
Pesquisa mostra que, para 57%, data não tem que ser comemorada; 36% afirmam que ela merece celebração, como defendeu Bolsonaro Leia Mais

Pesquisa mostra que, para 57%, data não tem que ser comemorada; 36% afirmam que ela merece celebração, como defendeu Bolsonaro Leia Mais

As perdas e injustiças que marcam a história de um Luiz Inácio que é pai, avô e homem do povo Leia Mais

Por Leonardo Boff – Não queria ter escrito este artigo. Mas a aguda crise política atual e o abuso que se faz do nome de Deus provocam a função pública da teologia. Como qualquer outro saber, ela possui também a sua responsabilidade social. Há momentos em que o teólogo deve descer de sua cátedra e dizer uma palavra no campo do político. Isso implica denunciar abusos e anunciar os bons usos, por mais que esta atitude possa ser incompreendida por alguns grupos ou tida como partidista, o que não é. Leia Mais

43,5 milhões brasileiros vivem na pobreza
DEUTSCHE WELLE
Número subiu 7,3 milhões desde 2014
Um relatório do Banco Mundial divulgado nesta 5ª feira (04.abr.2019) afirma que a pobreza aumentou no Brasil entre 2014 e 2017, atingindo 21% da população (43,5 milhões de pessoas).
O documento intitulado Efeitos dos ciclos econômicos nos indicadores sociais da América Latina: quando os sonhos encontram a realidade, demonstra que o aumento da pobreza nesse período foi de 3%, ou seja, 1 número adicional de 7,3 milhões de brasileiros passou a viver com até 5,50 dólares por dia.
No ano de 2014, o total de brasileiros que viviam na pobreza era de 36,2 milhões (17,9%). O quadro negativo teve início com a forte recessão que o país atravessou a partir do segundo semestre daquele ano, que durou até o fim de 2016.
O Banco Mundial avalia que o fraco crescimento da América Latina e Caribe, especialmente na América do Sul, afetou os indicadores sociais no Brasil, país que possui 1 terço da população de toda a região.
Mesmo assim, o Banco Mundial manteve as previsões de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, com altas de 2,2% em 2019 e 2,5% em 2020. As projeções são melhores do que as de outros países, como o México (1,7%), mas ficam abaixo de nações como a Colômbia (3,3%). Os países com previsão de queda no PIB são a Argentina (- 1,3%) e a Venezuela (-25%).
Para a região da América Latina e Caribe, o crescimento deve ser menor do que o do Brasil. As estimativas iniciais eram de 1,7%, mas, no mais recente relatório, elas despencaram para 0,9%, puxadas pelo péssimo desempenho da Venezuela. O crescimento da América do Sul também deverá sentir os efeitos da crise venezuelana, ficando em apenas 0,4%.
O relatório destaca as incertezas quanto à reforma da Previdência, afirmando que sua aprovação “depende da formação de coalizões”, uma vez que o partido governista não tem maioria no Congresso. A instituição elogia o Brasil por buscar 1 programa “ambicioso” de reformas, mas afirma que o país é o caso mais preocupante na região depois da Venezuela.
O Brasil deverá ter 1 déficit fiscal de 6,9% do PIB em 2019 e 1 déficit primário de 1,2% do PIB. A dívida pública deve corresponder a 80% do PIB.
“As perspectivas de crescimento para este ano não mostram uma melhora substancial em relação a 2018, como consequência do crescimento débil ou negativo nas três maiores economias da região – Brasil, México e Argentina – e do colapso total na Venezuela”, afirma o relatório. Se excluídos os números venezuelanos, o PIB da América do Sul teria alta de 1,8% em 2019.
O relatório afirma que os programas sociais podem ser os mais eficazes amortecedores dos choques econômicos. Segundo o economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e Caribe, Carlos Végh, essas iniciativas são comuns em países desenvolvidos, mas não nessa região.
“A região deve desenvolver, além dos programas estruturais existentes, ferramentas de rede de segurança social que possam apoiar os pobres e os mais vulneráveis durante o ciclo de baixa nos negócios”, afirma o relatório.
O Banco Mundial afirma que a América latina e Caribe é a região com os indicadores mais voláteis em todo o mundo por ser exposta a fatores externos –como preços das commodities e liquidez internacional– e instabilidades institucionais e políticas.
O Banco Mundial analisou três indicadores: taxa de desemprego, pobreza e necessidades básicas insatisfeitas (habitação, educação e saneamento).

Em conversa com o Brasil de Fato, Cristiano Zanin reforçou a tese de perseguição política contra o ex-presidente Leia Mais

Principais motivos relatados aos municípios para a saída foram a busca por outros locais de trabalho e por cursos de especialização e de residência médica. “Uma das vagas foi de uma médica que apareceu só um dia e não veio mais”, relata secretária de Saúde de Embu-Guaçu (SP), que tem oito vagas em aberto Leia Mais

Marciele Naitz Pereira Sampaio foi sentenciada ao pagamento de R$ 4 mil por danos morais à maternidade Regina Pacis, de Porto Velho. Ela não irá recorrer
Leia Mais

DW – A jurista democrata Lori Lightfoot foi eleita nesta terça-feira (02/04), por ampla maioria, prefeita de Chicago. Ela será a primeira negra a comandar a terceira cidade mais populosa dos Estados Unidos e foi eleita com 73,8% dos votos, derrotando a também negra e democrata Toni Preckwinkle, presidente do Partido Democrata em Illinois. Leia Mais

A sentença foi prolatada pelo juiz de Direito Rinaldo Forti Silva, da 9ª Vara Cível de Porto Velho. Cabe recurso Leia Mais