{"id":6069,"date":"2016-11-21T10:27:46","date_gmt":"2016-11-21T14:27:46","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=6069"},"modified":"2016-11-21T10:27:46","modified_gmt":"2016-11-21T14:27:46","slug":"da-um-arrepio-so-de-imaginar","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2016\/11\/21\/da-um-arrepio-so-de-imaginar\/","title":{"rendered":"D\u00e1 um arrepio s\u00f3 de imaginar"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"6070\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2016\/11\/21\/da-um-arrepio-so-de-imaginar\/egua\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/egua.jpg?fit=690%2C350\" data-orig-size=\"690,350\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"egua\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/egua.jpg?fit=300%2C152\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/egua.jpg?fit=600%2C304\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/egua.jpg?resize=600%2C304\" alt=\"egua\" width=\"600\" height=\"304\" class=\"alignnone size-full wp-image-6070\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/egua.jpg?w=690 690w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/egua.jpg?resize=300%2C152 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/egua.jpg?resize=591%2C300 591w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Disputa ser\u00e1 da direita com a extrema direita, afirma Haddad<\/p>\n<p>M\u00d4NICA BERGAMO<br \/>\nCOLUNISTA DA FOLHA<!--more--><\/p>\n<p>O prefeito de S\u00e3o Paulo, Fernando Haddad (PT-SP) afirma que a esquerda brasileira nunca conviveu com uma situa\u00e7\u00e3o &#8220;t\u00e3o adversa&#8221; como a atual. Para ele, a polariza\u00e7\u00e3o brasileira se dar\u00e1, nos pr\u00f3ximos anos, entre a direita e a extrema direita.<\/p>\n<p>Derrotado por Jo\u00e3o Doria (PSDB-SP) na elei\u00e7\u00e3o municipal, ele diz que se dedicar\u00e1 agora a &#8220;reorganizar a vida&#8221;, mas sem deixar o &#8220;debate nacional&#8221;. Leia os principais trechos da entrevista, concedida dias depois da vit\u00f3ria do republicano Donald Trump \u00e0 Presid\u00eancia dos EUA:<\/p>\n<p>Folha &#8211; H\u00e1 uma onda conservadora no mundo e no Brasil?<\/p>\n<p>Fernando Haddad &#8211; N\u00e3o d\u00e1 para entender o Donald Trump sem entender o que foi a globaliza\u00e7\u00e3o. O que seus ide\u00f3logos defendiam? Que ela significaria a distribui\u00e7\u00e3o do welfare state [Estado de bem estar], que uma parte do bem estar do n\u00facleo org\u00e2nico do sistema seria socializado.<\/p>\n<p>Isso atingiria inclusive o Brasil. Essa era uma tese do [ex-presidente] Fernando Henrique Cardoso, por exemplo. Mas o que de fato aconteceu? O capital se internacionalizou de uma maneira inteiramente nova.<\/p>\n<p>Eu [empresa] produzo a sola do [t\u00eanis] Nike no Vietn\u00e3, o cadar\u00e7o no Camboja, monto em Manaus e exporto para a Europa. S\u00f3 que quem fica com o superlucro \u00e9 a marca Nike. N\u00e3o s\u00e3o os trabalhadores, como se poderia imaginar.<\/p>\n<p>A for\u00e7a de barganha diminui.<\/p>\n<p>A base nacional da legisla\u00e7\u00e3o e da organiza\u00e7\u00e3o sindical se esfarelam. E o capital passa a superexplorar a for\u00e7a de trabalho. Sobretudo no Sudeste asi\u00e1tico, que se industrializa com base na m\u00e3o de obra barata, de pessoas que trocavam 12 horas de jornada por um prato de arroz.<\/p>\n<p>A globaliza\u00e7\u00e3o significou ainda a desregulamenta\u00e7\u00e3o dos mercados financeiros.<\/p>\n<p>Em 2008, duas coisas se combinam: crise financeira com a explos\u00e3o das bolhas na Europa e nos EUA.<\/p>\n<p>O centro nervoso do sistema \u00e9 atingido. Os trabalhadores de seu n\u00facleo org\u00e2nico j\u00e1 sentiam os efeitos da desindustrializa\u00e7\u00e3o pelo aumento da competi\u00e7\u00e3o asi\u00e1tica. Mas, a partir de 2008, passaram a sentir na pele, como nunca.<\/p>\n<p>Essa combina\u00e7\u00e3o come\u00e7a a explicar a emerg\u00eancia da direita nos EUA e na Europa.<\/p>\n<p>Trump \u00e9 s\u00f3 um elemento a mais de rea\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora tradicional, europeia e americana. Que d\u00e1 sustenta\u00e7\u00e3o a Marine Le Pen, na Fran\u00e7a, ao Brexit [sa\u00edda do Reino Unido da Uni\u00e3o Europeia], a grupos radicais na Alemanha e na \u00c1ustria.<\/p>\n<p>Nos EUA n\u00e3o h\u00e1 desemprego, por exemplo. Ao contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Mas voc\u00ea tem a precariza\u00e7\u00e3o [do trabalho], sobretudo no nordeste, que era uma das regi\u00f5es de base industrial nos EUA. Ele sucumbe.<\/p>\n<p>E voc\u00ea tem a emerg\u00eancia de for\u00e7as ultraconservadoras de vi\u00e9s nacionalista, com a classe trabalhadora tradicional reagindo aos efeitos delet\u00e9rios da globaliza\u00e7\u00e3o pela direita. Hoje a disputa, em escala global, inclusive na periferia do sistema, se d\u00e1 entre a direita e a extrema direita.<\/p>\n<p>E no Brasil?<\/p>\n<p>A Am\u00e9rica Latina pegou um atalho interessante. A expans\u00e3o do sistema abriu um ciclo de commodities e de crescimento que se combinou com a democratiza\u00e7\u00e3o da renda por governos que, sucedendo os militares, emergiram com discurso muito favor\u00e1vel ao combate \u00e0 desigualdade.<\/p>\n<p>E o Brasil conseguiu cumprir com certos princ\u00edpios da Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, que foi o ponto alto a Nova Republica, que durou de 1985 a 2016.<\/p>\n<p>A Nova Rep\u00fablica terminou. Vivemos hoje o come\u00e7o de uma segunda Rep\u00fablica Velha, como deseja o establishment. [Ir\u00f4nico] Essa farra a\u00ed, de direitos, acabou. Vamos voltar ao padr\u00e3o prim\u00e1rio exportador do come\u00e7o do s\u00e9culo passado.<\/p>\n<p>Como o pa\u00eds chega a essa crise t\u00e3o aguda?<\/p>\n<p>Com a crise de 2008, o ciclo de commodities teve que acabar. As economias centrais dependiam de mat\u00e9ria prima barata para recuperar seu dinamismo. A decis\u00e3o da Ar\u00e1bia Saudita [de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, fazendo o pre\u00e7o despencar] \u00e9 pol\u00edtica. Ela joga com os EUA.<\/p>\n<p>Com o fim do ciclo das commodities, come\u00e7a a crise na periferia, em governos [da Am\u00e9rica Latina] de matriz econ\u00f4mica cujas bases n\u00e3o s\u00e3o mais sustent\u00e1veis. Isso explica parte da crise do governo Dilma [Rousseff]. Obviamente n\u00e3o explica tudo.<\/p>\n<p>E o que mais explica?<\/p>\n<p>A leitura completamente equivocada do governo e do PT sobre [os protestos] de 2013. Ela foi a de que t\u00ednhamos garantido o p\u00e3o e que o povo tinha sa\u00eddo \u00e0s ruas para pedir a manteiga. Essa express\u00e3o eu ouvi, na \u00e9poca, de algu\u00e9m muito importante.<\/p>\n<p>Do Lula?<\/p>\n<p>[risos]. \u00c9. Eu ouvi do Lula. E eu disse para ele &#8220;n\u00e3o \u00e9 isso o que est\u00e1 acontecendo&#8221;.<\/p>\n<p>N\u00f3s t\u00ednhamos dez anos de crescimento real do sal\u00e1rio, a menor taxa de desemprego, infla\u00e7\u00e3o relativamente controlada. N\u00e3o tinha elementos para o povo estar na rua.<\/p>\n<p>A n\u00e3o ser pelo componente psicol\u00f3gico de perda de poder e status relativos das classes m\u00e9dias tradicionais, espremidas entre ricos cada vez mais ricos e pobres menos pobres.<\/p>\n<p>Elas que lideraram aquele processo. E j\u00e1 come\u00e7ava o fim do ciclo de commodities. O resultado foi uma crise institucional com a radicalidade que a crise pol\u00edtica imp\u00f4s.<\/p>\n<p>A leitura errada se traduziu em medidas equivocadas?<\/p>\n<p>Dilma acreditava realmente que essa crise era tempor\u00e1ria. E os ajustes que a economia precisava foram sendo adiados. Quando se confirma o diagn\u00f3stico contr\u00e1rio, ela d\u00e1 um cavalo de pau. Imaginando que em 2018 a economia voltaria a crescer.<\/p>\n<p>E d\u00e1 tudo errado.<\/p>\n<p>Dar um cavalo de pau pressup\u00f5e que voc\u00ea tem base parlamentar. Ela n\u00e3o tinha. A popular, perdeu. A classe m\u00e9dia tradicional ganhou as ruas e a\u00ed n\u00f3s promovemos algo que n\u00e3o est\u00e1 na Constitui\u00e7\u00e3o: o tal do impeachment sem crime de responsabilidade.<\/p>\n<p>O que foi esse casu\u00edsmo? A Constitui\u00e7\u00e3o prev\u00ea a interven\u00e7\u00e3o do Estado no munic\u00edpio, do governo federal no Estado, mas n\u00e3o a do Congresso no executivo. Pois foi exatamente o que aconteceu.<\/p>\n<p>E o que n\u00f3s temos hoje \u00e9 um governo de interven\u00e7\u00e3o, com os seus atos institucionais. A PEC 241\/55 [do teto de gastos] \u00e9 o ato institucional n\u00famero 1 do novo regime.<\/p>\n<p>O pressuposto \u00e9 o seguinte: qualquer aumento quantitativo dos servi\u00e7os p\u00fablicos, qualquer melhora qualitativa, e o enfrentamento da quest\u00e3o demogr\u00e1fica, do envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o, v\u00e3o ter que ser enfrentados com o aumento de produtividade do servi\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n<p>A conta n\u00e3o vai fechar.<\/p>\n<p>O Estado vai sofrer press\u00e3o para racionalizar gastos. Isso n\u00e3o \u00e9 positivo e necess\u00e1rio?<\/p>\n<p>O problema \u00e9 de escala. \u00c9 imaginar que esses tr\u00eas desafios v\u00e3o caber dentro da \u00e2ncora fiscal. \u00c9 imaginar que o interesse difuso vai prevalecer sobre o interesse corporativo. Olha a dificuldade de se cortar supersal\u00e1rios no Judici\u00e1rio brasileiro, que \u00e9 o mais caro do mundo. Olha a dificuldade que \u00e9 voc\u00ea enfrentar as corpora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O senhor costuma critic\u00e1-las.<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o me vejo vivendo numa Rep\u00fablica. As institui\u00e7\u00f5es republicanas funcionam ainda muito na base da fac\u00e7\u00e3o. Pessoas que n\u00e3o poderiam t\u00eam lado. Alguns promotores, alguns jornalistas, ju\u00edzes, desembargadores.<\/p>\n<p>O problema n\u00e3o est\u00e1 no fato de um membro do Minist\u00e9rio P\u00fablico, por exemplo, n\u00e3o agir republicanamente. E sim no fato de os mecanismos corretores n\u00e3o funcionarem.<\/p>\n<p>Que motivos levaram \u00e0 sua derrota em S\u00e3o Paulo?<\/p>\n<p>A crise do PT foi muito severa. S\u00f3 neste ano, tr\u00eas [ex] ministros do partido foram presos [Antonio Palocci, Paulo Bernardo e Guido Mantega]. Teve o impeachment. O Instituto Lula somou 13 horas de Jornal Nacional, neste ano, contra o Lula.<\/p>\n<p>Houve tamb\u00e9m a fragmenta\u00e7\u00e3o do nosso campo. Chegaram a me perguntar por que o PT tinha lan\u00e7ado tr\u00eas candidatos, eu, a Marta [Suplicy] e a [Luiza] Erundina.<\/p>\n<p>E o Doria fez propostas objetivas que sensibilizaram o eleitorado: manter a tarifa [de \u00f4nibus] congelada, abrandar a fiscaliza\u00e7\u00e3o por radar e aumentar a velocidade das marginais. Eram as cr\u00edticas que eu ouvia na periferia.<\/p>\n<p>Mas, sinceramente, eu n\u00e3o reclamo de nada porque a experi\u00eancia que vivi foi a mais rica que eu poderia ter.<\/p>\n<p>Eu queria ficar mais quatro anos como prefeito. Queria. Do MEC [que comandou no governo Lula] eu sinto nostalgia. Daqui eu vou sentir saudades. Porque eu gosto de ser prefeito e queria ficar.<\/p>\n<p>Por outro lado, vivendo essa turbul\u00eancia toda e entregando a cidade melhor do que recebi compensa o sentimento de perda. A d\u00edvida de SP era 200% da receita. Hoje \u00e9 74%. A folha de pagamento est\u00e1 controlada, 70% do or\u00e7amento \u00e9 de receitas pr\u00f3prias.<\/p>\n<p>Quanto tempo a esquerda demora para voltar ao poder no Brasil, se \u00e9 que volta?<\/p>\n<p>A tend\u00eancia \u00e9 que tamb\u00e9m aqui direita e extrema direita sejam o polo das pr\u00f3ximas disputas. O desafio da esquerda \u00e9 maior do que nunca. A gente nunca conviveu com uma situa\u00e7\u00e3o t\u00e3o adversa.<\/p>\n<p>Qual \u00e9 o futuro do PT?<\/p>\n<p>A chance de o PT manter a hegemonia na esquerda \u00e9 dif\u00edcil. Embora, mesmo muito machucado, ele ainda seja maior do que quase a soma de todos os outros [partidos de esquerda] reunidos. Vamos ver o que ocorre at\u00e9 2018, em torno da candidatura do Ciro Gomes (PDT-CE), se o Lula vai ser impedido de disputar.<\/p>\n<p>E o senhor? Pode disputar [a Presid\u00eancia] em 2018?<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o estou pensando em elei\u00e7\u00e3o agora.<\/p>\n<p>Poderia tentar de novo a Prefeitura? Ou sair a deputado, a senador?<\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil passar pelo mesmo lugar que eu j\u00e1 passei. E n\u00e3o me vejo no Legislativo. Vamos ver o que o destino me reserva. Agora estou empenhado em organizar a minha vida pessoal. Depois de 16 anos em v\u00e1rios governos, me descapitalizei completamente. Mas a vida inteira eu participei de pol\u00edtica e s\u00f3 a partir de 2001 em cargos p\u00fablicos. Vou continuar a participar do debate nacional, vou voltar, por exemplo, a escrever.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Disputa ser\u00e1 da direita com a extrema direita, afirma Haddad M\u00d4NICA BERGAMO COLUNISTA DA FOLHA<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6069","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-1zT","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6069","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6069"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6069\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6071,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6069\/revisions\/6071"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6069"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6069"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6069"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}