
Desmatamento na Amazônia cresce quase 57% no governo Bolsonaro, diz Ipam



A OAB Rondônia repudia, com forte veemência, os comentários do jornalista Wilson Rodrigues, conhecido como ‘Pica Pau’, do programa Plantão de Polícia, Rede TV Rondônia de Ariquemes. O comunicador fez declarações sexistas e misóginas, ao vivo, durante exibição do programa, e culpou vítimas de estupro pelo uso de roupas curtas.
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O presidente Jair Bolsonaro esteve nesta quinta, 03, em Porto Velho, capital de Rondônia.
Ele se encontrou com o presidente de Peru, Pedro Castilho, de extrema-esquerda para, segundo a assessoria, tratar de comércio bilateral e acesso ao Oceano Pacífico.
Apoiadores o receberam com ‘motociata’ no trajeto do aeroporto Internacional Jorge Teixeira ao Palácio Rio Madeira. Um forte esquema de policiamento foi montado no entorno da sede do governo do estado. Só quem se credenciou antecipadamente pode passar pelo bloqueio da polícia no percurso da comitiva presidencial.


Em vários pontos da cidade houve também manifestações contra a presença do presidente, com faixas de protesto em defesa da ciência e de direitos ameaçados ou extintos com a chegada de Bolsonaro à presidência.

Na Assembleia Legislativa do Estado, próxima ao local do encontro entre os presidentes, um grupo em oposição ao governo fez ato simbólico.


O protesto avançou para a entrada do Centro Político-Administrativo do governo, mas não para além do bloqueio e policiais tentaram impedir uso das faixas.

Mulheres que atuam nos meios de comunicação de Rondônia publicaram um manifesto pedindo justiça contra uma apresentador de televisão que estimulou ao vivo a violência contra o sexo feminino.
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Em reposta a uma internauta sobre como evitar um estupro, o apresentador Wilson Rodrigues conhecido como ‘Pica-Pau’ sugeriu: “É só você usar roupa curta normal e ir numa festa de gente decente que tu não vai”.
Ele disse isso ao vivo no programa Plantão de Polícia da RedeTV de Ariquemes nesta segunda-feira, 31, ao comentar uma operação da polícia que acabou com uma festa clandestina em razão da pandemia, envolvendo bebidas e menores.
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2021 foi de luta diária e intensa em razão da pandemia e dos desmantelos do governo Bolsonaro.
E 2022 será para nos livrarmos dessas duas coisas horríveis que tornaram a vida mais difícil e triste.
Até lá, uma pausa do jornalismo alternativo feito com amor e coragem para impor narrativas independentes, pelo bem de todos e todas, do Brasil e do planeta.
Registro minha gratidão aos leitores e aos parceiros locais, nacionais e estrangeiros na rede de colaboração de jornalismo que só cresce e se fortalece.
Boas festas a todos e todas!
Se cuidem e mantenham em dia o cartão de vacinação e o título de eleitor para um ano novo sem Covid-19 e Bolsonaro.

Por Luciana Oliveira, no Brasil 247 – As ocupações de terra, as mobilizações, a luta por escola e por educação, a produção de alimentos saudáveis e várias outras ações marcam a história do Movimento dos Sem Terra em Rondônia.
Nos últimos anos tem sido permanente e intensa a luta para combater a crimininalização do movimento.

Por Luciana Oliveira – Com fotos e vídeos enviados à imprensa os indígenas do povo Karipuna denunciam como avança e rápido a destruição de seu território.
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Segundo relatório parcial da Comissão Pastoral da Terra, divulgado na sexta-feira, casos passaram de 9, em todo o ano de 2020, para 103, apenas até agosto; desses, 101 foram de indígenas Yanomami, muitos dos quais crianças
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