{"id":29646,"date":"2020-08-31T06:27:13","date_gmt":"2020-08-31T10:27:13","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=29646"},"modified":"2020-08-31T06:27:22","modified_gmt":"2020-08-31T10:27:22","slug":"um-ano-apos-vazamento-de-oleo-no-nordeste-nenhum-responsavel-foi-identificado","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/08\/31\/um-ano-apos-vazamento-de-oleo-no-nordeste-nenhum-responsavel-foi-identificado\/","title":{"rendered":"Um ano ap\u00f3s vazamento de \u00f3leo no Nordeste, nenhum respons\u00e1vel foi identificado"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"367\" data-attachment-id=\"29647\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/08\/31\/um-ano-apos-vazamento-de-oleo-no-nordeste-nenhum-responsavel-foi-identificado\/image-40-8\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-40.jpeg?fit=800%2C489\" data-orig-size=\"800,489\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image-40\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-40.jpeg?fit=300%2C183\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-40.jpeg?fit=600%2C367\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-40.jpeg?resize=600%2C367\" alt=\"\" class=\"wp-image-29647\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-40.jpeg?w=800 800w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-40.jpeg?resize=300%2C183 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-40.jpeg?resize=768%2C469 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/image-40.jpeg?resize=491%2C300 491w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Marinha afirma que investiga\u00e7\u00e3o segue em sigilo; danos ambientais s\u00e3o imensur\u00e1veis<\/h4>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Catarina Barbosa<\/p>\n\n\n\n<p>Bel\u00e9m (PA) | Brasil de Fato |<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 um ano, as praias do Nordeste foram tomadas por&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.brasildefatope.com.br\/2019\/10\/07\/com-116-praias-atingidas-por-petroleo-estados-do-nordeste-pedem-investigacao-federal\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">cinco mil toneladas de \u00f3leo<\/a>. Um ano depois, a Marinha do Brasil&nbsp;finalizou a primeira etapa da investiga\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o chegou a nenhuma conclus\u00e3o sobre os poss\u00edveis respons\u00e1veis pela trag\u00e9dia ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Centro de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Marinha, &#8220;a investiga\u00e7\u00e3o confirmou que o \u00f3leo \u00e9 de origem venezuelana, o que n\u00e3o significa que ele tenha sido lan\u00e7ado por navios ou empresas daquele pa\u00eds&#8221;.<br><br>O dano chegou a&nbsp;nove estados do Nordeste e dois do Sudeste \u2013 Rio de Janeiro e Esp\u00edrito Santo. O&nbsp;n\u00famero de munic\u00edpios atingidos \u00e9 superior a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.brasildefatope.com.br\/2019\/10\/07\/com-116-praias-atingidas-por-petroleo-estados-do-nordeste-pedem-investigacao-federal\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">130<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>O inqu\u00e9rito aponta que o petr\u00f3leo foi derramado a 700 km da costa brasileira e trafegou submerso por 40 dias. O relat\u00f3rio final da Marinha \u2013 respons\u00e1vel pelas investiga\u00e7\u00f5es \u2013&nbsp;foi encaminhado, na \u00faltima segunda-feira (24), para a Pol\u00edcia Federal (PF), que conduz o inqu\u00e9rito criminal.<\/p>\n\n\n\n<p>A PF informou que a investiga\u00e7\u00e3o continua&nbsp;e que s\u00f3 vai se pronunciar quando os trabalhos forem conclu\u00eddos. A investiga\u00e7\u00e3o segue, no entanto, em sigilo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/images03.brasildefato.com.br\/74ee4aedeccf872f7e4422fd161adc27.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><br>No dia 25 de setembro, as manchas de \u00f3leo foram vistas nas praias de Sergipe. \/ Governo de Sergipe via AFP<\/p>\n\n\n\n<p>O modelo Bolsonaro<\/p>\n\n\n\n<p>Para o&nbsp;soci\u00f3logo Cristiano Ramalho, pesquisador da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ufpe.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade Federal de Pernambuco<\/a>&nbsp;(UFPE) e membro do Comit\u00ea UFPE SOS Mar, a aus\u00eancia de respostas efetivas no caso do derramamento de \u00f3leo comp\u00f5e um&nbsp;<em>modus operandis<\/em>&nbsp;do governo federal, tanto para casos de impactos ambientais, e socioambientais, como tamb\u00e9m para quest\u00f5es de sa\u00fade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele explica que esse modo tem&nbsp;tr\u00eas a\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas para o funcionamento:&nbsp;negar&nbsp;ou minimizar o fato,&nbsp;acusar grupos considerados antag\u00f4nicos ao que o governo acredita&nbsp;e, a&nbsp;terceira, \u00e9 negar&nbsp;o que diz a ci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Embora isso possa parecer para alguns algo de profunda incompet\u00eancia administrativa, no&nbsp;caso da trag\u00e9dia do petr\u00f3leo, o governo federal s\u00f3 veio agir muito&nbsp;tardiamente. Al\u00e9m disso, o governo&nbsp;s\u00f3 acionou \u2013 muito parcialmente \u2013, o plano que existia para o enfrentamento de trag\u00e9dias como essa do petr\u00f3leo. \u00c9 poss\u00edvel colocar, como hip\u00f3tese,&nbsp;que isso seja uma a\u00e7\u00e3o planejada, dada&nbsp;a semelhan\u00e7a desses aspectos&#8221;, diz ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a an\u00e1lise de Ramalho, as trag\u00e9dias ambientais s\u00e3o, ent\u00e3o, vistas como uma forma de &#8220;eliminar&#8221; o que o governo considera como &#8220;atrasado&#8221;, nesse caso o modo de vida dos pescadores artesanais.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A n\u00e3o a\u00e7\u00e3o significa, na verdade, uma a\u00e7\u00e3o deliberada para que essas trag\u00e9dias possam&nbsp;realmente impactar. Especialmente, nos casos dos inc\u00eandios na Amaz\u00f4nia e da trag\u00e9dia do petr\u00f3leo, pois os grupos afetados s\u00e3o&nbsp;tidos como &#8216;sem import\u00e2ncia&#8217; pelo governo federal&#8221;, diz ele.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/images01.brasildefato.com.br\/25191921965eeb937bb9b7d0f86ea1e4.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><br>Volunt\u00e1rios retiram \u00f3leo na praia de Itapuama, na cidade de Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. \/ Leo Malafaia\/AFP<\/p>\n\n\n\n<p>A perda da autonomia<\/p>\n\n\n\n<p>O vazamento de \u00f3leo matou animais marinhos, poluiu praias e prejudicou mais de 300 mil&nbsp;pescadores. A pescadora&nbsp;Maria Vale, mora no&nbsp;Cear\u00e1, na Comunidade de Jardim Fortim, onde vivem cerca de 600 pessoas. Ela \u00e9 uma das muitas pessoas afetadas pelo&nbsp;derramamento de \u00f3leo, ocorrido no dia 30 de agosto de 2019, e&nbsp;conta que a situa\u00e7\u00e3o dela e de outros pescadores n\u00e3o \u00e9 muito diferente do que era h\u00e1 um ano.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00e3o tivemos mais venda do nosso marisco, do nosso peixe. Tudo ficou ou ainda continua muito dif\u00edcil. N\u00f3s, mulheres, perdemos ou estamos perdendo a nossa autonomia financeira, pois n\u00e3o temos mais a nossa renda, j\u00e1 que n\u00e3o temos o peixe e o marisco para vender. Assim, n\u00e3o temos acesso a um dinheiro nosso&#8221;, diz ela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dona Maria afirma que o \u00fanico apoio que eles tiveram, na&nbsp;comunidade, foi das ONGs locais, que contribu\u00edram com a\u00e7\u00f5es de solidariedade. No entanto, desde o aparecimento das primeiras manchas,&nbsp;nenhum apoio foi fornecido por parte do governo federal. &#8220;Os benef\u00edcios chegaram para uma minoria de&nbsp;trabalhadores. N\u00f3s n\u00e3o tivemos acesso&#8221;, conta ela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A queda de 80% na renda&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O rio Jaguaribe, de onde Dona Maria tirava seu sustento, alimentava ela e mais nove&nbsp;pessoas. Dos 600 moradores da&nbsp;comunidade, cerca de 450&nbsp;foram diretamente atingidos. O&nbsp;restante n\u00e3o vive, exclusivamente, da pesca. Ela conseguia entre 800 e 1.000 reais por m\u00eas, com a venda de peixes e mariscos, antes do crime ambiental. Agora, consegue, no m\u00e1ximo, 100 reais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para voc\u00ea ter uma ideia de como n\u00e3o est\u00e1 f\u00e1cil. Como \u00e9 dif\u00edcil para a gente ver os nossos filhos sem ter alimento. Amanhecer o dia e a gente n\u00e3o ter o que dar como caf\u00e9 da manh\u00e3, n\u00e3o ter uma merenda. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, porque muitas de n\u00f3s somos m\u00e3es e pais&nbsp;dos nossos filhos. N\u00f3s que cuid\u00e1vamos da casa em todos os sentidos e, hoje, precisamos&nbsp;de ajuda at\u00e9 mesmo para nos alimentar&#8221;, lamenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o futuro, Dona Maria diz que acredita na for\u00e7a da sua comunidade em resistir e quanto ao governos federal e local, sente que eles n\u00e3o d\u00e3o a devida aten\u00e7\u00e3o ao que ocorreu.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esse nosso governo faz de conta que isso n\u00e3o foi nada. Esse foi um dos maiores crimes ambientais que eu j\u00e1 vi acontecer na minha vida e os governos n\u00e3o est\u00e3o nem a\u00ed para a gente, como se f\u00f4ssemos nada. Mas eles sabem que somos n\u00f3s pescadores que colocamos 70% do pescado fresco na mesa do brasileiro, ainda assim, eles n\u00e3o v\u00e3o fazer nada . Quem precisa fazer algo pela gente somos n\u00f3s mesmos&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/images02.brasildefato.com.br\/2af80c45c7d7de3a3fdb4a149aa5f81f.jpeg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><br>Filhote de tartaruga encontrado morto, em Vilas do Atl\u00e2ntico, na Regi\u00e3o Metropolitana de Salvador. O animal estava completamente coberto pelo \u00f3leo que poluiu as praias do Nordeste. \/ Guardi\u00f5es do Litoral\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Os impactos<\/p>\n\n\n\n<p>Gilberto Rodrigues, professor de ecologia na&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ufpe.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade Federal de Pernambuco<\/a>&nbsp;(UFPE) e coordenador do Laborat\u00f3rio de Avalia\u00e7\u00e3o, Recupera\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o de Ecossistemas Aqu\u00e1ticos, refor\u00e7a que esse foi o maior impacto ambiental, por derramamento de \u00f3leo, causado no Brasil em termos de extens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Essas manchas atingiram&nbsp;desde o Sudeste, no Esp\u00edrito Santo, Rio de Janeiro se estendendo at\u00e9 o Nordeste brasileiro. Os preju\u00edzos ambientais s\u00e3o muitos: teve uma express\u00e3o muito grande nos estu\u00e1rios, nos rios, nos manguezais, nas praias, nos corais de recifes. Essas manchas chagaram a comprometer muitos desses&nbsp;ecossistemas, a&nbsp;sa\u00fade das pessoas que vivem nesses ambientes costeiros tamb\u00e9m foi impactada, porque foi alarmante o n\u00famero de pessoas que tiveram contato com esse \u00f3leo&#8221;, diz ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodrigues destaca que os impactos socioecon\u00f4micos s\u00e3o sentidos at\u00e9 os dias atuais entre os pescadores artesanais, principalmente, os de Pernambuco, da Para\u00edba, Alagoas, Rio Grande do Norte e Bahia, onde muitas pessoas dependem da atividade. Para al\u00e9m disso, ele afirma que o caso se agravou com a pandemia do novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A Covid fez com que essas popula\u00e7\u00f5es, que j\u00e1 tinham sido atingidas, que j\u00e1 vinham sido acometidas por esse grande dano ambiental passassem por situa\u00e7\u00f5es ainda mais paup\u00e9rrimas. Um dos maiores preju\u00edzos que temos para a costa do Brasil foi, na verdade, a falta de comprometimento do governo federal em n\u00e3o ter acionado o plano de conting\u00eancia que prev\u00ea esse derramamento de \u00f3leo no litoral brasileiro. Se n\u00e3o tivesse ocorrido essa falha do governo federal, a gente poderia ter minimizado muito esses impactos&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.marinha.mil.br\/notas-a-imprensa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">nota<\/a>, no portal da&nbsp;Marinha, a institui\u00e7\u00e3o afirma que &#8220;o epis\u00f3dio do derramamento s\u00f3 reitera, de acordo com a Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnol\u00f3gico da Marinha (DGDNTM), a necessidade das expertises nacionais unirem-se em torno do melhor conhecimento cient\u00edfico dispon\u00edvel sobre o assunto, &#8216;para o desenvolvimento de ferramentas que, unidas a um sistema de monitoramento dos navios que transitam nas \u00e1guas jurisdicionais brasileiras e proximidades, possam impedir ocorr\u00eancias similares no futuro.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Hist\u00f3rico<\/p>\n\n\n\n<p><strong>30\/08\/2019 \u2013<\/strong>&nbsp;Primeiras manchas aparecem na Para\u00edba, nas praias de Tambaba e Gramame, no munic\u00edpio de Conde, e na Praia Bela, em Pitimbu.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>02\/09\/2010 \u2013&nbsp;<\/strong>Manchas s\u00e3o registradas em Ipojuca e Olinda, em Pernambuco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7\/9\/2019 \u2013&nbsp;<\/strong>O \u00f3leo atinge praias do Rio Grande do Norte.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>16\/9\/2019 \u2013&nbsp;<\/strong>Polui\u00e7\u00e3o \u00e9 registrada no Maranh\u00e3o pela primeira vez.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>21\/9\/2019 \u2013&nbsp;<\/strong>Manchas de \u00f3leo chegam ao litoral do Cear\u00e1. Subst\u00e2ncia t\u00f3xica \u00e9 encontrada por banhistas no munic\u00edpio de Paracuru.<br><br><strong>25\/9\/2019 \u2013<\/strong>&nbsp;Manchas chegam a Sergipe, e a praia de Ponta dos Mangues, em Pacatuba,&nbsp;amanhece&nbsp;coberta de piche.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>8\/10\/2019 \u2013&nbsp;<\/strong>Mancha de \u00f3leo atinge a foz do rio S\u00e3o Francisco em Alagoas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>11\/10\/2019 \u2013&nbsp;<\/strong>Polui\u00e7\u00e3o chega \u00e0 Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>16\/10\/2019 \u2013<\/strong>&nbsp;Mancha gigante de \u00f3leo surge na praia de Porto de Pedras, em Alagoas, e amea\u00e7a santu\u00e1rio de peixe-boi.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7\/11\/2019 \u2013&nbsp;<\/strong>Polui\u00e7\u00e3o \u00e9 registrada pela primeira vez na regi\u00e3o Sudeste. A Marinha do Brasil informa aparecimento de fragmentos de \u00f3leo na praia de Guriri, em S\u00e3o Mateus (ES).<br><br><strong>24\/08\/2020 \u2013&nbsp;<\/strong>&nbsp;A Marinha, respons\u00e1vel pelas investiga\u00e7\u00f5es, conclui o relat\u00f3rio, sem apontar respons\u00e1veis, e o encaminha para a Pol\u00edcia Federal (PF), que conduz o inqu\u00e9rito criminal. A investiga\u00e7\u00e3o segue&nbsp;em sigilo.<\/p>\n\n\n\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Eduardo Bernardes<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marinha afirma que investiga\u00e7\u00e3o segue em sigilo; danos ambientais s\u00e3o imensur\u00e1veis<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-29646","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-7Ia","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29646","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29646"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29646\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29648,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29646\/revisions\/29648"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29646"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29646"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29646"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}