‘Nova política’: em 28 anos, clã Bolsonaro nomeou 102 pessoas com laços familiares

‘Nova política’: em 28 anos, clã Bolsonaro nomeou 102 pessoas com laços familiares

Eduardo, Jair, Flavio e Eduardo Bolsonaro

 

Levantamento mostra que, desde 1991, quando Jair Bolsonaro assumiu seu primeiro mandato como deputado e deu início à trajetória da família na política, ele e seus três filhos, Flávio, Carlos e Eduardo, empregaram mais de uma centena de funcionários com parentesco ou relação familiar entre si.

Leia Mais

O LEVANTE ‘MORAL’ PARA DERRUBAR O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

O LEVANTE ‘MORAL’ PARA DERRUBAR O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

6088F5CF-56B2-44E2-8970-09F294D05F02

Há dias circula na internet uma campanha para que o reitor da Universidade Federal de Rondônia, Ari Ott, seja exonerado e punido.

A convocação parte de militantes direitistas e bolsonaristas indignados com um discurso do reitor em tom sarcástico, como resposta a críticas infundadas e justificativas de cortes do ministro da Educação, Abraham Weintraub, às universidades. Leia Mais

The Economist alerta para o perigo que Bolsonaro representa ao meio ambiente

The Economist alerta para o perigo que Bolsonaro representa ao meio ambiente

23D1ED4B-99FC-40ED-992E-ED03DD7C8149

A reportagem pede reação do mundo à política ambiental do brasileiro. “

Diz que Bolsonaro é o homem mais perigoso do mundo para o meio ambiente.

“O mundo deveria deixar claro ao senhor Bolsonaro que não tolerará seu vandalismo.

Companhias de alimentos, pressionadas pelos consumidores, deveriam rejeitar a soja e a carne produzidas em terras amazônicas ilegalmente exploradas, como aconteceu em meados dos anos 2000.

Os parceiros comerciais do Brasil devem fazer acordos atrelados ao seu bom comportamento” afirma e lembra que o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, que ainda precisa ser ratificado, já inclui dispositivos para proteger a floresta tropical. “É esmagadoramente do interesse das partes aplicá-las”.

Após ‘Cristo desgovernado’, imagem do Brasil no exterior sofre nova baixa

Após ‘Cristo desgovernado’, imagem do Brasil no exterior sofre nova baixa

431B6BFB-1399-48A9-9FE9-26199CB05F6F

Em 10 anos, o Brasil passou de promessa de futura potência econômica para país com economia desgovernada e, mais recentemente, nação que ameaça os esforços mundiais de combate ao aquecimento global e de preservação do planeta.
Pelo menos é essa a narrativa estampada em alguns dos principais jornais e revistas estrangeiras.
É difícil esquecer a icônica capa de 2009 da prestigiada revista britânica The Economist em que a estátua do Cristo Redentor aparece subindo aos céus como foguete, com o título “Brazil takes off” ou Brasil decola, na tradução para o português.

Quatro anos depois, em 2013, a revista conhecida pelo pensamento liberal na economia e progressista nos costumes, substituiu o otimismo por uma reportagem repleta de críticas ao país.

Na capa, o Cristo que antes decolava aparecia em queda desgovernada. O título questionava se o Brasil havia jogado fora a chance de ser o “país do futuro”.

Nesta sexta (2), o Brasil voltou a estampar a capa da Economist. Dessa vez, como principal ameaça ao meio-ambiente. Uma imagem de toco de árvore com o formato do mapa do Brasil ilustra o título dramático “Vigília da morte para a Amazônia”.
O texto diz que o presidente Jair Bolsonaro “deixou claro para os infratores (desmatadores) que eles não têm nada a temer”.
A política ambiental do governo brasileiro, que prevê a possibilidade de mineração em terras indígenas e de expansão de atividades econômicas na Amazônia, também teve destaque – não exatamente positivo – em jornais americanos.
Em 28 de julho, um dos principais jornais dos Estados Unidos, o The New York Times, publicou artigo com o seguinte título: “Sob líder de extrema-direita brasileiro, proteções à Amazônia são cortadas e florestas caem”.
O artigo diz que, se antes o Brasil era visto como liderança na área de meio-ambiente, agora o governo Bolsonaro coloca essa imagem em xeque.

20EF578E-ECCE-48B6-BB6E-660A3FF8F322

Empresas de marketing e pesquisa também calculam a evolução (ou involução) da “marca Brasil” no exterior. A consultoria de imagem e marketing FutureBrand, que tem escritórios nos EUA, na Europa e na América do Sul, faz todo ano um ranking dos países com melhor imagem internacional.
O Brasil caiu quatro posições de 2014 a 2019, figurando em 47º na lista de 69 países analisados. Segundo o relatório da FutureBrand, embora nosso país ainda se mantenha entre as 10 maiores economias do mundo (é a nona maior), “há previsão de nuvens carregadas no horizonte”.
“A nação se dividiu com a eleição de Jair Bolsonaro e a turbulência continua a afetar o Brasil, podendo influenciar o desempenho do país nos próximos rankings.”
Mas quais foram os momentos-chave que ajudaram a moldar e transformar a imagem do Brasil no exterior? E seriam justas essas avaliações da imprensa estrangeira sobre o nosso país?
A linha do tempo da imagem do Brasil no mundo
Em entrevista à BBC News Brasil, o professor de Relações Públicas Internacionais Christopher Sabatini, da Universidade Columbia, em Nova York, lembrou alguns episódios e momentos que ajudaram a forjar a forma como o nosso país era visto no exterior.
Segundo ele, antes de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva se tornarem presidentes, a visão sobre o Brasil era concentrada em aspectos culturais e na ideia de um país diplomático e amigável.

9297842C-325D-4527-B1E8-0733559EE224

Na BBC – “O Brasil era visto como fonte de riqueza cultural, não só com samba, mas com a MPB, Bossa Nova, Caetano Veloso e outros excelentes músicos”, disse.
“E muitos reconheciam o potencial diplomático do Brasil, a boa tradição diplomática do Itamaraty. Quem trabalhava com política e diplomacia sabia da capacidade de soft power e de negociação.” Leia Mais

Comissão de Direitos Humanos da Alepa apresenta relatório preliminar com propostas para o sistema carcerário

Comissão de Direitos Humanos da Alepa apresenta relatório preliminar com propostas para o sistema carcerário

bor

No Bordalo13 – Um panorama sobre a atual realidade das unidades prisionais no Pará e propostas para construção de políticas públicas compõem a base do relatório preliminar apresentado nesta quinta-feira (01/08) pela Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) durante reunião de apuração sobre o massacre que resultou na morte de 58 detentos no interior do Centro de Recuperação Regional de Altamira (CRRA), ocorrido na última segunda-feira de julho (29). Leia Mais

E se usarmos a lógica de Deltan Dallagnol contra Sergio Moro?

E se usarmos a lógica de Deltan Dallagnol contra Sergio Moro?

cao

Parece que já há consenso de que as mensagens divulgadas pelo site Intercept Brasil foram obtidas por terceiros. Cabe discutir o impacto jurídico em relação aos intervenientes nas conversas, bem assim da possível anulação das decisões proferidas por magistrado parcial. Renova-se a importância de se discutir o que pode ser prova válida e os meios de obtenção. Leia Mais