{"id":36343,"date":"2024-12-17T07:27:31","date_gmt":"2024-12-17T11:27:31","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=36343"},"modified":"2024-12-17T07:50:45","modified_gmt":"2024-12-17T11:50:45","slug":"bailarina-da-praca-e-a-homenageada-do-bloco-pirarucu-do-madeira-no-carnaval-2025","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2024\/12\/17\/bailarina-da-praca-e-a-homenageada-do-bloco-pirarucu-do-madeira-no-carnaval-2025\/","title":{"rendered":"BAILARINA DA PRA\u00c7A \u00c9 A HOMENAGEADA DO BLOCO PIRARUCU DO MADEIRA NO CARNAVAL 2025"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"36344\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2024\/12\/17\/bailarina-da-praca-e-a-homenageada-do-bloco-pirarucu-do-madeira-no-carnaval-2025\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?fit=1600%2C592\" data-orig-size=\"1600,592\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1733432907&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?fit=300%2C111\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?fit=600%2C222\" class=\"alignnone size-medium wp-image-36344\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?resize=300%2C111\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"111\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?resize=300%2C111 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?resize=1024%2C379 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?resize=768%2C284 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?resize=1536%2C568 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?resize=800%2C296 800w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?w=1600 1600w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4de90ec5-c018-43bb-a47d-48d77d36a5a4.jpeg?w=1200 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>O bloco que exalta tradi\u00e7\u00f5es e pessoas de elevada import\u00e2ncia para a cultura popular da capital ser\u00e1 um palco com milhares de foli\u00f5es para a artista que j\u00e1 foi tirada \u00e0 for\u00e7a de v\u00e1rios eventos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma mulher, artista de rua, que fez da dan\u00e7a uma atitude de resist\u00eancia cultural. Quando perguntamos por que ela invadiu tantos palcos de eventos, disse: para mostrar minha alegria e alegrar o povo. Foi o sinal de sincronia com o bloco para escolhermos ela como homenageada no pr\u00f3ximo desfile\u201d, disse Luciana Oliveira, vice-presidenta da bloco.<!--more--><\/p>\n<p>A arte do tema \u2018Bailarina da Pra\u00e7a &#8211; A Dan\u00e7a da Resist\u00eancia\u2019, \u00e9 tamb\u00e9m de um grande artista de rua, o Rabsk. Suas obras colorem v\u00e1rios muros e pr\u00e9dios, sendo a mais recente parte do mural em defesa da Amaz\u00f4nia e seus povos.<\/p>\n<p>Aos 32 anos, o Bloco Pirarucu do Madeira reafirma o mesmo prop\u00f3sito da Bailarina da Pra\u00e7a, o de existir para ver o povo feliz. Sem cobrar acesso e sem cordas que separem os foli\u00f5es, \u00e9 reconhecido como o mais democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>O desfile est\u00e1 marcado para o dia 23 de fevereiro, na avenida Pinheiro Machado, ao lado do gin\u00e1sio Cl\u00e1udio Coutinho, com concentra\u00e7\u00e3o a partir das 16 horas.<\/p>\n<p>Os compositores t\u00eam at\u00e9 o dia 10 de janeiro para apresentarem marchinha ou frevo com tema, sem prorroga\u00e7\u00e3o de prazo.<\/p>\n<p>M\u00e3e de tr\u00eas filhos e com cinco netos, Bailarina da Pra\u00e7a completou 55 anos e tem muito a comemorar, especialmente o fim do tratamento de um c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>\u201cA minha f\u00e9 e a ora\u00e7\u00e3o das pessoas me curaram. Eu sou muito grata a todos que me ajudaram nesse per\u00edodo dif\u00edcil\u201d.<\/p>\n<p>O presidente do bloco, Ernande Segismundo, anunciou que os bonecos e o pirarucu gigante vir\u00e3o com caras e roupas novas. \u201cIsso s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel, gra\u00e7as a emenda do vereador Aleks Palitot. Nosso bloco n\u00e3o tem finalidade lucrativa, ent\u00e3o precisamos de apoio para garantir o desfile que todos amam\u201d, disse Segismundo. O vereador Palitot tamb\u00e9m \u00e9 autor da lei que declarou o bloco Patrim\u00f4nio Cultural de natureza imaterial.<\/p>\n<p><strong>SOBRE O TEMA:<\/strong><br \/>\n<strong>Na vida , na pra\u00e7a e na esquina<\/strong><br \/>\n<strong>O Frevo da Bailarina<\/strong><br \/>\n<strong>Por: Altair Santos (Tat\u00e1)<\/strong><\/p>\n<p>Porto Velho, n\u00e3o diferentemente doutras capitais e demais cidades brasileiras, tem na<br \/>\nrotina do seu metabolismo urbano a sempre viva presen\u00e7a dos tipos populares. S\u00e3o pessoas<br \/>\nque fazem das suas horas, dias, meses e semanas, enfim, das suas pr\u00f3prias vidas, verdadeiras<br \/>\ndoa\u00e7\u00f5es c\u00eanicas ao cotidiano, transformando de forma muitas vezes inocente, por\u00e9m<br \/>\nirreverente e criativa, o dia a dia de pra\u00e7as, ruas e avenidas, feiras, mercados e cal\u00e7ad\u00f5es,<br \/>\ndentre outros logradouros e espa\u00e7os.<br \/>\nSobre esses nem t\u00e3o an\u00f4nimos, de alguns at\u00e9 sabemos seus nomes, onde moram e o<br \/>\nque fazem, enquanto doutros, sequer temos donde vem e pra onde v\u00e3o. Todos por\u00e9m,<br \/>\ntransitam (nem sempre livres), por\u00e9m soltos, folgaz\u00f5es e vis\u00edveis nas suas viagens e<br \/>\nperambula\u00e7\u00f5es pela urbe, acometidos de suas in (sanidades) mas que, de uma forma ou de<br \/>\noutra, s\u00e3o parte da demografia e do organismo social vivo e ativo e que, aos seus tempos,<br \/>\njeitos e maneiras, agem nas batidas das suas asas e voam seus c\u00e9us de liberdades.<br \/>\nEm suas apari\u00e7\u00f5es idas e vindas, que bem podemos chamar performances muito e de<br \/>\ntudo se v\u00ea. Uns cantam, outros dan\u00e7am, outros mais apenas circulam pelos espa\u00e7os sem dizer<br \/>\numa s\u00f3 palavra encenando suas pe\u00e7as cujos textos (sem textos) s\u00e3o as suas express\u00f5es e<br \/>\nmovimentos de rotina. Tem tamb\u00e9m os que v\u00e3o e vem ou vem e v\u00e3o, carregando tro\u00e7os e<br \/>\nbregue\u00e7os, enquanto espantam gente. H\u00e1 os que pedem algo e os que carregam consigo um<br \/>\nvasto e multifacetado repert\u00f3rio de apari\u00e7\u00f5es e formas de figurinos e produ\u00e7\u00e3o visual os quais,<br \/>\nmuitos s\u00e3o de \u00e9poca, outros fora de \u00e9poca e de at\u00e9 de \u00e9poca nenhuma.<br \/>\nAssim sendo, esses tipos populares, desnudos de compromissos e contrapartidas<br \/>\np\u00fablicas e oficiais se doam em exerc\u00edcios solos, s\u00e3o artistas em plena vig\u00eancia c\u00eanica dos seus<br \/>\npr\u00f3prios \u201cshows,\u201d donos inarred\u00e1veis dos seus tempos, horas, jeitos e maneiras, rompidos e<br \/>\ndesnudos dos formalismos. Dentre esses todos, em solo local temos a cidad\u00e3 Elielza Ramos<br \/>\nFreire. Esse \u00e9 o ofuscado nome pr\u00f3prio da popular e ningu\u00e9m menos que a mui conhecida,<br \/>\npol\u00eamica para muita gente e averbada\/desaverbada Bailarina da Pra\u00e7a.<br \/>\nM\u00e3e de tr\u00eas filhos e filha de pais amazonenses, ela nasceu no antigo Hospital S\u00e3o Jos\u00e9,<br \/>\naqui em Porto Velho\/RO, no dia 14\/dez\/1969, poucos meses depois do homem haver pisado na<br \/>\nlua. E por falar em lua, e em Bailarina da Pra\u00e7a, a dist\u00e2ncia se fez curta entre as duas, haja vista<br \/>\ndiante de tantas defini\u00e7\u00f5es e at\u00e9 ju\u00edzo de valor sobre si, houve quem dissesse, dentre tantas,<br \/>\nque ela (a Bailarina) era a louca que veio\/caiu da lua.<br \/>\nAssim houve tamb\u00e9m quem, movido pelos inc\u00f4modos das suas festivas, intrometidas,<br \/>\nespalhafatosas e repentinas apari\u00e7\u00f5es em determinados espa\u00e7os (como que viesse do nada ou<br \/>\ndos quintos) lhes tivessem cunhado a pecha de ser o dem\u00f4nio em figura de gente. Pra isso ela<br \/>\nnunca ligou ou deu import\u00e2ncia maior.<br \/>\nDesatrelada e tampouco incomodada com as cr\u00edticas e at\u00e9 cerceamentos mais bruscos,<br \/>\nquanto ao seu acesso a alguns espa\u00e7os e eventos, a Bailarina desde as suas incurs\u00f5es primeiras<br \/>\nsempre habitou o meti\u00ea urbano, fosse e seja ocupando pra\u00e7as, palcos, cal\u00e7adas ou avenidas.<br \/>\nUma vez em plena \u00e9poca de carnaval, horas antes da Banda do Vai Quem Quer sair<br \/>\nfestivamente serpenteando o centro da cidade, ela postou-se no meio da Pra\u00e7a das Tr\u00eas Caixas<br \/>\nD\u00b4\u00e1gua, ligou a sua caixa de som e dan\u00e7ava m\u00fasicas da Xuxa, Ang\u00e9lica e outras similares. Da\u00ed no<br \/>\ncome\u00e7o da tarde, quando come\u00e7ou a aglomera\u00e7\u00e3o ela desfez a sua estrutura e se mandou.<br \/>\nMais tarde enquanto a banda serpenteava o centro antigo a partir da Rua Carlos Gomes, ela foi<br \/>\nvista na Pra\u00e7a Rondon dan\u00e7ando para uma plateia de transeuntes, inclusive os b\u00eabados do<br \/>\ncentro da cidade, pouco ou nada interessados no seu bal\u00e9, o que pra ela n\u00e3o fez qualquer<br \/>\ndiferen\u00e7a.<br \/>\nNoutra ocasi\u00e3o, no complexo da EFMM, o Grupo Teatral \u00caxodo encenava a pe\u00e7a cujo<br \/>\ntema era o Nascimento de Jesus. Cenas em curso, justo no momento em que nascia o filho de<br \/>\nDeus e, no c\u00e9u a estrela guia orientava o rumo a Belchior, Gaspar e Baltazar (os tr\u00eas Reis<br \/>\nMagos) em dire\u00e7\u00e3o ao est\u00e1bulo onde, numa manjedoura, deu-se o nascimento, a Bailarina<br \/>\ntamb\u00e9m guiada (pelos seus sensores c\u00eanicos-intrometiduns. Obs: termo rebuscado de algum<br \/>\ndialeto remoto, quase perdido do latim) acorreu chegando antes dos magos e postou-se bem na<br \/>\nentrada num canto, onde com suas asas em movimento como chegado voando fez pouso e<br \/>\ntestemunhou o parto, sendo ela, nessa releitura das escrituras modernas a vers\u00e3o de que a<br \/>\nprimeira criatura a ver o menino Deus foi Bailarina da Pra\u00e7a, antes mesmo dos tr\u00eas Reis, os<br \/>\nquais, naquele ato, entregando ouro, incenso e mirra, olhavam de revestr\u00e9s (soslaio) e<br \/>\nintrigados por n\u00e3o terem sido os primeiros a verem o Ser de Luz.<br \/>\nSubir em palcos durante shows fosse eventos locais ou com artistas de renome nacional<br \/>\nsempre de surpresa em momentos inesperados e improv\u00e1veis era comum na pauta da<br \/>\nBailarina. Vez por outra ela entrava nuns \u201carranca rabos\u201d com seguran\u00e7as, policiais, promoters,<br \/>\nprofissionais da imprensa e at\u00e9 m\u00fasicos e cantores.<br \/>\nE assim entre idas e vindas, de quando em vez, surge ela trajada de borboleta de asa<br \/>\nnegra ou violeta, pedalando a sua bicicleta ou acelerando a sua motoneta (mobilete). Outras<br \/>\nvezes da janela do circular ela bota a cara pra fora e solta um grito pra quem t\u00e1 na esquina: eiiiii,<br \/>\ntudo beeemmmm? Da\u00ed acena com a m\u00e3o e segue talvez pra casa ou rumo algum point<br \/>\nindefinido no GPS solto de sintonia onde possa aportar, brilhar e\/ou causar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O bloco que exalta tradi\u00e7\u00f5es e pessoas de elevada import\u00e2ncia para a cultura popular da capital ser\u00e1 um palco com milhares de foli\u00f5es para a artista que j\u00e1 foi tirada \u00e0 for\u00e7a de v\u00e1rios eventos p\u00fablicos. \u201c\u00c9 uma mulher, artista de rua, que fez da dan\u00e7a uma atitude de resist\u00eancia cultural. 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