{"id":4847,"date":"2016-10-04T19:48:50","date_gmt":"2016-10-04T23:48:50","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=4847"},"modified":"2016-10-04T19:48:50","modified_gmt":"2016-10-04T23:48:50","slug":"no-brasil-da-lava-jato-urnas-punem-pt-mas-nao-outros-investigados-no-escandalo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2016\/10\/04\/no-brasil-da-lava-jato-urnas-punem-pt-mas-nao-outros-investigados-no-escandalo\/","title":{"rendered":"No Brasil da Lava Jato, urnas punem PT, mas n\u00e3o outros investigados no esc\u00e2ndalo"},"content":{"rendered":"<p> <img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"4848\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2016\/10\/04\/no-brasil-da-lava-jato-urnas-punem-pt-mas-nao-outros-investigados-no-escandalo\/lava\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?fit=1960%2C1039\" data-orig-size=\"1960,1039\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"lava\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?fit=300%2C159\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?fit=600%2C318\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?resize=600%2C318\" alt=\"lava\" width=\"600\" height=\"318\" class=\"alignnone size-full wp-image-4848\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?w=1960 1960w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?resize=300%2C159 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?resize=768%2C407 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?resize=566%2C300 566w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?w=1200 1200w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/lava.jpg?w=1800 1800w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>O PT perdeu cerca de 60% das prefeituras. Analistas discutem o peso do fator corrup\u00e7\u00e3o no voto<!--more--><\/p>\n<p>El Pa\u00eds<br \/>\nAndr\u00e9 de Oliveira<\/p>\n<p>Em ano dominado pela Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, em que o assunto corrup\u00e7\u00e3o foi mote de manifesta\u00e7\u00f5es a conversas de bar, o PT saiu como o grande derrotado das elei\u00e7\u00f5es municipais. No melhor dos cen\u00e1rios, ter\u00e1 sofrido uma queda de 58,6% no n\u00famero de prefeituras pelo Brasil \u2013 n\u00famero semelhante, 44,8%, indica o encolhimento nas C\u00e2maras municipais. <\/p>\n<p>Para grande parte do eleitorado, a puni\u00e7\u00e3o das urnas significa uma vit\u00f3ria contra a corrup\u00e7\u00e3o. Em Perdizes, bairro de classe m\u00e9dia alta de S\u00e3o Paulo, quando anunciada a vit\u00f3ria em primeiro turno de Jo\u00e3o D\u00f3ria (PSDB) \u2013 uma das mais acachapantes e surpreendentes das elei\u00e7\u00f5es \u2013 os gritos de um homem se sobressa\u00edam em meio \u00e0 comemora\u00e7\u00e3o generalizada: \u201cO PT acabou, chupa petralha, agora voc\u00eas v\u00e3o ter que trabalhar, acabou a boquinha!\u201d. A surra foi no PT ou na corrup\u00e7\u00e3o como um todo? Alguns indicadores ajudam a responder a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>MAIS INFORMA\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p>No Brasil da Lava Jato, urnas punem PT, mas n\u00e3o outros investigados no esc\u00e2ndalo Furac\u00e3o Doria arrebata S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>O quase de Fernando Haddad<\/p>\n<p>Eleito em S\u00e3o Paulo teve menos votos que a soma de brancos, nulos e ausentes. Candidatos das \u2018bancadas da bala\u2019 exploram discurso do medo e miram prefeituras PP, por exemplo, legenda campe\u00e3 em cita\u00e7\u00f5es na Lava Jato, com 32 pol\u00edticos investigados, tornou-se ontem a quarta maior for\u00e7a em n\u00famero de prefeituras. S\u00e3o 494. O PMDB, vencedor hist\u00f3rico quando o assunto \u00e9 o n\u00famero de administra\u00e7\u00f5es municipais, manteve sua m\u00e9dia ao eleger 1.027 prefeitos. Na Lava Jato, tem ao menos sete pol\u00edticos em investiga\u00e7\u00e3o, sendo que alguns t\u00eam grande proje\u00e7\u00e3o nacional, como Renan Calheiros, presidente do Senado, e Romero Juc\u00e1, ex-ministro do Governo Temer. Al\u00e9m do suposto envolvimento em esquemas de corrup\u00e7\u00e3o, h\u00e1 uma s\u00e9rie de novos vereadores, prefeitos e aspirantes ao cargo que disputar\u00e3o o segundo turno e t\u00eam problemas na Justi\u00e7a. Afinal, as urnas punem corruptos e candidatos enroscados, de forma geral, em problemas judici\u00e1rios? Para especialistas ouvidos pelo EL PA\u00cdS, a resposta \u00e9 n\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 dif\u00edcil mostrar cientificamente como funciona a puni\u00e7\u00e3o ao corrupto na pol\u00edtica brasileira, mas minha pesquisa mostra empiricamente que quanto maior \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o, mais tolerante o eleitor fica e mais limitada \u00e9 a puni\u00e7\u00e3o\u201d, diz a cientista pol\u00edtica Nara Pav\u00e3o, que desenvolveu uma linha de estudo em universidades do exterior sobre o comportamento do eleitorado. Segundo ela, dados concretos mostram que a percep\u00e7\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o aumentou nos \u00faltimos dez anos no Brasil, mas que a toler\u00e2ncia do eleitorado tamb\u00e9m aumentou. \u201cEssa \u00e9 uma din\u00e2mica perversa, mas \u00e9 importante lembrar que a corrup\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas uma das m\u00faltiplas dimens\u00f5es da avalia\u00e7\u00e3o do eleitorado. Se o voto \u00e9 influenciado por processos judiciais, ele tamb\u00e9m depende de outras quest\u00f5es, como situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, pol\u00edticas sociais, ideologia\u201d, analisa Nara.  Neste contexto, o PT, que governou por quase 14 anos, tamb\u00e9m \u00e9 ligado \u00e0 mais grave recess\u00e3o em ao menos 25 anos, com 12 milh\u00f5es de desempregados.<\/p>\n<p>Para o soci\u00f3logo Jess\u00e9 de Souza, que tem dedicado seus estudos \u00e0s novas classes trabalhadoras emergentes no Brasil, nos \u00faltimos anos existiu uma fulaniza\u00e7\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o na figura do PT. \u201cEste tema tem sido usado de forma manipulativa e desta vez n\u00e3o foi diferente. Ao apontar para o PT, o problema da corrup\u00e7\u00e3o, que \u00e9 sist\u00eamico do programa pol\u00edtico brasileiro, \u00e9 esvaziado. Assim, o castigo da urna \u00e9 torto em alguns casos e em outros n\u00e3o acontece\u201d, diz.<\/p>\n<p>&#8220;Quanto maior \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o, mais tolerante o eleitor fica e mais limitada \u00e9 a puni\u00e7\u00e3o&#8221;<\/p>\n<p>Segundo Andrei Roman, coidealizador do site Atlas Pol\u00edtico (que atrav\u00e9s de um banco de dados mapeia perfis e atua\u00e7\u00e3o de pol\u00edticos brasileiros), cen\u00e1rios polarizados, como o descrito por Souza, s\u00e3o os que mais desfavorecem a puni\u00e7\u00e3o pol\u00edtica por meio das urnas. \u201cEsperava-se que a Lava Jato teria a capacidade de \u2018limpar a pol\u00edtica\u2019. Mas n\u00e3o \u00e9 isso que est\u00e1 acontecendo. Por conta de um cen\u00e1rio de exacerba\u00e7\u00e3o da polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, movimentos favor\u00e1veis ao impeachment fecham os olhos para evid\u00eancias de corrup\u00e7\u00e3o dentro do Governo. E a esquerda, incr\u00e9dula com o Judici\u00e1rio, passou a n\u00e3o dar mais cr\u00e9dito \u00e0 opera\u00e7\u00e3o\u201d, comenta Roman. Para Nara, os momentos de polariza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m favorecem o uso pol\u00edtico das acusa\u00e7\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o, o que acaba por banalizar a quest\u00e3o. \u201cNeste contexto, o eleitor acaba conseguindo descartar acusa\u00e7\u00f5es com mais facilidade. Al\u00e9m disso, muitas vezes as not\u00edcias que chegam s\u00e3o usadas apenas para refor\u00e7ar um comportamento que o eleitorado j\u00e1 tinha. Quando a informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o serve a esse fim, ela \u00e9 simplesmente descartada\u201d, diz a pesquisadora.<\/p>\n<p>Ao escolher vereadores o eleitorado costuma se informar mais sobre o candidato, buscando informa\u00e7\u00f5es em sites de monitoramento pol\u00edtico e votando em quem tem atua\u00e7\u00e3o nos bairros em que os eleitores vivem, por exemplo, identificou a reportagem. Quando o assunto \u00e9 o poder Executivo, contudo, a coisa muda um pouco de figura. \u201cMinha escolha de vereadora \u00e9 por uma pessoa que atua em projetos sociais dos quais eu sou pr\u00f3ximo. Agora quando escolho para cargos altos, como prefeito, governador e presidente, vou mais pelo plano de Governo. O dado de se tem um processo na Justi\u00e7a ou n\u00e3o, importa menos. Quase todos est\u00e3o envolvidos em algum tipo de esc\u00e2ndalo\u201d, diz o analista de pesquisa de mercado, Cleber Valvassori. Outros entrevistados relataram o mesmo procedimento: uma pesquisa apurada para o Legislativo e um voto que leva em considera\u00e7\u00e3o diferentes pontos para o Executivo.<\/p>\n<p>Segundo Nara, as escolhas para Executivo e Legislativo s\u00e3o sempre diferentes. A primeira \u00e9 bem mais impessoal que a segunda, mas o peso de processos judiciais seria o mesmo na balan\u00e7a da op\u00e7\u00e3o. Acontece, contudo, que esse n\u00e3o \u00e9 o peso central. Nem aqui, nem no resto do mundo. Recentemente, o EL PA\u00cdS publicou um texto tratando da percep\u00e7\u00e3o de que pol\u00edticos corruptos n\u00e3o s\u00e3o punidos na Espanha. A conclus\u00e3o? Essa percep\u00e7\u00e3o \u00e9 geral e mundial. Um racioc\u00ednio habitual \u00e9 equiparar com cinismo a corrup\u00e7\u00e3o em todos os partidos: para que entrem outros corruptos, que fiquem os meus. &#8220;O principal obst\u00e1culo para o castigo tem rela\u00e7\u00e3o com o partidarismo: os seguidores de um partido tendem a ver a corrup\u00e7\u00e3o dessa partido como menos grave\u201d, diz Jordi Mu\u00f1oz, professor da Universidade de Barcelona, citado na reportagem que analisa a vit\u00f3ria do conservador Partido Popular espanhol.<\/p>\n<p>Justi\u00e7a e transpar\u00eancia<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 um levantamento acurado de quantos pol\u00edticos com problemas judiciais participaram ou foram eleitos neste pleito. Ao fazer um levantamento caso a caso, a ferramenta Atlas Pol\u00edtico \u00e9 a que mais se aproxima da resposta, mas n\u00e3o consegue chegar a um n\u00famero preciso pela falta de transpar\u00eancia do sistema Judici\u00e1rio. \u201cExistem dezenas de tribunais, cada um com sua especificidade pr\u00f3pria na divulga\u00e7\u00e3o de processos, ent\u00e3o fica muito dif\u00edcil cruzar dados de cada um deles\u201d, explica Roman.<\/p>\n<p>&#8220;Ao deixar os processos pouco acess\u00edveis, acabamos refor\u00e7ando a ideia de que a pol\u00edtica \u00e9 em si uma atividade corrupta&#8221;<\/p>\n<p>A dificuldade do acesso \u00e0 base de processos \u00e9 uma faca de dois gumes. O professor Ivar Hartmann, do curso de Direito da FGV-RJ, explica que no caso da Justi\u00e7a do Trabalho, por exemplo, uma decis\u00e3o do Conselho Nacional de Justi\u00e7a proibiu que processos fossem publicados na Internet. \u201cAlgumas empresas estavam come\u00e7ando a montar banco de dados com funcion\u00e1rios que j\u00e1 processaram empregadores no passado, assim, a pessoa era desclassificada de sele\u00e7\u00f5es para vagas automaticamente\u201d, conta. Contudo, Hartmann acredita que isso poderia ser facilmente resolvido com uma resolu\u00e7\u00e3o que obrigasse, por exemplo, que os tribunais divulgassem processos de pessoas com vida pol\u00edtica.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda outra quest\u00e3o. Se o senso comum diz que todo pol\u00edtico \u00e9 corrupto, existe o fato de que muitos poucos pol\u00edticos conseguir\u00e3o passar por toda uma vida entre Executivo e Legislativo sem um processo sequer. E isso n\u00e3o \u00e9, muitas vezes, sin\u00f4nimo de desvios. \u201cAo deixar os processos pouco acess\u00edveis, acabamos refor\u00e7ando a ideia de que a pol\u00edtica \u00e9 em si uma atividade corrupta. S\u00f3 que muitas vezes as a\u00e7\u00f5es judiciais s\u00e3o movidas por conta de presta\u00e7\u00e3o de contas e n\u00e3o por uma den\u00fancia mais s\u00e9ria, por exemplo\u201d, comenta Roman. Com a dificuldade de acessar processos, fica dif\u00edcil tamb\u00e9m discrimin\u00e1-los e todos acabam caindo em um mesmo balaio indigno.<\/p>\n<p>\u201cEu n\u00e3o estou certa de que mais transpar\u00eancia do Judici\u00e1rio, neste caso espec\u00edfico, signifique algo bom para o eleitor. Talvez o ideal fosse que ele s\u00f3 recebesse informa\u00e7\u00f5es sobre condena\u00e7\u00f5es\u201d, analisa Nara. A pesquisadora ainda volta \u00e0 quest\u00e3o de que a corrup\u00e7\u00e3o \u00e9 usada cada vez mais como arma pol\u00edtica e isso s\u00f3 refor\u00e7a a impress\u00e3o de que todos s\u00e3o corruptos. \u201cEsse tipo de percep\u00e7\u00e3o diminui o peso eleitoral da corrup\u00e7\u00e3o: se ela \u00e9 percebida como uma constante entre os pol\u00edticos, deixa de ser um crit\u00e9rio \u00fatil de escolha\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PT perdeu cerca de 60% das prefeituras. 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