{"id":37263,"date":"2025-08-13T09:43:12","date_gmt":"2025-08-13T13:43:12","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=37263"},"modified":"2025-08-13T09:43:12","modified_gmt":"2025-08-13T13:43:12","slug":"com-avanco-do-agro-brasil-perdeu-area-do-tamanho-da-bolivia-de-vegetacao-nativa-em-40-anos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2025\/08\/13\/com-avanco-do-agro-brasil-perdeu-area-do-tamanho-da-bolivia-de-vegetacao-nativa-em-40-anos\/","title":{"rendered":"Com avan\u00e7o do agro, Brasil perdeu \u00e1rea do tamanho da Bol\u00edvia de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 40 anos"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"37264\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2025\/08\/13\/com-avanco-do-agro-brasil-perdeu-area-do-tamanho-da-bolivia-de-vegetacao-nativa-em-40-anos\/img_5880\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/IMG_5880.webp?fit=750%2C523\" data-orig-size=\"750,523\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG_5880\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/IMG_5880.webp?fit=300%2C209\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/IMG_5880.webp?fit=600%2C418\" class=\"alignnone size-medium wp-image-37264\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/IMG_5880.webp?resize=300%2C209\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"209\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/IMG_5880.webp?resize=300%2C209 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/IMG_5880.webp?resize=430%2C300 430w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/IMG_5880.webp?w=750 750w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Brasil de Fato &#8211; \u00a0Entre 1985 e 2024, o Brasil perdeu 111,7 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa. Trata-se de uma \u00e1rea maior que a Bol\u00edvia e equivalente a 13% do territ\u00f3rio nacional. Mais de 80% dessa supress\u00e3o ocorreu sobre florestas prim\u00e1rias, segundo a Cole\u00e7\u00e3o 10 de mapas de cobertura e uso da terra divulgada pelo MapBiomas nesta ter\u00e7a-feira (13), em Bras\u00edlia.<!--more--><\/p>\n<p>No mesmo per\u00edodo, a propor\u00e7\u00e3o de munic\u00edpios com <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/11\/07\/em-quarto-recorde-seguido-agropecuaria-responde-por-74-das-emissoes-de-poluentes-em-2023\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">predomin\u00e2ncia da agropecu\u00e1ria<\/a> sobre o territ\u00f3rio subiu de 47% para 59%. A nova s\u00e9rie hist\u00f3rica tamb\u00e9m mostra que a <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2025\/02\/06\/fronteira-agricola-do-matopiba-concentra-82-do-desmatamento-do-cerrado-em-2024\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">expans\u00e3o agr\u00edcola<\/a> e de pastagens foi o principal vetor de transforma\u00e7\u00e3o da paisagem brasileira nas \u00faltimas quatro d\u00e9cadas.<\/p>\n<div class=\"jeg_ad jeg_ad_article jnews_content_inline_ads  \">\n<div class=\"ads-wrapper align-center \">\n<div class=\"ads_shortcode\">\n<div class=\"ads-region-container\" data-slot=\"artigos-leaderboard-incontent-1-mobile\" data-region=\"br\" data-slot-name=\"artigos-leaderboard-incontent-1-mobile-br\">\n<div id=\"div-gpt-ad-artigos-mobile_rectangle_mobile_1\" class=\"ad-slot\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o florestal foi o tipo de cobertura nativa que mais perdeu \u00e1rea, com redu\u00e7\u00e3o de 62,8 milh\u00f5es de hectares (-15%), extens\u00e3o ligeiramente maior que o territ\u00f3rio da Ucr\u00e2nia. Em seguida vem a forma\u00e7\u00e3o sav\u00e2nica, que encolheu 37,4 milh\u00f5es de hectares (-25%) \u2013 \u00e1rea superior \u00e0 da Alemanha.<\/p>\n<p>\u201cAt\u00e9 1985, ao longo de quase cinco s\u00e9culos com diferentes ciclos da expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola, o Brasil converteu 60% de toda \u00e1rea hoje ocupada pela agropecu\u00e1ria, minera\u00e7\u00e3o, cidades, infraestrutura e outras \u00e1reas antr\u00f3picas. J\u00e1 os 40% restantes dessa convers\u00e3o ocorreram em apenas quatro d\u00e9cadas, de 1985 a 2024\u201d, afirmou Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas.<\/p>\n<div class=\"jeg_ad jeg_ad_article jnews_content_inline_2_ads  \">\n<div class=\"ads-wrapper align-center \">\n<div class=\"ads_shortcode\">\n<div class=\"ads-region-container\" data-slot=\"artigos-leaderboard-incontent-2-mobile\" data-region=\"br\" data-slot-name=\"artigos-leaderboard-incontent-2-mobile-br\">\n<div id=\"div-gpt-ad-artigos-mobile_rectangle_mobile_2\" class=\"ad-slot\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2025\/04\/25\/desmatamento-na-amazonia-cresce-e-instituto-alerta-para-necessidade-de-fiscalizacao-em-areas-criticas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Amaz\u00f4nia<\/a> perdeu 52,1 milh\u00f5es de hectares de \u00e1reas naturais nos \u00faltimos 40 anos (-13%), sendo que tr\u00eas em cada cinco hectares agr\u00edcolas surgiram nos \u00faltimos 20 anos. No Cerrado, a redu\u00e7\u00e3o foi de 40,5 milh\u00f5es de hectares (-28%); na Caatinga, 9,2 milh\u00f5es (-15%); e na Mata Atl\u00e2ntica, 4,4 milh\u00f5es (-11%). Os estados com menor propor\u00e7\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o natural ficam total ou parcialmente na Mata Atl\u00e2ntica: S\u00e3o Paulo (22%), Alagoas (22%) e Sergipe (23%).<\/p>\n<p>\u201cA cobertura florestal da Mata Atl\u00e2ntica est\u00e1 praticamente est\u00e1vel nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas, mas enquanto observamos o aumento das florestas secund\u00e1rias em regenera\u00e7\u00e3o, ainda persiste o desmatamento das florestas maduras, mais ricas em biodiversidade e em estoque de carbono\u201d, afirmou Marcos Rosa, coordenador t\u00e9cnico do MapBiomas.<\/p>\n<div class=\"jeg_ad jeg_ad_article jnews_content_inline_3_ads  \">\n<div class=\"ads-wrapper align-center \">\n<div class=\"ads_shortcode\">\n<div class=\"ads-region-container\" data-slot=\"artigos-leaderboard-incontent-3-mobile\" data-region=\"br\" data-slot-name=\"artigos-leaderboard-incontent-3-mobile-br\">\n<div id=\"div-gpt-ad-artigos-mobile_rectangle_mobile_3\" class=\"ad-slot\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>O levantamento, produzido por uma rede colaborativa de pesquisadores e organiza\u00e7\u00f5es, mapeou 30 classes de uso e cobertura da terra. A nova edi\u00e7\u00e3o inclui, pela primeira vez, a identifica\u00e7\u00e3o de usinas fotovoltaicas, cuja \u00e1rea total no pa\u00eds saltou de 822 hectares em 2016 para 35,3 mil hectares em 2024 \u2013 quase dois ter\u00e7os delas na Caatinga.<\/p>\n<p>O mapeamento das <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/05\/15\/mais-de-um-terco-da-area-ocupada-por-parques-eolicos-apresenta-problemas-fundiarios-mostra-estudo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">usinas fotovoltaicas<\/a> mostra que Minas Gerais concentra um ter\u00e7o da \u00e1rea instalada no pa\u00eds. Bahia, Piau\u00ed e Rio Grande do Norte, junto com Minas, somam 74% da \u00e1rea total identificada em 2024.<\/p>\n<p>Entre 1985 e 2024, a \u00e1rea ocupada com pastagens cresceu 62,7 milh\u00f5es de hectares, enquanto a agricultura avan\u00e7ou 44 milh\u00f5es de hectares. A silvicultura tamb\u00e9m registrou expans\u00e3o expressiva, com aumento de 7,4 milh\u00f5es de hectares \u2013 mais da metade deles no bioma Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Desmatamento teve pico entre 1995 e 2004<\/h4>\n<p>O per\u00edodo entre 1985 e 1994 foi marcado pela expans\u00e3o de pastagens e <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/11\/08\/municipios-brasileiros-crescem-mais-em-areas-de-risco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aumento da \u00e1rea urbanizada<\/a>, com 36,5 milh\u00f5es de hectares convertidos para uso antr\u00f3pico. Na d\u00e9cada seguinte, entre 1995 e 2004, o avan\u00e7o foi ainda mais intenso: 44,8 milh\u00f5es de hectares de florestas foram transformados em \u00e1reas agropecu\u00e1rias, principalmente pastagens e lavouras.<\/p>\n<p>\u201cO auge dessa transforma\u00e7\u00e3o foi entre 1995 e 2004, quando o desmatamento atingiu os maiores picos. Mas entre 2005 e 2014, registrou-se a menor perda l\u00edquida de florestas desde 1985. Essa tend\u00eancia se inverteu nessa \u00faltima d\u00e9cada, que foi marcada por degrada\u00e7\u00e3o, impactos clim\u00e1ticos e avan\u00e7o agr\u00edcola\u201d, avaliou Julia Shimbo, coordenadora cient\u00edfica do MapBiomas e pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (Ipam).<\/p>\n<p>A fase de 2005 a 2014 foi marcada tamb\u00e9m por mudan\u00e7as no uso de pastagens. \u201cNesta d\u00e9cada, as novas \u00e1reas de pastagem sobre \u00e1reas naturais rec\u00e9m-desmatadas diminu\u00edram, ao mesmo tempo em que a convers\u00e3o de pastagens j\u00e1 estabelecidas para o uso agr\u00edcola ou para a regenera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas naturais aumentou\u201d, afirmou Laerte Ferreira, coordenador do mapeamento de pastagens no MapBiomas.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-685623 lazy loaded\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/assets.brasildefato.com.br\/2025\/05\/image_processing20240625-1668826-wopqv6-750x529-1-750x375.webp?resize=600%2C423&#038;ssl=1\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" srcset=\"https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2025\/05\/image_processing20240625-1668826-wopqv6-750x529-1-300x212.webp 300w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2025\/05\/image_processing20240625-1668826-wopqv6-750x529-1-750x375.webp 750w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2025\/05\/image_processing20240625-1668826-wopqv6-750x529-1-120x86.webp 120w\" alt=\"Seca hist\u00f3rica no Pantanal provoca inc\u00eandios devastadores em 2024\" width=\"600\" height=\"423\" data-src=\"https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2025\/05\/image_processing20240625-1668826-wopqv6-750x529-1-750x375.webp\" data-srcset=\"https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2025\/05\/image_processing20240625-1668826-wopqv6-750x529-1-300x212.webp 300w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2025\/05\/image_processing20240625-1668826-wopqv6-750x529-1-750x375.webp 750w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2025\/05\/image_processing20240625-1668826-wopqv6-750x529-1-120x86.webp 120w\" data-sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" data-pin-no-hover=\"true\" data-was-processed=\"true\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Seca hist\u00f3rica no Pantanal provocou inc\u00eandios devastadores em 2024 | Rogerio Florentino\/AFP<\/figcaption><\/figure>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Pampa devastado e Brasil mais seco<\/h4>\n<p>Entre 1985 e 2024, o Brasil perdeu 10 milh\u00f5es de hectares de \u00e1reas \u00famidas, que passaram de 84 milh\u00f5es (quase 10% do territ\u00f3rio) para 74 milh\u00f5es de hectares (8,8%). Todos os biomas registraram redu\u00e7\u00e3o na superf\u00edcie de \u00e1gua, exceto a Mata Atl\u00e2ntica, onde a cria\u00e7\u00e3o de reservat\u00f3rios e hidrel\u00e9tricas expandiu o espelho d\u2019\u00e1gua a partir dos anos 2000.<\/p>\n<p>As <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/06\/26\/pantanal-secou-61-antes-das-queimadas-que-destroem-o-bioma-revela-pesquisa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">quedas mais dr\u00e1sticas ocorreram no Pantanal<\/a>, que apresentou, em 2024, 73% menos superf\u00edcie de \u00e1gua que a m\u00e9dia hist\u00f3rica. No mesmo bioma, a perda total de \u00e1reas naturais foi de 1,7 milh\u00e3o de hectares (-12%), e a cobertura de \u00e1gua caiu de 24% para apenas 3% da \u00e1rea do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>O Pampa registrou a maior perda proporcional de vegeta\u00e7\u00e3o nativa nos \u00faltimos 40 anos (-30%, ou 3,8 milh\u00f5es de hectares), com 1,3 milh\u00e3o de hectares suprimidos apenas na \u00faltima d\u00e9cada. \u201cAinda nesta d\u00e9cada, o desmatamento em vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria superou o de vegeta\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria na Mata Atl\u00e2ntica e no Pampa. Por outro lado, \u00e9 preocupante o fato de que justamente nesses dois biomas, que s\u00e3o os mais antropizados, as perdas de vegeta\u00e7\u00e3o nativa n\u00e3o florestal tenham sido as mais altas nessa \u00faltima d\u00e9cada\u201d, destacou Eduardo V\u00e9lez, integrante da equipe do MapBiomas no Pampa.<\/p>\n<div class=\"jeg_meta_post_footer\">\n<div class=\"jeg_meta_editors\">Editado por: Thalita Pires<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil de Fato &#8211; \u00a0Entre 1985 e 2024, o Brasil perdeu 111,7 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa. Trata-se de uma \u00e1rea maior que a Bol\u00edvia e equivalente a 13% do territ\u00f3rio nacional. 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