Porto Velho amanhece com cartazes de protesto a Bolsonaro

Porto Velho amanhece com cartazes de protesto a Bolsonaro


Os cartazes foram colados em paradas de ônibus, tapumes de obras e sinaleiros.

A intenção é cobrar vacinação em massa e denunciar a culpa, por ação e omissão do governo Bolsonaro, com as mais de 310 mil mortes na pandemia. 

Um dos cartazes classifica o presidente como genocida. 

Outro, traz o apelo do ex-presidente Lula para que a população não dê ouvidos a Bolsonaro. 

Marcos Rocha, governador bolsonarista, segue apoiando o uso de medicamentos sem nenhuma eficácia contra a Covid, com o chamado ‘kit de tratamento precoce’. 

Ele participou com médicos de um fórum virtual do governo na semana passada sobre ‘tratamento preventivo’, o que não encontra respaldo científico em nenhum país. 

Os cientistas temem que isso cause false sensação de segurança e faça a população relativizar as regras de isolamento e de uso de máscaras e gel como proteção. 

De acordo com o último boletim da Secretaria de Saúde do Estado, a capital tem 65.415 casos e 1772 óbitos.  Em todo o estado são mais de 182 mil infectados e quase 4 mil vidas perdidas.

O levantamento do consórcio de veículos de imprensa mostra Rondônia com alta de 17% no número de mortes. 

Enquanto isso na ilha…

Enquanto isso na ilha…

Cuba tem 405 mortes por Covid e corre contra o tempo para testar a eficácia de suas vacinas próprias, a Soberana 02 e Abdala.

A pressa é porque os casos aumentaram este ano.

E olha que não chegam a 70 mil!

Antes que piore o governo se empenhou em produzir as vacinas.

No Brasil, lembremos que quando somamos mais de 186 mil mortos Jair Bolsonaro disse que “a pressa da vacina não se justifica”.

Presidente de associação diz que médicos não têm direito de prescrever remédios ineficazes

Presidente de associação diz que médicos não têm direito de prescrever remédios ineficazes

247 – A Associação Médica Brasileira (AMB) mudou de posicionamento na última terça-feira (23) e passou a recomendar que os medicamentos do chamado “kit Covid”, como a hidroxicloroquina e a ivermectina, sejam “banidos” do tratamento da Covid-19. O médico César Eduardo Fernandes novo presidente da associação, disse que a autonomia do médico não lhe dá o direito de prescrever remédios ineficazes.

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