{"id":33749,"date":"2022-05-31T13:57:42","date_gmt":"2022-05-31T17:57:42","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=33749"},"modified":"2022-05-31T13:57:48","modified_gmt":"2022-05-31T17:57:48","slug":"alianca-indigena-negra-e-popular-no-vale-do-guapore","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2022\/05\/31\/alianca-indigena-negra-e-popular-no-vale-do-guapore\/","title":{"rendered":"Alian\u00e7a ind\u00edgena, negra e popular no Vale do Guapor\u00e9"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"575\" data-attachment-id=\"33750\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2022\/05\/31\/alianca-indigena-negra-e-popular-no-vale-do-guapore\/whatsapp-image-2022-05-31-at-13-51-47\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?fit=1280%2C575\" data-orig-size=\"1280,575\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?fit=300%2C135\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?fit=600%2C270\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?fit=600%2C270&amp;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-33750\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?w=1280 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?resize=300%2C135 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?resize=1024%2C460 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?resize=768%2C345 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?resize=668%2C300 668w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-31-at-13.51.47.jpeg?w=1200 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Por Luciana Oliveira<\/strong> &#8211; Os povos de comunidades tradicionais que vivem na regi\u00e3o do Vale do Guapor\u00e9 se reuniram na aldeia Aperoi do povo ind\u00edgena Purubor\u00e1, no munic\u00edpio de Seringueiras.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo \u00e9 fortalecer a resist\u00eancia e luta por pol\u00edticas\np\u00fablicas que garantam prote\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios e cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi o terceiro encontro promovido pela Comiss\u00e3o Pastoral da\nTerra e parceiros.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Ind\u00edgenas, quilombolas e extrativistas compartilharam\ndores, saberes e sabores por tr\u00eas dias em terra \u00e0 espera de demarca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O encontro real\u00e7ou as ra\u00edzes e a ancestralidade de povos que\npedem respeito e aten\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico contra amea\u00e7as \u00e0s suas terras e modo\nde viver.<\/p>\n\n\n\n<p>Em carta, os povos repudiaram a omiss\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o na demarca\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja a reportagem:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Alian\u00e7a ind\u00edgena, negra e popular no Vale do Guapor\u00e9\" width=\"600\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lB5FQP3LZqM?start=1&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Leia a Carta: <\/p>\n\n\n\n<p>CARTA\nDO TERCEIRO ENCONTRO DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO GUAPOR\u00c9.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s existimos!<\/p>\n\n\n\n<p>Unidos e reunidos, por ocasi\u00e3o\nde nosso terceiro encontro da <strong>rede<\/strong> dos povos tradicionais do Guapor\u00e9, nos\ndias 27, 28 e 29 de maio de 2022, em terra sagrada dos parentes Purubor\u00e1, no\nRio Manoel Correia, Aldeia Apero\u00ed, munic\u00edpio de Seringueiras. N\u00f3s, povos\nind\u00edgenas Purubor\u00e1, Migueleno, Kujubim, Guarassugwe, Tupinamb\u00e1, Aru\u00e1, Trememb\u00e9,\nKaxinaw\u00e1, Wajur\u00fa, comunidades quilombolas, Santo Ant\u00f4nio, Jesus, Pedras Negras,\nForte Pr\u00edncipe da Beira, Rolim de Moura do Guapor\u00e9; comunidades extrativista,\nRio Caut\u00e1rio,&nbsp; Rio Ouro Preto,\nAquariquara; comunidade tradicional ribeirinha do baixo madeira; juntamente com\nas entidades que caminham junto conosco, como a Organiza\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas\ndo estado de Rond\u00f4nia\/OPIROMA, a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra, o Conselho\nIndigenista Mission\u00e1rio, a C\u00e1ritas Brasileira articula\u00e7\u00e3o Noroeste, o Conselho\nde Miss\u00e3o entre Povos \u00cdndios\/COMIN, Comit\u00ea da Bacia Hidrogr\u00e1fica dos Rios S\u00e3o\nMiguel- CBHRSMVDG, Defensoria P\u00fablica e Ouvidoria da DPE. Queremos reafirmar\nnossa exist\u00eancia e nossa resist\u00eancia na luta por Territ\u00f3rio Livre \u2013 aut\u00f3nomos \u2013\no nosso Bem Viver, em comum conviv\u00eancia com a natureza, respeitando o direito\nnatural da m\u00e3e terra, da \u00e1gua e das florestas, garantindo as gera\u00e7\u00f5es,\npresentes e futuras. <\/p>\n\n\n\n<p>Mergulhando em nossas ra\u00edzes e\nbebendo de nossa ancestralidade, percebemos que os elementos que nos une s\u00e3o\nmuito maiores do que, o que nos divide. As nossas diferen\u00e7as \u00e9 o que faz a\ndiferen\u00e7a: N\u00d3S SOMOS NOSSAS RA\u00cdZES E NOSSA ANCESTRALIDADE \u00c9 O QUE NOS MOVE! E\nassim assumimos nossos acordos do cora\u00e7\u00e3o de caminharmos juntos, fazendo brotar\nno estado de Rond\u00f4nia, a teia dos povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais do\nestado de Rond\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste pa\u00eds chamado\nBrasil,&nbsp; as coisas nunca foram f\u00e1ceis\npara n\u00f3s, o que conquistamos foi a custa de muita luta e muito sangue derramado,\npor aqueles e aquelas que nos antecederam; nossas comunidades continuam sendo\nvioladas pela falta de pol\u00edticas p\u00fablicas e de respeito \u00e0 dignidade humana, por\ngestores p\u00fablicos que n\u00e3o respeitam a autonomia do povo e n\u00e3o t\u00eam nenhum\ninteresse de fazer valer a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, onde nossos direitos deveriam\nser garantidos, a exemplo, quando nos negam a educa\u00e7\u00e3o do jeito que queremos,\nde qualidade e diferenciada, assumidas por n\u00f3s; uma sa\u00fade que n\u00e3o atende as\nnossas diferen\u00e7as como povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais que somos,\nexistem comunidades que al\u00e9m de n\u00e3o ter postos de sa\u00fade, n\u00e3o recebem equipe\nm\u00e9dica h\u00e1 mais de tr\u00eas anos; negando nossos direitos e autonomias na gest\u00e3o de\nnosso territ\u00f3rio, inclusive em algumas realidades n\u00e3o temos o direito de\ndecidir sobre o uso do ve\u00edculo que foi destinado as comunidades quilombolas,\nonde nos negam descaradamente o uso colocando obst\u00e1culos burocr\u00e1ticos. <\/p>\n\n\n\n<p>Refletindo sobre os nossos\nterrit\u00f3rios que ainda se encontra nas m\u00e3os dos invasores, afetando nosso\ndireito de Bem Viver e denunciamos: Os processos de regulariza\u00e7\u00e3o e de\ndemarca\u00e7\u00e3o que caminham em passos lent\u00edssimos, em um orquestrado projeto de nos\nfazer calar pelo cansa\u00e7o; Questionamos&nbsp;\nessa morosidade, que contribui ainda mais com a destrui\u00e7\u00e3o de nossas\nterras, de nossas florestas, que est\u00e3o sendo saqueadas, tombadas por&nbsp; corrent\u00f5es de tratores; nossos igarap\u00e9s est\u00e1\nsendo contaminado; nossas comunidades e suas lideran\u00e7as est\u00e3o sendo\ncriminalizadas, assassinadas por aqueles que cometem seus crimes, porque tem a\nimpunidade como certa; &nbsp;&nbsp;repudiamos os\n\u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o, ICMBio, IBAMA, SEDAM, FUNAI, INCRA, que deveria est\u00e1\ncomprometido e em apoio aos povos e suas comunidades e na verdade s\u00e3o verdadeiros\nperseguidores de nossas comunidades, inclusive, com um caso de homic\u00eddio ao\ncomunit\u00e1rio Jos\u00e9 Pantoja da Resex Rio Caut\u00e1rio, em 2017.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>Exigimos: A demarca\u00e7\u00e3o dos\nterrit\u00f3rios dos povos ind\u00edgenas Purubor\u00e1, Kujubim, Migueleno, Wajur\u00fa e Guarassugwe;\nA regulariza\u00e7\u00e3o dos quilombos, Forte Pr\u00edncipe da Beira, Santo Ant\u00f4nio, Pedras\nNegras, Tarum\u00e3, Laranjeiras, Santa Cruz e Rolim de Moura do Guapor\u00e9; Demarca\u00e7\u00e3o,\ndefesa e prote\u00e7\u00e3o da vida e dos territ\u00f3rios dos povos ind\u00edgenas em situa\u00e7\u00f5es de\nisolamento volunt\u00e1rio; O esclarecimento e responsabiliza\u00e7\u00e3o do&nbsp; inqu\u00e9rito que investiga a morte do\ncompanheiro Jos\u00e9 Pantoja;&nbsp; Pol\u00edticas\np\u00fablicas que realmente contribua com nossas comunidades, que seja assegurados\nem primeiro lugar, a contrata\u00e7\u00e3o de professores da pr\u00f3pria comunidade; Que os\nmunic\u00edpios, invistam em pol\u00edtica p\u00fablicas que contribua na gera\u00e7\u00e3o de renda das\nfam\u00edlias; <\/p>\n\n\n\n<p>Na certeza de que, unidos\nsomos mais fortes e que os encantados caminham junto conosco, sa\u00edmos desse\nencontro ainda mais fortalecidos em lutar por nossos direitos na defesa de\nnossos territ\u00f3rios e na busca por demarca\u00e7\u00e3o j\u00e1! N\u00c3O VAMOS NOS CALAR! Juntos e\njuntas nessa alian\u00e7a ind\u00edgena, preta e popular!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Luciana Oliveira &#8211; Os povos de comunidades tradicionais que vivem na regi\u00e3o do Vale do Guapor\u00e9 se reuniram na aldeia Aperoi do povo ind\u00edgena Purubor\u00e1, no munic\u00edpio de Seringueiras. O objetivo \u00e9 fortalecer a resist\u00eancia e luta por pol\u00edticas p\u00fablicas que garantam prote\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios e cultura. 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