{"id":38605,"date":"2026-04-01T09:32:12","date_gmt":"2026-04-01T13:32:12","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=38605"},"modified":"2026-04-01T09:32:12","modified_gmt":"2026-04-01T13:32:12","slug":"desmatamento-cai-em-fevereiro-e-e-o-menor-desde-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2026\/04\/01\/desmatamento-cai-em-fevereiro-e-e-o-menor-desde-2017\/","title":{"rendered":"Desmatamento cai em fevereiro e \u00e9 o menor desde 2017"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"38606\" data-permalink=\"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2026\/04\/01\/desmatamento-cai-em-fevereiro-e-e-o-menor-desde-2017\/img_0384\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?fit=1200%2C800&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1200,800\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG_0384\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?fit=300%2C200&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?fit=600%2C400&amp;ssl=1\" class=\"aligncenter size-full wp-image-38606\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?resize=600%2C400\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_0384.jpeg?resize=450%2C300&amp;ssl=1 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p class=\"lead font-italic mb-5\">\nSAD registra menor \u00edndice para o m\u00eas em oito anos. Par\u00e1, Amazonas e Acre lideram o ranking no per\u00edodo. Degrada\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m diminuiu no per\u00edodo<!--more--><\/p>\n<p>O Eco, por Karina Pinheiro &#8211; A Amaz\u00f4nia registrou, em fevereiro de 2026, a menor \u00e1rea desmatada para o m\u00eas em oito anos, segundo dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon). O levantamento <a href=\"https:\/\/imazon.org.br\/noticias\/amazonia-tem-menor-desmatamento-para-o-mes-de-fevereiro-em-oito-anos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">publicado<\/a> na \u00faltima sexta-feira (27), aponta uma queda de 42% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2025, com a \u00e1rea derrubada recuando de 119 km\u00b2 para 69 km\u00b2,\u00a0 equivalente a cerca de 5 mil campos de futebol poupados em apenas um m\u00eas. Trata-se do melhor resultado para fevereiro desde 2017, dentro da s\u00e9rie hist\u00f3rica monitorada pelo sistema de alerta do instituto.<\/p>\n<p>Apesar do recuo expressivo, o desmatamento segue concentrado em estados historicamente pressionados pela expans\u00e3o agropecu\u00e1ria e pela grilagem de terras p\u00fablicas. Par\u00e1, Amazonas e Acre lideraram a derrubada no per\u00edodo, com destaque para a regi\u00e3o conhecida como Amacro (Acre, Amazonas e Rond\u00f4nia), onde o avan\u00e7o da fronteira econ\u00f4mica continua impulsionando a perda de cobertura florestal.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do desmatamento, o SAD tamb\u00e9m registrou diminui\u00e7\u00e3o das nas \u00e1reas degradadas, como s\u00e3o conhecidas as \u00e1reas impactadas por atividades como queimadas e extra\u00e7\u00e3o seletiva de madeira, que n\u00e3o chegam a derrubar completamente a cobertura vegetal, mas comprometem sua integridade ecol\u00f3gica. Em fevereiro, foram detectados 13 km\u00b2 de florestas degradadas, o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 93% frente ao mesmo per\u00edodo do ano anterior (211 km\u00b2).<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Desmatamento acumulado<\/strong><\/h3>\n<p>Os dados mostram que entre os nove estados que comp\u00f5em a Amaz\u00f4nia Legal, o Par\u00e1 foi o que registrou a maior \u00e1rea desmatada entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026, com 398 km\u00b2. O acumulado, no entanto, foi 54% menor que o registrado no per\u00edodo anterior, entre agosto de 2024 e fevereiro de 2026, que somou 863 km\u00b2<\/p>\n<p>Outro ponto de aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a incid\u00eancia de desmatamento em \u00e1reas protegidas. O monitoramento indica que parte dos alertas ocorreu dentro de unidades de conserva\u00e7\u00e3o e terras ind\u00edgenas, como \u00e9 o caso da \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, que perdeu 34 km\u00b2 de floresta no per\u00edodo, o equivalente a 16 campos de futebol por dia, considerada a unidade de conserva\u00e7\u00e3o mais desmatada destes sete meses. No acumulado do calend\u00e1rio do desmatamento, que vai de agosto a julho, os n\u00fameros tamb\u00e9m apontam redu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ciclo anterior.<\/p>\n<p>Em levantamentos anteriores, o estado do Mato Grosso figurava com frequ\u00eancia entre os estados l\u00edderes em desmatamento, posi\u00e7\u00e3o que, no acumulado de agosto a fevereiro de 2026, passou a ser ocupada pelo Acre. Com uma redu\u00e7\u00e3o de 51% na \u00e1rea desmatada, Mato Grosso caiu da segunda para a quarta coloca\u00e7\u00e3o no per\u00edodo. Segundo a pesquisadora do Imazon, Larissa Amorim, o avan\u00e7o do Acre est\u00e1 associado ao fortalecimento recente da fronteira agropecu\u00e1ria no oeste da Amaz\u00f4nia, especialmente na regi\u00e3o conhecida como Amacro, que abrange \u00e1reas do Acre, Amazonas e Rond\u00f4nia. \u201cEsse movimento tem sido marcado pela expans\u00e3o da pecu\u00e1ria e pela press\u00e3o sobre terras p\u00fablicas ainda florestadas\u201d, afirma. A pesquisadora ressalta que a mudan\u00e7a no ranking n\u00e3o representa uma perda de protagonismo de Mato Grosso, mas indica uma expans\u00e3o territorial da din\u00e2mica do desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Degrada\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m concentrada no oeste da Amaz\u00f4nia<\/strong><\/h3>\n<p>A degrada\u00e7\u00e3o florestal na Amaz\u00f4nia Legal permanece concentrada em poucos estados, com Mato Grosso e Par\u00e1 respondendo pela maior parte da \u00e1rea impactada entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026. Juntos, os dois estados somaram 1.932 km\u00b2, sendo 1.255 km\u00b2 em Mato Grosso e 677 km\u00b2 no Par\u00e1, o que corresponde a 85% de toda a degrada\u00e7\u00e3o registrada no per\u00edodo. Apesar da lideran\u00e7a, ambos apresentaram quedas expressivas, de 86% e 96%, respectivamente.<\/p>\n<p>O Acre aparece na sequ\u00eancia, mas em sentido oposto: foi um dos poucos estados a registrar aumento, com alta de 50% na \u00e1rea degradada, que passou de 72 km\u00b2 para 108 km\u00b2. O dado refor\u00e7a o deslocamento recente da press\u00e3o para o oeste da Amaz\u00f4nia. Tamb\u00e9m houve crescimento em Roraima, onde a degrada\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou de 50 km\u00b2 para 55 km\u00b2. Nos demais estados da regi\u00e3o, o cen\u00e1rio foi de retra\u00e7\u00e3o, com quedas significativas em Amazonas, Rond\u00f4nia e Maranh\u00e3o, indicando redu\u00e7\u00e3o generalizada deste tipo de impacto ambiental.<\/p>\n<div class=\"mb-5\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SAD registra menor \u00edndice para o m\u00eas em oito anos. Par\u00e1, Amazonas e Acre lideram o ranking no per\u00edodo. 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