
247 – Nova pesquisa PoderData divulgada na noite desta quarta-feira (31) e realizada entre segunda e quarta-feira com 3.500 pessoas revela crescimento na rejeição a Jair Bolsonaro e na reprovação ao trabalho do governo federal.
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247 – Nova pesquisa PoderData divulgada na noite desta quarta-feira (31) e realizada entre segunda e quarta-feira com 3.500 pessoas revela crescimento na rejeição a Jair Bolsonaro e na reprovação ao trabalho do governo federal.
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Jornalistas Pela democracia, por Moisés Mendes – Bolsonaro deve sonhar com a formação de grupos como o liderado pelo boliviano Yassir Molina, que está ao centro na foto. Molina é procurado desde a tarde de terça-feira. Há uma ordem de prisão da Justiça contra ele.
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“Eventos ocorridos há 57 anos, assim como todo acontecimento histórico, só podem ser compreendidos a partir do contexto da época.” Assim começa a mensagem alusiva ao 31 de março de 1964 assinada pelo novo ministro da Defesa, Walter Souza Braga Netto, que assumiu o posto nesta semana após divergências entre seu antecessor e o presidente Jair Bolsonaro sobre o papel político das Forças Armadas.
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Um enorme navio com contêineres que estava preso no Canal de Suez desde terça-feira (23) foi finalmente liberado.
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247, por Renato Rovai – Em janeiro de 2019, Bolsonaro já tinha oposição aguerrida, mas ao mesmo tempo sufocada. À mercê do que pudessem vir a ser os erros e acertos, do governo que chegava. Mais disso do que da sua capacidade de operar uma resistência organizada e forte a uma agenda que prometia intervenções pesadas na economia e nos direitos humanos.
Bolsonaro chegava como um imperador num cavalo branco. Algo meio um Napoleão com uma agenda ultraneoliberal e fascista.

Deutsche Welle – Diante do avanço da destruição da Floresta Amazônica, mais de 90 instituições internacionais católicas, entre as quais quatro bancos alemães, se uniram para manifestar publicamente oposição às políticas ambientais de Jair Bolsonaro.
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247 – Ernesto Araújo, o pior diplomata da história do Brasil, que sabotou a compra de vacinas e colocou o Itamaraty a serviço da extrema-direita internacional acaba de pedir demissão do cargo. Com isso, o governo de Jair Bolsonaro perde mais um de seus nomes da “ala ideológica”. A queda de Ernesto pode permitir que o Brasil volte a ter uma política externa minimamente autônoma e soberana, mesmo num governo entreguista como o de Bolsonaro.