{"id":32167,"date":"2021-06-07T21:08:03","date_gmt":"2021-06-08T01:08:03","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=32167"},"modified":"2021-06-07T21:08:07","modified_gmt":"2021-06-08T01:08:07","slug":"a-cada-minuto-oito-mulheres-agredidas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2021\/06\/07\/a-cada-minuto-oito-mulheres-agredidas\/","title":{"rendered":"A CADA MINUTO, OITO MULHERES AGREDIDAS"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1201\" height=\"751\" data-attachment-id=\"32168\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2021\/06\/07\/a-cada-minuto-oito-mulheres-agredidas\/8264cff6-4d79-4a80-b780-673da1aabc4b\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?fit=1201%2C751\" data-orig-size=\"1201,751\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?fit=300%2C188\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?fit=600%2C375\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?fit=600%2C375\" alt=\"\" class=\"wp-image-32168\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?w=1201 1201w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?resize=300%2C188 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?resize=1024%2C640 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?resize=768%2C480 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/8264CFF6-4D79-4A80-B780-673DA1AABC4B.jpeg?resize=480%2C300 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Pesquisa in\u00e9dita mostra que, na pandemia, uma em cada quatro brasileiras sofreu algum tipo de viol\u00eancia&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><strong>SAMIRA BUENO, AMANDA PIMENTEL E AMANDA LAGRECA<\/strong>, na Revista Piau\u00ed <\/p>\n\n\n\n<p><strong>P<\/strong>esquisa in\u00e9dita produzida pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica mostra que a perda de emprego e renda (25,1%) e a maior conviv\u00eancia com o agressor (21,8%) s\u00e3o os principais pontos destacados por mulheres que sofreram viol\u00eancia nos \u00faltimos doze meses como\u00a0fatores\u00a0que contribu\u00edram para sua vulnerabilidade \u00e0 viol\u00eancia. Mais da metade das entrevistadas tamb\u00e9m afirma que a pandemia influenciou no agravamento da viol\u00eancia sofrida, trag\u00e9dia anunciada e de propor\u00e7\u00f5es nacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa, encomendada junto ao Instituto Datafolha e que contou com apoio da Uber, foi realizada de 10 a 14 de maio e ouviu 2.079 pessoas sobre as mudan\u00e7as de h\u00e1bito durante a pandemia e percep\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia. Ela contou com um m\u00f3dulo de autopreenchimento com quest\u00f5es aplicadas somente \u00e0s mulheres para verificar a preval\u00eancia de viol\u00eancia entre a popula\u00e7\u00e3o adulta feminina. Os resultados indicam que uma em cada quatro mulheres sofreu algum tipo de viol\u00eancia no \u00faltimo ano, quando o Brasil era fortemente atingido pela pandemia de Covid-19. No mesmo per\u00edodo, 26,5 milh\u00f5es de mulheres (37,9% do total) relataram ter sofrido alguma forma de ass\u00e9dio sexual, mesmo com as restri\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o impostas pela pandemia. A maior parte dos epis\u00f3dios foram relatados na rua (31,9%), mas o segundo lugar mais mencionado \u00e9 o ambiente de trabalho (12,8%), no qual 8,9 milh\u00f5es de mulheres foram assediadas no \u00faltimo ano. O caso recente envolvendo Rog\u00e9rio Caboclo, presidente afastado da CBF e acusado de assediar sexualmente e moralmente uma funcion\u00e1ria, \u00e9, infelizmente, algo rotineiro na vida das brasileiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as modalidades mais frequentes de viol\u00eancia relatadas pelas entrevistadas est\u00e3o humilha\u00e7\u00f5es e xingamentos \u2013 a ofensa verbal (18,6%) \u2013, seguida das amea\u00e7as de agress\u00e3o f\u00edsica (8,5%) e amedrontamento e persegui\u00e7\u00e3o (7,9%). No caso das agress\u00f5es f\u00edsicas, especificamente, 6,3% das respondentes relataram ter sofrido tapas, socos e chutes, o que equivale a 8 mulheres agredidas por minuto durante a pandemia; 5,4% sofreram ofensa sexual ou tentativa for\u00e7ada de manter rela\u00e7\u00e3o sexual e 2,4% foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento. Considerando a proje\u00e7\u00e3o populacional mais t\u00edmida e a menor margem de erro, estamos dizendo que quase 1 milh\u00e3o de mulheres foram espancadas ou estranguladas no per\u00edodo da pandemia, sendo que este n\u00famero pode chegar a 2,3 milh\u00f5es de mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta \u00e9 a terceira edi\u00e7\u00e3o da pesquisa \u201cVis\u00edvel e Invis\u00edvel\u201d, realizada tamb\u00e9m nos anos de 2019 e 2017. Na compara\u00e7\u00e3o da vitimiza\u00e7\u00e3o geral (24,4%), temos um leve recuo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 edi\u00e7\u00e3o anterior da pesquisa, que era de 27,4%, mas dentro da margem de erro da pesquisa (de 3 pontos percentuais). Esse recuo parece ser explicado pelo local onde as mulheres mais sofreram viol\u00eancia. A casa delas, que aparecia em 42% dos relatos da pesquisa em 2019, \u00e9 agora indicada por 48,8% das respondentes como o espa\u00e7o em que ocorreu o epis\u00f3dio mais grave de viol\u00eancia vivenciado no \u00faltimo ano. A rua, por sua vez, teve queda de 10 pontos percentuais, passando de 29,1% para 19,9%. \u00c9 fato que as medidas de isolamento social necess\u00e1rias \u00e0 conten\u00e7\u00e3o da pandemia alteraram substancialmente os h\u00e1bitos dos brasileiros, que permaneceram mais tempo em casa e usufru\u00edram menos do espa\u00e7o p\u00fablico, o que parece ter ampliado uma viol\u00eancia j\u00e1 intensa dentro do lar.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro aspecto importante que a pesquisa mostra \u00e9 a indica\u00e7\u00e3o de quem s\u00e3o os autores dessa viol\u00eancia. Historicamente s\u00e3o pessoas conhecidas das v\u00edtimas, principalmente os parceiros ou ex-parceiros \u00edntimos que aparecem como autores das diferentes formas de viol\u00eancia sofridas pelas mulheres, o que n\u00e3o foi diferente neste levantamento. Em 25,4% das respostas, o c\u00f4njuge ou namorado apareceu como respons\u00e1vel pela agress\u00e3o, e em 18,1%, o ex-c\u00f4njuge ou ex-namorado. O que chama a aten\u00e7\u00e3o, no entanto, s\u00e3o os demais conhecidos que figuram na lista de principais autores de viol\u00eancia. Enquanto vizinhos e pessoas que residiam pr\u00f3ximo \u00e0 resid\u00eancia das v\u00edtimas eram citados por 21,1% das respondentes em 2019, nesta edi\u00e7\u00e3o sobressaem pais e m\u00e3es (11,2%), padrasto e madrasta (4,9%), filhos(as) e enteados(as) (4,4%) e irm\u00e3os ou irm\u00e3s (6,1%) como respons\u00e1veis pela viol\u00eancia sofrida, o que indica que a quest\u00e3o da viol\u00eancia de g\u00eanero \u00e9 predominantemente um problema intrafamiliar, praticado sobretudo por homens contra mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, n\u00e3o \u00e9 por acaso que quando questionadas sobre os fatores que mais contribu\u00edram para a viol\u00eancia sofrida, 25,1% das mulheres afirmaram que os mais importantes foram a perda de emprego e renda e a impossibilidade de trabalhar para garantir o pr\u00f3prio sustento. No Brasil de 2021,<a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/mais-de-125-milhoes-de-brasileiros-vivem-inseguranca-alimentar-na-pandemia-aponta-estudo-24969259#:~:text=RIO%20%2D%20Mais%20da%20metade%20dos,acesso%20%C3%A0%20comida%20no%20futuro.\">&nbsp;em que metade da popula\u00e7\u00e3o vive em situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2021-05\/percentual-de-desocupados-supera-14-diz-IBGE\">14,7% da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 desempregada<\/a>, n\u00e3o causa espanto que a situa\u00e7\u00e3o de mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia tenha sido profundamente agravada pelas condi\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O<\/strong>s dados indicam tamb\u00e9m que as mulheres que sofreram viol\u00eancia tiveram sua rotina ainda mais afetada do que os homens ou mesmo do que entre as mulheres que n\u00e3o sofreram viol\u00eancia. Enquanto 45,8% dos homens afirmaram ter tido diminui\u00e7\u00e3o da renda familiar no \u00faltimo ano, esse percentual foi de 50,4% entre as mulheres que n\u00e3o sofreram viol\u00eancia e de 61,8% entre as mulheres que sofreram algum tipo de viol\u00eancia. Mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia tamb\u00e9m demonstraram n\u00edveis mais elevados de desemprego: enquanto 46,7% destas afirmaram ter perdido o emprego na pandemia, o percentual entre as mulheres que n\u00e3o sofreram viol\u00eancia foi de 29,5%, e entre os homens, de 33,4%. Questionados ainda sobre se a nova rotina imposta pela pandemia teria causado mais estresse no dia a dia do lar, 37,2% dos homens responderam positivamente, enquanto o mesmo foi verdade para 51% das mulheres que n\u00e3o sofreram viol\u00eancia. O percentual chegou a 68,2% entre as mulheres que vivenciaram viol\u00eancia nos \u00faltimos doze meses. Em uma sociedade fortemente marcada pela distribui\u00e7\u00e3o desigual dos pap\u00e9is de g\u00eanero, na qual cabe preponderantemente \u00e0 mulher o cuidado com a casa e os filhos em jornadas duplas e at\u00e9 triplas, n\u00e3o surpreende que, para elas, a rotina pand\u00eamica tenha sido mais estressante.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, n\u00e3o \u00e9 por acaso que, entre as entrevistadas, quando indagadas sobre o que fizeram ap\u00f3s a viol\u00eancia sofrida, apenas 24,7% afirmaram ter procurado um \u00f3rg\u00e3o oficial como delegacia, Pol\u00edcia Militar ou ONG, 21,6% procuraram a fam\u00edlia, 12,8% procuraram amigos e 44,9% declararam n\u00e3o ter feito nada.&nbsp;A subnotifica\u00e7\u00e3o desses casos nos d\u00e1, assim, apenas uma vis\u00e3o muito parcial sobre a real dimens\u00e3o do problema que enfrentamos. Em um per\u00edodo ainda mais inst\u00e1vel como o da pandemia, \u00e9 poss\u00edvel que o cuidado com a casa e os filhos e a necessidade de garantir comida na mesa tenham se apresentado de maneira ainda mais fortes \u00e0s mulheres, que podem interpretar a viol\u00eancia sofrida por si mesmas como \u201cmenos importante\u201d ou pass\u00edvel de uma resolu\u00e7\u00e3o individual e restrita ao ambiente privado da casa. O motivo apontado para n\u00e3o buscar a pol\u00edcia quando de uma agress\u00e3o sofrida parece confirmar essa hip\u00f3tese: 32,8% delas afirmaram que resolveram a situa\u00e7\u00e3o sozinhas, e 16,8% n\u00e3o consideraram importante fazer a den\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a pesquisa nos revela que, al\u00e9m de tornar o enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero ainda mais dif\u00edcil, a pandemia parece ter contribu\u00eddo tamb\u00e9m para o aprofundamento da privatiza\u00e7\u00e3o da sua discuss\u00e3o. A maior perman\u00eancia dentro de casa, o conv\u00edvio mais duradouro junto de seu agressor e as dificuldades financeiras enfrentadas pelas fam\u00edlias hoje no Brasil fazem com que a resolu\u00e7\u00e3o dos casos de viol\u00eancia sofrida pelas mulheres fique mais restrita ao ambiente dom\u00e9stico e posta em segundo plano diante dos demais problemas surgidos no per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>Falar, portanto, em enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia contra as mulheres significa n\u00e3o apenas investir e direcionar mais recursos financeiros e humanos \u00e0s institui\u00e7\u00f5es e \u00f3rg\u00e3os que atuam no setores de prote\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia \u00e0s mulheres, mas principalmente construir pol\u00edticas p\u00fablicas que busquem fornecer melhores condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas a essas mulheres, para que rompam com o ciclo de viol\u00eancia a que est\u00e3o submetidas.<\/p>\n\n\n\n<p>O que a pesquisa realizada pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica demonstrou \u00e9 que, ainda que o maior tempo vivido dentro da resid\u00eancia, dificuldades de deslocamento e a interrup\u00e7\u00e3o das aulas dos filhos tenham sido fatores que podem ter acentuado a&nbsp;situa\u00e7\u00e3o&nbsp;de vulnerabilidade de mulheres sujeitas \u00e0 viol\u00eancia, o que elas pr\u00f3prias afirmam \u00e9 que as condi\u00e7\u00f5es financeiras e materiais foram os principais fatores de vulnerabilidade e as expuseram de modo determinante no per\u00edodo da pandemia. Nesse sentido, \u00e9 imposs\u00edvel resgatar essas mulheres do cotidiano de viol\u00eancia sem o investimento em pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 autonomia financeira das v\u00edtimas, bem como programas de transfer\u00eancia de renda para aquelas em situa\u00e7\u00e3o de maior vulnerabilidade. A equa\u00e7\u00e3o entre menos dinheiro e mais conviv\u00eancia com o agressor est\u00e1 posta, e o resultado apenas refor\u00e7a o ciclo de viol\u00eancia contra as mulheres no Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa in\u00e9dita mostra que, na pandemia, uma em cada quatro brasileiras sofreu algum tipo de viol\u00eancia&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-32167","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-8mP","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32167","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32167"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32167\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32169,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32167\/revisions\/32169"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32167"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32167"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32167"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}