GOVERNOS USARAM PROGRAMA ISRAELENSE PARA ESPIONAR ATIVISTAS, JORNALISTAS, ONGS

GOVERNOS USARAM PROGRAMA ISRAELENSE PARA ESPIONAR ATIVISTAS, JORNALISTAS, ONGS

Governos usaram programa israelense Pegasus para espionar ativistas,  jornalistas, ONGs - Agenda Capital

Canal Meio – Mais de 50 mil pessoas, entre ativistas de ONGS, políticos, jornalistas e advogados podem ter sido alvo de espionagem por governos de 45 países graças ao software Pegasus, desenvolvido pela empresa israelense NSO, segundo denúncia da Anistia Internacional. O software é tecnicamente legal, porém abertamente polêmico.

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O golpe do Fundão

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Crusoé – Diante da proibição de doações empresariais a campanhas políticas, o Congresso buscou, em 2017, uma opção para custear santinhos, a instalação de comitês, carros de som e o que mais os candidatos considerassem necessário para conquistar votos. A solução foi a criação de um fundo abastecido pelo dinheiro do contribuinte. À época, deputados e senadores fixaram regras capazes de direcionar aos caixas de campanha 1,8 bilhão de reais no pleito do ano seguinte. Nas duas casas, porém, a chancela não deixou digitais: as votações aconteceram de forma simbólica, formato em que não há registro individual de votos dos parlamentares.

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RO: Com música engajada Édier e Black Z alertam para ecocídio na Amazônia

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O videoclipe de Pachamama, música composta em 2020, acaba de ser lançado e traduz a preocupação com a Amazônia que encara nos próximos três meses mais uma temporada de queimadas.

Rondônia é um dos estados sempre no topo do ranking de desmatamentos e queimadas e Porto Velho, onde os dois músicos moram, o município com mais destruição das florestas.

O estado tem em 15 dias de julho mais focos de calor que em todo julho de 2020.

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O incomensurável que não tem perdão e o que vai passar

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“O capitalismo pandêmico exponenciado no Brasil não foi uma fatalidade, foi e é uma estratégia, o que não depende necessariamente de uma enteléquia premeditada dos capitais. Trataram de potencializar efeitos socialmente devastadores com focos determinados. Assim, após cada crise “terminal” do capitalismo, tem-se um adicional de calamidade seletiva sobre classes, etnias, territórios e espaços anteriormente segregados”, escreve Luis Fernando Novoa Garzon, sociólogo e professor da Universidade Federal de Rondônia.

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