A Associação do Povo Indígena Uru-Eu-Wau-Wau – Jupaú e a Associação de Defesa Etnoambiental – Kanindé, aguardam novos detalhes sobre a prisão preventiva, realizada hoje pela Polícia Federal, do principal suspeito de ter assassinado nosso parente Ari Uru-Eu-Wau-Wau há dois anos.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (13/07/2022), a operação GUARDIÃO URU com o objetivo de prender preventivamente o principal suspeito da prática do homicídio do indígena ARI URU-EU-WAU-WAU e cumprir busca e apreensão. ARI integrava grupo de vigilância indígena contra a exploração ilegal na região e era referência entre os indígenas.
Ao caminhar pelas ruas das comunidades ribeirinhas de Rondônia, na Amazônia Ocidental, é comum ver crianças correndo, jogando bola e empinando pipa tendo como fundo as balsas de garimpeiros ancoradas nos barrancos do rio Madeira. O garimpo está sempre aberto para quem quiser entrar na atividade. É o contrário das escolas da região que têm salas de aulas fechadas, não há transporte escolar fluvial e o ensino híbrido tenta impor uma nova lógica educacional, que as crianças e adolescentes dessas localidades estão excluídas. Essas violências em territórios tradicionais têm criado uma situação grave: meninos garimpeiros que preferem atuar na ilegalidade do que esperar pela educação que não chega. Meninas vão trabalhar nas cozinhas dentro das balsas e algumas são aliciadas para os chamados “bregas”, pontos de exploração sexual.
The Intercept – Mesmo após anos de evidências e fatos, como o assassinato de Marcelo Arruda, jornalistas e veículos ainda investem em uma polarização que nunca existiu.
Por Laís Gouveia , 247 – Com Jair Bolsonaro em segundo lugar nas pesquisas e com indícios de que o ex-presidente Lula poderá ganhar já no primeiro turno das eleições, extremistas aumentam o tom da violência contra os órgãos democráticos brasileiros, seguindo o tom do chefe do executivo brasileiro que recorrentemente dá indícios que não respeitará o resultado das urnas, inclusive colocando em xeque a segurança e a credibilidade da mesma.
Da assessoria- A nova diretoria do Grupo Êxodo tem como presidente Joel Limoeiro, vice professor Wildevan Lima e tesoureiro o artista plástico João Zoghbi. Completam a diretoria o cenógrafo Roberto Matias, os atores Waldemar Nazareno, Carlos Noé, Augusto Guedes. A nova diretoria tem como objetivo, revitalizar a cidade cenográfica Jerusalém da Amazônia para transformar todo o complexo em polo turístico.