpe de julho<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s2.glbimg.com\/q_mJ5o8rYc3oLBnKGmJ4Ly4c44w%3D\/0x0%3A1073x945\/984x0\/smart\/filters%3Astrip_icc%28%29\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/O\/x\/jViuscSt21wBlScWXauA\/whatsapp-image-2020-07-31-at-09.23.41.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Pol\u00edcia flagra desmatamento e queimada em \u00e1reas com cerca de 16 hectares no interior do AC \u2014 Foto: Arquivo\/PM-AC\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcia flagra desmatamento e queimada em \u00e1reas com cerca de 16 hectares no interior do AC \u2014 Foto: Arquivo\/PM-AC<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/inpe\/\">Inpe<\/a>&nbsp;detectou um aumento de 27,9% nas queimadas em julho deste ano em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2019 na Amaz\u00f4nia. Al\u00e9m disso, na \u00faltima quinta-feira (30), 1.007 pontos de calor foram inclu\u00eddos no sistema de monitoramento &#8211; segundo dia que mais queimou em julho nos \u00faltimos 15 anos. Agora, o recorde \u00e9 de 1\u00ba de agosto deste ano, com 1.275 focos.<\/p>\n\n\n\n<p>Total de focos de\u00a0<strong>queimadas na Amaz\u00f4nia<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Julho de 2019 &#8211; 5.318<\/li><li>Julho de 2020 &#8211; 6.803<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Queimadas na Amaz\u00f4nia em julhoFocos de queimadas201020112012201320142015201620172018201920201k2k3k4k5k6k7k8k9kFonte: Inpe<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Queimadas e desmatamento<\/h2>\n\n\n\n<p>As queimadas s\u00e3o apenas uma das etapas do ciclo de uso da terra na Amaz\u00f4nia. Depois do desmate, se nada de novo acontecer, a floresta pode se regenerar. Uma floresta secund\u00e1ria, no entanto, nunca ser\u00e1 como uma original, mesmo que uma parte da biodiversidade consiga se restabelecer. Na pr\u00e1tica, o que acontece \u00e9 que a mata n\u00e3o tem tempo de crescer de novo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s2.glbimg.com\/L6e3zW3Pw4mRUBlO7hqMrIcJalM%3D\/0x0%3A650x1304\/984x0\/smart\/filters%3Astrip_icc%28%29\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2019\/A\/u\/ab2gj1SBSyUFD76Cph0A\/desmatamento-ciclo.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Uso da terra no Brasil \u2014 Foto: Roberta Jaworski\/G1\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Uso da terra no Brasil \u2014 Foto: Roberta Jaworski\/G1<\/p>\n\n\n\n<p> De acordo com ambientalistas ouvidos pelo\u00a0<strong>G1<\/strong>,<strong>\u00a0h\u00e1 muito mais a ser queimado ainda<\/strong>\u00a0na Amaz\u00f4nia, j\u00e1 que\u00a0<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/natureza\/noticia\/2020\/07\/10\/amazonia-bate-novo-recorde-nos-alertas-de-desmatamento-em-junho-aumento-dos-ultimos-11-meses-foi-de-64percent-aponta-inpe.ghtml\">novos recordes de desmate foram batidos neste ano<\/a>. <\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O fogo \u00e9 uma das principais ferramentas utilizadas para o desmatamento, especialmente por grileiros e agricultores, que o usam para limpar \u00e1reas para uso agropecu\u00e1ria ou especula\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 mais uma prova que esse governo n\u00e3o tem uma pol\u00edtica de prote\u00e7\u00e3o ambiental e tenta, de maneira desorganizada, passar a imagem que est\u00e1 tentando resolver o problema&#8221;, disse R\u00f4mulo Batista, porta-voz do Greenpeace.<\/p>\n\n\n\n<p>O bioma registrou&nbsp;<strong>1.034,4 km\u00b2<\/strong>&nbsp;de \u00e1rea sob alerta de desmatamento em junho, recorde para o m\u00eas em toda a s\u00e9rie hist\u00f3ria, que come\u00e7ou em 2015. No acumulado do semestre, os alertas indicam devasta\u00e7\u00e3o em&nbsp;<strong>3.069,57&nbsp;<\/strong>km\u00b2 da Amaz\u00f4nia, aumento de 25% em compara\u00e7\u00e3o ao primeiro semestre de 2019.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os alertas at\u00e9 junho de 2020 apontam:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>sinais de devasta\u00e7\u00e3o em 3.069,57 km\u00b2 da Amaz\u00f4nia neste ano<\/li><li>aumento de 25% de janeiro a junho, comparado ao mesmo per\u00edodo do ano anterior<\/li><li>aumento de 64% no acumulado dos \u00faltimos 11 meses, comparado ao per\u00edodo anterior (a um m\u00eas do fechamento oficial de desmatamento, alertas apontam tend\u00eancia de aumento na devasta\u00e7\u00e3o)<\/li><li>O n\u00famero de junho \u00e9 10,6% maior do que o registrado no mesmo m\u00eas em 2019<\/li><li>Na compara\u00e7\u00e3o com maio, houve aumento de 24,31% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2019, que tamb\u00e9m havia sido recorde para o per\u00edodo.<\/li><li>Os dados servem de indica\u00e7\u00e3o \u00e0s equipes de fiscaliza\u00e7\u00e3o sobre onde pode estar havendo crime ambiental. Os n\u00fameros n\u00e3o representam a taxa oficial de desmatamento, que \u00e9 medida por outro sistema, divulgado uma vez ao ano.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aumento das queimadas no Pantanal<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s2.glbimg.com\/0styeBU2uXk-kDOrQWaKTir2KbI%3D\/0x0%3A1280x1280\/984x0\/smart\/filters%3Astrip_icc%28%29\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/c\/j\/rvhVNrQYihhxV7iyehRg\/whatsapp-image-2020-07-23-at-06.49.36.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Queimadas no Pantanal de Mato Grosso \u2014 Foto: ICV\/Assessoria\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Queimadas no Pantanal de Mato Grosso \u2014 Foto: ICV\/Assessoria<\/p>\n\n\n\n<p>O Pantanal mato-grossense<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/noticia\/2020\/07\/23\/queimadas-no-pantanal-de-mt-aumentaram-530percent-em-2020-diz-instituto.ghtml\">&nbsp;teve um aumento de 530% nos registros de queimadas no primeiro semestre deste ano<\/a>&nbsp;em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Os focos de calor em alta durante o per\u00edodo chuvoso no bioma alertam para um cen\u00e1rio cr\u00edtico com a chegada da seca em todo o estado, \u00e9poca mais suscet\u00edvel \u00e0s queimadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em entrevista ao Jornal Nacional, pesquisadores&nbsp;<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/jornal-nacional\/noticia\/2020\/07\/28\/pesquisadores-ligam-as-queimadas-no-pantanal-ao-desmatamento-da-amazonia.ghtml\">relacionam o aumento das queimadas no Pantanal tamb\u00e9m ao desmatamento na Amaz\u00f4nia<\/a>&nbsp;&#8211; \u00e9 da floresta que vem a maior parte da umidade que alimenta o Pantanal, explicam.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Essa baixa quantidade de chuvas fez com que n\u00f3s tiv\u00e9ssemos, este ano, a menor cheia dos \u00faltimos 47 anos. E, segundo as nossas estimativas, \u00e9 bem prov\u00e1vel que n\u00f3s teremos tamb\u00e9m a maior seca desse mesmo per\u00edodo&#8221;, avaliou Carlos Padovani, da Embrapa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/s04.video.glbimg.com\/x240\/8734131.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Pesquisadores ligam as queimadas no Pantanal ao desmatamento da Amaz\u00f4nia\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure><iframe src=\"https:\/\/imasdk.googleapis.com\/js\/core\/bridge3.400.1_pt_br.html#goog_1743725491\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8211;:&#8211;\/&#8211;:&#8211;<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisadores ligam as queimadas no Pantanal ao desmatamento da Amaz\u00f4nia<\/p>\n\n\n\n<p>A floresta lan\u00e7a no ar a umidade que \u00e9 levada pelas correntes at\u00e9 esbarrar na Cordilheira do Andes. Volta, ent\u00e3o, distribuindo chuva para toda uma regi\u00e3o que vai at\u00e9 o Sul do Brasil. Quando esse maci\u00e7o verde come\u00e7a a ser fragmentado, n\u00e3o lan\u00e7a tanta umidade assim e falta chuva no Centro-Oeste.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNestas condi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o ocorre a recarga dos aqu\u00edferos que viabilizam o retorno dessa umidade estocada na bacia para a forma\u00e7\u00e3o de nuvens. Ent\u00e3o, se a chuva de 600 mil\u00edmetros acontecesse somente em outubro e novembro, os demais meses ficam secos e a estiagem ser\u00e1 maior\u201d, explicou Ivan Bergier, da Embrapa.<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados s\u00e3o referentes ao primeiro semestre de 2020. Inc\u00eandios florestais (24%) e desmatamento recente (5%) s\u00e3o as outras causas do fogo neste tipo de propriedade na regi\u00e3o amaz\u00f4nica.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-29390","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-7E2","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29390","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29390"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29390\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29391,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29390\/revisions\/29391"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29390"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29390"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29390"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}