{"id":34087,"date":"2022-08-12T11:55:06","date_gmt":"2022-08-12T15:55:06","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=34087"},"modified":"2022-08-12T11:55:12","modified_gmt":"2022-08-12T15:55:12","slug":"34087","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2022\/08\/12\/34087\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1144\" height=\"970\" data-attachment-id=\"34088\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2022\/08\/12\/34087\/f00ba07c-82c6-4dd6-b4e2-c13b6929575e\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?fit=1144%2C970\" data-orig-size=\"1144,970\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?fit=300%2C254\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?fit=600%2C509\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?fit=600%2C509\" alt=\"\" class=\"wp-image-34088\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?w=1144 1144w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?resize=300%2C254 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?resize=1024%2C868 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?resize=768%2C651 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/F00BA07C-82C6-4DD6-B4E2-C13B6929575E.jpeg?resize=354%2C300 354w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Informa\u00e7\u00f5es do Monitor da Floresta do PlenaMata trazem estimativas em tempo real, com base nos dados do Inpe, e apontam recorde do desmatamento nos primeiros sete meses do ano; chegada do ver\u00e3o amaz\u00f4nico traz expectativas de n\u00fameros ainda maiores para o restante de 2022.<\/h4>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Mais de 300 milh\u00f5es de \u00e1rvores foram derrubadas na Amaz\u00f4nia brasileira entre 1\u00ba janeiro e 10 de agosto de 2022, de acordo com dados in\u00e9ditos do&nbsp;<a href=\"https:\/\/plenamata.eco\/dashboard\/\">Monitor da Floresta<\/a>&nbsp;do&nbsp;<strong>PlenaMata<\/strong>, uma iniciativa do MapBiomas, InfoAmazonia, Natura e Hacklab pelo fim do desmatamento. Nesse per\u00edodo, foram perdidas mais de 1,4 milh\u00e3o de \u00e1rvores por dia, uma m\u00e9dia de 1.024 a cada minuto e, a cada segundo, de 17.<\/p>\n\n\n\n<figure><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/plenamata.eco\/estimativas-em-tempo-real\/\" width=\"700px\" height=\"600px\"><\/iframe><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><em>Contador do PlenaMata traz estimativa em tempo real de \u00e1rvores derrubadas na Amaz\u00f4nia Legal. No fechamento desta reportagem, em 10 de agosto, marcava mais de 305 milh\u00f5es de \u00e1rvores derrubadas por desmatamento em 2022.<\/em><\/h6>\n\n\n\n<p>Para Marcio Astrini, secret\u00e1rio-executivo do Observat\u00f3rio do Clima, rede de mais de 70 organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, o n\u00famero de 300 milh\u00f5es de \u00e1rvores derrubadas representa um \u201cgenoc\u00eddio ecol\u00f3gico\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>A Amaz\u00f4nia \u00e9 uma fornecedora de chuva para o pa\u00eds inteiro. Al\u00e9m disso, o desmatamento vai levar a floresta a um ponto de colapso, que \u00e9 quando ela come\u00e7a a n\u00e3o existir mais tal como sempre existiu \u2013 e isso pode levar \u00e0 perda da Amaz\u00f4nia, o que seria uma trag\u00e9dia clim\u00e1tica global.<\/p><cite>Marcio Astrini, secret\u00e1rio-executivo do Observat\u00f3rio do Clima<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>\u201cEssas derrubadas tamb\u00e9m trazem a viol\u00eancia, a invas\u00e3o de terras, a criminalidade, a ilegalidade, e isso atinge diretamente as popula\u00e7\u00f5es que vivem na floresta, como ind\u00edgenas, ribeirinhos e quilombolas. Ent\u00e3o, muitas vezes, o corte de \u00e1rvores vem acompanhado tamb\u00e9m do corte de vidas\u201d, complementa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O contador&nbsp;utiliza como base os alertas di\u00e1rios de \u00e1reas desmatadas do&nbsp;DETERFerramenta do governo federal que gera alertas r\u00e1pidos para evid\u00eancias de altera\u00e7\u00e3o da cobertura florestal na Amaz\u00f4nia e no Cerrado<a href=\"https:\/\/plenamata.eco\/verbete\/deter-2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">[+]<\/a>, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e multiplica pela quantidade m\u00e9dia de \u00e1rvores estimada pela ci\u00eancia para cada hectare de floresta na Bacia Amaz\u00f4nica, que \u00e9 de 565 \u00e1rvores por hectare \u2014 n\u00famero obtido de um&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.1243092\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">amplo estudo publicado em 2013<\/a>, realizado por mais de 100 cientistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Como os alertas do Deter s\u00e3o divulgados semana a semana, o contador inclui uma estimativa em tempo real de quantas \u00e1rvores est\u00e3o caindo at\u00e9 o presente momento.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, os alertas do&nbsp;Deter&nbsp;geralmente detectam menos desmatamento que o&nbsp;PRODESProjeto para o mapeamento oficial das perdas anuais de vegeta\u00e7\u00e3o nativa na Amaz\u00f4nia Legal<a href=\"https:\/\/plenamata.eco\/verbete\/prodes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">[+]<\/a>, o sistema do Inpe que consolida a perda anual da Amaz\u00f4nia. Considerando a m\u00e9dia da diferen\u00e7a entre os dois sistemas, o contador do&nbsp;<strong>PlenaMata<\/strong>&nbsp;tamb\u00e9m conta com um fator de corre\u00e7\u00e3o que garante mais precis\u00e3o no c\u00e1lculo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/arvores-derrubadas_2022-1.png?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Os n\u00fameros do contador sofrem altera\u00e7\u00f5es de acordo com a data dos alertas detectados. Nesta ilustra\u00e7\u00e3o, as estimativas correspondem aos valores em 10 de agosto de 2022.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o coordenador-geral do MapBiomas, Tasso Azevedo, o que o contador faz \u00e9 transformar os dados de desmatamento do Inpe em n\u00fameros de \u00e1rvores tombadas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&nbsp;Tudo isso para representar de forma mais concreta o significado da derrubada da floresta. Em vez de falarmos em \u00e1reas, abordamos em n\u00fameros de \u00e1rvores, o que d\u00e1 um pouco mais de no\u00e7\u00e3o do tamanho do desastre.<\/p><cite>Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Assim, o Amazonas,&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2022\/07\/21\/deter-amazonas-estado-mais-desmatado-em-2022\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estado mais desmatado no primeiro semestre de 2022<\/a>, lidera o ranking de \u00e1rvores tombadas entre janeiro e agosto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u00c1RVORES DERRUBADAS ENTRE JANEIRO E AGOSTO DE 2022<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Amazonas:&nbsp;<\/strong>95,8 milh\u00f5es de \u00e1rvores<br><strong>Par\u00e1:&nbsp;<\/strong>89,5 milh\u00f5es de \u00e1rvores<br><strong>Mato Grosso:<\/strong>&nbsp;59 milh\u00f5es de \u00e1rvores<br><strong>Rond\u00f4nia:<\/strong>&nbsp;41,6 milh\u00f5es<br><strong>Acre:<\/strong>&nbsp;10,5 milh\u00f5es de \u00e1rvores<br><strong>Roraima:<\/strong>&nbsp;4,8 milh\u00f5es de \u00e1rvores<br><strong>Maranh\u00e3o:&nbsp;<\/strong>2,6 milh\u00f5es de \u00e1rvores<br><strong>Tocantins:&nbsp;<\/strong>302,6 mil \u00e1rvores<br><strong>Amap\u00e1:&nbsp;<\/strong>35,2 mil \u00e1rvores<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;desmatamento&nbsp;na Amaz\u00f4nia brasileira acelerou em 2022, com 5.457 km\u00b2 de florestas perdidas entre 1\u00ba de janeiro e 29 de julho, segundo o monitor. Esse \u00e9 o maior valor j\u00e1 registrado para o per\u00edodo desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2016. A \u00e1rea desflorestada representa um aumento de 9% em rela\u00e7\u00e3o aos primeiros sete meses de 2021.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisadora do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon), Bianca Santos, alerta que a chegada do ver\u00e3o amaz\u00f4nico, per\u00edodo que vai de julho a novembro, traz expectativa de crescimento \u201cem ritmo acelerado\u201d do desmatamento na regi\u00e3o no segundo semestre.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>A derrubada da floresta acaba sendo mais facilitada com a diminui\u00e7\u00e3o das chuvas e as queimadas. Outro fator que tamb\u00e9m contribui para a tend\u00eancia de alta \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o das elei\u00e7\u00f5es, quando, historicamente, as a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o costumam diminuir.&nbsp;<\/p><cite>&nbsp;Bianca Santos, pesquisadora do Imazon<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>\u201cO desmatamento tamb\u00e9m amea\u00e7a a exist\u00eancia de povos e comunidades tradicionais, como os ind\u00edgenas, que v\u00eam sofrendo cada vez mais com o aumento da viol\u00eancia na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, que est\u00e1 diretamente ligada ao desmatamento\u201d, diz a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-efeitos-do-desmatamento\">Efeitos do desmatamento<\/h2>\n\n\n\n<p>A floresta amaz\u00f4nica contribui para a manuten\u00e7\u00e3o do clima na Terra ao estocar grande quantidade de di\u00f3xido de carbono (CO2), um dos gases respons\u00e1veis pelo efeito estufa e aquecimento global. No entanto, um&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-021-03629-6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estudo<\/a>&nbsp;liderado pela pesquisadora do Inpe Luciana Gatti e publicado em julho de 2021 na revista cient\u00edfica Nature aponta que o lado leste da Amaz\u00f4nia tem perdido a fun\u00e7\u00e3o de reter o g\u00e1s carb\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa, uma das mais completas sobre o assunto, apurou a concentra\u00e7\u00e3o de CO2 em diferentes regi\u00f5es da Amaz\u00f4nia entre 2010 e 2018 e mostrou que o nordeste e sudeste da floresta, os mais desmatados e queimados, j\u00e1 emitem mais di\u00f3xido de carbono do que absorvem, ou seja, tornaram-se fontes de emiss\u00e3o de CO2.<\/p>\n\n\n\n<p>Em&nbsp;<a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2022\/07\/29\/luciana-gatti-estamos-acabando-com-nossa-fabrica-de-chuvas-amazonia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">entrevista ao&nbsp;<strong>InfoAmazonia<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>PlenaMata<\/strong><\/a>, a cientista explica em detalhes o fen\u00f4meno \u201ccatastr\u00f3fico\u201d e alerta que o processo tem reduzido ainda a forma\u00e7\u00e3o de chuvas na regi\u00e3o e aumentado a temperatura a n\u00edveis preocupantes, com impactos na sa\u00fade humana, na seguran\u00e7a das popula\u00e7\u00f5es e na economia brasileira, uma vez que o agroneg\u00f3cio \u00e9 diretamente afetado pelas mudan\u00e7as no clima.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/infografico_entrevista_vertical_low.png?w=600&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Bianca Santos, do Imazon, acredita que para frear o desmatamento na Amaz\u00f4nia \u00e9 necess\u00e1rio fortalecer os \u00f3rg\u00e3os ambientais de fiscaliza\u00e7\u00e3o para combater de forma eficiente crimes como garimpo ilegal, grilagem de terras e invas\u00f5es de florestas p\u00fablicas e&nbsp;\u00e1reas protegidas. \u201cInfelizmente s\u00e3o crimes que est\u00e3o se tornando cada vez mais frequentes\u201d, lamenta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m garantir a aplica\u00e7\u00e3o de puni\u00e7\u00e3o aos desmatadores ilegais utilizando imagens de sat\u00e9lites como provas em processos de crimes ambientais, como o STJ adotou recentemente depois de um estudo realizado pelo Imazon com o objetivo de barrar a legaliza\u00e7\u00e3o de terras que foram ocupadas de forma ilegal\u201d, refor\u00e7a a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><em>Reportagem do InfoAmazonia para o projeto&nbsp;<\/em><a href=\"https:\/\/plenamata.eco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>PlenaMata<\/em><\/a><em>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informa\u00e7\u00f5es do Monitor da Floresta do PlenaMata trazem estimativas em tempo real, com base nos dados do Inpe, e apontam recorde do desmatamento nos primeiros sete meses do ano; 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