{"id":37767,"date":"2025-10-24T15:11:23","date_gmt":"2025-10-24T19:11:23","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=37767"},"modified":"2025-10-24T15:11:23","modified_gmt":"2025-10-24T19:11:23","slug":"ibge-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2025\/10\/24\/ibge-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-brasil\/","title":{"rendered":"IBGE: 391 etnias ind\u00edgenas falam 295 l\u00ednguas no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"37768\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2025\/10\/24\/ibge-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-brasil\/img_9120\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?fit=1170%2C700\" data-orig-size=\"1170,700\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG_9120\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?fit=300%2C179\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?fit=600%2C359\" class=\"alignnone size-medium wp-image-37768\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?resize=300%2C179\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"179\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?resize=300%2C179 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?resize=1024%2C613 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?resize=768%2C459 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?resize=501%2C300 501w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_9120.webp?w=1170 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>N\u00fameros cresceram ap\u00f3s mudan\u00e7as na metodologia<!--more--><\/p>\n<p>Ag\u00eancia Brasil &#8211; Em todo o pa\u00eds, h\u00e1 391 etnias e 295 l\u00ednguas ind\u00edgenas faladas. Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (24), pelo Instituto Brasileiros de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), no Censo Demogr\u00e1fico 2022 \u2500 Etnias e l\u00ednguas ind\u00edgenas.<img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?w=600&#038;ssl=1\" \/><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?w=600&#038;ssl=1\" \/><\/p>\n<p>Em 2022, <strong>ap\u00f3s mudan\u00e7as na metodologia, o IBGE reconheceu mais etnias e identificou mais l\u00ednguas faladas em todo o pa\u00eds do que as registradas em 2010<\/strong>, ano do recenseamento anterior. Em 2010, foram identificadas 305 etnias e 274 l\u00ednguas.<\/p>\n<p>Segundo o Censo, 1.694.836 pessoas ind\u00edgenas vivem em 4.833 munic\u00edpios do pa\u00eds<strong>.<\/strong> Os ind\u00edgenas representam 0,83% do total de 203 milh\u00f5es de habitantes no Brasil. Em n\u00fameros, <strong>em 12 anos, houve um aumento de 896.917 ind\u00edgenas, o equivale a um aumento de 88,82%<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Etnias ind\u00edgenas mais populosas do Brasil:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>1\u00aa &#8211; Tikuna: 74.061 pessoas;<\/strong><\/li>\n<li><strong>2\u00aa &#8211; Kokama: 64.327;<\/strong><\/li>\n<li><strong>3\u00aa &#8211; Makux\u00ed: 53.446.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>L\u00ednguas ind\u00edgenas mais faladas do Brasil:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>1\u00aa &#8211; Tik\u00fana: 51.978 falantes;<\/strong><\/li>\n<li><strong>2\u00aa &#8211; Guarani Kaiow\u00e1: 38.658;<\/strong><\/li>\n<li><strong>3\u00aa &#8211; Guajajara: 29.212.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>De acordo com IBGE, cada etnia ind\u00edgena \u00e9 definida por afinidades lingu\u00edsticas, culturais e\/ou sociais. No caso das l\u00ednguas, foram consideradas aquelas utilizadas para a comunica\u00e7\u00e3o nos domic\u00edlios.<\/p>\n<p>Na pesquisa, foram consideradas demandas feitas pelos pr\u00f3prios povos\u00a0sobre dados que s\u00e3o importantes para as comunidades.\u00a0Para a Gerente de Povos e Comunidades Tradicionais e Grupos Populacionais Espec\u00edficos da Diretoria de Pesquisas do IBGE, Marta Antunes, <strong>os dados divulgados poder\u00e3o ajudar na elabora\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas mais adequadas a cada povo ind\u00edgena<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cAgora, a gente vai poder olhar para cada povo de forma individualizada e compreender onde ele se situa, se ele teve acesso \u00e0 terra ind\u00edgena, se ele reside fora de terra ind\u00edgena, se ele est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o urbana, se ele est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o rural, permitindo que a adapta\u00e7\u00e3o \u00e9tnica e cultural das pol\u00edticas p\u00fablicas leve em considera\u00e7\u00e3o tanto a\u00a0etnia, quanto onde ela est\u00e1 localizada\u201d, explica.<\/p>\n<h2>Etnias brasileiras<\/h2>\n<p><strong>Do total de pessoas ind\u00edgenas, 73,08% declarou pertencer a uma etnia e 1,43% disse pertencer a duas etnias<\/strong>. Entre os demais, 9,85% n\u00e3o declararam nenhuma etnia e 13,05% disseram n\u00e3o saber. A declara\u00e7\u00e3o de 1,60% foi considerada pelo IBGE como mal definida, e a de 0,98%, n\u00e3o determinada.<\/p>\n<p>A maior parte dos percentuais permaneceu praticamente a mesma em rela\u00e7\u00e3o a 2010, mas houve uma redu\u00e7\u00e3o daqueles que n\u00e3o sabiam a etnia a qual pertencem, que, em 2010, eram 16,41%; e um aumento daqueles que n\u00e3o a declararam \u2500\u00a0em 2010 foram 6%.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, foram feitas algumas modifica\u00e7\u00f5es na metodologia que impactaram na varia\u00e7\u00e3o no n\u00famero de etnias entre 2010 e 2022. Entre elas, 25 etnias foram desagregadas em rela\u00e7\u00e3o a 2010, oito etnias que em 2010 estavam organizadas como outras etnias das Am\u00e9ricas est\u00e3o, agora, apresentadas de forma individualizada. Al\u00e9m disso, uma etnia foi inserida para agregar duas etnias apresentadas de forma isolada em 2010, e 73 novos etn\u00f4nimos foram inseridos como etnias em 2022.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Onde est\u00e3o?<\/h2>\n<p>Em 2010, segundo o \u00faltimo Censo, a maioria da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena vivia em \u00e1reas rurais\u00a0\u2500 63,78%. Em 2022, o cen\u00e1rio era\u00a0o contr\u00e1rio, com a maioria (53,97%)\u00a0em \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p><strong>A cidade de S\u00e3o Paulo, a maior da Am\u00e9rica Latina, \u00e9 a que concentra tamb\u00e9m o maior n\u00famero de etnias ind\u00edgenas, 194<\/strong>; seguida por Manaus, 186; Rio de Janeiro, 176; Bras\u00edlia, 167 e Salvador, 142. Fora das capitais, destacam-se em n\u00famero de etnias Campinas (SP), 96; Santar\u00e9m (PA), 87; e, Iranduba (AM), com 77 etnias.<\/p>\n<p>Ao todo, dentro de terras ind\u00edgenas (TIs), foram registrados 335 etnias, povos ou grupos ind\u00edgenas em 2022, n\u00famero acima daquele registrado em 2010, que foi 250. J\u00e1\u00a0fora de terras ind\u00edgenas foram contabilizadas 373 etnias, povos ou grupos ind\u00edgenas em 2022, contra 300 em 2010.<\/p>\n<p>Dentro das terras ind\u00edgenas, o maior n\u00famero de\u00a0etnias identificadas no Censo 2022 est\u00e1 no Amazonas:\u00a095. Em 2010, no estado, foram identificadas 75. O Amazonas \u00e9 seguido por Par\u00e1, com 88 etnias em 2022, contra 57 em 2010; Mato Grosso, com 79 (eram 64 em 2010); Rond\u00f4nia, com 69 (em 2010, eram 46); e, Roraima, com 62, contra 28 no Censo anterior.<\/p>\n<p><strong>A maior etnia do Brasil \u00e9 Tik\u00fana, composta por 74.061 pessoas. <\/strong>Dessas, a maioria (71,13%)\u00a0est\u00e1 em terras ind\u00edgenas. Em seguida, Kokama conta com uma popula\u00e7\u00e3o de 64.327 pessoas, mas apenas 12,89%\u00a0vivendo em terras ind\u00edgenas. Os demais 67,65% fora das terras ind\u00edgenas\u00a0em \u00e1reas urbanas, e 19,47% fora de TIs em \u00e1reas rurais. Makux\u00ed aparece em terceiro lugar, com 53.446 pessoas, sendo que 68,31% delas reside em TIs; e, Guarani Kaiow\u00e1, em quarto, com 50.034, sendo que 70,46% vivem em TIs.<\/p>\n<h2>L\u00ednguas ind\u00edgenas<\/h2>\n<p>Assim como ocorreu com a capta\u00e7\u00e3o das etnias ind\u00edgenas, o IBGE destaca que houve um aprimoramento da capta\u00e7\u00e3o das l\u00ednguas, o que impactou no registro do aumento das l\u00ednguas faladas no Brasil entre 2010 e 2022.<\/p>\n<p>De acordo com o gerente de Territ\u00f3rios Tradicionais e \u00c1reas Protegidas do IBGE, Fernando Damasco, <strong>parte do aumento se deve tamb\u00e9m a um trabalho dos pr\u00f3prios ind\u00edgenas do resgate das l\u00ednguas, al\u00e9m de processos migrat\u00f3rios<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cQuando a gente vai olhando, uma a uma, a gente vai entendendo. Tem situa\u00e7\u00f5es bem espec\u00edficas. Al\u00e9m disso, tem as l\u00ednguas que foram acrescentadas a partir do processo migrat\u00f3rio. Tem l\u00ednguas predominantes de outros pa\u00edses. \u00c9 o caso, por exemplo, do Warao, que n\u00e3o era frequente em 2010, mas, por conta da migra\u00e7\u00e3o venezuelana, na \u00faltima d\u00e9cada, que foi muito significativa, a gente tem um incremento enorme de popula\u00e7\u00e3o Warao\u201d, diz.<\/p>\n<p><strong>A l\u00edngua Tik\u00fana foi a que registrou o maior quantitativo de pessoas ind\u00edgenas falantes, com 51.978 pessoas<\/strong>, sendo 87,69% residentes dentro de TIs, seguida por Guarani Kaiow\u00e1 com 38.658 falantes, a maioria residindo dentro de TIs (81,83%); e Guajajara, com 29.212 pessoas, a\u00a0maioria em TIs (90,43%). Nheengatu \u00e9 a l\u00edngua ind\u00edgena mais falada em \u00e1reas urbanas, com 13.070 falantes, 41,94% deles, em cidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\"><span style=\"font-size: 16px;\">Dentro e fora das TIs<\/span><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao total de 295 l\u00ednguas faladas em todo o territ\u00f3rio brasileiros, 248 s\u00e3o faladas em TIs. Esse n\u00famero aumentou em rela\u00e7\u00e3o a 2010, quando eram 214 l\u00ednguas faladas nas terras ind\u00edgenas. <strong>Ao todo, em 1.990 munic\u00edpios, pelo menos uma pessoa ind\u00edgena com dois anos ou mais de idade fala l\u00edngua ind\u00edgena.<\/strong><\/p>\n<p>Os dados mostram que, em 2022, <strong>474.856 pessoas, o equivalente a 29,19% da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena\u00a0com 2 anos ou mais no Brasil, falavam ou utilizavam l\u00ednguas ind\u00edgenas no domic\u00edlio<\/strong>. Desse total, a maioria, de 372.001 (78,34%), estavam em terras ind\u00edgenas. Esse quantitativo, por sua vez, representa 63,35% de toda a popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena que vive nas TIs.<\/p>\n<p>Fora das TIs, em \u00e1reas urbanas ou rurais, h\u00e1 102.855 falantes de l\u00ednguas ind\u00edgenas, o que corresponde a 21,66% do total de falantes. Nas cidades, s\u00e3o 68.675 (8,36% do total de falantes) e, nas \u00e1reas rurais, 34.180 (15,67%).<\/p>\n<p><strong>Manaus \u00e9 o munic\u00edpio que concentra a maior quantidade de l\u00ednguas ind\u00edgenas declaradas, 99<\/strong>; seguido por S\u00e3o Paulo, com 78 l\u00ednguas ind\u00edgenas declaradas; e por Bras\u00edlia, com 61 l\u00ednguas ind\u00edgenas declaradas. Fora das capitais, os destaques s\u00e3o S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM), com 68 l\u00ednguas ind\u00edgenas; Altamira (PA); com 33; e Iranduba (AM), com 31.<\/p>\n<p>confira:<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/live\/sDosM6LW3M4?si=tsDgiIRv_DGlqdn2\">https:\/\/www.youtube.com\/live\/sDosM6LW3M4?si=tsDgiIRv_DGlqdn2<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00fameros cresceram ap\u00f3s mudan\u00e7as na metodologia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[1329,306,1550],"class_list":["post-37767","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas","tag-ibge","tag-indigenas","tag-povos"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-9P9","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37767","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37767"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37767\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37770,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37767\/revisions\/37770"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37767"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37767"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37767"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}