
Pela segurança dos jornalistas não é adequado divulgar as publicações de grupos em que são citados com ironia, raiva ou desprezo. Leia Mais

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247 – A revista Veja fez o que a Polícia Federal não conseguiu: encontrou o caixa do clã Bolsonaro, o ex-PM Fabrício Queiroz. O coordenador do esquema de lavagem de dinheiro que ocorria no gabinete de Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, foi flagrado passando pela porta do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no último dia 26. Atualmente, ele mora no Morumbi (SP), mesmo bairro da Zona Sul de São Paulo onde se encontra o Einstein. Leia Mais

Reuters – O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, o general da reserva do Exército Augusto Heleno, defendeu nesta quinta-feira a revisão de todas as demarcações de terras indígenas, e alegou haver indícios de fraudes em várias delas. Leia Mais

Na semana passada, entre 19 e 24 de agosto, as queimadas na Amazônia foram um dos assuntos mais comentados no Twitter mundialmente. Em meio à polarização no Twitter, as hashtags foram mais uma vez usadas como armas para ganhar a opinião pública – mas dessa vez, com auxílio de robôs e turbas virtuais, segundo levantamento feito pela Agência Pública.
Márcio Tenharin, fala das queimadas, dos impactos na saúde dos indígenas da aldeia Marmelo.
Estou no sul do Amazonas, que concentra mais focos de queimadas e altíssimos índices de desmatamento.
No território Tenharin existem 12 aldeias e lá, os indígenas não acham que as queimadas sempre foram como este ano.

Rodovia Transamazônica, ou BR-230, construída durante a ditadura militar.
As obras começaram em 1969 e terminaram quando nasci.
4.260 km ligando das cidades de Cabedelo, na Paraíba, a Lábrea, no Amazonas.
Corta sete estados: Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas.
Muito dela não está asfaltada, como neste trecho entre Humaitá e Santo Antônio do Matupi.
Há quem chame de inferno trafegar nesta poeira que em época de queimadas se mistura com fumaça.
Com a extrema seca, com cascalho solto, os veículos deslizam.
Até hoje há quem acha uma obra faraônica fracassada, porque não restou eficiente na ideia de assentar milhares de colonos e porque fica praticamente intrafegável em metade do ano, no período chuvoso.
Ou seja, em metade do ano faz carros deslizarem, em outra metade também.
Sul do Amazonas, estado que registra agosto de 2019 como o mês com maior número de focos de queimadas.
Foram 6.145 focos, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no estado até esta terça-feira (27).
Supera o agosto da série histórica de 2005.
Acre e Rondônia também superaram a média histórica.
Vai ver pra crer.