
Revista Fórum – Na ofensiva contra o Brasil em conluio com o clã Bolsonaro e o fascismo neoliberal, o presidente dos EUA, Donald Trump, determinou a abertura de uma investigação comercial contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Um dos pontos que mais chamam atenção no documento é a inclusão do Pix, sistema de pagamentos desenvolvido pelo Banco Central do Brasil, como exemplo de “prática desleal”.
O relatório afirma que o Brasil “parece se envolver em uma série de práticas desleais com relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, entre outras, a promoção de seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”.
A acusação ignora o fato de que o Pix é uma política pública de inclusão financeira, usada gratuitamente por milhões de brasileiros e reconhecida internacionalmente por sua inovação. O texto não especifica de que maneira o sistema prejudicaria empresas estadunidenses, nem apresenta qualquer dado que sustente essa alegação.
No entanto, dados do setor financeiro e declarações de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), interlocutor do clã do ex-presidente junto ao governo Trump revelam os reais interesses e quem está por trás do levante da ultradireita contra a política de inclusão financeira do Brasil.
Apesar de se gabar de ter criado o Pix – na verdade, uma política desenvolvida pelo Banco Central e colocada em prática em seu governo -, Jair Bolsonaro (PL) busca apoio de Trump e dos trustes do sistema financeiro internacional para se livrar da iminente prisão por tentativa de golpe.
Na live em que o clã Bolsonaro fez para sortear um capacete de grafeno, em abril, Eduardo falou da articulação para sancionar autoridades brasileiras com a Lei Magnitsky que, segundo palavras dele, decreta a “pena de morte financeira” dos sancionados e está atrelada aos grandes players bancários globais.
“Quando a sanção é executada, quem executa é o Tesouro americano. […] O Alexandre de Moraes não vai perder só o vista americano, ele vai perder a possibilidade de ter um cartão de crédito Mastercard ou Visa, porque se um banco abre uma conta para Alexandre de Moraes ele também sofre a sanção”, explica Eduardo expondo o conluio da ultradireita e de Trump com o sistema financeiro Internacional.
Eduardo já havia sinalizado a articulação com os banqueiros transnacionais em entrevista à revista Oeste ao lado do pai, em março. “O Alexandre de Moraes não vai conseguir ter sequer um cartão Visa ou um cartão Mastercard Para comprar uma blusinha da Shein, que vem lá da China Esse provavelmente vai ser o futuro do Alexandre de Moraes”.
Pix afeta lucro dos banqueiros transnacionais
Dados divulgados em artigo pela Payments and Commerce Market Intelligence (PCMI) em abril deste ano mostra que “o famigerado sistema de pagamentos em tempo real, está competindo com as redes de cartões no Brasil” e como os grandes “players” do sistema financeiro internacional devem reagir a isso.
“Ao que tudo indica, o setor de cartões brasileiro já se conformou com a perda de participação de mercado para o Pix”, diz o texto da entidade que é subsidiária da Americas Market Intelligence (AMI), a principal consultoria de “inteligência de mercado” para os banqueiros internacionais na América Latina.
O artigo cita dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que “prevê que os cartões de débito devem “andar de lado” em 2024, registrando crescimento de 0,4% a 0,7% em relação ao ano passado”.
“Essa é uma tendência mundial: em seu relatório de lucros, a Visa revelou que o volume de pagamentos com cartões de débito com a bandeira da empresa vem caindo mês a mês desde fevereiro de 2024”, emenda.
Na sequência, a PCMI revela dados do principal vilão dos cartões de débitos, que agora avançam sobre os cartões de crédito.
“Segundo dados do Banco Central, atualmente o Pix responde por mais de 40% de todos os pagamentos feitos no país. O sistema é usado por mais de 90% da população adulta e mais de 15 milhões de empresas, movimentando 20% de todo o volume transacional do Brasil”, diz a entidade, mostrando um gráfico que mostra que em 2023 o Pix já havia ultrapassado o uso do débito e avançava sobre os cartões de crédito.
A acusação ignora o fato de que o Pix é uma política pública de inclusão financeira, usada gratuitamente por milhões de brasileiros e reconhecida internacionalmente por sua inovação. O texto não especifica de que maneira o sistema prejudicaria empresas estadunidenses, nem apresenta qualquer dado que sustente essa alegação.
No entanto, dados do setor financeiro e declarações de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), interlocutor do clã do ex-presidente junto ao governo Trump revelam os reais interesses e quem está por trás do levante da ultradireita contra a política de inclusão financeira do Brasil.
Apesar de se gabar de ter criado o Pix – na verdade, uma política desenvolvida pelo Banco Central e colocada em prática em seu governo -, Jair Bolsonaro (PL) busca apoio de Trump e dos trustes do sistema financeiro internacional para se livrar da iminente prisão por tentativa de golpe.
Na live em que o clã Bolsonaro fez para sortear um capacete de grafeno, em abril, Eduardo falou da articulação para sancionar autoridades brasileiras com a Lei Magnitsky que, segundo palavras dele, decreta a “pena de morte financeira” dos sancionados e está atrelada aos grandes players bancários globais.
“Quando a sanção é executada, quem executa é o Tesouro americano. […] O Alexandre de Moraes não vai perder só o vista americano, ele vai perder a possibilidade de ter um cartão de crédito Mastercard ou Visa, porque se um banco abre uma conta para Alexandre de Moraes ele também sofre a sanção”, explica Eduardo expondo o conluio da ultradireita e de Trump com o sistema financeiro Internacional.
Eduardo já havia sinalizado a articulação com os banqueiros transnacionais em entrevista à revista Oeste ao lado do pai, em março. “O Alexandre de Moraes não vai conseguir ter sequer um cartão Visa ou um cartão Mastercard Para comprar uma blusinha da Shein, que vem lá da China Esse provavelmente vai ser o futuro do Alexandre de Moraes”.
Pix afeta lucro dos banqueiros transnacionais
Dados divulgados em artigo pela Payments and Commerce Market Intelligence (PCMI) em abril deste ano mostra que “o famigerado sistema de pagamentos em tempo real, está competindo com as redes de cartões no Brasil” e como os grandes “players” do sistema financeiro internacional devem reagir a isso.
“Ao que tudo indica, o setor de cartões brasileiro já se conformou com a perda de participação de mercado para o Pix”, diz o texto da entidade que é subsidiária da Americas Market Intelligence (AMI), a principal consultoria de “inteligência de mercado” para os banqueiros internacionais na América Latina.
O artigo cita dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que “prevê que os cartões de débito devem “andar de lado” em 2024, registrando crescimento de 0,4% a 0,7% em relação ao ano passado”.
“Essa é uma tendência mundial: em seu relatório de lucros, a Visa revelou que o volume de pagamentos com cartões de débito com a bandeira da empresa vem caindo mês a mês desde fevereiro de 2024”, emenda.
Na sequência, a PCMI revela dados do principal vilão dos cartões de débitos, que agora avançam sobre os cartões de crédito.
“Segundo dados do Banco Central, atualmente o Pix responde por mais de 40% de todos os pagamentos feitos no país. O sistema é usado por mais de 90% da população adulta e mais de 15 milhões de empresas, movimentando 20% de todo o volume transacional do Brasil”, diz a entidade, mostrando um gráfico que mostra que em 2023 o Pix já havia ultrapassado o uso do débito e avançava sobre os cartões de crédito.
