
“Fora, Bolsonaro”: veja lista com locais de atos do próximo sábado (3)




“O primeiro anjo tocou a sua trombeta, e granizo e fogo misturado com sangue foram lançados sobre a terra. Foi queimado um terço da terra, um terço das árvores e toda a relva verde” (Apocalipse 8:7).

Bolsonaro não só agiu para espalhar o vírus, colaborando com as mais de 516 mil mortes na pandemia.
Seu governo ainda tentou lucrar cobrando propina na compra de vacinas.
É dever de todos que lamentam as mortes do país ir ao ato nacional neste sábado.
São duas opções: carreata e passeata, com obediência ao uso de máscaras e álcool em gel.
Quem não foi aos dois primeiros atos, vá neste!
A hora de tirar esse presidente incompetente, patético, sádico e corrupto chegou!

Vídeo mostra a trajetória do líder do governo Bolsonaro e pivô do escândalo da Covaxin; financiado por empresários da saúde, ministro da Saúde do governo Temer tentou sucatear o SUS; ele tem latifúndios no Piauí e quadruplicou sua fortuna em doze anos
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247 – A Central de Movimentos Populares (CMP), que integra a Campanha Nacional Fora Bolsonaro, divulgou a lista de atos confirmados para este sábado, 3 de julho, quando irá ocorrer nova jornada de manifestações contra o governo Jair Bolsonaro, por vacinas e auxílio emergencial.
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Em pé, bugreiros posam com mulheres e crianças do povo Xokleng capturadas após ataque a acampamento.
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Rede Brasil Atual – Abaixo-assinado pela causa indígena busca assinaturas para pressionar ministros do Supremo Tribunal Federal a rejeitar nesta quarta (30) a tese do “marco temporal”. Artistas como Daniela Mercury, Dira Paes, Criolo, Antônio Pitanga, Bruno Gagliasso e Arnaldo Antunes já assinaram (saiba como). A tese restringe direitos constitucionais dos povos indígenas e por isso atende interesse de ruralistas e mineradoras que dão suporte ao governo de Jair Bolsonaro. Nessa interpretação, só teriam direito a demarcação aqueles que estivessem com a posse da terra – ou disputando na Justiça – em 5 de outubro de 1988. Isso, claro, se puderem comprovar.
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247 – A área técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) calcula que o novo patamar da bandeira vermelha nível dois deve subir para algo entre R$ 11,50 e R$ 12,00 a cada 100 quilowatt-hora consumidos.
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