O que pensam 7 ex-ministros da Justiça sobre atuação de Moro no caso dos hackers

O que pensam 7 ex-ministros da Justiça sobre atuação de Moro no caso dos hackers


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“Ilegal”. “Irregular”. “Abusivo”. “Absurdo”. “Indecente”. “Exorbitante”. São alguns dos adjetivos usados por ex-ministros da Justiça que ocuparam o cargo nos últimos 24 anos – nos governos FHC, Lula, Dilma e Temer -, para se referir à conduta do atual ocupante da pasta, o ex-juiz federal Sergio Moro, no caso da investigação da Polícia Federal sobre hackers.
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“Não me importo com ameaças e não vou deixar o país dos meus filhos regredir para ditadura”, diz Glenn em ato da ABI

“Não me importo com ameaças e não vou deixar o país dos meus filhos regredir para ditadura”, diz Glenn em ato da ABI

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247 – O jornalista Glenn Greenwald afirmou nesta terça-feira, 30, durante ato na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, que não irá deixar o Brasil por conta das ameaças sofridas por Jair Bolsonaro, pelo fato dele estar revelando as ilegalidades da operação Lava Jato. Leia Mais ›

Oitocentos advogados pedem afastamento de Moro

Oitocentos advogados pedem afastamento de Moro

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247 – Na esteira do derretimento institucional, da crise penitenciária, da verborragia protofascista bolsonariana e da reportagem mais importante em tempos recentes (a Vaza Jato), um abaixo-assinado de advogados e juristas com mais de 800 adesões defendeu a liberdade de imprensa e sugeriu algo de forte impacto na cena política: o afastamento de Sergio Moro do cargo de ministro da Justiça. Leia Mais ›

Bolsonaro faz piada com massacre de 57 no Pará

Bolsonaro faz piada com massacre de 57 no Pará

(Foto: Reuters | Bruno Cecin/ag.Para)

Um dia após a maior chacina do ano em presídios do país, Jair Bolsonaro ironizou o episódio que resultou em 57 mortos no Pará; “Pergunta para as vítimas que morreram lá o que eles acham, depois que eles responderem eu respondo a vocês”, disse; declaração vem na esteira dos ataques que ele fez ao presidente da OAB e a seu pai, desaparecido durante o regime militar, e ter negado o assassinato do cacique Emyra Wajãpi, morto por garimpeiros no Amapá. Leia Mais ›

Cinco razões para a mais recente escalada de destempero de Bolsonaro

Cinco razões para a mais recente escalada de destempero de Bolsonaro

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Blog do Sakamoto – Em 11 dias, Bolsonaro defendeu o nepotismo; disse que a fome no Brasil era uma “grande mentira”; atacou o Nordeste; difamou a jornalista Miriam Leitão; afirmou que dados de satélite mentem sobre o aumento no desmatamento da Amazônia; defendeu censura à Agência Nacional de Cinema; atacou a repórter Talita Fernandes que questionou o porquê dele ter levado parentes ao casamento do filho em um helicóptero da FAB; ameaçou prisão ao jornalista Glenn Greenwald e agrediu seu companheiro e filhos; menosprezou o respeito ao meio ambiente, dizendo que apenas veganos se importam com isso; e brincou com a dor alheia ao dizer que poderia contar ao presidente da OAB o paradeiro de seu pai, Fernando Santa Cruz, preso e torturado pela ditadura e desaparecido desde 1970. Diante da repercussão, refugou como sempre, dando outra declaração – de que ele foi morto por organizações de esquerda. Nos registros da Comissão da Verdade, ele foi morto pelo Estado. Leia Mais ›