
BBC – Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator por O Agente Secreto e Kleber Mendonça Filho foi reconhecido na categoria de melhor diretor pelo longa neste sábado (24/5) no Festival de Cannes, na França.

BBC – Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator por O Agente Secreto e Kleber Mendonça Filho foi reconhecido na categoria de melhor diretor pelo longa neste sábado (24/5) no Festival de Cannes, na França.

Agência Brasil – Representantes de organizações nacionais e internacionais estão reunidos, em São Paulo, para debater o papel das emissoras públicas na prática do jornalismo, na programação cultural e na educação. 
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Revista Fórum – O Senado aprovou nesta quarta-feira (21), por 54 votos a 13, o Projeto de Lei 2.159/2021, conhecido por ambientalistas como “PL da Devastação”. A proposta institui a nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental (LGLA), que, segundo especialistas e organizações da sociedade civil, representa um dos maiores retrocessos ambientais da história recente do país. Com mudanças em relação ao texto original aprovado na Câmara, o projeto retorna agora à análise dos deputados. Leia Mais

BDF – O Senado dá início, nesta terça-feira (20), ao debate de uma proposta decisiva para meio ambiente: o projeto de lei (PL) 2.159, que altera as regras para o licenciamento ambiental de empreendimentos causadores de impactos, como hidrelétricas, estradas e barragens de rejeitos. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados. Leia Mais

Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) a 10 anos de prisão em regime fechado, à perda do mandato e ao pagamento de indenização, por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e por falsidade ideológica.

247 – A partir de 1º de junho de 2025, cidadãos do Brasil, Argentina, Chile, Peru e Uruguai poderão entrar na China sem a necessidade de visto. Leia Mais

GZH, por Rosane Oliveira – Para quem gosta de imaginar encontros no Além, é tentador pensar numa conversa entre Pepe Mujica e o papa Francisco. Com quase a mesma idade, vizinhos separados pelo Rio da Prata, o ex-presidente uruguaio e o papa que morreram com poucos duas de diferença, numa dessas coincidências que nos fazem lembrar o que tinham em comum na quadra final de suas vidas, já que na juventude trilharam caminhos diferentes.
Jorge Mario Bergoglio escolheu a religião, José Mujica a política. A seu modo, cada um se rebelou contra a ditadura que assombrou a América Latina nos Anos de Chumbo.
Mujica foi guerrilheiro, mas quando chegou ao poder pelo voto mostrou-se um dos governantes mais pacíficos do planeta. Encerrado seu período de mandato, voltou para a chácara simples onde vivia como um simples camponês. Ali recebia quem quisesse algumas horas de prosa — e não foram poucos os simpatizantes de seu jeitão despojado que afundaram o caminho para conhecer pessoalmente uma das maiores lendas da política latino-americana.
No governo do Uruguai, nunca se deslumbrou com o poder. Tentou ser um presidente justo, que investiu em políticas sociais para tornar o país menos desigual. Sempre destacou que não precisava mais do que aquilo que tinha para viver. Até o carro, um velho Fusca fora de linha, combinava com as roupas e os sapatos gastos.
— Eu não sou pobre. Eu sou sóbrio, de bagagem leve. Vivo com apenas o suficiente para que as coisas não roubem minha liberdade — dizia.
Sabendo que seu estado era irreversível, fez dos últimos anos uma espécie de roteiro de despedida, semeando frases que se espalharam pelo continente e a ele foram atribuídas outras que nunca pronunciou. Em um dos discursos mais emocionantes, disse em 2024:
— Sou um velho partindo. Precisamos trabalhar pela esperança. Eu te entrego meu coração. Preciso agradecer à vida porque, quando estes braços partirem, haverá milhares de braços para me substituir.
Em 2020, cunhou outra frase que entrou para a sua biografia: “A política me encanta e não gostaria de ir, mas a vida me encanta mais”.