Bolsonaro tem a compulsão da canalhice

Bolsonaro tem a compulsão da canalhice

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Tijolaço, por Fernando Brito – Se um presidente da República quisesse defender o empreendedorismo e falar das dificuldades que qualquer pessoa que entre no mundo dos negócios tem, bastaria falar de que é preciso simplificar a burocracia e dar facilidades para que se possa contratar. Seria razoável e necessário, até, nos tempos bicudos que se atravessa, onde quase metade dos que abrem uma empresa não consegue passar dos dois anos de funcionamento. Leia Mais

Bolsonaro é um pesadelo real

Bolsonaro é um pesadelo real

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Porto Velho.
Domingo, 4.

Parece que colocaram uma cortina cinza no céu.
Mas, é fumaça.
A gente inspira e respira fumaça, inspira e respira fumaça…

Uma secura da porra!

Mas, segundo Bolsonaro, os dados do INPE que confirmam aumento de desmatamentos e queimadas na Amazônia, “não coincidem com a verdade”.

Bolsonaro exonerou o diretor do INPE, porque acha que “está a serviço de alguma ONG”.

Como um homem tão medíocre pode fazer mal a tantos?

Como aceitamos, mesmo com a fumaça invadindo os apartamentos, casas, igrejas, lares e bares?

Como?

Escândalo da familícia Bolsonaro no poder: vamos “normalizar”?

Escândalo da familícia Bolsonaro no poder: vamos “normalizar”?

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Ricardo Kotscho analisa o novo escândalo do clã Bolsonaro, que nomeou 102 pessoas com laços familiares para cargos públicos em 28 anos: “Se antes de chegar ao Palácio do Planalto, o clã já tinha essa tropa de assessores aparentados, pode-se imaginar o que está fazendo com a caneta Bic na mão, em Brasília”.

Por Ricardo Kotscho, para o Balaio do Kostscho e para o Jornalistas pela Democracia Leia Mais

“Quando Lula será preso?”: Moro fazia palestra remunerada não para ensinar, mas inspirar linchamento

“Quando Lula será preso?”: Moro fazia palestra remunerada não para ensinar, mas inspirar linchamento

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O mais grave na palestra que Moro realizou em setembro de 2016 para o grupo privado Sinos, no Rio Grande do Sul, não foi deixar de informar ao TRF-4, como determina resolução do CNJ. Nem ter sido bem remunerado, como ele conta a Deltan Dallagnol. Foi ter se exposto em um momento em que deveria se resguardar, já que Lula, o ex-presidente mais popular da história do Brasil, era investigado em sua jurisdição. Leia Mais