
Rondônia é o estado que mais mata mulheres por feminicídio e tem a capital que é a 2º cidade com maior taxa de estupro de crianças até 14 anos do país (Dados do Anuário da Segurança Pública, 2024).

Rondônia é o estado que mais mata mulheres por feminicídio e tem a capital que é a 2º cidade com maior taxa de estupro de crianças até 14 anos do país (Dados do Anuário da Segurança Pública, 2024).

UOL – O governo do Pará anunciou no início de março que irá conceder 30 mil hectares para empresas de restauração florestal na região do Triunfo do Xingu, uma das mais desmatadas da Amazônia. O modelo deve replicar o edital lançado no final de 2024 para a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, onde a empresa vencedora vai assumir o trabalho de restauração em troca da comercialização dos créditos de carbono.
A mesma lógica será aplicada à concessão da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, cujo edital deve ser lançado ainda neste ano pelo governo federal. Estudos para a concessão de outras sete áreas públicas também estão em andamento, segundo o Ministério do Meio Ambiente informou à Mongabay.
Os projetos respondem a uma demanda cada vez maior da agenda climática global — até 2030, as Nações Unidas estarão promovendo a Década da Restauração de Ecossistemas, em um claro entendimento de que controlar o desmatamento não será suficiente para combater as mudanças climáticas.

Humanitas Unisinos – Gaza, vidas dizimadas no sangrento Ramadã: “Estávamos dormindo, então o inferno chegou”. Hospitais cheios de corpos, famílias inteiras dizimadas por ataques: “As bombas mataram meus filhos enquanto eles morriam de fome” Leia Mais

InfoAmazônia – Em um contexto hostil para os cidadãos e para o planeta, nós, 19 veículos de comunicação da América Latina, refletimos sobre as implicações globais e regionais do retorno de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos. Sua saída do Acordo de Paris, sua política anti-imigração e seu negacionismo climático geram impactos transversais que afetam o futuro do planeta. Nós nos comprometemos com um jornalismo que vá além do catastrofismo e se ancore na complexidade da realidade. Nosso objetivo é denunciar abusos de poder, dar visibilidade à resiliência e amplificar as vozes dos setores mais vulneráveis. Em um cenário marcado pela polarização, desinformação e saturação informativa, reafirmamos nossa missão de investigar, explicar e conectar os pontos críticos a fim de contribuirmos para uma compreensão mais profunda e matizada destes tempos desafiadores.



A campanha Anistia não, golpistas na prisão! é contra a tentativa de setores da sociedade de aprovar projetos de lei que anistiam os envolvidos no caso. A iniciativa envolve atos presenciais e publicações nas redes sociais. Leia Mais

Lançado no domingo, 16, o segundo videoclipe superou as expectativas das Cunhãs – Meninas da Amazônia e da Produtora Onda, que fez as gravações em apenas um mês.
As 10 mil visualizações foram alcançadas muito rapidamente se seguem aumentando. Leia Mais

Brasil de Fato – Condições climáticas e mudanças no uso da terra que privilegiaram culturas de exportação nos últimos anos causaram redução no ritmo de crescimento da produção de alimentos no país e explicam o aumento no preço da comida. A constatação faz parte da Carta do Ibre, análise de conjuntura econômica publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
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Humanitas Unisinos – No cenário político atual, é inegável o crescimento rápido e perigoso da extrema–direita em diversas partes do mundo. Esse fenômeno não é apenas uma repetição de padrões históricos, mas também uma reafirmação de uma agenda intolerante e autoritária que remonta à década de 1930, período marcado pelo surgimento de regimes fascistas na Europa. Leia Mais

Por Wérica Lima, Nicoly Ambrosio, Elaíze Farias, no Amazônia Real – O avanço do narcotráfico, antes restrito às áreas urbanas das grandes cidades, está impondo um clima de medo e insegurança com impactos cultural e socioambiental sobre os territórios indígenas do Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia, na Amazônia Ocidental. Esta parte da floresta, situada na fronteira do Brasil com países produtores de drogas como Bolívia, Colômbia e Peru, é hoje rota internacional do tráfico. Pesquisas recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Insper/FEA-USP reafirmam o que os indígenas já diziam: facções brasileiras como Comando Vermelho e PCC estão nos territórios, usando-os como corredores para escoar cocaína ou explorando ilegalmente minérios, madeira e pescado. A Amazônia Realouviu relatos de indígenas sobre como é viver sob o domínio do narcotráfico. Os jovens estão sendo aliciados. Há territórios impactados pela expansão imobiliária, de compra e venda de terrenos pelo comando do narcotráfico, abertura de pistas clandestinas e derrubada de árvores para plantio de coca. Leia Mais