
Antecessor da Abin, entenda como Serviço Nacional de Informações buscou manter ilegalidades ao fim do regime de exceção.

Antecessor da Abin, entenda como Serviço Nacional de Informações buscou manter ilegalidades ao fim do regime de exceção.

“No passado, a censura funcionava bloqueando o fluxo de informação. No Século XXI, ela o faz inundando as pessoas de informação irrelevante.
Não sabemos mais a que prestar atenção e frequentemente passamos o tempo investigando e debatendo questões secundárias.
Em tempos antigos ter poder significava ter acesso a dados. Atualmente ter poder significa saber o que ignorar”.
Yuval Noah Harari

Uol, por Lucas Lacerda Nascimento – Curitiba, com 1,73 milhão de habitantes, é a capital menos desigual no país. Considerando indicadores como educação, renda, pobreza, trabalho e ações climáticas, entre outros, a cidade consegue oferecer resultados acima da média de outras 25. Na outra ponta, Porto Velho (RO) tem os piores indicadores, com 23 deles abaixo da média de seus pares. Leia Mais

Fórum – A fábrica de mentiras nas igrejas brasileiras. Convidada: Magali Cunha, jornalista e doutora em Ciências da Comunicação. É pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER) e fundadora e editora-geral do Coletivo Bereia – Informação e Checagem de Notícias (em ambientes digitais religiosos). Leia Mais

DCM – Antes do ex-presidente Jair Bolsonaro se esconder na embaixada da Hungria no Brasil, funcionários do órgão foram dispensados sem nenhuma justificativa. Servidores relatam que os diplomatas não deram nenhuma explicação sobre o caso ou mencionaram a hospedagem do ex-mandatário. A informação é do ICL Notícias.


Autor de pedido de anistia ao povo Krenak, procurador aponta omissão do Estado para reconhecer violações na ditadura Leia Mais

Luis Nassif, GGN – Desde 2019, defendemos que houve um pacto entre o general Braga Neto – interventor no Rio, o general Villas Boas e o candidato Bolsonaro. Leia Mais

247 – A família da vereadora Marielle Franco (Psol) disse ter ficado perplexa com a prisão do delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, pela Polícia Federal (PF) na manhã deste domingo (24), pela suspeita de acobertar os assassinatos da parlamentar e do motorista Anderson Gomes, em 2018. Além de Rivaldo, a PF prendeu o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ) e o conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) Domingos Brazão como suspeitos de serem os mandantes do crime. Leia Mais

Brasil de Fato – A Polícia Federal realizou neste domingo (24/3) três mandados de prisão preventiva relacionados ao homicídio da então vereadora do PSOL no Rio de Janeiro, Marielle Franco, e de seu motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018.