{"id":5559,"date":"2016-11-02T07:50:34","date_gmt":"2016-11-02T11:50:34","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=5559"},"modified":"2016-11-02T07:55:10","modified_gmt":"2016-11-02T11:55:10","slug":"cafe-brasil-a-invasao-dos-caras-de-pau","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2016\/11\/02\/cafe-brasil-a-invasao-dos-caras-de-pau\/","title":{"rendered":"Caf\u00e9 Brasil: A invas\u00e3o dos caras de pau"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"5561\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2016\/11\/02\/cafe-brasil-a-invasao-dos-caras-de-pau\/img_7313-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/IMG_7313-1.jpg?fit=556%2C264\" data-orig-size=\"556,264\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"img_7313\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/IMG_7313-1.jpg?fit=300%2C142\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/IMG_7313-1.jpg?fit=556%2C264\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/IMG_7313-1.jpg?resize=556%2C264\" alt=\"img_7313\" width=\"556\" height=\"264\" class=\"alignnone size-full wp-image-5561\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/IMG_7313-1.jpg?w=556 556w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/IMG_7313-1.jpg?resize=300%2C142 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 556px) 100vw, 556px\" \/><\/p>\n<p>O termo cara de pau est\u00e1 profundamente enraizado em nossa cultura, \u00e9 um atributo fundamental do tradicional \u201cmalandro\u201d que h\u00e1 muito tempo representa uma das faces do brasileiro. <!--more--><\/p>\n<p>Nem de todos os brasileiros, mas de uma por\u00e7\u00e3o deles. N\u00e3o existe malandragem se n\u00e3o houver cara de pau. Cara de pau \u00e9 aquela capacidade de contar mentiras, justificar pr\u00e1ticas erradas, mantendo sempre no rosto uma express\u00e3o tranquila, normal, neutra. Cara de pau \u00e9 um talento\u2026<\/p>\n<p>Num contexto como o atual, onde a aus\u00eancia de crit\u00e9rios, de consci\u00eancia e de cidadania \u00e9 a regra, os caras de pau reinam felizes.<\/p>\n<p>Houve um tempo em que esse tipo de gente era repelido, classificado como indesej\u00e1vel, n\u00e3o conseguia transitar com facilidade. Mas nestes tempos onde tudo se admite, tudo se tolera, se aplaude, seja em rela\u00e7\u00e3o a atentados ao bom gosto, \u00e0 est\u00e9tica ou atitudes morais e \u00e9ticas question\u00e1veis, o cara de pau transita feliz da vida\u2026<\/p>\n<p>E com os exemplos di\u00e1rios, especialmente dos pol\u00edticos, transmitidos pela televis\u00e3o em rede nacional, o caradepauzismo toma conta.<\/p>\n<p>Na fila para entrar no avi\u00e3o, por exemplo. Quantas vezes voc\u00ea j\u00e1 viu um cara de pau fazendo das suas para passar \u00e0 frente dos outros, hein? E voc\u00ea fica sem jeito de reclamar, pois pode parecer intolerante ou nervosinho. Se bobear, toma uma dura dos outros que est\u00e3o na fila\u2026 E o cara de pau t\u00e1 l\u00e1, se bobear rindo de voc\u00ea. Quantas vezes voc\u00ea viu isso, hein?<\/p>\n<p>O objetivo cara de pau \u00e9 obter o benef\u00edcio que ele deseja, sem obedecer \u00e0s regras elementares que regem o conv\u00edvio harm\u00f4nico em sociedade. O cara de pau atropela a lei, passa por cima das conven\u00e7\u00f5es, desrespeita acordos, ignora limites. E quando confrontado, faz de conta que n\u00e3o \u00e9 com ele. Quantas pessoas assim voc\u00ea conhece, hein?<\/p>\n<p>Olha a\u00ed pro lado\u2026 se bobear tem um.<\/p>\n<p>Eu considero que existem n\u00edveis diferentes de cara de pau. Tem o cara de pau j\u00fanior, o pleno e o s\u00eanior.<\/p>\n<p>O j\u00fanior \u00e9 aquele das pequenas mentiras eventuais, que pouco preju\u00edzo traz para outras pessoas. \u00c9 o das brincadeiras ou que age como cara de pau simplesmente para se proteger ou proteger outra pessoa. Ali\u00e1s, ser um cara de pau j\u00fanior \u00e9 at\u00e9 desej\u00e1vel. \u00c9 aquela cara de pau necess\u00e1ria para vencer o medo ou a timidez, por exemplo, para nos ajudar a aproveitar as oportunidades.<\/p>\n<p>Eu encontro muita cara de pau assim nas minhas palestras que eu fa\u00e7o pelo Brasil afora. \u00c9 aquele momento que eu estou falando alguma coisa, fazendo uma reflex\u00e3o e de repente eu chamo um volunt\u00e1rio. Ningu\u00e9m levanta a m\u00e3o. Eu insisto e de repente algu\u00e9m surge e aparece, vai l\u00e1 na frente, participa comigo da palestra e quando vai embora \u00e9 o \u00fanico da plateia que ganhou o livro.<\/p>\n<p>A cara de pau j\u00fanior \u00e9, no fundo, um atributo positivo.<\/p>\n<p>J\u00e1 o cara de pau pleno \u00e9 o do dia a dia, aquele que vive ou trabalha com voc\u00ea e sempre est\u00e1 tirando as pequenas vantagens. Voc\u00ea o conhece e j\u00e1 sabe das que ele vai aprontar, mas aprende a conviver. N\u00e3o \u00e9 uma pessoa \u201cdo mal\u201d, apenas precisa ser enquadrado de quando em quando.<\/p>\n<p>E o cara de pau s\u00eanior, hein? Bem, esse \u00e9 o que faz da cara de pau seu meio de vida, que atropela mesmo, que n\u00e3o est\u00e1 preocupado com os preju\u00edzos que certamente trar\u00e1 para outras pessoas.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o canalha.<\/p>\n<p>O cara de pau canalha frequentemente reveste seu comportamento com ares de bom mocismo ou vitimismo. Diz e pratica as maiores barbaridades com facilidade, por uma raz\u00e3o: ele ou ela est\u00e1 intimamente convencido de que todos os que o rodeiam s\u00e3o idiotas.<\/p>\n<p>Muito bem. Os caras de pau juniores fazem parte de nosso dia a dia. \u00c9 poss\u00edvel conviver com eles e no final das contas, todos temos de ter um pouco dessa cara de pau do bem. Mas os plenos e seniores, os canalhas, esses fazem parte de um grupo conhecido de pessoas, aquelas classificadas como t\u00f3xicas, que de alguma forma nos causam danos. Se voc\u00ea j\u00e1 cruzou com um manipulador que fez voc\u00ea fazer algo que n\u00e3o queria, com um psicopata que fez da sua vida um inferno, com um chefe autorit\u00e1rio que pensava que sua vida pertencia a ele 24 horas por dia, com um conhecido que ficava invejando tudo que voc\u00ea tinha ou conseguia ou com um vizinho fofoqueiro, sabe de que tipo de gente eu t\u00f4 falando.<\/p>\n<p>Em 2011, no site do jornal Zero Hora foi publicado um Manual do cara de pau, que vale ser reproduzido aqui. Vamos a ele.<\/p>\n<p>Lal\u00e1, solta a\u00ed PRA QUE MENTIR, de Noel Rosa, com o carioca Eduardo Neves. Essa del\u00edcia est\u00e1 no CD com a trilha sonora do filme Noel, poeta da vila.<\/p>\n<p>H\u00e1 quem minta mais e muito melhor do que as outras pessoas. A famosa cara de pau foi tema de uma edi\u00e7\u00e3o recente da revista Scientific American, que citou o trabalho de pesquisadores da Universidade de Portsmouth. Ou\u00e7a as caracter\u00edsticas t\u00edpicas de caras de pau convincentes.<\/p>\n<p>S\u00e3o manipuladores: que mentem frequentemente e n\u00e3o t\u00eam escr\u00fapulos morais \u2013 por isso, sentem menos culpa. Os mentirosos tamb\u00e9m n\u00e3o t\u00eam medo de que as pessoas desconfiem e n\u00e3o precisam de muito esfor\u00e7o cognitivo para fazer isso. A coisa meio que acontece naturalmente.<\/p>\n<p>S\u00e3o bons atores: quem sabe atuar tem mais facilidade em mentir e se sente confiante ao fazer isso, pois sabe que \u00e9 capaz de fingir muito bem.<\/p>\n<p>Conseguem se expressar bem: d\u00e3o uma impress\u00e3o de honestidade porque o seu comportamento sedutor desarma suspeitas logo de in\u00edcio, al\u00e9m de conseguirem distrair os outros facilmente.<\/p>\n<p>T\u00eam boa apar\u00eancia: pesquisas j\u00e1 mostraram que pessoas bonitas tendem a ser mais queridas e vistas como honestas, o que ajuda a enganar os outros.<\/p>\n<p>S\u00e3o espont\u00e2neos: para acreditarmos num discurso, ele precisa parecer natural. Quem n\u00e3o tem a capacidade de ser espont\u00e2neo acaba parecendo artificial \u2013 e fica dif\u00edcil convencer algu\u00e9m desse jeito.<\/p>\n<p>S\u00e3o confiantes enquanto mentem: bons mentirosos geralmente sentem menos medo de ser desmascarados do que as outras pessoas.<\/p>\n<p>T\u00eam bastante experi\u00eancia em mentir: assim como nas outras coisas, o treino tamb\u00e9m leva \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o quando se trata de mentir. Quem est\u00e1 acostumado a isso sabe o que \u00e9 necess\u00e1rio para convencer as pessoas.<\/p>\n<p>Conseguem esconder facilmente as emo\u00e7\u00f5es: em algumas situa\u00e7\u00f5es mais arriscadas, mesmo um mentiroso veterano pode sentir medo e inseguran\u00e7a. Nesse caso, \u00e9 fundamental conseguir camuflar bem essas emo\u00e7\u00f5es. Mentirosos costumam ser bons em fingir sentimentos que n\u00e3o est\u00e3o realmente sentindo, mas tamb\u00e9m tendem a manifestar seus verdadeiros sentimentos espontaneamente. Por isso, \u00e9 necess\u00e1rio ter habilidade em mascar\u00e1-los para que n\u00e3o venham \u00e0 tona.<\/p>\n<p>S\u00e3o eloquentes: eles conseguem confundir mais facilmente as pessoas com jogos de palavras e enrolar mais nas respostas caso lhe perguntem algo que exija outras mentiras.<\/p>\n<p>S\u00e3o bem preparados: mentirosos planejam com anteced\u00eancia o que v\u00e3o fazer ou dizer para evitar contradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Improvisam bem: mesmo estando preparado, \u00e9 preciso estar pronto para improvisar caso algu\u00e9m comece a desconfiar da hist\u00f3ria que ele inventou.<\/p>\n<p>Pensam r\u00e1pido: para improvisar bem, \u00e9 preciso pensar r\u00e1pido. Bons mentirosos conseguem pensar em uma sa\u00edda rapidamente.<\/p>\n<p>S\u00e3o bons em interpretar sinais n\u00e3o verbais: um bom mentiroso est\u00e1 sempre atento \u00e0 linguagem corporal do seu ouvinte e consegue interpretar sinais n\u00e3o verbais que possam indicar desconfian\u00e7a.<\/p>\n<p>Afirmam coisas que s\u00e3o imposs\u00edveis de se verificar: por motivos \u00f3bvios, bons mentirosos costumam fazer afirma\u00e7\u00f5es sobre fatos que sejam imposs\u00edveis de se provar e evitam inventar hist\u00f3rias mirabolantes, facilmente desmascaradas.<\/p>\n<p>Falam o m\u00ednimo poss\u00edvel: quando \u00e9 imposs\u00edvel falar algo que n\u00e3o pode ser verificado, o mentiroso simplesmente n\u00e3o diz nada.<\/p>\n<p>T\u00eam boa mem\u00f3ria: quem quer desmascarar um mentiroso procura por contradi\u00e7\u00f5es no seu discurso, porque muitas vezes eles podem simplesmente se confundir ou esquecer detalhes que inventaram. Mas n\u00e3o se impressione se a pessoa conseguir se lembrar e repetir cada v\u00edrgula do que lhe contou anteriormente. Bons mentirosos geralmente t\u00eam \u00f3tima mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>S\u00e3o criativos: eles conseguem pensar em sa\u00eddas e estrat\u00e9gias que voc\u00ea nunca imaginaria. Mas n\u00e3o se deixe levar pelo seu brilhantismo \u2013 afinal, \u00e9 isso o que eles querem.<\/p>\n<p>e por fim: imitam pessoas honestas: mentirosos procuram imitar o comportamento que, no imagin\u00e1rio das pessoas em geral, s\u00e3o t\u00edpicos de quem s\u00f3 diz a verdade \u2014 e evitam se parecer com a imagem que se tem dos mentirosos.<\/p>\n<p>Muito bem, o que fazer ent\u00e3o diante de um cara de pau canalha? Ali\u00e1s: e se voc\u00ea for um cara de pau, hein? Vamos l\u00e1..<\/p>\n<p>Primeiro: reconhecer, identificar, tomar consci\u00eancia de quem voc\u00ea est\u00e1 diante de um cara de pau.<\/p>\n<p>Segundo: marcar os limites. Deixe clara a situa\u00e7\u00e3o que incomoda a voc\u00ea, de forma clara, assertiva. Fale na cara mesmo.  O cara de pau n\u00e3o caradepauliza quem quer, mas quem pode\u2026<\/p>\n<p>Terceiro: mantenha a amabilidade a atitude positiva. O cara de pau tem de saber que voc\u00ea est\u00e1 consciente, sabe de suas artimanhas e\u2026 \u00e9 mais inteligente que ele.<\/p>\n<p>Quarto: tire o poder dele. Evite-o se poss\u00edvel. N\u00e3o permita que ele tenha acesso a sua intimidade.<\/p>\n<p>Quinto: tenha em mente que os caras de pau est\u00e3o por a\u00ed, em todos os cantos, em todos os momentos de sua vida. Aprenda a manter a guarda alta, ou eles v\u00e3o te pegar\u2026<\/p>\n<p>Muito bem\u2026 quando voc\u00ea se encontrar com um, ver ou ouvir um cara de pau, agora tem as armas para reconhecer o bicho e se proteger dele. E n\u00e3o se esque\u00e7a: todas as pessoas que chegam e, atrav\u00e9s de suas atitudes e fala contagiam voc\u00ea com mau humor, tristeza, medo, inveja ou qualquer outro tipo de emo\u00e7\u00e3o negativa, fazem parte daquele grupo de pessoas t\u00f3xicas. Elas  s\u00e3o como o v\u00edrus da gripe: contaminam, se expandem, deixam voc\u00ea prostrado e depois v\u00e3o embora.<\/p>\n<p>Cuidado com elas.<\/p>\n<p>Fonte: Caf\u00e9 Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O termo cara de pau est\u00e1 profundamente enraizado em nossa cultura, \u00e9 um atributo fundamental do tradicional \u201cmalandro\u201d que h\u00e1 muito tempo representa uma das faces do brasileiro.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-5559","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-1rF","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5559","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5559"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5559\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5564,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5559\/revisions\/5564"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5559"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5559"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5559"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}