
Em quase 14 décadas de sua dominante existência no Brasil, o modo de produção capitalista conviveu com uma diversidade de crises conjunturais. Mas somente duas delas foram crises de dimensões estruturais, capazes de fazer com que o capitalismo alterasse radicalmente o seu funcionamento, especialmente na forma com que o Estado passou a se relacionar com o conjunto da classe trabalhadora.
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