{"id":31883,"date":"2021-05-13T16:42:45","date_gmt":"2021-05-13T20:42:45","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=31883"},"modified":"2021-05-13T16:42:49","modified_gmt":"2021-05-13T20:42:49","slug":"camara-aprova-projeto-que-flexibiliza-regras-de-licenciamento-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2021\/05\/13\/camara-aprova-projeto-que-flexibiliza-regras-de-licenciamento-ambiental\/","title":{"rendered":"C\u00e2mara aprova projeto que flexibiliza regras de licenciamento ambiental"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"399\" data-attachment-id=\"31884\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2021\/05\/13\/camara-aprova-projeto-que-flexibiliza-regras-de-licenciamento-ambiental\/lado\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/lado.jpg?fit=768%2C511\" data-orig-size=\"768,511\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"lado\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/lado.jpg?fit=300%2C200\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/lado.jpg?fit=600%2C399\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/lado.jpg?resize=600%2C399&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-31884\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/lado.jpg?w=768 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/lado.jpg?resize=300%2C200 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/lado.jpg?resize=451%2C300 451w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Frente Parlamentar Ambientalista e especialistas repudiam proposta; ligado \u00e0 ala da agropecu\u00e1ria do Legislativo, relator fala em texto &#8216;equilibrado&#8217; e sem afronta ao meio ambiente.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><strong> Andr\u00e9 Borges, O Estado de S.Paulo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BRAS\u00cdLIA &#8211; O projeto da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental foi aprovado na madrugada desta quinta-feira, 13, pelo plen\u00e1rio da&nbsp;<a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/camara-dos-deputados\"><strong>C\u00e2mara dos Deputados<\/strong><\/a>. Com maioria na Casa, a bancada ruralista aprovou o texto substitutivo do Projeto de Lei 3.729, de 2004, relatado pelo deputado federal Neri Geller (Progressistas-MT), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta do texto principal foi aprovada por 300 votos a favor, ante 122 contra. Nesta quinta-feira, 13, devem ser votados os destaques, como s\u00e3o conhecidas as mudan\u00e7as espec\u00edficas propostas pelas bancadas partid\u00e1rias. Depois, o texto ainda precisa passar pelo Senado. Se os senadores fizerem mudan\u00e7as no texto, o PL volta a ser debatido na C\u00e2mara, mas apenas sobre as eventuais altera\u00e7\u00f5es. Se n\u00e3o houver altera\u00e7\u00f5es e for aprovado no Senado, seguir\u00e1 para san\u00e7\u00e3o presidencial.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/resources\/jpg\/3\/7\/1559266557573.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Amaz\u00f4nia\"\/><figcaption>Organiza\u00e7\u00f5es socioambientais se articulam para tentar evitar que o Congresso Nacional paute projetos de lei que alteram sensivelmente as regras de licenciamento ambiental e regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria Foto: Sidney Oliveira\/Ag. Par\u00e1<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Entre as principais mudan\u00e7as, est\u00e1 a\u00a0dispensa de licen\u00e7a para projetos\u00a0como obras de saneamento b\u00e1sico, manuten\u00e7\u00e3o em estradas e portos, distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica com baixa tens\u00e3o, parte das atividades agropecu\u00e1rias, entre outros.\u00a0A nova modalidade tamb\u00e9m repassa a Estados a prerrogativa de analisar os empreendimentos que precisam de aval para libera\u00e7\u00e3o, cria uma esp\u00e9cie de licen\u00e7a autodeclat\u00f3ria para alguns casos e permite a unifica\u00e7\u00e3o de etapas do licenciamento.<\/p>\n\n\n\n<p>A aprova\u00e7\u00e3o causou indigna\u00e7\u00e3o&nbsp;entre organiza\u00e7\u00f5es ambientais, cientistas e especialistas no setor. O texto final foi encaminhado ao plen\u00e1rio sem ter passado por audi\u00eancia p\u00fablica. N\u00e3o houve espa\u00e7o para acatar nenhuma recomenda\u00e7\u00e3o da ala ambiental, que alertou sobre vulnerabilidades no texto final.&nbsp; Especialistas no setor e juristas preveem a\u00e7\u00f5es judiciais, com desdobramentos no Supremo Tribunal Federal (STF), diante de poss\u00edveis inconstitucionalidades e descumprimentos de previs\u00f5es da legisla\u00e7\u00e3o ambiental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a Frente Agropecu\u00e1ria defendeu o texto e culpou o modelo atual por obras paradas e excesso de burocracias. Disse ainda, ao longo do dia, que &#8220;o excesso de burocracia prejudica o setor produtivo e n\u00e3o garante a prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente&#8221;. Na C\u00e2mara, defensores da proposta como o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) tamb\u00e9m disseram que modelos semelhantes de licenciamento j\u00e1 s\u00e3o adotados em alguns Estados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ambientalistas tentaram tirar texto da pauta<\/h3>\n\n\n\n<p>Com&nbsp;216 deputados e oito&nbsp;senadores, a Frente Parlamentar Ambientalista declarou \u201cprofunda indigna\u00e7\u00e3o&#8221;.&nbsp; \u201c\u00c9 inadmiss\u00edvel que uma proposta como essa seja aprovada pela C\u00e2mara dos Deputados diante de tantos desastres ambientais vividos recentemente no pa\u00eds\u201d, afirmou a Frente, em nota.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os parlamentares ambientalistas afirmam que as trag\u00e9dias de Mariana e Brumadinho (MG) deveriam ser exemplos da import\u00e2ncia de debates aprofundados com a sociedade sobre o aprimoramento da ferramenta. \u201cO meio ambiente e a vida dos povos ind\u00edgenas e origin\u00e1rios encontram-se, mais do que nunca, amea\u00e7ados pela pol\u00edtica da \u2018boiada livre\u2019. Para a Frente, \u00e9&nbsp;&#8220;mais uma derrota do Brasil n\u00e3o somente em n\u00edvel nacional, mas tamb\u00e9m internacional\u201d. Coordenador do grupo, o deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP) afirmou que se trata do fim do licenciamento ambiental no Pa\u00eds e da &#8220;pior vers\u00e3o&#8221; da proposta ao longo de 17 anos de tramita\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Suely Ara\u00fajo, ex-presidente do Ibama e especialista s\u00eanior em pol\u00edticas p\u00fablicas da organiza\u00e7\u00e3o Observat\u00f3rio do Clima, afirma que a C\u00e2mara votou \u201ca Lei da N\u00e3o Licen\u00e7a e do Autolicenciamento\u201d.&nbsp;\u201cSomando-se as isen\u00e7\u00f5es de licen\u00e7a com o autolicenciamento em que foi transformada \u00e0 licen\u00e7a por ades\u00e3o e compromisso, sobra pouca coisa para licenciar. Consagra-se o &#8216;liberou geral&#8217;. N\u00e3o \u00e9 o licenciamento ambiental que trava os investimentos no Pa\u00eds. \u00c9 a falta de planejamento, a vis\u00e3o simplista de curto prazo, a busca por lucro f\u00e1cil, a ignor\u00e2ncia, a corrup\u00e7\u00e3o\u201d, comenta. \u201cO mundo debatendo a retomada econ\u00f4mica lastreada em uma perspectiva orientada para as quest\u00f5es ambientais e clim\u00e1ticas e a C\u00e2mara optando pelo retrocesso&#8221;, acrescenta Suely.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desde a semana passada, quando veio \u00e0 tona o texto final que seria apresentado pelo relator, centenas de organiza\u00e7\u00f5es ambientais, especialistas no setor, acad\u00eamicos e parlamentares se mobilizaram para tentar demover o presidente da C\u00e2mara, Arthur Lira (Progressistas-AL), da ideia de levar uma proposta ao plen\u00e1rio que n\u00e3o chegou a passar por audi\u00eancia p\u00fablica. N\u00e3o houve negocia\u00e7\u00e3o. Lira, que j\u00e1 havia assumido o compromisso de pautar o assunto apoiado pela Frente Agropecu\u00e1ria, confirmou que levaria a pauta adiante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/resources\/jpg\/5\/7\/1612987106475.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"Arthur Lira\"\/><figcaption>O presidente da C\u00e2mara dos Deputados, Arthur Lira.&nbsp; Foto: Maryanna Oliveira\/C\u00e2mara dos Deputados<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Neri Geller disse, durante a sess\u00e3o plen\u00e1ria, que apresentou um relat\u00f3rio \u201cequilibrado\u201d e que n\u00e3o traz \u201cuma \u00fanica v\u00edrgula\u201d que afronte o meio ambiente. Afirmou ainda que as regras hoje criam inseguran\u00e7a jur\u00eddica e provocam fuga de investimentos do Brasil. A FPA, da qual ele \u00e9 vice-presidente, aponta excesso de burocracia no modelo atual e divulgou informa\u00e7\u00f5es para declarar que o licenciamento ambiental \u00e9 respons\u00e1vel pela paralisa\u00e7\u00e3o de mais de 5 mil obras em todo o Pa\u00eds, entre rodovias, hidrovias e ferrovias.<\/p>\n\n\n\n<p>Levantamento do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU), por\u00e9m, mostrou&nbsp;que o&nbsp;licenciamento ambiental n\u00e3o respondia por mais do que 1% das obras do Pa\u00eds. Foram analisadas mais de 30 mil obras p\u00fablicas financiadas com recursos federais. Menos de 200 projetos tinham paralisa\u00e7\u00f5es associadas a dificuldades de obter licenciamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3prio ministro da Infraestrutura, Tarc\u00edsio Gomes de Freitas, chegou a afirmar, em&nbsp;<a href=\"https:\/\/economia.estadao.com.br\/noticias\/geral,ministerio-da-infraestrutura-admite-que-estudos-de-licenciamento-do-governo-sao-de-baixa-qualidade,70003618998\"><strong>entrevista ao Estad\u00e3o<\/strong><\/a>, que o motivo das paralisa\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 o licenciamento em si, mas a p\u00e9ssima qualidade dos estudos apresentados pelas empresas e \u00f3rg\u00e3os do governo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 preciso fazer um mea-culpa sobre isso e reconhecer que n\u00e3o v\u00ednhamos fazendo a nossa parte t\u00e3o bem quanto o necess\u00e1rio. Est\u00e1vamos cobrando do \u00f3rg\u00e3o ambiental uma velocidade no licenciamento, mas deix\u00e1vamos de fazer a nossa parte\u201d, disse Freitas ao&nbsp;<strong>Estad\u00e3o<\/strong>, em fevereiro. \u201cMuitas vezes, o licenciamento trava por causa da baixa qualidade desses estudos. A gente estuda mal e, de repente, oferece um produto ruim para o \u00f3rg\u00e3o de meio ambiente analisar.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Texto prev\u00ea dispensa de licen\u00e7a para parte das atividades econ\u00f4micas<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma das principais mudan\u00e7as trazidas pelo PL diz respeito \u00e0 dispensa expressa de licen\u00e7as para cultivo de esp\u00e9cies de interesse agr\u00edcola, pecu\u00e1ria extensiva e semi-intensiva, al\u00e9m de pecu\u00e1ria intensiva de pequeno porte. Outros 13 tipos de atividades ficam isentas da obriga\u00e7\u00e3o de serem licenciadas. S\u00e3o projetos como&nbsp;obras de transmiss\u00e3o de energia el\u00e9trica; sistemas e esta\u00e7\u00f5es de tratamento de \u00e1gua e de esgoto sanit\u00e1rio; obras de manuten\u00e7\u00e3o de infraestrutura em instala\u00e7\u00f5es preexistentes, como estradas, al\u00e9m de dragagens (retirada de sedimentos) de rios; usinas de triagem de res\u00edduos s\u00f3lidos; p\u00e1tios, estruturas e equipamentos para compostagem de res\u00edduos org\u00e2nicos; e usinas de reciclagem de res\u00edduos da constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra mudan\u00e7a criada&nbsp;pelo projeto de&nbsp;lei prev\u00ea o enfraquecimento de regras nacionais que hoje vigoram sobre o setor, repassando a governos estaduais e munic\u00edpios a atribui\u00e7\u00e3o de definir qual tipo de empreendimento precisar\u00e1 de licen\u00e7a ambiental, al\u00e9m do tipo de processo do licenciamento que \u00e9 aplicado em cada caso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Entenda mais alguns impactos do projeto de lei:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Nacionaliza\u00e7\u00e3o de Licen\u00e7a por Ades\u00e3o e Compromisso (LAC)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O texto prop\u00f5e a ado\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as autodeclatar\u00f3rias para todo o Pa\u00eds. Esse instrumento da LAC j\u00e1 existe em alguns Estados, mas \u00e9 aplicado apenas a determinados empreendimentos, e com conhecimento pr\u00e9vio da \u00e1rea ambiental e um termo de refer\u00eancia do que se pretende. A cr\u00edtica \u00e9 que, da forma como est\u00e1 estabelecida, a LAC ser\u00e1 convertida em um licenciamento autom\u00e1tico, com simples declara\u00e7\u00e3o pela internet, sendo submetida apenas a uma an\u00e1lise por amostragem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acesso irrestrito a terras ind\u00edgenas e quilombolas em fase de estudo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O texto exclui da avalia\u00e7\u00e3o de impacto e da ado\u00e7\u00e3o de medidas preventivas as terras ind\u00edgenas n\u00e3o homologadas e as terras quilombolas impactadas por empreendimentos. Hoje, a Constitui\u00e7\u00e3o prev\u00ea que terras ind\u00edgenas e quilombolas que estejam em fase de demarca\u00e7\u00e3o, ou seja, que ainda aguardam para serem tituladas, devem ser igualmente consideradas, como aquelas que j\u00e1 tiveram esses processos conclu\u00eddos, com a homologa\u00e7\u00e3o e titula\u00e7\u00e3o pelo governo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Restri\u00e7\u00e3o a condicionantes sociais&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto limita profundamente o alcance de medidas de redu\u00e7\u00e3o de impactos causados por projetos. Medidas como a instala\u00e7\u00e3o de escolas p\u00fablicas e postos de sa\u00fade, que muitas vezes s\u00e3o inclu\u00eddas em a\u00e7\u00f5es de mitiga\u00e7\u00e3o e compensa\u00e7\u00e3o, ficam mais restritas, limitando-se a temas especificamente ambientais, apesar de uma s\u00e9rie de impactos sociais que \u00e9 gerada por empreendimentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Enfraquecimento do ICMBio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), \u00f3rg\u00e3o que hoje tem poder de veto a empreendimentos que venham a impactar as unidades de conserva\u00e7\u00e3o federal, tem essa atribui\u00e7\u00e3o retirada, a partir do projeto de lei. O PL altera regras do Sistema Nacional de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza, acabando com o poder de veto do Instituto Chico Mendes, limitando sua atua\u00e7\u00e3o a uma posi\u00e7\u00e3o consultiva. \/&nbsp;<strong>COLABOROU EDUARDO GAYER<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frente Parlamentar Ambientalista e especialistas repudiam proposta; ligado \u00e0 ala da agropecu\u00e1ria do Legislativo, relator fala em texto &#8216;equilibrado&#8217; e sem afronta ao meio ambiente.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[503,533,386],"class_list":["post-31883","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas","tag-deputados","tag-flexibilizacao","tag-meio-ambiente"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-8if","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31883","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31883"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31883\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":31885,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31883\/revisions\/31885"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31883"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31883"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31883"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}