{"id":38761,"date":"2026-04-22T06:38:47","date_gmt":"2026-04-22T10:38:47","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/?p=38761"},"modified":"2026-04-22T06:38:58","modified_gmt":"2026-04-22T10:38:58","slug":"china-avanca-em-prestigio-na-america-latina-enquanto-eua-e-europa-perdem-imagem-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2026\/04\/22\/china-avanca-em-prestigio-na-america-latina-enquanto-eua-e-europa-perdem-imagem-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"China avan\u00e7a em prest\u00edgio na Am\u00e9rica Latina enquanto EUA e Europa perdem imagem, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"38762\" data-permalink=\"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/2026\/04\/22\/china-avanca-em-prestigio-na-america-latina-enquanto-eua-e-europa-perdem-imagem-aponta-pesquisa\/img_1425\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_1425.webp?fit=500%2C240&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"500,240\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG_1425\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_1425.webp?fit=300%2C144&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_1425.webp?fit=500%2C240&amp;ssl=1\" class=\"alignleft size-full wp-image-38762\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_1425.webp?resize=500%2C240\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"240\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_1425.webp?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/IMG_1425.webp?resize=300%2C144&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<h2 class=\"article__lead\">Levantamento com 12 mil entrevistados em dez pa\u00edses mostra crescimento da influ\u00eancia chinesa como refer\u00eancia em desenvolvimento, tecnologia e educa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><b>247 \u2013<\/b> Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (22) revela uma mudan\u00e7a importante na percep\u00e7\u00e3o dos latino-americanos sobre as pot\u00eancias globais. Em um cen\u00e1rio internacional marcado por incerteza, conflitos e enfraquecimento das normas multilaterais, a China foi o \u00fanico pa\u00eds a ampliar seu prest\u00edgio na Am\u00e9rica Latina em rela\u00e7\u00e3o ao levantamento anterior, realizado em 2022. Os dados foram publicados pela funda\u00e7\u00e3o alem\u00e3 Friedrich-Ebert-Stiftung, pela revista latino-americana <i>Nueva Sociedad<\/i> e pelo grupo Di\u00e1logo e Paz, segundo <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mundo\/2026\/04\/china-ganha-prestigio-na-america-latina-enquanto-eua-e-europa-perdem-reputacao-aponta-pesquisa.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">reportagem da Folha de S.Paulo<\/a>.<\/p>\n<p>O estudo ouviu 12 mil pessoas com oito ou mais anos de escolaridade em dez pa\u00edses da regi\u00e3o \u2014 Argentina, Bol\u00edvia, Brasil, Chile, Col\u00f4mbia, Costa Rica, Guatemala, M\u00e9xico, Uruguai e Venezuela. A implementa\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica ficou a cargo da consultoria chilena Latinobar\u00f4metro, com margem de erro de tr\u00eas pontos percentuais para mais ou para menos.<\/p>\n<div class=\"marginBottom30\">\n<div class=\"ad ad--center marginBottom0\">\n<div id=\"b247-multipage-video-1\" data-google-query-id=\"COXp0pKhgZQDFdoSHgAdRSUafQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/55115104\/b247-multipage-video-1_0__container__\"><\/div>\n<div id=\"notsy_container_167192706\" class=\"B24_VIDEO_GAM\" data-notsy-container-index=\"1\" data-notsy-mapped-container=\"1\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Os resultados mostram que a China foi a \u00fanica entre sete pot\u00eancias avaliadas a ganhar prest\u00edgio no intervalo de quatro anos. Quando perguntados sobre seus pa\u00edses de prefer\u00eancia, 24,2% dos latino-americanos citaram o pa\u00eds asi\u00e1tico. Embora a China apare\u00e7a na quinta posi\u00e7\u00e3o geral, ela registrou alta de 6 pontos percentuais desde 2022.<\/p>\n<p>\u00c0 frente de Pequim aparecem Espanha, com 30,8%, e Estados Unidos, com 30,6%, al\u00e9m de Alemanha, com 30,2%, e Fran\u00e7a, com 24,9%. Todos esses pa\u00edses, por\u00e9m, sofreram quedas significativas, em alguns casos de dois d\u00edgitos percentuais. Reino Unido, com 20,8%, e R\u00fassia, com 10,1%, tamb\u00e9m perderam for\u00e7a na percep\u00e7\u00e3o regional.<\/p>\n<h2>China cresce como modelo de desenvolvimento<\/h2>\n<p>Se no quesito prest\u00edgio geral a China j\u00e1 aparece em ascens\u00e3o, no campo do desenvolvimento sua posi\u00e7\u00e3o se torna ainda mais forte. Segundo o levantamento, 36,1% dos entrevistados apontaram o pa\u00eds asi\u00e1tico como refer\u00eancia de desenvolvimento, superando os Estados Unidos, que ficaram com 31,5%.<\/p>\n<p>Nesse indicador, a China avan\u00e7ou 7 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2022, enquanto os EUA registraram queda de 13 pontos percentuais. Jap\u00e3o, com 31,8%, e Coreia do Sul, com 15,8%, tamb\u00e9m melhoraram sua percep\u00e7\u00e3o, ainda que em ritmo mais moderado.<\/p>\n<p>A pesquisa indica que a China \u00e9 vista como lideran\u00e7a especialmente nas \u00e1reas de educa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia, tecnologia e intelig\u00eancia artificial. J\u00e1 os Estados Unidos seguem reconhecidos por seu peso econ\u00f4mico e militar, mas enfrentam n\u00edveis mais altos de desconfian\u00e7a e avalia\u00e7\u00f5es negativas sobre sua lideran\u00e7a pol\u00edtica.<\/p>\n<p>A pesquisadora Monica Hirst, que colaborou na elabora\u00e7\u00e3o do estudo, resumiu essa mudan\u00e7a de percep\u00e7\u00e3o em declara\u00e7\u00e3o \u00e0 Folha. \u201cA Am\u00e9rica Latina est\u00e1 olhando mais positivamente para a \u00c1sia do que para o Ocidente\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m destacou um ponto central da imagem chinesa na regi\u00e3o. \u201cA China n\u00e3o aparece como poss\u00edvel amea\u00e7a ou fator de tens\u00e3o nas vis\u00f5es que a regi\u00e3o tem sobre os pa\u00edses do mundo. [No caso dos pa\u00edses asi\u00e1ticos] n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que se trata de uma capacidade tecnol\u00f3gica para \u00e2mbito civil, n\u00e3o para \u00e2mbito militar\u201d, disse.<\/p>\n<h2>Mundo mais hostil e menos regulado<\/h2>\n<p>Al\u00e9m de medir a reputa\u00e7\u00e3o das pot\u00eancias, o levantamento captou o clima de apreens\u00e3o que atravessa a regi\u00e3o. Para a maioria dos entrevistados, o mundo est\u00e1 mais inst\u00e1vel, mais conflagrado e menos submetido a regras internacionais.<\/p>\n<p>A incerteza foi o sentimento predominante, citada por 40% dos entrevistados. As percep\u00e7\u00f5es negativas sobre a situa\u00e7\u00e3o global chegaram a 32%, acima das positivas, que somaram 22%. Outros percentuais completam o quadro de mal-estar internacional.<\/p>\n<p>Quando questionados sobre a dire\u00e7\u00e3o do mundo, 78% disseram discordar de que ele esteja no rumo correto. Apenas 16% afirmaram concordar, enquanto 6% n\u00e3o responderam.<\/p>\n<article class=\"article__full\">\n<div class=\"article__text article_speakable\">\n<div data-cy=\"articleBody\">\n<p>A percep\u00e7\u00e3o de agravamento geopol\u00edtico tamb\u00e9m aparece de forma contundente em outras respostas. Segundo a pesquisa, 70% concordam com a frase \u201cCome\u00e7ou uma era de guerras e de conflitos no mundo\u201d. J\u00e1 53% disseram concordar que \u201cLeis e normas internacionais j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o relevantes\u201d.<\/p>\n<p>O retrato que emerge \u00e9 o de uma Am\u00e9rica Latina que enxerga o sistema internacional como mais duro, menos previs\u00edvel e crescentemente orientado pela for\u00e7a, e n\u00e3o pela coopera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Guerras, tens\u00f5es e desgaste do Ocidente<\/h2>\n<p>As entrevistas foram realizadas entre 3 de outubro e 18 de novembro do ano passado. Ou seja, ocorreram antes de epis\u00f3dios posteriores que agravaram ainda mais a percep\u00e7\u00e3o de instabilidade, como a a\u00e7\u00e3o militar dos Estados Unidos na Venezuela, em janeiro, que resultou no sequestro do ent\u00e3o ditador Nicol\u00e1s Maduro, e os ataques americanos em conjunto com Israel contra o Ir\u00e3, iniciados em fevereiro, com reflexos sobre os pre\u00e7os globais de energia.<\/p>\n<p>Ainda assim, o ambiente internacional j\u00e1 era de forte tens\u00e3o. Os Estados Unidos e pa\u00edses europeus como Espanha, Alemanha e Fran\u00e7a integram a Otan, alian\u00e7a militar ocidental que apoia a Ucr\u00e2nia desde a invas\u00e3o russa de fevereiro de 2022.<\/p>\n<p>Washington tamb\u00e9m \u00e9 o principal aliado de Israel, cujas a\u00e7\u00f5es ap\u00f3s o atentado terrorista do Hamas, em outubro de 2023, desencadearam uma grave crise humanit\u00e1ria na Faixa de Gaza e em pa\u00edses vizinhos. Esse pano de fundo ajuda a explicar o desgaste reputacional do Ocidente em diversas frentes.<\/p>\n<h2>Trump lidera a desconfian\u00e7a na regi\u00e3o<\/h2>\n<p>No levantamento, Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, aparece como a lideran\u00e7a que mais desperta desconfian\u00e7a entre os latino-americanos ouvidos. Ele foi citado por 25,3% dos entrevistados, muito \u00e0 frente do presidente da R\u00fassia, Vladimir Putin, com 12,3%, e de Nicol\u00e1s Maduro, com 4,9%.<\/p>\n<p>O presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva foi mencionado por 1,3% dos entrevistados.<\/p>\n<p>Monica Hirst foi direta ao avaliar o impacto do chefe da Casa Branca na imagem dos EUA. \u201cN\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que Trump teve um impacto devastador em termos reputacionais\u201d, afirmou \u00e0 Folha.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, os latino-americanos \u2014 especialmente no M\u00e9xico e nos pa\u00edses da Am\u00e9rica Central \u2014 avaliam de forma negativa os efeitos das pol\u00edticas de Trump sobre o mundo. Isso contribui para a deteriora\u00e7\u00e3o da imagem dos Estados Unidos na regi\u00e3o, inclusive em dimens\u00f5es que historicamente lhe eram favor\u00e1veis.<\/p>\n<h2>Democracia e poder brando em queda<\/h2>\n<p>Os Estados Unidos tamb\u00e9m registraram, ao lado da Venezuela, a maior retra\u00e7\u00e3o na categoria de avalia\u00e7\u00e3o da democracia no mundo, com perda de 1,5 ponto percentual para ambos.<\/p>\n<p>Em uma escala de 1 a 10, na qual 1 significa que um pa\u00eds \u201cn\u00e3o \u00e9 considerado uma democracia\u201d e 10 corresponde a uma \u201cdemocracia plena\u201d, os EUA receberam nota 6,2. A Venezuela ficou com 2,5.<\/p>\n<p>A China, por sua vez, marcou 4,4 e apresentou crescimento de 0,4 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao levantamento de 2022. O dado indica melhora relativa de sua imagem tamb\u00e9m nesse campo, ainda que permane\u00e7a abaixo das pot\u00eancias ocidentais na percep\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica de regime democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>A Europa, segundo a pesquisa, continua sendo vista como refer\u00eancia em direitos humanos, assist\u00eancia humanit\u00e1ria e prote\u00e7\u00e3o ambiental. No entanto, seu chamado poder brando perdeu vigor. Tamb\u00e9m se enfraqueceram as percep\u00e7\u00f5es sobre sua autonomia estrat\u00e9gica e sua relev\u00e2ncia como modelo de desenvolvimento e integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, a coopera\u00e7\u00e3o entre Am\u00e9rica Latina e Europa j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 percebida como algo necessariamente estrat\u00e9gico ou concreto. Esse enfraquecimento ajuda a explicar por que, mesmo preservando atributos positivos, os europeus tamb\u00e9m perderam reputa\u00e7\u00e3o no imagin\u00e1rio regional.<\/p>\n<h2>Am\u00e9rica Latina olha mais para a \u00c1sia<\/h2>\n<p>O principal recado da pesquisa \u00e9 que a Am\u00e9rica Latina est\u00e1 revendo seus referenciais internacionais. Em meio \u00e0 crise de legitimidade do Ocidente e \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de um mundo mais violento e menos regulado, a \u00c1sia ganha espa\u00e7o como polo de estabilidade tecnol\u00f3gica, capacidade produtiva e horizonte de desenvolvimento.<\/p>\n<p>A ascens\u00e3o da China nessa percep\u00e7\u00e3o n\u00e3o significa apenas melhora de imagem. Ela reflete uma mudan\u00e7a mais profunda na forma como os latino-americanos avaliam poder, progresso e influ\u00eancia global.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, o desgaste dos Estados Unidos e da Europa sugere que o velho eixo atl\u00e2ntico j\u00e1 n\u00e3o exerce o mesmo fasc\u00ednio pol\u00edtico, econ\u00f4mico e simb\u00f3lico sobre a regi\u00e3o. O cen\u00e1rio desenhado pela pesquisa aponta, assim, para uma reconfigura\u00e7\u00e3o da opini\u00e3o p\u00fablica latino-americana diante da disputa por influ\u00eancia no sistema internacional.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<section class=\"section marginTop30 minHeight250\"><\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento com 12 mil entrevistados em dez pa\u00edses mostra crescimento da influ\u00eancia chinesa como refer\u00eancia em desenvolvimento, tecnologia e educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[1278,364,1637],"class_list":["post-38761","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-notas","tag-america-latina","tag-china","tag-desenvolvimento"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wKYW-a5b","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38761","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38761"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38761\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38763,"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38761\/revisions\/38763"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38761"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38761"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogdalucianaoliveira.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38761"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}