{"id":9360,"date":"2017-03-20T09:29:22","date_gmt":"2017-03-20T13:29:22","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=9360"},"modified":"2017-03-20T09:29:22","modified_gmt":"2017-03-20T13:29:22","slug":"a-tribo-onde-ninguem-morre-de-infarto","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/03\/20\/a-tribo-onde-ninguem-morre-de-infarto\/","title":{"rendered":"A tribo onde ningu\u00e9m morre de infarto"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"9362\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/03\/20\/a-tribo-onde-ninguem-morre-de-infarto\/tisi\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/tisi.jpg?fit=624%2C351\" data-orig-size=\"624,351\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"tisi\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/tisi.jpg?fit=300%2C169\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/tisi.jpg?fit=600%2C338\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/tisi.jpg?resize=600%2C338\" alt=\"tisi\" width=\"600\" height=\"338\" class=\"alignnone size-full wp-image-9362\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/tisi.jpg?w=624 624w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/tisi.jpg?resize=300%2C169 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/tisi.jpg?resize=533%2C300 533w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Anci\u00e3os de um povo amaz\u00f4nico t\u00eam a mesma sa\u00fade vascular que um ocidental de 50 anos<\/p>\n<p>Por MIGUEL \u00c1NGEL CRIADO<br \/>\nNo El Pa\u00eds<\/p>\n<p>Os \u00edndios tsimanes t\u00eam a melhor sa\u00fade vascular dos povos estudados at\u00e9 agora. As art\u00e9rias de um anci\u00e3o de 80 anos desse povo ind\u00edgena da Amaz\u00f4nia boliviana est\u00e3o em igual ou melhor estado que as de um norte-americano de meia idade. Segundo o estudo, isso faz com que raramente tenham doen\u00e7as cardiovasculares. <!--more--><\/p>\n<div style=\"width: 600px;\" class=\"wp-video\"><video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-9360-1\" width=\"600\" height=\"338\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"http:\/\/ep02.epimg.net\/elpais\/videos\/2017\/03\/17\/ciencia\/ba1c0a3ce93eca6413ae60533a4b2e8c.mp4?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/ep02.epimg.net\/elpais\/videos\/2017\/03\/17\/ciencia\/ba1c0a3ce93eca6413ae60533a4b2e8c.mp4\">http:\/\/ep02.epimg.net\/elpais\/videos\/2017\/03\/17\/ciencia\/ba1c0a3ce93eca6413ae60533a4b2e8c.mp4<\/a><\/video><\/div>\n<p>Na \u00faltima d\u00e9cada, somente um tsimane teria morrido de infarto, e j\u00e1 em uma idade muito avan\u00e7ada. Os autores da pesquisa relacionam essa sa\u00fade de ferro com o estilo de vida dos tsimanes, ainda baseado na coleta, na ca\u00e7a e na pesca de subsist\u00eancia.<\/p>\n<p>Embora tenham estado em contato com os mission\u00e1rios jesu\u00edtas no s\u00e9culo XVII, os tsimanes (tamb\u00e9m conhecidos como tsimane&#8217; ou chimane) abandonaram seus assentamentos tradicionais para adentrar a selva, fugindo do homem branco. S\u00e3o cerca de 16.000 distribu\u00eddos em quase uma centena de aldeias ao longo das bacias do Maniqui e do Quiquibey, afluentes do Amazonas. Vestem roupas e usam ferramentas ocidentais, mais ainda mant\u00eam seu estilo de vida semin\u00f4made, com uma economia comunit\u00e1ria de subsist\u00eancia, vivendo do que ca\u00e7am, pescam e coletam em pequenos terrenos junto ao povoado.<\/p>\n<p>Em um estudo antropol\u00f3gico de amplo alcance iniciado no come\u00e7o deste s\u00e9culo, um grupo de pesquisadores norte-americanos teve a ocasi\u00e3o de estudar o estado de sa\u00fade vascular dos tsimanes. As doen\u00e7as cardiovasculares s\u00e3o a principal causa de morte no mundo. De acordo com a OMS, morrem por ano cerca de 18 milh\u00f5es de pessoas por este motivo. <\/p>\n<p>Os autores do estudo se concentraram na mais comum das enfermidades arteriais, a aterosclerose coron\u00e1ria, um endurecimento progressivo das art\u00e9rias por causa da acumula\u00e7\u00e3o de gordura e tecido conjuntivo que acabam calcificando o interior dos condutos. A maioria dos infartos card\u00edacos e dos derrames cerebrais \u00e9 precedida dessa calcifica\u00e7\u00e3o arterial.<\/p>\n<p>O estudo, publicado na revista The Lancet, comprovou que a quantidade de c\u00e1lcio acumulada nas art\u00e9rias principais dos tsimanes com mais de 40 anos \u00e9 at\u00e9 cinco vezes menor que a calcifica\u00e7\u00e3o detectada em pessoas ocidentais da mesma idade. Mais especificamente, dos 705 adultos examinados, 85% n\u00e3o tinham rastro de calcifica\u00e7\u00e3o arterial. Outros 13% tinham baixas concentra\u00e7\u00f5es de c\u00e1lcio e em apenas 3% dos estudados se constatou um risco de leve a moderado de terem problemas coron\u00e1rios no futuro.<\/p>\n<p>&#8220;Nosso estudo mostra que os tsimanes da Am\u00e9rica do Sul apresentam a menor preval\u00eancia de aterosclerose dentre todas as popula\u00e7\u00f5es que foram estudadas\u201d, diz o codiretor do projeto Antropologia e Sa\u00fade dos Tsimanes, e professor da Universidade do Novo M\u00e9xico (EUA), Hillard Kaplan.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a boa sa\u00fade se mant\u00e9m \u00e0 medida que envelhecem. Um total de 65% de anci\u00e3os tsimanes que chegaram aos 75 anos ainda tinha um \u00edndice de calcifica\u00e7\u00e3o zero. Os pesquisadores compararam seus resultados com os de outras popula\u00e7\u00f5es, como a de uma ampla amostra dos EUA, outra de europeus e mais uma dezena de estudos sobre a incid\u00eancia de aterosclerose em diferentes sociedades. O estado das art\u00e9rias dos velhos tsimanes \u00e9 similar ao que podem ter ocidentais com 28 anos menos e ainda melhor que o das mulheres adultas japonesas, as que at\u00e9 agora tinham melhor sa\u00fade arterial.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"9361\" data-permalink=\"http:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2017\/03\/20\/a-tribo-onde-ninguem-morre-de-infarto\/cano\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?fit=1960%2C1290\" data-orig-size=\"1960,1290\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"cano\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?fit=300%2C197\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?fit=600%2C395\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?resize=600%2C395\" alt=\"cano\" width=\"600\" height=\"395\" class=\"alignnone size-full wp-image-9361\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?w=1960 1960w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?resize=300%2C197 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?resize=768%2C505 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?resize=1024%2C674 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?resize=456%2C300 456w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?w=1200 1200w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/cano.jpg?w=1800 1800w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Embora o estudo n\u00e3o estabele\u00e7a uma rela\u00e7\u00e3o causal, para seus autores tudo indica que o estilo de vida dos tsimanes explicaria esses dados e outros que tamb\u00e9m comprovaram em suas revis\u00f5es m\u00e9dicas, como os baixos n\u00edveis que mostraram no ritmo card\u00edaco, press\u00e3o sangu\u00ednea, colesterol e glicose no sangue. Todos esses indicadores est\u00e3o direta ou indiretamente relacionados com a aterosclerose.<\/p>\n<p>Os tsimanes podem ficar oito horas na ca\u00e7a de algo para comer. Os pesquisadores estimam que dedicam um m\u00ednimo de sete horas a atividades que requerem esfor\u00e7o f\u00edsico e que em apenas 10% do tempo que passam despertos n\u00e3o fazem nada. Quanto \u00e0 sua dieta, em sua maioria se trata de carboidratos (72%) n\u00e3o processados, ricos em fibra, como arroz, mandioca, milho e frutas. As prote\u00ednas s\u00e3o obtidas da ca\u00e7a e da pesca, e somente consomem cerca de 38 gramas de gordura por dia. Embora alguns tenham declarado que fumam, um ma\u00e7o de cigarros lhes poderia durar um ano.<\/p>\n<p>&#8220;Se n\u00e3o h\u00e1 tabaco, n\u00e3o h\u00e1 colesterol nem diabetes, e t\u00eam uma dieta equilibrada e fazem exerc\u00edcios f\u00edsicos, n\u00e3o h\u00e1 aterosclerose\u201d, comenta o pesquisador do Centro Nacional de Pesquisas Cardiovasculares Carlos III (CNIC), Antonio Fern\u00e1ndez Ortiz. O tamb\u00e9m chefe de Cardiologia Intervencionista no Hospital Cl\u00ednico San Carlos acrescenta: \u201cEsta pesquisa ajuda a demonstrar de forma definitiva que os fatores de risco cardiovasculares s\u00e3o a causa da doen\u00e7a ateroscler\u00f3tica. Nessa popula\u00e7\u00e3o sem aterosclerose o \u00fanico fator de risco que eles t\u00eam \u00e9 a idade. O pouco c\u00e1lcio que acumulam \u00e9 porque v\u00e3o envelhecendo.\u201d<\/p>\n<p>Existe a possibilidade de que os tsimanes tenham alguma variante gen\u00e9tica que os protegeria das doen\u00e7as cardiovasculares, al\u00e9m do seu estilo de vida. No entanto, os pesquisadores comprovaram que nos \u00faltimos anos os n\u00edveis de colesterol est\u00e3o subindo, com uma concentra\u00e7\u00e3o de colesterol LDL que passou de 1,84 milimol por litro na primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo para 2,35 mmol\/L em 2015. Isso descartaria a possibilidade de origem gen\u00e9tica.<\/p>\n<p>O aumento do colesterol coincidiu com uma intensifica\u00e7\u00e3o da acultura\u00e7\u00e3o desse povo. Cada vez se veem mais as canoas com motor e a ind\u00fastria madeireira abriu novos caminhos na selva. Isto permitiu aos tsimanes um maior acesso aos produtos ricos em a\u00e7\u00facares e gorduras que podem ser encontrados em San Borja, o mais pr\u00f3ximo povoado com mercado. Ainda \u00e9 cedo para detectar se as mudan\u00e7as na dieta provocar\u00e3o um aumento da calcifica\u00e7\u00e3o arterial, mas os autores do estudo acreditam que poderia estar em curso uma revolu\u00e7\u00e3o nutricional que acabar\u00e1 com a boa sa\u00fade cardiovascular dos tsimanes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Anci\u00e3os de um povo amaz\u00f4nico t\u00eam a mesma sa\u00fade vascular que um ocidental de 50 anos Por MIGUEL \u00c1NGEL CRIADO No El Pa\u00eds Os \u00edndios tsimanes t\u00eam a melhor sa\u00fade vascular dos povos estudados at\u00e9 agora. 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