{"id":30334,"date":"2020-12-11T10:01:55","date_gmt":"2020-12-11T14:01:55","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=30334"},"modified":"2020-12-11T10:01:58","modified_gmt":"2020-12-11T14:01:58","slug":"argentina-fica-a-um-passo-de-legalizar-o-aborto-apos-aprovacao-pela-camara-dos-deputados","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/12\/11\/argentina-fica-a-um-passo-de-legalizar-o-aborto-apos-aprovacao-pela-camara-dos-deputados\/","title":{"rendered":"Argentina fica a um passo de legalizar o aborto ap\u00f3s aprova\u00e7\u00e3o pela C\u00e2mara dos Deputados"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"399\" data-attachment-id=\"30335\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2020\/12\/11\/argentina-fica-a-um-passo-de-legalizar-o-aborto-apos-aprovacao-pela-camara-dos-deputados\/image-6-17\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-6.jpeg?fit=640%2C426\" data-orig-size=\"640,426\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image-6\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-6.jpeg?fit=300%2C200\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-6.jpeg?fit=600%2C399\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-6.jpeg?resize=600%2C399\" alt=\"\" class=\"wp-image-30335\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-6.jpeg?w=640 640w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-6.jpeg?resize=300%2C200 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-6.jpeg?resize=451%2C300 451w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Projeto de lei recebe 131 votos a favor da interrup\u00e7\u00e3o legal da gravidez at\u00e9 a 14\u00aa semana, ante 117 contr\u00e1rios e seis absten\u00e7\u00f5es. Proposta, que tem apoio do presidente, precisa passar pelo Senado<\/h4>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>El Pa\u00eds<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/aborto\/\" target=\"_blank\">Aborto<\/a>\u00a0legal \u00e9 no hospital!\u201d. Depois de acompanhar o debate legislativo nas ruas por 20 horas, uma\u00a0<em>mar\u00e9 verde\u00a0<\/em>formada por milhares de manifestantes favor\u00e1veis \u00e0 legaliza\u00e7\u00e3o do aborto na Argentina celebrou, nas ruas de Buenos Aires, a aprova\u00e7\u00e3o pela C\u00e2mara dos Deputados\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-12-10\/congresso-argentino-inicia-debate-sobre-a-legalizacao-do-aborto-com-apoio-do-presidente.html\" target=\"_blank\">do projeto de lei que autoriza a interrup\u00e7\u00e3o legal\u00a0<\/a>da gravidez at\u00e9 a 14\u00aa semana de gesta\u00e7\u00e3o. A proposta, que tem o apoio do presidente\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/elpais.com\/noticias\/alberto-fernandez\/\" target=\"_blank\">Alberto Fern\u00e1ndez<\/a>, recebeu 131 votos de deputados favor\u00e1veis \u00e0 interrup\u00e7\u00e3o da gravidez, ante 117 contr\u00e1rios e seis absten\u00e7\u00f5es, no in\u00edcio da manh\u00e3 desta sexta-feira. Agora, o projeto ainda precisa passar pelo Senado argentino, que ter\u00e1 a palavra final.<\/p>\n\n\n\n<p><br>\u00c9 a&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/05\/28\/internacional\/1559062371_230742.html\">nona vez que um projeto de lei de interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez<\/a>&nbsp;tramita no Congresso argentino. Em 2018, a proposta foi aprovada pelos deputados \u2015por 129 votos a favor e 125 contra\u2015, mas derrotada no Senado.<\/p>\n\n\n\n<p>A data escolhida para o debate foi bastante simb\u00f3lica: 10 de dezembro,&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/derechos-humanos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dia Internacional dos Direitos Humanos<\/a>. Foi tamb\u00e9m o&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-12-10\/pandemia-e-crise-economica-marcam-primeiro-ano-de-alberto-fernandez-na-argentina.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">primeiro anivers\u00e1rio de Alberto Fern\u00e1ndez como presidente<\/a>, o \u00fanico presidente argentino no cargo que apoiou a legaliza\u00e7\u00e3o do aborto. Os deputados come\u00e7aram a debater por volta das 11h de quinta-feira, em uma sess\u00e3o altamente polarizada enquanto milhares de pessoas acompanhavam suas interven\u00e7\u00f5es por meio de tel\u00f5es em uma pra\u00e7a dividida em duas por cercas: de um lado, a mar\u00e9 verde a favor da legaliza\u00e7\u00e3o; de outro, manifestantes vestidos de azul, que rejeitam a mudan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/X2mniJ3-LGejkLg7wsnQ7ZMG_7I%3D\/768x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/SK4JM7NTUIET7UGCERE5UVFW4Y.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Um grupo, muito menor em n\u00famero que a 'mar\u00e9 verde', se reuniu em frente ao Congresso argentino para protestar contra a legaliza\u00e7\u00e3o do aborto. \"\/><figcaption>Um grupo, muito menor em n\u00famero que a &#8216;mar\u00e9 verde&#8217;, se reuniu em frente ao Congresso argentino para protestar contra a legaliza\u00e7\u00e3o do aborto.&nbsp;NATACHA PISARENKO \/ AP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A medida prev\u00ea que as mulheres e \u201coutras identidades com capacidade de gerar\u201d possam interromper sua gesta\u00e7\u00e3o at\u00e9 a 14\u00aa semana. N\u00e3o podem transcorrer mais de 10 dias entre a solicita\u00e7\u00e3o do aborto e sua realiza\u00e7\u00e3o, uma regra que busca evitar calv\u00e1rios como a da menina Luc\u00eda,&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/violaciones\/\">estuprada<\/a>&nbsp;aos 11 anos por um av\u00f4 de cria\u00e7\u00e3o e que passou quase um m\u00eas internada at\u00e9 que uma ordem judicial obrigou o hospital a cumprir a vontade dela de abortar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNingu\u00e9m promove o aborto, as mulheres n\u00e3o querem chegar a essa situa\u00e7\u00e3o, muito menos o aborto \u00e9 utilizado como m\u00e9todo contraceptivo. Mas os abortos, por v\u00e1rias raz\u00f5es, acontecem. Resolver esta quest\u00e3o a favor das mulheres implica que todas tenham acesso a um aborto seguro, \u00e9 um problema de sa\u00fade p\u00fablica e justi\u00e7a social \u201c, defendeu o deputado Juan Carlos Alderete, da governamental Frente de Todos.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde 1921, o aborto na Argentina \u00e9 crime pun\u00edvel com at\u00e9 quatro anos de pris\u00e3o, exceto em caso de estupro ou risco de vida da m\u00e3e. Mesmo assim,&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/06\/14\/internacional\/1529002780_075313.html?rel=listapoyo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">a cada ano mais de 300.000 abortos s\u00e3o realizados na Argentina<\/a>, de acordo com n\u00fameros n\u00e3o oficiais, e cerca de 40.000 mulheres argentinas t\u00eam de ser hospitalizadas por complica\u00e7\u00f5es derivadas deles.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, a C\u00e2mara dos Deputados aprovou um projeto de interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez,&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/08\/09\/internacional\/1533774575_136008.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mas o Senado o rejeitou<\/a>. Ao contr\u00e1rio de ent\u00e3o, a iniciativa desta vez foi promovida pelo Governo e conta com o apoio do Presidente da Rep\u00fablica. \u201cPor 100 anos, os legisladores se tornaram inquisidores e fizemos um escrut\u00ednio moral. Perguntamos \u00e0 mulher que vem fazer um aborto se ela consentiu ou n\u00e3o na hora de fazer sexo. Isso j\u00e1 era lei em 1921. Hoje vamos deixar de ser homens de 1921. Vamos nos redefinir para 2020\u2033, afirmou o deputado Waldo Wolff. \u201cEstamos cruzando a \u00faltima cerca para o pleno reconhecimento legal da autonomia das mulheres\u201d, acrescentou sua colega Silvia Lospennato.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde que a Argentina recuperou a democracia em 1983 at\u00e9 o presente, mais de 3.000 mulheres morreram em decorr\u00eancia de complica\u00e7\u00f5es de abortos clandestinos. Uma delas foi a av\u00f3 da deputada Alicia Aparicio\u201d, que se lembrou dela em l\u00e1grimas durante seu discurso: \u201cEu te devo, av\u00f3, por ti, por todos aqueles que perderam a vida e por todas as m\u00e3es, av\u00f3s, bisav\u00f3s, tatarav\u00f3s, e assim por diante at\u00e9 o fim dos tempos. Ent\u00e3o, eu pergunto: educa\u00e7\u00e3o para decidir, anticoncepcional para n\u00e3o abortar,&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/08\/01\/politica\/1533128864_881842.html?rel=listapoyo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aborto legal, seguro e gratuito para n\u00e3o morrer<\/a>. Que seja lei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/10\/25\/politica\/1572016463_219590.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Com argumentos religiosos e pol\u00edticos<\/a>, os legisladores contra o projeto alertaram que se trata de uma lei inconstitucional e que, se o aborto for aprovado, se tornar\u00e1 mais um m\u00e9todo anticoncepcional. Muitos tamb\u00e9m argumentaram que n\u00e3o \u00e9 o momento certo devido \u00e0&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/coronavirus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pandemia covid-19&nbsp;<\/a>e \u00e0 crise econ\u00f4mica que o pa\u00eds est\u00e1 passando. \u201cQuero defender aqueles que em toda esta situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o t\u00eam voz, n\u00e3o t\u00eam possibilidade de se defender, que \u00e9 o nascituro\u201d, disse o deputado da oposi\u00e7\u00e3o Federico Angelini. \u201cCom que cara vamos ter medo quando um menino de 15 anos mata algu\u00e9m por uma bicicleta se a mensagem da lideran\u00e7a \u00e9 que a vida \u00e9 relativa, que em nome da liberdade se pode dispor da vida para nascer, ali\u00e1s, mais vulner\u00e1veis \u201c, acrescentou a legisladora Graciela Cama\u00f1o quase no final do debate.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/S0Db0-gmQI0H6YbiA2tl_vFxzHM%3D\/768x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/WIUO6ZZ3K4IA6J6XOJWMAFHIIQ.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Milhares de manifestantes favor\u00e1veis \u00e0 legaliza\u00e7\u00e3o do aborto viraram a madrugada nas ruas de Buenos Aires aguardando a decis\u00e3o da C\u00e2mara.\"\/><figcaption>Milhares de manifestantes favor\u00e1veis \u00e0 legaliza\u00e7\u00e3o do aborto viraram a madrugada nas ruas de Buenos Aires aguardando a decis\u00e3o da C\u00e2mara.JUAN IGNACIO RONCORONI \/ EFE<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Do lado de fora do recinto, do lado celestial, havia correntes de ora\u00e7\u00e3o, cantos e gritos contra o aborto. \u201cA vida n\u00e3o \u00e9 debatida\u201d, dizia um&nbsp;<em>banner<\/em>. \u201cAdote, n\u00e3o aborte\u201d, podia ser visto em v\u00e1rios cartazes. Cristina usa um deles. \u201cA vida come\u00e7a na concep\u00e7\u00e3o e voc\u00ea tem que defend\u00ea-la. A Argentina j\u00e1 votou h\u00e1 dois anos e votou a favor da vida, a Argentina \u00e9 um para\u00edso e vai mostr\u00e1-la de novo desta vez\u201d, diz a mulher de 37 anos, que se mobiliza com o marido.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNem mais uma morte por aborto clandestino\u201d podia ser lida em uma faixa gigante no lado verde. \u201cA maternidade ser\u00e1 desejada ou n\u00e3o\u201d, dizia outro. \u201cEstamos fazendo hist\u00f3ria\u201d estava escrito nas camisas de alguns militantes que passaram a noite acordados, cantando e dan\u00e7ando em uma grande festa de rua. Outros dormiram algumas horas e acordaram de madrugada com uma breve garoa. Todos se levantaram para ouvir a vota\u00e7\u00e3o. \u201cEstar aqui \u00e9 um abra\u00e7o coletivo porque este foi um ano muito dif\u00edcil para o feminismo\u201d, comentou Mar\u00eda Cristal, uma professora prim\u00e1ria, que veio para a pra\u00e7a com sua filha adolescente no meio da tarde. \u201c[2020] Foi um grande desafio para as mulheres, que foram as que mais perderam as fontes de trabalho [com a pandemia] e as que mantiveram, tiveram que se adequar ao teletrabalho e compatibiliz\u00e1-lo com o cuidado dos filhos, av\u00f3s&#8230; Precisamos fechar o ano com uma boa not\u00edcia, conquistando o direito ao aborto legal, seguro e gratuito\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTemos a mesma lei h\u00e1 100 anos e as mulheres nunca paravam de abortar. O debate n\u00e3o \u00e9 aborto sim ou aborto n\u00e3o, \u00e9 aborto legal ou aborto clandestino. O Estado tem uma d\u00edvida hist\u00f3rica conosco e tem que sald\u00e1-la\u201d, reclamava Marina, de 16 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>O<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/feminismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;movimento feminista<\/a>&nbsp;acredita que o apoio do Governo ao projeto de lei permitir\u00e1 superar todos os obst\u00e1culos \u00e0 legaliza\u00e7\u00e3o do aborto desta vez e ajudar\u00e1 a espalhar o debate para outros pa\u00edses latino-americanos. Os n\u00fameros na C\u00e2mara Alta, o Senado argentino, parecem mais apertados do que h\u00e1 dois anos, mas ningu\u00e9m d\u00e1 a vit\u00f3ria como certa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto de lei recebe 131 votos a favor da interrup\u00e7\u00e3o legal da gravidez at\u00e9 a 14\u00aa semana, ante 117 contr\u00e1rios e seis absten\u00e7\u00f5es. 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