{"id":33361,"date":"2022-03-04T11:20:04","date_gmt":"2022-03-04T15:20:04","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=33361"},"modified":"2022-03-04T11:20:08","modified_gmt":"2022-03-04T15:20:08","slug":"distribuicao-de-chuvas-e-de-secas-esta-mudando-na-bacia-amazonica","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2022\/03\/04\/distribuicao-de-chuvas-e-de-secas-esta-mudando-na-bacia-amazonica\/","title":{"rendered":"Distribui\u00e7\u00e3o de chuvas e de secas est\u00e1 mudando na Bacia Amaz\u00f4nica"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33362\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2022\/03\/04\/distribuicao-de-chuvas-e-de-secas-esta-mudando-na-bacia-amazonica\/image-1174\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/image.jpeg?fit=255%2C198\" data-orig-size=\"255,198\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/image.jpeg?fit=255%2C198\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/image.jpeg?fit=255%2C198\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/image.jpeg?resize=542%2C421&#038;ssl=1\" alt=\"Distribui\u00e7\u00e3o de chuvas e de secas est\u00e1 mudando na Bacia Amaz\u00f4nica -  InfoAmazonia\" class=\"wp-image-33362\" width=\"542\" height=\"421\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Infoamazonia &#8211; Por meio de imagens de sat\u00e9lites, pesquisadores jogam luz sobre a distribui\u00e7\u00e3o, a circula\u00e7\u00e3o das \u00e1guas e outras mudan\u00e7as ambientais na floresta tropical. Registros ajudam a medir impactos do desmatamento, garimpo e hidrel\u00e9tricas na maior bacia fluvial do planeta.<\/h4>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Um estudo realizado por mais de duas dezenas de cientistas olhou de forma in\u00e9dita os limites e avan\u00e7os de tr\u00eas d\u00e9cadas de monitoramento por sat\u00e9lites da Bacia Amaz\u00f4nica. Publicado na&nbsp;<a href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1029\/2020RG000728\">Reviews of Geophysics<\/a>, a an\u00e1lise aponta que a\u00e7\u00f5es humanas e altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas provocar\u00e3o mais chuvas e inunda\u00e7\u00f5es no norte amaz\u00f4nico e secas mais severas ao sul da regi\u00e3o, afetando a vida selvagem e de popula\u00e7\u00f5es humanas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com cerca de duas vezes a \u00e1rea da \u00cdndia \u2013 ou mais de 6 milh\u00f5es de km\u00b2 \u2013 , a Bacia Amaz\u00f4nica \u00e9 a maior bacia fluvial do planeta. Dela flui 20% da \u00e1gua doce para os oceanos. Seus ambientes naturais influenciam o clima global, refor\u00e7am chuvas na Am\u00e9rica do Sul e fazem um balan\u00e7o entre a captura de carbono e as&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2022\/02\/11\/ameacados-mangues-amazonia-protegem-clima-vida-selvagem-economias\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">emiss\u00f5es de metano<\/a>, gases que refor\u00e7am o efeito estufa.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, a bacia tem sido palco de&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2021\/09\/23\/manifesto-global-fim-investimentos-hidreletricas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">hidrel\u00e9tricas<\/a>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2021\/11\/26\/todos-os-indigenas-de-tres-aldeias-munduruku-no-para-estao-contaminados-por-mercurio-do-garimpo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">minera\u00e7\u00e3o e garimpo<\/a>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2021\/10\/25\/fogo-alcancou-terras-indigenas-povos-isolados\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">inc\u00eandios<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2022\/02\/18\/janeiro-mais-devastador-da-amazonia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">desmate<\/a>&nbsp;crescentes. Tudo isso afeta a distribui\u00e7\u00e3o e a circula\u00e7\u00e3o das \u00e1guas amaz\u00f4nicas, conforme mostra o estudo, que agregou 30 anos de conhecimento sobre hidrologia amaz\u00f4nica. Um dos efeitos colaterais \u00e9 a tend\u00eancia de mais chuvas e maiores \u00e1reas alagadas ao norte, e de secas mais intensas e longas ao sul da regi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Brazil.A2002251.1425.250m-scaled.jpg?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Imagens do Modis da bacia central da Amaz\u00f4nia, caracterizada por grandes plan\u00edcies aluviais do rio Amazonas.Fonte: Nasa<\/p>\n\n\n\n<p>As mudan\u00e7as fragilizam e aumentam o risco de morte das florestas, afetam a vida de animais, plantas e trabalhadores ligados ao sobe-e-desce das \u00e1guas, e a distribui\u00e7\u00e3o e os contornos de rios menores. Pescarias e navega\u00e7\u00e3o, a movimenta\u00e7\u00e3o de&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/storymap\/como-sedimentos-do-garimpo-poluem-o-rio-tapajos\/\">sedimentos<\/a>&nbsp;e at\u00e9 a qu\u00edmica das \u00e1guas podem ser prejudicadas em grande escala.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cIsso mudar\u00e1 o fluxo do pr\u00f3prio rio Amazonas. Certas mudan\u00e7as s\u00e3o naturais, mas a ci\u00eancia mostra o que \u00e9 natural e o que \u00e9 provocado pelo homem\u201d, destacou Rodrigo Paiva, doutor em Hidrologia pela Universidade Toulouse (Fran\u00e7a) e um dos autores do estudo.<br><br>O novo relat\u00f3rio do Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC, sigla em ingl\u00eas) alerta que, at\u00e9 o fim do s\u00e9culo, o aquecimento global&nbsp;<a href=\"https:\/\/plenamata.eco\/2022\/03\/03\/novo-relatorio-ipcc-amazonia-sera-vital-para-planeta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">reduzir\u00e1<\/a>&nbsp;em um ter\u00e7o o fluxo de \u00e1gua na bacia do Tapaj\u00f3s e pela metade na bacia do Araguaia-Tocantins, ambos tribut\u00e1rios do Amazonas. As perdas florestais est\u00e3o entre as causas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEstudos mostram que chove menos onde mais se desmata, mas como isso ocorre ao longo de d\u00e9cadas pode passar despercebido. J\u00e1 outras a\u00e7\u00f5es humanas t\u00eam efeitos de curto prazo, como as mudan\u00e7as no rio Araguari\u201d, comentou Gabriel Abrah\u00e3o, pesquisador no Potsdam Institute for Climate Impact Research (Alemanha) e um dos coautores.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Estudos mostram que chove menos onde mais se desmata, mas como isso ocorre ao longo de d\u00e9cadas pode passar despercebido. J\u00e1 outras a\u00e7\u00f5es humanas t\u00eam efeitos de curto prazo, como as mudan\u00e7as no rio Araguari (Amap\u00e1).<\/p><cite>Gabriel Abrah\u00e3o, pesquisador no Potsdam Institute for Climate Impact Research (Alemanha) e coautor do estudo.<br><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Enchentes na \u00faltima d\u00e9cada desviaram ao Amazonas a maior parte das \u00e1guas do rio Araguari, que cruzava o Amap\u00e1, at\u00e9 o Atl\u00e2ntico. Tr\u00eas hidrel\u00e9tricas, canais para irrigar fazendas e margens destru\u00eddas pela cria\u00e7\u00e3o de b\u00fafalos debilitaram ainda mais o manancial e feriram mortalmente a&nbsp;<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ap\/amapa\/noticia\/2015\/07\/fim-da-pororoca-em-rio-do-amapa-e-irreversivel-avaliam-especialistas.html\">pororoca,<\/a>&nbsp;um dos fen\u00f4menos mais conhecidos da Amaz\u00f4nia.<br><br>\u201cA vaz\u00e3o m\u00e9dia do Araguari foi 98% capturada pelo Urucutiba. Efetivamente o rio desapareceu. A\u00e7\u00f5es humanas como a degrada\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o e o pisoteamento dos animais criaram as condi\u00e7\u00f5es para que se formasse o canal, que desviou a \u00e1gua quase toda para o Amazonas\u201d, explicou Abrah\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" height=\"566\" width=\"600\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/ARAGUARI_GLAD_COLOR_1999-1024x966.jpg?resize=600%2C566&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-127192\"\/><figcaption>Imagens de sat\u00e9lite de 1999 e 2017 mostram desvio das \u00e1guas do rio Araguari para o rio Amazonas. Cr\u00e9dito: Estudo \u201cAmazon Hydrology From Space: Scientific Advances and Future Challenges\u201d.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Tais situa\u00e7\u00f5es mostram que o conhecimento cient\u00edfico \u00e9 fundamental para a conserva\u00e7\u00e3o e o uso equilibrado do imenso e complexo territ\u00f3rio amaz\u00f4nico. Sat\u00e9lites s\u00e3o aliados neste jogo. Lentes e sensores observam distribui\u00e7\u00e3o de chuvas e \u00e1guas, desmate e at\u00e9 trocas de CO\u2082 entre floresta e atmosfera. Muito mais \u00e9 poss\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAssim como temos vigil\u00e2ncia hist\u00f3rica para desmatamentos, poder\u00edamos ter sobre inunda\u00e7\u00f5es, secas e outras quest\u00f5es ambientais. Uma observa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do rio Tapaj\u00f3s apontaria se as mudan\u00e7as na sua cor&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2022\/01\/19\/imagens-de-rio-marrom-em-alter-do-chao-alertam-para-atividade-garimpeira-no-tapajos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">se deviam<\/a>&nbsp;ou n\u00e3o aos garimpos\u201d, ressaltou Alice Fassoni, doutora em Recursos H\u00eddricos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coautora da pesquisa.<br><br>Em janeiro deste ano, a polui\u00e7\u00e3o dos garimpos tingiu de marrom as ent\u00e3o cristalinas \u00e1guas do Tapaj\u00f3s. Imagens de sat\u00e9lites&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/storymap\/como-sedimentos-do-garimpo-poluem-o-rio-tapajos\/\">analisadas&nbsp;<\/a>pelo&nbsp;<strong>InfoAmazonia&nbsp;<\/strong>mostraram mais de uma d\u00fazia de afluentes derramando sedimentos no rio. A Pol\u00edcia Federal&nbsp;<a href=\"https:\/\/oeco.org.br\/noticias\/laudo-da-pf-aponta-garimpo-e-desmatamento-como-causas-da-poluicao-do-rio-tapajos\/\">concluiu<\/a>&nbsp;que a polui\u00e7\u00e3o come\u00e7a com desmates no Mato Grosso e ganha for\u00e7a com a garimpagem no Par\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es com sat\u00e9lites envolvem dados inovadores, como a&nbsp;<a href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1002\/2016JD026282\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pluviosidade<\/a>&nbsp;gerada pela diferen\u00e7a de altitude entre plan\u00edcies e montanhas andinas, importantes para manter biodiversidade, economias e rios fluindo, e estimativas quanto \u00e0 quantidade de \u00e1gua armazenada anualmente pelas v\u00e1rzeas amaz\u00f4nicas.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e9cnicas de sensoriamento remoto desenvolvidas e testadas na Amaz\u00f4nia s\u00e3o usadas hoje no mundo todo. Modelos para calcular o n\u00edvel de \u00e1gua com radares satelitais vieram de ensaios em rios regionais. As estimativas pioneiras sobre armazenamento de \u00e1gua nos continentes foram feitas na Amaz\u00f4nia pelo&nbsp;<a href=\"https:\/\/grace.jpl.nasa.gov\/\">sat\u00e9lite Grace<\/a>, da Nasa.<\/p>\n\n\n\n<p>Essenciais para a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico, as informa\u00e7\u00f5es desses sistemas se somam aos resultados de experimentos de campo, gerando informa\u00e7\u00f5es qualificadas para pol\u00edticos, gestores p\u00fablicos e privados sobre o futuro da floresta tropical.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A intelig\u00eancia artificial \u2013 isto \u00e9, o uso de m\u00e1quinas que simulam a intelig\u00eancia humana \u2013 amplia as capacidades de an\u00e1lise e c\u00e1lculos sobre dados gerados pelo sensoriamento remoto. A partir do fim deste ano, projetos como o da&nbsp;<a href=\"https:\/\/swot.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Topografia de \u00c1guas de Superf\u00edcie e o da Oce\u00e2nica<\/a>&nbsp;e do&nbsp;<a href=\"https:\/\/nisar.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nisar<\/a>&nbsp;ser\u00e3o os primeiros a olhar para hidrologia, desastres e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Baterias de&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.crn.inpe.br\/conasat1\/nanosatt.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">nanosat\u00e9lites<\/a>&nbsp;multiplicar\u00e3o varreduras com maior precis\u00e3o e menores peso e custos.<\/p>\n\n\n\n<p>A tecnologia pode resolver problemas atuais, como sat\u00e9lites passando poucas vezes sobre certas regi\u00f5es, cobrindo pequenas \u00e1reas, ou gerando informa\u00e7\u00f5es de longo prazo, cruciais para entender mudan\u00e7as ambientais na Amaz\u00f4nia. Tamb\u00e9m pode democratizar o monitoramento remoto e refor\u00e7ar o coro por um futuro realmente sustent\u00e1vel da maior bacia fluvial do mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAmpliar investimentos em monitoramento remoto \u00e9 indispens\u00e1vel para isso. Afinal, ainda \u00e9 um desafio traduzir dados e conhecimento do sensoriamento remoto em informa\u00e7\u00f5es e indicadores permanentes, que sejam aproveitados pelos tomadores de decis\u00e3o na governan\u00e7a ambiental da bacia\u201d, completou o pesquisador Rodrigo Paiva.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><em>Reportagem do InfoAmazonia para o projeto&nbsp;<a href=\"http:\/\/plenamata.eco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlenaMata.<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Infoamazonia &#8211; Por meio de imagens de sat\u00e9lites, pesquisadores jogam luz sobre a distribui\u00e7\u00e3o, a circula\u00e7\u00e3o das \u00e1guas e outras mudan\u00e7as ambientais na floresta tropical. 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