{"id":36728,"date":"2025-04-18T21:17:01","date_gmt":"2025-04-19T01:17:01","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=36728"},"modified":"2025-04-18T21:17:01","modified_gmt":"2025-04-19T01:17:01","slug":"desigualdades-de-genero-no-mercado-brasileiro-vao-alem-da-empregabilidade-aponta-relatorio-de-transparencia-salarial","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2025\/04\/18\/desigualdades-de-genero-no-mercado-brasileiro-vao-alem-da-empregabilidade-aponta-relatorio-de-transparencia-salarial\/","title":{"rendered":"Desigualdades de g\u00eanero no mercado brasileiro v\u00e3o al\u00e9m da empregabilidade, aponta relat\u00f3rio de transpar\u00eancia salarial"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"36729\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2025\/04\/18\/desigualdades-de-genero-no-mercado-brasileiro-vao-alem-da-empregabilidade-aponta-relatorio-de-transparencia-salarial\/img_1033\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?fit=1140%2C815\" data-orig-size=\"1140,815\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG_1033\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?fit=300%2C214\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?fit=600%2C429\" class=\"alignnone size-medium wp-image-36729\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?resize=300%2C214\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"214\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?resize=300%2C214 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?resize=1024%2C732 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?resize=768%2C549 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?resize=420%2C300 420w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IMG_1033.webp?w=1140 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Brasil de Fato &#8211; No Brasil, as mulheres trabalhadoras recebem, em m\u00e9dia, 20,9% menos que os homens, cumprindo exatamente as mesmas fun\u00e7\u00f5es. O dado foi revelado pelo <a href=\"https:\/\/app.powerbi.com\/view?r=eyJrIjoiNTFhZWI0MzUtZjZkOC00Y2EwLTg5MTMtYjlkODYyOGEwNTIwIiwidCI6IjNlYzkyOTY5LTVhNTEtNGYxOC04YWM5LWVmOThmYmFmYTk3OCJ9\">3\u00ba Relat\u00f3rio de Transpar\u00eancia Salarial<\/a>, divulgado no come\u00e7o de abril pelo Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, em parceria com o Minist\u00e9rio das Mulheres. <!--more--><\/p>\n<p>Por outro lado, destaca a subsecret\u00e1ria de Estat\u00edsticas e Estudos do Trabalho, do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE), Paula Montagner, o relat\u00f3rio constata o aumento para 40,6% no n\u00famero de mulheres no mercado de trabalho e uma expans\u00e3o da massa salarial das trabalhadoras entre 2023 e 2024.<\/p>\n<div class=\"jeg_ad jeg_ad_article jnews_content_inline_ads  \">\n<div class=\"ads-wrapper align-center \">\n<div class=\"ads_shortcode\">\n<div class=\"ads-region-container\" data-slot=\"artigos-leaderboard-incontent-1\" data-region=\"br\" data-slot-name=\"artigos-leaderboard-incontent-1-br\" data-agent=\"Mozilla\/5.0 (Windows NT 10.0; Win64; x64) AppleWebKit\/537.36 (KHTML, like Gecko) Chrome\/135.0.0.0 Safari\/537.36 Edg\/135.0.0.0\">\n<div id=\"div-gpt-ad-artigos-medium_incontent_1\" class=\"ad-slot\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cA primeira coisa que chamou a aten\u00e7\u00e3o foi que a gente, entre 2023 e 2024, gerou 1 milh\u00e3o de novos postos celetistas para essas empresas [que participaram do relat\u00f3rio]. Gerou mais para as empresas de 100 empregados ou mais. E metade disso foi ocupado por mulheres, metade por homens. Essa \u00e9 uma coisa que \u00e9 importante. A segunda coisa que a gente viu foi que aumentou a massa de rendimento das mulheres\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Rosane Silva, secret\u00e1ria Nacional de Autonomia Econ\u00f4mica do Minist\u00e9rio das Mulheres, destaca que os avan\u00e7os registrados pelo 3\u00ba relat\u00f3rio comprovam o acerto do governo federal em apoiar e articular a aprova\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2023-2026\/2023\/lei\/l14611.htm\">Lei n\u00ba 14.611<\/a>, de 3 de julho de 2023, que ficou conhecida como a Lei de Igualdade Salarial.<\/p>\n<div class=\"jeg_ad jeg_ad_article jnews_content_inline_2_ads  \">\n<div class=\"ads-wrapper align-center \">\n<div class=\"ads_shortcode\">\n<div class=\"ads-region-container\" data-slot=\"artigos-leaderboard-incontent-2\" data-region=\"br\" data-slot-name=\"artigos-leaderboard-incontent-2-br\" data-agent=\"Mozilla\/5.0 (Windows NT 10.0; Win64; x64) AppleWebKit\/537.36 (KHTML, like Gecko) Chrome\/135.0.0.0 Safari\/537.36 Edg\/135.0.0.0\">\n<div id=\"div-gpt-ad-artigos-medium_incontent_2\" class=\"ad-slot\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cA Lei de Igualdade Salarial, a Lei 14.611 de 2023, come\u00e7a a dar os seus primeiros resultados positivos. Portanto, foi um acerto do presidente Lula, foi um acerto do governo federal em apresentar a lei que regulamenta que as empresas precisam mostrar o seu relat\u00f3rio de sal\u00e1rio de mulheres e homens e, a partir disso, a gente conseguir ir medindo essa diferen\u00e7a e construindo pol\u00edticas que v\u00e1 reduzindo essa desigualdade pra gente chegar a uma igualdade plena\u201d, afirma a secret\u00e1ria.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ccg-dMKSzk8?si=rS0qC4LtulYOi95I\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p>Adriana Marcolino, diretora t\u00e9cnica do <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/10\/16\/lei-da-igualdade-salarial-entre-mulheres-e-homens-ainda-nao-e-devidamente-seguida-no-brasil-aponta-dieese\/\">Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese)<\/a>, avalia que, embora tenha havido avan\u00e7os em mat\u00e9ria de empregabilidade das mulheres nos \u00faltimos anos, a desigualdade persistente mostra que \u00e9 preciso pol\u00edticas complexas e intersetoriais para intervir nessa realidade.<\/p>\n<div class=\"jeg_ad jeg_ad_article jnews_content_inline_3_ads  \">\n<div class=\"ads-wrapper align-center \">\n<div class=\"ads_shortcode\">\n<div class=\"ads-region-container\" data-slot=\"artigos-leaderboard-incontent-3\" data-region=\"br\" data-slot-name=\"artigos-leaderboard-incontent-3-br\" data-agent=\"Mozilla\/5.0 (Windows NT 10.0; Win64; x64) AppleWebKit\/537.36 (KHTML, like Gecko) Chrome\/135.0.0.0 Safari\/537.36 Edg\/135.0.0.0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cO primeiro grande papel desse relat\u00f3rio \u00e9 apresentar \u00e0 sociedade que o problema existe, \u00e9 concreto, real e persistente. E que, portanto, n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00f5es f\u00e1ceis e r\u00e1pidas para sua altera\u00e7\u00e3o. O que a gente tem visto \u00e9 que, de fato, mesmo a participa\u00e7\u00e3o das mulheres e das mulheres negras aumentando no mercado de trabalho, h\u00e1 uma persist\u00eancia das desigualdades\u201d, avalia Marcolino.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Racismo estrutural<\/h4>\n<p>Essa disparidade \u00e9 ainda maior quando se considera a ra\u00e7a. Em 2024, <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2025\/04\/08\/mulheres-negras-receberam-475-a-menos-que-homens-nao-negros-em-2024-aponta-relatorio-de-transparencia-salarial\/\">mulheres negras ganhavam 47,5% do que os homens n\u00e3o negros<\/a>. Em 2023, o percentual era de 50,3%. N\u00fameros considerados \u201cabsurdos\u201d pela diretora t\u00e9cnica do Dieese.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito absurdo, \u00e9 inacredit\u00e1vel que a gente como sociedade n\u00e3o olhe para um n\u00famero desse, diga: \u2018N\u00e3o, basta, chega, temos que mobilizar a sociedade de modo potente para transformar essa realidade\u2019. Eu acho que \u00e9 importante destacar que o assalariamento das mulheres no mercado de trabalho brasileiro come\u00e7a ali na d\u00e9cada de 70, depois aumenta na d\u00e9cada de 90 e 80 e a gente tem a\u00ed um crescimento pequeno, mas cont\u00ednuo desde ent\u00e3o. Agora, a participa\u00e7\u00e3o das mulheres negras no mercado de trabalho \u00e9 grande desde a transi\u00e7\u00e3o do trabalho escravo ao trabalho assalariado\u201d, destaca Marcolino.<\/p>\n<p>\u201cAs mulheres negras sempre estiveram de forma muito presente no mercado de trabalho. Acontece que mesmo ao longo de todo esse per\u00edodo, desde o in\u00edcio do trabalho assalariado no Brasil, n\u00e3o houve nenhuma pol\u00edtica que de fato garantisse que essas mulheres pudessem acessar o mercado de trabalho em condi\u00e7\u00f5es dignas. E quando a gente olha ent\u00e3o para esse conjunto de elementos, a gente precisa de um conjunto de pol\u00edticas para inserir as mulheres no mercado de trabalho, mas n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que nessas pol\u00edticas a gente n\u00e3o tenha uma um recorte de ra\u00e7a, porque quando se coloca essas duas quest\u00f5es juntas, g\u00eanero e ra\u00e7a, a gente v\u00ea como as mulheres negras est\u00e3o numa situa\u00e7\u00e3o de ainda maior desvantagem\u201d, completa.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Pol\u00edtica de cuidados<\/h4>\n<p>As especialistas convergem sobre a necessidade de pol\u00edticas intersetoriais para a supera\u00e7\u00e3o da desigualdade salarial e de outro problema grave que afeta as mulheres: a dupla, e \u00e0s vezes tripla jornada.<\/p>\n<p>\u201cA discuss\u00e3o da economia do cuidado \u00e9 muito importante porque ela vai fazer a gente olhar para esse lado em que ocupa\u00e7\u00f5es s\u00e3o majoritariamente trabalhadas por mulheres, muitas vezes sem nenhuma remunera\u00e7\u00e3o\u201d, ressalta a subsecret\u00e1ria do MTE, Paula Montagner.<\/p>\n<p>J\u00e1 Marcolino destaca a <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/12\/05\/politica-nacional-de-cuidados-e-aprovada-por-unanimidade-no-senado-federal\/\">Pol\u00edtica Nacional de Cuidados<\/a>, aprovada em 2024 pelo Congresso Nacional, como um instrumento a mais na luta pela igualdade de condi\u00e7\u00f5es entre homens e mulheres.<\/p>\n<p>\u201cAs mulheres ainda s\u00e3o aquelas que t\u00eam a maior jornada na tarefa de cuidados. E o que isso resulta na sua inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho? Primeiro que as mulheres acabam mesclando per\u00edodos no trabalho remunerado e fora dele, porque eventualmente elas precisam sair do mercado de trabalho para dar conta das tarefas de cuidado. A outra quest\u00e3o \u00e9 que muitas vezes as mulheres precisam fazer jornadas menores de trabalho remunerado para conseguir compatibilizar com a jornada de cuidados\u201d, destaca a diretora do Dieese, recorrendo uma vez mais ao recorte racial.<\/p>\n<p>\u201cParticularmente as mulheres negras, que acabam tendo que optar por solu\u00e7\u00f5es informais para conseguir inclusive fazer essa organiza\u00e7\u00e3o da vida pessoal e da dimens\u00e3o do trabalho remunerado.\u201d<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Lei da Igualdade Salarial<\/h4>\n<p>O relat\u00f3rio de transpar\u00eancia salarial est\u00e1 previsto na <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2023-2026\/2023\/lei\/l14611.htm\">Lei n\u00ba 14.611<\/a>, de 3 de julho de 2023, que ficou conhecida como a <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/10\/15\/lei-da-igualdade-salarial-entre-mulheres-e-homens-ainda-nao-pegou\/\">Lei de Igualdade Salarial<\/a>. A legisla\u00e7\u00e3o determina que empresas com mais de 100 empregados publiquem relat\u00f3rios de transpar\u00eancia salarial. O MTE e o Minist\u00e9rio das Mulheres lan\u00e7aram um plano que vai auxiliar na implementa\u00e7\u00e3o da lei e no alcance da igualdade no trabalho. Como explica Montagner.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s estamos lan\u00e7ando um plano nacional de pol\u00edticas p\u00fablicas que envolvem a\u00e7\u00f5es de direito, do Minist\u00e9rio de Igualdade Racial, do Minist\u00e9rio dos Direitos Humanos, do Minist\u00e9rio das Mulheres, do Minist\u00e9rio do Trabalho, da Previd\u00eancia, do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social, e, na verdade, \u00e9 a soma de todas essas a\u00e7\u00f5es que v\u00e3o gerar boas pr\u00e1ticas e que v\u00e3o gerar esta informa\u00e7\u00e3o chegando em todo o territ\u00f3rio e chegando com credibilidade\u201d, argumenta a funcion\u00e1ria.<\/p>\n<p>A secret\u00e1ria do Minist\u00e9rio das Mulheres, Rosane Silva, explica que o plano est\u00e1 dividido em 80 a\u00e7\u00f5es, visando mitigar as desigualdades enfrentadas pelas mulheres no mercado de trabalho, considerando quest\u00f5es como responsabilidades familiares e crit\u00e9rios de ascens\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEle [o plano] est\u00e1 dividido em tr\u00eas eixos. Um eixo de entrada das mulheres no mercado de trabalho, um segundo eixo de perman\u00eancia de mulheres neste mercado e um terceiro eixo que \u00e9 a ascens\u00e3o profissional das mulheres, porque a gente sabe que muitas vezes as mulheres n\u00e3o conseguem entrar, quando elas entram, elas acabam n\u00e3o permanecendo porque tem um conjunto de outras situa\u00e7\u00f5es que as mulheres vivem, como a o tema do cuidado, as responsabilidades familiares, que leva muitas vezes as mulheres ter que abrir m\u00e3o do seu emprego formal para poder cumprir a fun\u00e7\u00e3o da do cuidado da fam\u00edlia, seja das crian\u00e7as, dos doentes, dos idosos, mas at\u00e9 mesmo o cuidado cotidiano das suas casas. E tamb\u00e9m muitas vezes as mulheres entram, permanecem, mas elas acabam n\u00e3o ascendendo profissionalmente\u201d, explica Silva.<\/p>\n<p>Segundo Montagner, o MTE come\u00e7ou a notificar as empresas que n\u00e3o fizeram o download do relat\u00f3rio para que o fa\u00e7am.\u00a0\u201cA gente est\u00e1 num processo de dar espa\u00e7o e garantir para as empresas que nossa briga n\u00e3o \u00e9 pela multa, nossa briga \u00e9 pela mudan\u00e7a de cultura. A gente quer que todas as empresas parem, olhem para a situa\u00e7\u00e3o dos seus trabalhadores e entendam que essa desigualdade \u00e9 prejudicial. Ela n\u00e3o ajuda a gente a crescer e a crescer por igual para que todo mundo caminhe no mesmo passo\u201d, finaliza.<\/p>\n<div class=\"jeg_meta_post_footer\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil de Fato &#8211; No Brasil, as mulheres trabalhadoras recebem, em m\u00e9dia, 20,9% menos que os homens, cumprindo exatamente as mesmas fun\u00e7\u00f5es. 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