
O encontro das Margaridas conta com público de 100 mil pessoas em Brasília. A primeira Marcha das Mulheres indígenas se une às camponesas para lutar contra retrocessos sociais Leia Mais

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Por Tatiana Merlino, no blog do Sakamoto “Toda vez que o presidente da República chama o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra de “herói” e defende seus atos de violência na ditadura militar é como se os torturados, sequestrados, mortos e desaparecidos no período fossem novamente colocados no pau-de-arara, na cadeira do dragão, fossem xingados, humilhados, espancados. Mas não apenas eles. Toda vez que Jair Bolsonaro faz isso, ofende, ataca, desrespeita a todos nós, que somos familiares de mortos e desaparecidos, e lutamos há décadas por memória, verdade e justiça. Leia Mais

Com base em discurso fiscalista e sob liberação de emendas, governistas comemoram resultado; PEC vai ao Senado Leia Mais

Por Pablo Vilaça – É um vazio opressivo, que me angustia e me torna uma fração do que já fui. Um espaço oco, mas pesado, que me arrasta para o fundo de mim mesmo, que me afoga na consciência do muito que foi perdido e do que tanto que ainda será. Cada notícia inacreditável sobre a crueldade, o egoísmo e a desumanidade deste governo de sádicos adiciona algumas toneladas à âncora que me puxa para baixo. Leia Mais

Documento é uma análise de estudos científicos que comprovam que a temperatura do planeta está subindo. As publicações mais recentes são de abril de 2019. Leia Mais

…já eras tu…
a nação primogênita
filha dos filhos da mata.
A infância da pátria foste tu,
sílaba aborígine, idioma tupi
cerâmica, canoa e tacape
ritual, dança e canção.
Foste tu a raiz, sangue ameríndio
o parto da nacionalidade.
Hoje canto os povos da floresta
e o desencanto dessa memória esquecida.
Falo de sobreviventes
de tribos desgarradas
de aldeias tristes
de sonhos desmatados
de segredos e tradições pirateadas
das águas lavadas na bateia do mercúrio.
Amazônia….Amazônia…
quem deterá o teu martírio
uma vida tão diversa num adverso viver…
Falo dos teus hectares de sangue
da lâmina cruel, da pira ardente
dessa cartilha de serras, rifles e archotes
dessa morte plural
na diversidade de aves e primatas
roedores, felinos e serpentes.
Falo de uma terra de cepos
de raízes degoladas
de caules retalhados
de castanheiras preservadas… a morrer de solidão.
Falo da linha negra do fogo
e desse cemitério de troncos defumados.
* trecho do poema de Manuel de Andrade



Declaração foi dada durante assinatura do Pacto pela Implementação de Políticas Públicas de Prevenção e Combate à Violência contra Mulheres Leia Mais