{"id":29630,"date":"2020-08-27T14:25:55","date_gmt":"2020-08-27T18:25:55","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=29630"},"modified":"2020-08-27T14:26:05","modified_gmt":"2020-08-27T18:26:05","slug":"pesquisa-fenaj-entidade-aponta-sobrecarga-de-trabalho-para-maes-jornalista-884-nao-querem-filhos-de-volta-a-escola-este-ano","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/08\/27\/pesquisa-fenaj-entidade-aponta-sobrecarga-de-trabalho-para-maes-jornalista-884-nao-querem-filhos-de-volta-a-escola-este-ano\/","title":{"rendered":"PESQUISA FENAJ &#8211; ENTIDADE APONTA SOBRECARGA DE TRABALHO PARA M\u00c3ES\/JORNALISTA. 88,4% N\u00c3O QUEREM FILHOS DE VOLTA \u00c0 ESCOLA ESTE ANO"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"589\" height=\"241\" data-attachment-id=\"29631\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/08\/27\/pesquisa-fenaj-entidade-aponta-sobrecarga-de-trabalho-para-maes-jornalista-884-nao-querem-filhos-de-volta-a-escola-este-ano\/image-38-9\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-38.jpeg?fit=589%2C241\" data-orig-size=\"589,241\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image-38\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" 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m\u00e3es no contexto da pandemia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>A pesquisa sobre condi\u00e7\u00f5es de trabalho durante a pandemia das mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>jornalistas que s\u00e3o m\u00e3es, coordenada pela Comiss\u00e3o Nacional de Mulheres da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Jornalistas (FENAJ), evidencia em n\u00fameros e relatos um cen\u00e1rio vivenciado de maneira generalizada na categoria: o aumento de carga hor\u00e1ria e o fato de estarem sempre dispon\u00edveis para o trabalho como uma condi\u00e7\u00e3o do&nbsp;<em>home office<\/em>, concentra\u00e7\u00e3o do trabalho dom\u00e9stico e do cuidado com os filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Disponibilizada no per\u00edodo de 7 a 17 de agosto de 2020, a pesquisa \u201cM\u00e3es jornalistas e o contexto da pandemia\u201d, composta por 26 perguntas de m\u00faltipla escolha, quest\u00f5es abertas complementares e espa\u00e7o para avalia\u00e7\u00e3o, foi estruturada em quatro se\u00e7\u00f5es, contemplando quest\u00f5es sobre o perfil das trabalhadoras jornalistas, as condi\u00e7\u00f5es de trabalho, a situa\u00e7\u00e3o familiar dessas mulheres e a opini\u00e3o delas sobre a volta \u00e0s aulas presenciais dos filhos\/as.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO formato de pesquisa foi constru\u00eddo coletivamente por mulheres jornalistas de territ\u00f3rios das cinco regi\u00f5es do pa\u00eds, por m\u00e3es, por pesquisadoras, por profissionais que atuam nas reda\u00e7\u00f5es, por dirigentes sindicais, por jornalistas que n\u00e3o s\u00e3o m\u00e3es, por uma pluralidade de mulheres que considera que o movimento sindical deve pautar as lutas por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho a partir do entendimento das transversalidades das quest\u00f5es de g\u00eanero, ra\u00e7a e diversidade\u201d, explica Samira de Castro, segunda vice-presidenta da FENAJ e integrante da Comiss\u00e3o de Mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Respondida por 629 profissionais jornalistas de todos os estados do Brasil, o mapeamento demonstra que, ainda que compartilhem cuidados, estas mulheres se sentem sobrecarregadas com aulas online, alimenta\u00e7\u00e3o e cuidados da casa, ao mesmo tempo que precisam conciliar o trabalho&nbsp;<em>home office<\/em>&nbsp;ou presencial.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resultados sistematizados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A principal fun\u00e7\u00e3o exercida dentro do jornalismo pelas mulheres que s\u00e3o m\u00e3es \u00e9 de Assessora de Imprensa (40,06%), seguida da atua\u00e7\u00e3o como rep\u00f3rter (15,9%). O regime de trabalho da maioria est\u00e1 sendo feito em&nbsp;<em>home office<\/em>&nbsp;(59,78%), seguido pelas profissionais que est\u00e3o em regime misto, ou seja, mesclando trabalho remoto com atividades presenciais.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 quest\u00e3o salarial, 57,82% n\u00e3o tiveram altera\u00e7\u00f5es no sal\u00e1rio e na jornada de trabalho durante a pandemia e outras 16,4% foram impactadas pela legisla\u00e7\u00e3o que instituiu o Programa Emergencial de Manuten\u00e7\u00e3o do Emprego e da Renda, com base na Lei N\u00ba 14.020\/2020 (oriunda da Medida Provis\u00f3ria 936), seja com redu\u00e7\u00e3o salarial ou suspens\u00e3o do contrato de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Das m\u00e3es jornalistas, 7,6% est\u00e3o desempregadas e 15,1% das participantes precisaram solicitar o benef\u00edcio emergencial, sendo que 5,56% receberam o valor de R$ 600, outras 4,13% o valor de R$ 1.200, destinado \u00e0s m\u00e3es que s\u00e3o as \u00fanicas respons\u00e1veis pelos filhos\/as ou s\u00e3o chefes de fam\u00edlia e 5,41% solicitaram, mas n\u00e3o receberam.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 63,4% dessas mulheres, a responsabilidade com a crian\u00e7a \u00e9 compartilhada com o pai. Mas a segunda maior ocorr\u00eancia \u00e9 de mulheres jornalistas que s\u00e3o m\u00e3es solo e tamb\u00e9m as \u00fanicas respons\u00e1veis pelos filhos (22,4%). Nesse cen\u00e1rio, ainda que a maioria tenha declarado que compartilha cuidados e responsabilidades sobre os filhos com o pai, 85,9% das m\u00e3es assinalaram que se sentem sobrecarregadas na pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras 26,7% dessas mulheres s\u00e3o respons\u00e1veis pelos cuidados de outras pessoas. Em quest\u00e3o aberta, as jornalistas relatam que essa situa\u00e7\u00e3o inclui majoritariamente familiares idosos que precisam de apoio durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Paula Zarth Padilha, diretora executiva da FENAJ e integrante da equipe de sistematiza\u00e7\u00e3o do levantamento, a pesquisa aponta para um esgotamento destas jornalistas e tamb\u00e9m ilustra o quanto a atividade de cuidado \u00e9 quase que exclusiva das mulheres. \u201cRessaltando que entre as m\u00e3es jornalistas que contam com rede de apoio, a maioria das pessoas com quem dividem os cuidados com rela\u00e7\u00e3o aos filhos \u00e9 do g\u00eanero feminino (53 situa\u00e7\u00f5es contra 21 casos em que o apoio vem de um homem que n\u00e3o \u00e9 o pai) \u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p>Em quest\u00e3o aberta relacionada \u00e0 sobrecarga de trabalho, os relatos abordam a dificuldade de atender os filhos durante aulas remotas; de conciliar esta e outras responsabilidades com o trabalho jornal\u00edstico; sobre como s\u00e3o cobradas por desempenho no teletrabalho sem ter qualquer empatia por parte dos superiores hier\u00e1rquicos; e ainda, a respeito da sensa\u00e7\u00e3o de estarem o tempo todo tendo que se colocar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para o trabalho. E quem continua exercendo o trabalho presencial ou misto n\u00e3o tem qualquer suporte para a situa\u00e7\u00e3o das aulas estarem suspensas e pelo risco de n\u00e3o estar em isolamento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Volta \u00e0s aulas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A maioria das m\u00e3es jornalistas (82,3%) t\u00eam filhos que cursam at\u00e9 o 5\u00ba ano do ensino fundamental, ou seja, desde beb\u00eas at\u00e9 crian\u00e7as com 10 ou 11 anos de idade, em fase de intenso aprendizado. Ainda que apenas 21,5% das crian\u00e7as\/filhos em idade escolar n\u00e3o estejam em aula remota e que as m\u00e3es descrevam relatos de esgotamento por ter que assumir essa dimens\u00e3o do acompanhamento do ensino em casa, 88,4% s\u00e3o contra o retorno das aulas nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao menos 47,1% das m\u00e3es n\u00e3o v\u00e3o permitir que os filhos retornem \u00e0s aulas presenciais em 2020, e outras 18,6% cogitam retirar os filhos da escola caso a frequ\u00eancia presencial venha a ser obrigat\u00f3ria. \u201cEssa quest\u00e3o situa as jornalistas no debate geral sobre a educa\u00e7\u00e3o no contexto da crise de Covid-19, fazendo coro a trabalhadoras de outras categorias que j\u00e1 se pronunciaram sobre os riscos de retorno de crian\u00e7as, adolescentes e jovens aos espa\u00e7os educacionais\u201d, aponta Aline de Oliveira Rios, integrante da Comiss\u00e3o de Mulheres pelo Sindicato dos Jornalistas do Paran\u00e1 (Sindijor\/PR) e uma das respons\u00e1veis pela sistematiza\u00e7\u00e3o dos dados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Para al\u00e9m da escuta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme relat\u00f3rio e avalia\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Nacional de Mulheres da FENAJ, uma das principais quest\u00f5es evidenciadas pela pesquisa \u00e9 a maneira como a invisibiliza\u00e7\u00e3o da sobrecarga de g\u00eanero penaliza as mulheres, abstendo-se de ser objeto de pol\u00edticas p\u00fablicas e de a\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas de enfrentamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Rose Dayanne Santana Nogueira, diretora da FENAJ, integrante da Comiss\u00e3o de Mulheres pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Tocantins (Sindjor\/TO) e uma das respons\u00e1veis pela sistematiza\u00e7\u00e3o dos dados, afirma que outras quest\u00f5es tamb\u00e9m refletem que as condi\u00e7\u00f5es de trabalho modificadas pela pandemia escancaram a necessidade de regulamenta\u00e7\u00e3o do&nbsp;<em>home office<\/em>, de equidade no ambiente de trabalho e de reflex\u00e3o sobre os rearranjos familiares durante a pandemia, em que o isolamento \u00e9 um dos fatores que tem deixado as m\u00e3es \u00e0 beira da exaust\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com esse car\u00e1ter de den\u00fancia da sobrecarga, a pesquisa mapeia uma s\u00e9rie de abusos que t\u00eam ocorrido nos ambientes de trabalho no Brasil, com jornadas abusivas, excesso de trabalho, aumento da cobran\u00e7a por parte dos superiores (mesmo entre aquelas que tiveram redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios e jornada), ac\u00famulo de fun\u00e7\u00f5es e as frequentes cobran\u00e7as para dar conta de prazos, de plant\u00f5es (incluindo quem est\u00e1 em teletrabalho) e de in\u00fameras reuni\u00f5es, al\u00e9m daquelas que est\u00e3o sendo obrigadas a participar de cursos \u2013 sem qualquer empatia com o fato da exist\u00eancia do cuidado com os filhos e dos afazeres dom\u00e9sticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante de tantas quest\u00f5es, a Comiss\u00e3o Nacional de Mulheres da FENAJ ir\u00e1 encaminhar os resultados da pesquisa aos Sindicatos filiados para que possam orientar poss\u00edveis medidas que tenham tamb\u00e9m como objeto a preocupa\u00e7\u00e3o com as quest\u00f5es de g\u00eanero no trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m ser\u00e1 enviada a \u00f3rg\u00e3os de prote\u00e7\u00e3o ao trabalho como um esfor\u00e7o para chamar a aten\u00e7\u00e3o para a realidade das mulheres trabalhadoras, que n\u00e3o \u00e9 exclusiva, mas se acentua, no contexto da pandemia, demonstradas nesse recorte com as m\u00e3es jornalistas.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/fenaj.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/PESQUISA-MULHERES-JORNALISTAS-NA-PANDEMIA-WEB.pdf\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">Acesse aqui o relat\u00f3rio da pesquisa<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fonte:<\/strong>&nbsp;FENAJ<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia Internacional da Igualdade Feminina (26\/08), FENAJ divulga dados de pesquisa da Comiss\u00e3o Nacional de Mulheres e materializa diagn\u00f3stico 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